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Parece estar confirmado! iPhone 6 vem com CPU A8 e NFC


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Nunes says:

    “iPhone 6 tenha um ecrã de cristal de safira de 4.7””
    O iPhone de 4,7’ não vai ter ecrã de safira. Se nos formos a fiar na veracidade destas peças, já há algumas semanas atrás foi demonstrado que o ecrã não era safira, era apenas vidro – não tinha dureza suficiente para resistir a riscos com materiais de dureza elevada

    • Nelson says:

      Então o iPhone de 4.7″ não vai ter ecrã de Safira, não é?

    • miguel says:

      off topic: Apple Store na Fifth Avenue, em Manhattan.
      E também é dona da patente que descreve esse visual tão curioso.

      vejam só patente de um cubo de vidro XD só falta fazerem patente do triângulo de vidro do museu do louvre..

      Lindo ainda metam o louvre em tribunal XD só mesmo nos states é que alguém aprova uma patente disto

      • Nunes says:

        deste-te sequer ao trabalho de saber o que é a patente?
        A patente não é sobre ser um cubo, é sobre o design – tem um aspecto físico específico, não é só um cubo.
        Nada impede alguém construir um cubo transparente, tem é que evitar usar a mesma forma de sustentação e número de peças

        • Nelson says:

          Eu acho que quem não sabe a diferença entre um triângulo e uma pirâmide, não vai chegar lá para as patentes…

          Btw, debaixo da Pirâmide do Louvre, está uma Apple Store, para os fr’s não ficarem com inveja da loja da 5th Ave.

    • Sérgio J says:

      Não há dúvidas que a Apple está a produzir ecrãs de safira.

      O que há muitas dúvidas é se serão os ecrãs usados nos testes.

      • Pedro Pinto says:

        Ja falta pouco para dia 9 😉

      • Nunes says:

        A Apple quer usar Safira, sem dúvida.
        Mas os ecrãs que têm aparecido de 4,7’ não são safira!
        Pode ser que a Apple faça um modelo especial de 4,7’ com Safira, mas duvido, pois é muito complicado fazer com a mesma espessura, o que implica mudar mais coisas no modelo para além do ecrã.
        Acredito mais que possa ser usado no modelo com ecrã maior.

      • Nelson says:

        Sim, eu também acho que eles vão usar safira, mas não um ecrã em vidro de safira, até porque seria um desperdício.

        Se forem ao YouTube da GT Advanced, a empresa que a Apple tem investido, podem ver que eles conseguem criar películas de Safira como as películas de plástico ranhosas que andam por aí…

        Fundindo um vidro normal e flexível com essa “película”, fica uma combinação jeitosa que é resistente aos riscos, na mesma flexível para as quedas, que é o que se quer…

        De qualquer forma, acho que põem em todos, ou não põem em nenhuns, e põem ecrãs normais em Gorilla Glass, não vão por nuns e noutros não, isso não é muito Apple-like…

        • Nunes says:

          então como é que explicas que o ecrã, fornecido pelo mesmo Sonny Dickson, não tem dureza da safira!?

          • Nelson says:

            Quem te disse que o ecrã do Sonny Dickson é o produto acabado?

          • Nunes says:

            @ Nelson
            queres ir mesmo por aí?
            a superfície tinha exactamente o mesmo acabamento que o que aparece nestas imagens, só lhe faltava “colar” o LCD.
            Será que vais usar a teoria que “colavam” uma “película” de safira? Isso não se faz depois do vidro já ter sido recortado, pintado e acabado, já que requer tratamento físico-químico agressivo, e não se vão recortar o buraco do botão e do altifalante 2 vezes. O acabamento só se faz no fim!

          • Nelson says:

            Pois tinha, porque é a mesma…

          • Nelson says:

            Quanto à “película”, obviamente eles colavam antes de cortar, acho que é óbvio lol…

            E não sei qual será o problema de laminar um laminado de vidro de safira…

          • Nunes says:

            @ Nelson
            Não dizes coisa com coisa.
            Se é a mesma, então usou um produto acabado, logo o que testou não é safira. A Apple não iria produzir um “ecrã” só de vidro que depois não fosse usar – a não ser que ande a tentar “trocar” as voltas a toda a gente, mas aí teremos que duvidar de todas as outras peças que vão aparecendo.

