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WSJ: Apple Music ultrapassou o Spotify em assinantes pagos nos EUA


Fonte: WSJ

Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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  1. Mateus Pinto says:

    EUA =! mundo

    Estatísticas dos EUA, terra natal da Apple, não interessam para espelhar o panorama global, assim como Samsung na Coreia do Sul, marcas chinesas na China, etc.

    Em especial na Europa, um mercado bastante diferente e muito mais competitivo que o dos EUA, o panorama pode ser muitíssimo diferente. O cliente europeu tem outras necessidades menos supérfluas, somos muito exigentes com qualidade/preço. O que diz o WSJ é tão válido na Europa como uma batata numa pizza

    • Vítor M. says:

      Pode ser, mas não acho que seja como dizes, aliás, a experiência diz-nos que mercados como o americano e chinês são hoje altos indicadores de cenários a acontecer na Europa.

      O panorama americano é berço das grandes marcas, das grandes editoras de música e dos grandes contratos. Basta ver qual é o maior mercado do Spotify.

      • Mateus Pinto says:

        Ninguém duvida que os EUA, Reino Unido, Japão etc são o berço de grandes marcas.

        Mas dizer que o mercado chinês ou dos EUA espelham o europeu é um erro massivo. Talvez os europeus capitalistas copiem e aceitem a cultura capitalista dos EUA, mas felizmente o resto dos europeus ainda não.

        • Vítor M. says:

          Estás a ver ao contrário, o europeu é que espelha muita coisa do mercado americano e chinês e cada vez mais 😉

          Cultura capitalista? Mas a Alemanha não é Europa? E o RU? E a França? 😀 Olha repara bem 😉

          Bom fim de semana.

          • Mateus Pinto says:

            O mais capitalista da Europa é o RU, seguido dos Suiços e italianos. A alemanha, frança, holanda e espanha apostam na família, marcas próprias, linux, serviços sociais etc.. Basta viveres nesses países como eu vivi para saber do que falo. A “nata” portuguesa, russa, RU e itália é que só estão bem se usarem Apple, BMW, marcas caras de roupa e relógios. Por sorte no resto da europa não é assim. Na alemanha ou holanda, ter um bmw é como ter um renault ou peugeot.

          • Vítor M. says:

            Por isso mesmo é que o mercado americano é muito mais aberto, porque além de consumir o que é seu, ainda espalha por todo o mundo as tendências. Enquanto certos países, como referes, são “individualistas” 😉

          • Nuno V says:

            @Mateus Pinto
            Acjo que estás a fazer confusão entre capitalismo e consumismo.

          • Daniel says:

            Essa do mercado americano ser mais aberto… o mercado americano é mais apetecivel por ter menos regulação, por as grandes empresas conseguirem por Estados contra Estados (como o exemplo do novo HQ da Amazon nos US que pôs estados a “lutar” entre si a quem dava mais benefícios e isenções fiscais à Amazon). Por outro lado na UE o foco é os direitos do cidadão e a equidade comunitária, daí teres a CE em luta contra a Apple e a Irlanda por ajudas estatais ilegais.

            Mercados “abertos” desses, à lá faroeste, não obrigado. É o equivalente a vender a mãe para ter algo. É a mesma ideologia que permite que o principal motivo de falência pessoal nos US seja problemas de saúde…. Obrigado mas dispenso essa “abertura”, já entrei no século XXI há quase 2 décadas.

          • Vítor M. says:

            Não estás a misturar alhos com bugalhos? Acho que estás. Primeiros colocas em causa o mercado americano ser aberto, depois é tão aberto que parece um faroeste… depois falas em mercado menos regulado e com misturas com desregulado e acabas por ir juntar benefícios fiscais que a Irlanda oferecei à Apple com equidade comunitárias (a CE) que tem debaixo do seu véu a Holanda com “exceções” tributárias a empresas. Esquece… tu não estás a ver as coisas em condições. Misturaste tudo.

          • Daniel says:

            Acho que não preciso justificar nem explicar nada, o meu comentário foi explícito.

      • Pedro Pinto says:

        Concordo com o Mateus. Outro exemplo é o da Xbox. Nos EUA é grande, no resto do mundo a PS4 esmaga !

  2. Carlos1 says:

    Espero que a Apple seja bem apertada na Europa, não vale tudo, assim espero.

    • Mateus Pinto says:

      +1 Os americanos, chineses, russos acham que mandam no mundo, ainda bem que a CE mantém o pulso de alguns maneira. Detesto capitalistas ou esquerdistas que aceitam os dados ou culturas extremistas destes países como algo perfeito para a cultura europeia.

      A Europa e América do Sul ainda são zonas com forte cultura familiar, multicultural e social. Aceitar a cultura americana ou “pseudo”- esquerdista é sucumbir a estas culturas populistas que acham que todos temos que ser iguais, ter o mesmo, ouvir o mesmo e ganhar para estourar em produtos induzidos.

  3. Fulano says:

    Apple music nem sequer tem em quantidades suficientes os tipos de musica que ouço, enquanto no Spotify tenho uma oferta muito superior.
    E numeros globais? Que tal mostrarem, em vez de seguir uma qualquer avaliação de um jornal tendencioso?

  4. Fulano says:

    Em termos globais: Spotify – 109 milhões de users premium, Apple Music – 56 milhões.
    De notar que esta avaliação é referente apenas ao mês de Fevereiro.

  5. Warp1 says:

    O Apple Music está a ter grande aceitação no Android. Nem todos os que usam Android são anti-Apple. Sensatamente, escolhem o que mais lhes convém.

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