            ” não sei qual será o problema de laminar um laminado de vidro de safira…”
            e alguém disse que haveria problema?
            A questão é que mesmo um laminado teria a mesma dureza da safira, logo não deve ser um laminado, a não ser que tenham criado um laminado em que a superfície não é safira, mas isso não faria qualquer sentido, pois a única real vantagem da safira é a sua dureza, e para isso tem que estar à superfície.
            Dito isto, há quem duvide que a tecnologia de laminados esteja pronta para produção industrial, neste momento – se é verdade ou não…

          • Nunes says:

            @ Nelson
            Não dizes coisa com coisa.
            Se é a mesma, então usou um produto acabado, logo o que testou não é safira. A Apple não iria produzir um “ecrã” só de vidro que depois não fosse usar – a não ser que ande a tentar “trocar” as voltas a toda a gente, mas aí teremos que duvidar de todas as outras peças que vão aparecendo.
            ” não sei qual será o problema de laminar um laminado de vidro de safira…”
            e alguém disse que haveria problema?
            A questão é que mesmo um laminado teria a mesma dureza da safira, logo não deve ser um laminado, a não ser que tenham criado um laminado em que a superfície não é safira, mas isso não faria qualquer sentido, pois a única real vantagem da safira é a sua dureza, e para isso tem que estar à superfície.
            Dito isto, há quem duvide que a tecnologia de laminados esteja pronta para produção industrial, neste momento – se é verdade ou não…

    • Helder Coelho says:

      O que não se sabe, não se inventa…
      Simplesmente os displays dos Iphones são deslumbrantes e únicos no mercado, com ou sem safira (não duvido que não seja), a Apple elevou a fasquia a um ponto que so vejo um fabricante a altura… Sharp!! xD

  2. Benchmark do iPhone 5 says:

    Continuo a não ver o alcance. Se traz NFC é por causa dos pagamentos. O banco ou a Visa/Mastercard vão sempre ter que me dar um cartão – normal, ou contactless (O contactless, que não é NFC é RFID, pode ser usado como um cartão normal).

    Se tiver telemóvel com NFC vou sempre ter que andar com cartão porque não sei se o comerciante tem um leitor de pagamentos para NFC. Com as máquinas Multibanco vai sempre ser preciso cartão.

    O banco vai sempre ter que me dar um cartão, eu vou sempre ter que andar com ele, adianta-me o quê o telemóvel com NFC para pagamentos? E até que montante, considerando que os cartões contactless foram limitados a €20.

    “Ah, mas com o telemóvel com NFC não é preciso marcar o pin” (nos cartões de crédito nos EUA é um problema que se põe, porque ao contrário da Europa não generalizaram o pin, o que torna a sua utilização mais insegura). Com os cartões contactless dos bancos também não é preciso pin (mas, por alguma coisa, por cá ficam-se pelos €20, quando usados dessa forma).

    “Ah, mas os milhões de utilizadores do iTunes já lá têm os cartões de crédito. Arranja-se aqui uma forma de autenticação com a impressão digital, o Touch ID, que até dá para mais de €20, e a Apple fica com o sistema de pagamentos que sempre quis. Teve que ir para o NFC porque a VISA, para se meter nas trocas de terminais dos comerciantes, quis que o pessoal do Android fique abrangido”.

    Não alcanço a utilidade da coisa. “Ah, mas com o novo sistema chegam-te os descontos e promoções e tal, a coisa fica aliciante”. Vamos lá ver no que dá. Que se o iPhone 6 trouxer NFC é por causa dos pagamentos não tenho a mínima dúvida.

    • Nunes says:

      pois… é possível que seja uma concessão para estabelecer um acordo com a VISA, MasterCard, etc; já que a Apple já tem alternativa ao NFC para tudo o resto.
      A partir do momento que tenha acordos com essas entidades poderá ser mais fácil partir para novas formas de pagamento e comércio, pois tal como dizes, usar o telemóvel de forma idêntica a um cartão é não saber aproveitar toda a potencialidade destes dispositivos

      • Nelson says:

        Exacto.

        Por exemplo, em vez de dares o teu cartão para pagar (passando o RFID), podes fazer o contrário, ler o RFID do ponto de pagamento, e no teu telemóvel, veres a factura, e autorizares o pagamento.

    • diogo says:

      tens a certeza que a tecnologia contactless é RFID?

      É que estou a passar o cartão VISA no leitor NFC do meu nexus e obtenho uma leitura…

    • Ricardo Pontes says:

      Os cartões contactless usam NFC.
      Eu já experimentei ler com o meu antigo S3 na altura que recebi o novo cartão e funcionou.

      • Nunes says:

        não, não usam! são RFID
        o NFC é que é baseado em RFID, e usando certos programas podes ler alguns cartões desses

      • Nelson says:

        Pela enésima vez!

        Se não tem fonte de energia, como é que pode ser NFC?

          • Nelson says:

            Porque são RFID’s, é por ressonância do telemóvel.

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            sso é o NFC tag, que não tem bateria como um cartão contactless também não tem. Para serem lidos precisam da energia do leitor. Mas o modo como o NFC de um leitor fornece energia às tags NFC é uma tecnologia distinta dos leitores em relação aos cartões contactless/RFID.

            Ele há-de estar a referir-se ao smartphone com NFC, em princípio com energia.

            O RFID (há vários) / contactless / NFC podem ser primos, parentes chegados, mas são tecnologias distintas. A questão da energia é uma das questões, mas há muitas outras mais importantes.

            Uma questão central é se o mesmo leitor pode ler um cartão cartão contactless/RFID (desde que lhe forneça a energia do modo adequado) e o NFC de um telemóvel (não confundir com o tag NFC, que é uma coisa distinta). Pode, desde que asseguradas as compatibilidades.

            A questão para mim é outra – um banco está-me a dar um cartão contactless, que serve também como cartão normal (com contacto) e ao mesmo tempo vai criar um sistema de pagamentos com telemóvel através de NFC? Para quê o segundo sistema? Que vantagens oferece? Tem que oferecer alguma. Para complicar, entretanto lembrei-me que combinando BLE e NFC (coisa que a Apple é bem capas de fazer e anunciar a 9 de Setembro), a coisa ganhava outras vistas 🙂

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            …capaz … acho que foi o corretor automático 🙂

            Entretanto lembrei-me que integrar o BLE + NFC + Touch ID, ao nível também do sistema operativo (a 9 de setembro é apresentado também o iOS 8) era uma forma de a Apple dizer que passou a perna ao Android.

            “Compre o iPhone 6. No supermercado, saiba onde estão os produtos em promoção usando o BLE/iBeacons. Chegue à caixa. Autentique que é você o dono do iPhone com o dedo no Touch ID (dispensa o pin) e pague com o NFC. Debitamos o pagamento no cartão de crédito que tem associado à conta do iTunes”. Já vi o filme 🙂

          • Nunes says:

            @ Benchmark do iPhone 5
            Isso não é grande integração. A nível de pagamento nem mudava grande coisa face a um cartão de crédito/débito.
            A única forma de integração que vejo e que traz vantagens ao consumidor e comerciante é através de ibeacons identificar a loja e automaticamente associar ao pagamento os dados de cliente na loja, com os pontos, descontos, saldos, etc que a pessoa tem. Assim em vez de mostrar um cartão de cliente mais um cartão de crédito, era tudo duma vez, dando à pessoa a opção de escolher no telemóvel se quer descontos, etc, etc!
            Mas a partir do momento que uma coisa destas esteja montada, nem sequer é muito preciso o NFC, já que se pode imaginar montar o iBeacon para proceder a pagamentos!

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            Eu também acho que o NFC não é preciso. Mas se a VISA/Mastercard/Bancos, para montar um sistema desses, quiserem que seja extensível ao Android e ao WP e Blackberry que também são gente – o que faz todo o sentido, obviamente, também não é por aí.

            A Apple consegue o seu sistema de pagamentos, que é o que queria, da forma mais simples – que é a sua maneira habitual de fazer as coisas, e por isso pode ser que seja verdade 🙂

      • lmx says:

        claro que funcionou…

        a questão aqui que se pode colocar é outra…

        Os cartões bancarios funcionam na mesma frequencia dos nfc’s dos telemoveis??

        se sim, o assunto nems e poem!!

        Ate’porque o NFC permite utilizar todos os modos de funcionamento:
        passivo, em que o telemovel, é apenas uma tag ex rfid

        ou activo, em que o telemovel é um emissor, por exemplo o equipamento que lê o cartão bancario…

        Ou passivo/activo, por exemplo a enviar dados para outro equipamento!!

        Sendo que o nfc suporta todos os modos, a unica coisa que mão se sabe em concreto, mas que parece intrinsecamente provada por ti, é que…

        SIM os cartões NFC RFID bancarios funcionam na mesma gama de frequencia que os telemoveis NFC.

        O que interessa depois é o software, o que o mesmo vai fazer com a info…

        Não comparem NFC com bruetoot nem com WIFI por favor não tem nada a ver é uma tecnologia á parte, inclusivé até tem uma antena propria!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  3. diogo says:

    ahah cada vez melhores estes leaks… com a evolução que isto leva para o ano os jornalistas na keynote da Apple já têm o iphone 6S na mão quando ele estiver para ser anunciado x)

    • Benchmark do iPhone 5 says:

      O engraçado é que houve um leak em como a Apple tinha criado uma unidade especial para combater os leaks 🙂

      • Nunes says:

        é! é uma das coisas que me faz pensar que pode vir a haver algumas surpresas

      • Francisco pinto says:

        Fonte?

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            Agora é que reparei que a fonte, Sonny Dickson, é a mesma deste post 🙂

            Ou o rapaz tem muita imaginação ou está bem informado.

          • Francisco pinto says:

            Pois.. No dia 9 já ficamos a saber se o homem se deve dedicar antes a escrever guiões de filmes de espionagem ou se a suposta força de contra espionagem da Apple foi eficaz! Cheira-me que é a 1°! Novo filme em perspectivas hihih

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            Não, esta motherboard tem todo os aspecto de ser verdadeira. Se se confirmar também os leaks quanto ao design, a “unidade especial anti-leak” não fez grande trabalho 🙂

            Agora, podem ter “atirado um osso às feras”, enquanto estão a roê-lo pode passar algum segredo mais importante ao lado. Já tenho dúvidas que o iWatch seja apresentado, porque desse é que não ouve leaks nenhuns. Se for apresentado, a unidade “anti-leak” fez um trabalho escapatório.

          • Francisco pinto says:

            Do iwatch não há leak porque não está em produção. Ainda só existem os protótipos que não saíram de cupertino. Por isso há rumores que ele só vai estar nas lojas no início de 2015! Foi assim com quase todos os novos produtos..

          • Nunes says:

            quer esteja ou não em produção, para haver leaks é preciso haver contactos – ainda nem havia propriamente produção e já apareciam leaks do iPhone 6.
            Como o iWatch é um produto novo, muitos dos fornecedores tb são novos, logo ainda não houve muito tempo para estabelecer os mesmos “contactos” que levam a leaks. Para além disso não há o mesmo incentivo para que ocorram, já que, por exemplo. há muitas empresas interessadas em saber as medidas do iPhone para produzir acessórios feitos à medida, prontos a vender mal apareça.

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            De facto. Steve Jobs apresentou o primeiro iPhone a 9 de janeiro (de 2007) e começou a ser vendido em Junho. O que ele apresentou era um protótipo “preso por arames”, embora o design e as principais funcionalidades não se alteraram.

            Quando foi apresentado os rumores eram mais que muitos e era preciso apresentá-lo e aproveitar o efeito “vipe” antes de aparecer em leak. Com o iWatch a situação é a mesma.

            Ser apresentado a 9 de Setembro não é incompatível com ser posto à venda em Janeiro. E o segredo dos protótipos é mais fácil de proteger do que quando já entraram em produção.

  4. asdu says:

    Só não entendo onde está a inovação. O meu Blackberry de 2011 já trazia NFC. Já parece o 1o iPhone que não suportava MMS quando QQ TELM de 20€ vinha com essa capacidade…

    • Benchmark do iPhone 5 says:

      Fizeste algum pagamento com ele? A questão não é se traz NFC, é o que se faz com ele. havendo um sistema generalizados de pagamentos com o NFC o caso muda de figura.

      • lmx says:

        os sistemas ja existem , não existem é aplicações bancarias, etc para isso…

        queres abrir uma empresa e fazeres alguma para alguma instituição??

        • Benchmark do iPhone 5 says:

          Eu fazer uma aplicação bancária para utilizar o NFC?
          Se os bancos estiverem interessados nisso não desenvolvem?

          Se não desenvolveram é porque não estão interessados e preferem os cartões bancários.

          Quando refiro um “sistema generalizado de pagamentos com NFC” quer dizer entrar numa loja e pagar com o telemóvel através do NFC. Dizes que o sistema já existe. Onde?

    • lmx says:

      heheh

      de facto, o meu q10, tem tecnologia NFC 😛

      ja experimentei e defacto aquilo é brutal!!

      Sem complicações, funciona de forma muito simples mesmo, e é segurissimo, porque apenas funciona muito perto do outro equipamento/tag

      Ou seja é uma esṕecie de emparelhamento fisico…muito fixe, e é extremanente eficiente.

      • Benchmark do iPhone 5 says:

        Só que, na prática, tens usado para?

        • lmx says:

          tenho usado para trocar contactos, fotos, etc com outros telefones, mas para mais nada, isto porque ainda não posso usa-lo para servir de cartão de acesso…mas em breve talvez 😉

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            Usando, quer o Wi-Fi, quer o Blootooth, nos equipamentos da Apple a partir do iPhone 5 faz-se isso facilmente com o Air Drop (bem sei que não é multi-plataforma).

            Sem um sistema generalizado de pagamentos com NFC – curiosamente uma questão central quando apareceu, depois é que passou a ser mais falado para o que dizes, que também se faz de outras maneiras – o NFC é dispensável. Para o que referes, trocas ocasionais de informação entre equipamentos, até o SMS e o email dão.

            O que eu penso que a Apple irá anunciar no dia 9 é a utilização do NFC para pagamentos, sim (partindo do princípio de que esse sistema vai ser criado), mas combinado com o BLE (que o Android também começou a implementar) para ultrapassar a limitação do raio de ação dos 4cm do NFC. Combinando os dois pode ser que a coisa tenha interesse.

            http://support.apple.com/kb/HT5887?viewlocale=pt_PT&locale=en_US

          • lmx says:

            do meu ponto de vista faz sentido combinar ou nfc com wifi ou outro, apenas para descobrir equipamentos dotados da capacidade nfc nas redondezas…

            Mas depois no que toca a utilização, não é seguro utilizar outro que não nfc, ou não é tão seguro, porque os pacotes atingem grandes distancias no ar, em broadcast, e como tal alguém mal intencionado os pode apanhar…

            O nfc foi desenvolvido precidamente com esse intuito(e também gastar menos) …fazer um emparelhamento, mas fisico, ou seja quase contacto, para que quem estiver a trocar info tenha que estar mesmo próximo, e para os outros não terem sequer hipotse de snifar esses pacotes…desta forma estás segurissimo…

          • Nunes says:

            @ lmx
            “basta” ter uma antena em “condições” para apanhar os dados trocados por NFC, que por sinal é tão lento que não serve para trocar grandes informações. A distância não te protege de quem quiser snifar, por exemplo, terminais de pagamento com NFC.
            A segurança está na encriptação dos dados transmitidos e nos mecanismos de autenticação… e em redes ad-hoc encriptadas vai ser imensamente complicado alguém aproveitar alguma coisa.

            “nfc com wifi ou outro, apenas para descobrir equipamentos dotados da capacidade nfc nas redondezas”
            e depois usas o NFC para iniciar a troca de dados por WiFi ou Bluetooth? Não tou a ver a grande ganho dessa ideia. Mais vale descobrir os aparelhos nas redondezas e iniciar logo a transferência sem ter que ir atrás do outro aparelho… aliás, até aproveitas e envias para mais do que um ao mesmo tempo, se quiseres!

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            Com uma boa antena, os 4cm das comunicações NFC também dão para interceptar, se a questão é essa. A única diferença, nesse aspecto, entre NFC e BLE é que a antena tem que ser melhor no caso do NFC.

            E as limitações que os 4cm trazem em relação ao BLE?

            Mas as coisas são como são, combinar BLE com NFC talvez tenha vantagens (com Wi-Fi, enfim, gasta mais energia).

            Mas em se tratando de dinheiro, o pessoal gosta do pin, para o caso de o cartão ou ou o telemóvel “levar caminho”. Aí, tenho muita pena, mas a Apple vai conseguir combinar BLE+WiFi+Touch ID (para substituir o pin), e o Android vai-se ficar pelo BLE+WiFi, ou seja, por pagamentos até €20 (sem pin) 🙂

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            … já troco NFC com Wi-Fi. Os dois últimos Wi-Fi (do comentário em moderação) são NFC.

          • lmx says:

            os 4 cm do NFC são muitissimos mais seguros que os 10 metros ou mais de outras tecnologias…

            para a 10 metros de distância conseguires snifar pacotes nfc, terias que ter equipamento militar, o que não tens porque não tens dinheiro para ter, e depois porque nem sequer encontras onde comprar…

            É que o nfc funciona a 4 cm porque a potencia de emissão é muitissimo reduzida, com o objectivo de não dar mais longe, ou seja…

            Se a 4 cm com um equipamento com cerca de -100db de sensiblidade, é o maximo, imagina a 10 metros quanto não precisavas…não é fazivel!

            A não ser no ramo militar, mas não vamos trazer praqui cens dessas, porque ai, tudo é menipulavel…

          • Nunes says:

            @ lmx
            andas sempre com essa ladainha, mas é falsa.
            Em primeiro lugar a distância útil não é só uma questão de potência, é tb de frequência e de limitações da própria especificação já que os tags não têm amplificação de sinal, e recebem energia do NFC activo.
            Com uma antena em condições e amplificação de sinal, consegues aumentar a distância útil de captação.
            E se mesmo assim achas que é uma questão de potência, e que a potência limita a capacidade de snifar, basta olhar para o BLE que consegue com menor consumo de energia uma maior distância e maiores velocidades.
            Nunca duvides do génio humano para ultrapassar obstáculos destes, especialmente se obtiver um ganho monetário com isso.
            Achar que a distância protege é pior que confiar na segurança por obscuridade.

            E já agora, gastarias muito mais dinheiro para ter poder de computação para quebrar a encriptação do que a arranjar um amplificador de sinal ou a colocar uma antena em local estratégico.

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            10 metros? Porquê 10 metros? Não vais usar o telemóvel com NFC em terminais de pagamentos? Quando o estás a usar e houver fila para pagar, a que distância está outra pessoa?

            Dá por aí umas voltinhas e pesquisa por “NFC security” e vez que ninguém está fiado nos 4cm. Este é o site “da” NFC. Vê se não referem que a proteção está na encriptação e não nos 4cm. Tal como em outras tecnologias com um raio de ação maior, como o BLE.

            http://www.nearfieldcommunication.org/nfc-security.html

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            … vez?! Vou mas é ver se durmo 🙂

          • lmx says:

            som a segurança está na encriptação, mas a limitaçãi de distancia de recepção já é uma ajuda…

            claro que pode haver um aplificador algures, mas para 10 metros…terá que ser algo que dá muito mas mesmo muito nas vistas e será muito caro!!

            Num local publico daria demasiado nas vistas…

          • Nunes says:

            a limitação de distância apenas ajuda a não ser “escutado” por meros curiosos.
            Mas é sempre a autenticação e encriptação que torna as coisas seguras.

  5. mário says:

    Se este NFC tiver a mesma facilidade de emparelhamento do bluetooth da apple vamos longe

    • Benchmark do iPhone 5 says:

      Que problema tiveste? Nunca tive.

    • Nunes says:

      a mesma facilidade que permite reconhecer outros aparelhos à volta e fazer o emparelhamento automático para transferência por WiFi (Airdrop)? A mesma facilidade que é usada para fazer muitas das funções Continuity entre o iOS 8 e o OS X Yosemite?

    • Nelson says:

      Aquela facilidade que é o mais simples possível: carregar no aparelho Bluetooth, e entrar o PIN, se tiver?

      Quem não sabe emparelhar um Bluetooth, não sabe em lado nenhum…

      • Nuno Vieira says:

        NFC: Encostar os dois aparelhos e clicar no telemóvel para emparelhar.

        Bluetooth: Clicar no botão de Bluetooth do headset, no telemóvel ir as opções de Bluetooth, na lista de aparelhos escolher o headset e introduzir o pin.

        E isto e entre um headset e um telemóvel, se for para emparelhar dois telemóveis ainda são mais os passos. Isto torna-se ainda mais complicado se estivermos num sitio como muitos aparelhos com o rádio Bluetooth ativo. Logo, acho que é uma solução bem mais elegante o uso do NFC.

        • Benchmark do iPhone 5 says:

          No Bluetooth os pins são precisos entre equipamentos que não “se conhecem”. Num carro, emparelha-se pela primeira vez o “rádio” com o smartphone e introduz-se o pin no rádio (neste caso nem era preciso, mas, por princípio, os emparelhamentos devem ser com pin).

          Da próxima vez, entras no carro, se o Bluetooth do smartphone e do carro estiverem os dois ligados, emparelham automaticamente. Se estiver desligado no smatphone fazendo subir a central de controlo (gesto de baixo para cima no ecrã) e um toque no Bluetooth e está ligado. Mais simples que isto não há.

          Entre dois telemóveis que se conhecem, mais um toque de cada lado e está feito. Se forem iOS com o AirDrop ainda é mais simples.

          Mas a questão não é só emparelhar, é o que se faz a seguir. Trocar fotografias e vídeos, como AirDrop (também dá com Wi-Fi) é sempre a aviar. Com o NFC as queixas são mais do que muitas.

          E a partir dos 4cm o NFC morreu e o Bluetooth chega aos 100m. Tem alguma comparação o que se pode fazer com um ou com o outro? Combinando os dois “como deve de ser” pode haver ganhos. Sozinho o NFC é pouco mais que uma inutilidade – a menos que comece, finalmente, a ser usado nos pagamentos, para, enfim, criar um sistema que dê para todos.

          • Nuno Vieira says:

            Eu recomendo-te a leres um pouco sobre o NFC e a sua utilidade, pois o NFC não foi feito para a transmissão de dados em grande quantidade. Entre dois telemóveis, o uso mais comum é usar o NFC para estabelecer uma ligação bluetooth. Ou seja, encostas os dois, mal apareça a confirmação no ecrã dos telemóveis já não precisas de estar a 4cm do outro aparelho. Sim, sem as restante técnologias o NFC é muito limitado, mas o mesmo se pode dizer das restantes técnologias. Ou sem Wi-Fi e bluetooth o AirDrop serve para alguma coisa? O teu argumento é no mínimo inválido.

          • Nuno Vieira says:

            Sim, depois de emparelhados não precisas de colocar o pin, mas continuas a ter que ir ao menu para escolher qual o aparelho a emparelhar, algo que não é necessário com o NFC. Por mais voltas que queiras dar é bem mais simples estabelecer uma ligação bluetooth usando NFC do que “manualmente”

          • Nunes says:

            @ Nuno Vieira
            “Sim, sem as restante técnologias o NFC é muito limitado, mas o mesmo se pode dizer das restantes tecnologias”
            Essa lógica não faz grande sentido… O NFC está mesmo limitado na sua capacidades, dependente em muito de outras tecnologias para comunicação… O mesmo não podes dizer do Bluetooth e do WiFi, que se tornaram indispensáveis para comunicação entre dispositivos e podes tirar todo o proveito isoladamente.
            O facto do Airdrop usar o bluetooth e o Wifi em nada invalida o argumento, já que a questão é sobre se o NFC é necessário, tendo em conta o que o já existe no dispositivo!!! Tal como já disse, o Bluetooth e WiFi são indispensáveis, são presença obrigatória, por isso, para quê usar o NFC para esses casos, quando já se existe hardware no telemóvel para efeito idêntico?

            “escolher qual o aparelho a emparelhar, algo que não é necessário com o NFC.”
            E com o NFC tens que ir junto do outro aparelho e encostar! Parece-me mais prático e funcional para uma tecnologia sem fios não ter que ir atrás do outro dispositivo e apenas ver uma pequena lista de aparelhos por perto, para realizar um função específica à distância, que por sinal podes realizar para vários aparelhos ao mesmo tempo caso seja necessário!
            E isto é só um dos cenários, pois há outro em que não tens que ir a uma lista seleccionar nada… Por exemplo, não é por um headset se desligar que de uma próxima vez terás que voltar a seleccionar, ou não é preciso fazer emparelhamento para verificar a presença dum router WiFi e a partir daí determinar a posição e iniciar alguma função/tarefa, idem com o iBeacon, etc, etc! É tudo uma questão de software… O NFC não é mágico e a única maneira de se fazer uma coisa… aliás a Apple já demonstrou que consegue com o BLE iniciar um emparelhamento de forma muito semelhante ao NFC, encostando um iPhone a uma AppleTV

          • Nuno Vieira says:

            @Nunes
            Para ti também vai a recomendação de leres um pouco sobre o NFC e os seus objectivos.

            Sim o NFC não é imprescindível, mas é uma mais valia. Em muitas ocasiões simplifica o uso do aparelho. A capacidade de ler RF tags também é outra vantagem. Se eu quiser contactar com algum aparelho que não se encontre ao alcance posso utilizar o método tradicional. Se estiver a próximo, para simplificar posso usar o NFC. E não, o NFC não é mágico, mas é útil! Ou pensas que a Apple vai introduzir o NFC no iPhone porque simplesmente lhe apetece?

          • Nunes says:

            @ Nuno Vieira
            e eu aconselho-te a ler sobre o que se tem feito com alternativas
            A capacidade de ler RF tags faz parte da lógica de funcionamento, não é uma vantagem em si, pois podes substituir esses RF tags por outra coisa para obter a mesma função!

            “Ou pensas que a Apple vai introduzir o NFC no iPhone porque simplesmente lhe apetece?”
            Tendo em conta o que a Apple já conseguiu sem NFC, eu diria que é uma necessidade para entrar nos pagamentos, inicialmente, não uma necessidade para o resto que se está a discutir.

            “Se estiver a próximo, para simplificar posso usar o NFC”
            isso é simplificar num mundo em que não tens nativamente algo como o Airdrop. Se é para comunicar entre dispositivos tens sempre que indicar primeiro a tarefa a realizar, mesmo com o NFC, por isso, estás apenas a implicar em ter mais um ou dois cliques no ecrã para além do que já clicaste, sem mexer mais um músculo.

          • Nuno Vieira says:

            @Nunes
            Eu por acaso disse que não existia alternativas? O AirDrop nem compatível é entre o iOS e o Mac OS (graças a deus que vai ser corrigido com o iOS 8 e o Mac OS X 10.0) quanto mais com os restantes aparelhos. O NFC já está estabelecido no mercado.

          • Nunes says:

            @ Nuno Vieira
            O Airdrop no Mac estava pensado de forma diferente, não era sequer preciso bluetooth, e até era possível configurar sem WiFi. Como tal apenas tinham o mesmo nome em comum.
            O que o Airdrop no iPhone demonstra, é o que é possível. Demonstra que consegues configuração simples e automática de ligações entre dispositivos, e não precisas de NFC para isso.
            Quanto a compatibilidade, o problema está em ninguém se ter dado ao trabalho de pensar num standard universal para isto.
            Por sinal o NFC tb não é sinónimo de compatibilidade para estabelecer emparelhamento entre dispositivos com sistemas operativos diferentes, só mesmo a ligação básica por NFC, não consegues estabelecer a ligação por wifi ou bluetooth.

  6. LG says:

    Lá vem a Audi processar a Apple por causa do CPU A8 😉

  7. PTO says:

    Bem… se a novidade do novo iPhone for a inclusão de NFC apenas posso dizer que “a montanha pariu um rato”.

    Já vou no segundo telemóvel com NFC pelo que como novidade no mercado isso é zero.

    E antes que os fanáticos venham acusar-me de ser anti Apple, em minha casa existe um iPhone 4, um Macbook, um iPod Touch e uma Time Capsule.

    Parei no iPhone 4 porque infelizmente desde esse lançamento, e muito devido à morte do Steve Jobs, a Apple deixou de inovar fosse no que fosse. Agora limita-se a seguir os outros, como será o caso do NFC.

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