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Epic Games vs Apple: Tribunal decide que App Store terá de receber pagamentos externos

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Miguel says:

    Era óbvio que era ilegal, só um meio de pagamento e tinha que ser o da apple é considerado monopólio.

    • João Ferreira says:

      pois, vmaos ver o que vai fazer a apple coim as free apps que agora tem o potencial de dar 0 à Apple pois as apps vão ser free e depois pagas tudo dentro da app.

  2. Carlos Souza says:

    Portanto no meio de 3 ou 4 restaurantes mais badalados, decidi que quero vender o meu vinho no maior deles. Mas, exigo que o cliente me possa comprar directamente o vinho a mim na mesa em vez de o comprar ao restaurante, para não ter que dar nenhuma margem de lucro ao restaurante, apesar de este me fornecer o espaço, as condições, e os clientes. É… faz todo o sentido …só que não.

    • lapizazul says:

      Só mesmo nessa ervilha é que não faz sentido…

    • Manuel Costa says:

      Se você tiver de vender o vinho por 100, o restaurante cumpre o valor assinado, só que você tem de pagar 30% por lá o disponibilizar e até 50% de comissão para receber o valor restante na sua moeda local.
      Portanto, dos 100 da venda, você recebe 20. Acha justo? A Apple fica com 80. Quem é que vendeu o vinho?

    • Joao Ptt says:

      No mundo real é como se em Portugal (ambiente iOS) só fosse permitido comer fora num qualquer restaurante, desde que esse restaurante fosse o McDonalds, não poderia haver nem comer em qualquer outro restaurante de outra marca, embora tivesse a liberdade de poder ir para outro país (ambiente Android) onde poderia comer em qualquer restaurante lá se também não tiverem uma única cadeia de restaurantes autorizada (no Android eles sugerem fortemente a Play Store, mas pode instalar de terceiros, a não ser que os fabricantes tenham feito modificações por exemplo para também incluir as suas lojas virtuais como a Huawei que se viu obrigada a isso).

  3. David Cordeiro says:

    Carlos Souza, plenamente de acordo.
    O que vai acontecer é que o “restaurante” a partir de agora não vai poder deixar entrar esse vendedor de vinhos.
    Se não, amanhã são os vendedores dos chouriços, do queijo, etc… a quererem vender sem darem qualquer margem ao restaurante!
    Quem é que paga aos funcionários, a renda, a agora e a luz?
    De outra forma o negócio vai mesmo abaixo, e começamos a ver mais uma grande empresa a definhar devido a leis sem qualquer nexo.
    Se o vendedor dos “vinhos” não gostar das normas, só tem de escolher outro sitio para bater à porta.

    • Manuel Costa says:

      Se a Apple baixar os valores (e já baixou… dando razão a estas queixas) pode ser mais barato usar os sistemas de pagamento da Apple. Agora pagar 50% de comissão e os 30% (agora 15%) de disponibilização da App, são 80% das receitas que revertem para a Apple… mesmo que os custos financeiros sejam de 0,000001% graças à utilização de offshores.
      Tá explicado porque é que o “restaurante” teve 944000 milhões de euros de lucros em 2020… e pagando todas as despesas.

    • Filipe says:

      Essa grande empresa não definha, pois esse “restaurante” vende um prego no pão por 100€. E se quiseres bebida, são 50€ a mais, além do preço da bebida, se a quiseres num copo. São mais 50€ para ver a carta e para o empregado ir à tua mesa registar o teu pedido.
      E se quiseres ir ao wc lavares as mãos antes de comer, tens de pagar mais 50€ para poder entrar lá. Mais 50€ para pedir a factura, e antes de ir embora tens de deixar mais 50€ de gorjeta senão não te deixam sair.
      Escusado será dizer que mesmo assim o restaurante está cheio, apesar de os clientes serem os mesmos todos os dias.

    • Jota says:

      Posso sempre comprar o mesmo vinho noutro restaurante, loja ou supermercado, logo existe concorrência o que obriga o restaurante a não exagerar no preço. No caso da apple ou tenho as aplicações no ecossistema deles ou não tenho…

    • JJ_ says:

      Acho que vocês estão a fazer mal essa analise.

      Na vida real, o vendedor vai ao restaurante e propõem ao restaurante comprar o seu vinho por x, é o restaurante que vai aceitar ou não comprar por esse valor. Se aceitar, o restaurante compra x de garrafas desse vinho. A partir desse momento, o restaurante vende esse vinho ao preço que quiser, o vendedor não vai receber mais nada sobre esse valor (salvo algum acordo adicional).

      Por isso, estas a fazer mal essa comparação, porque não é isso sequer, nem perto nem longe, que acontece.

    • Nuno Ferreira says:

      “Quem é que paga aos funcionários, a renda, a agora e a luz?”

      Pagas licença para poderes publicar na AppStore que eu saiba … e dependendo da modalidade não é pouco.

  4. Eu sei lá says:

    Não sei onde está a “suposta” vitória da EPIC.
    A EPIC perdeu – e anunciou que vai recorrer. A Apple anunciou que teve uma vitória estrondosa.
    Exceto num ponto – o dos pagamentos externos.
    Mas o que está na sentença não é o que está no post – a Apple não deixa de receber a comissão de 30% (ou 15%).
    Atualmente, para se ver os conteúdos da Netflix e da Spotify – (e, em geral, outras apps de streaming de vídeo e audio e e-readers) – que já não pagam comissões à Apple, vai-se ao respetivo site faz-se a assinatura e paga-se (PayPal ou outro).
    Mas a Apple não permitia links na aplicação para aceder ao site, da Netflix Spotify e outros, fazer a assinatura e pagar.
    Apertada neste aspeto, a Apple, recentemente, tinha aceite a introdução desses links – nos tipos de apps em que já aceitava pagamentos externos.
    E é aqui que bate o ponto quanto à interpretação desta sentença – que determina que a Apple deve apresentar, no prazo de três meses, um procedimento, nas apps – que permita links para pagamentos externos.
    Mas para que apps e em que termos? Se a sentença é num caso dos jogos faz sentido que inclua os jogos. Então, como diz o post, o jogo é colocado na App Store, tem um link para pagamentos externos, vai-se lá paga-se e a Apple não recebe qualquer comissão.

    Mas aqui é que está o busílis – a sentença reconhece o direito da Apple a cobrar comissões. E até obriga a EPIC a pagar à Apple o valor das comissões que deixou de receber, do Fortnite, enquanto enquanto a EPIC esteve usar o meio de pagamento direto (30% de 12 milhões de dólares).

    Então, como é que a sentença diz que a Apple tem direito a receber a comissão nos jogos e, ao mesmo tempo a obriga a permitir que a EPIC crie meios de pagamento alternativos (o que quis fazer no Fortnite), não recebendo a Apple qualquer comissão?
    Reconhecendo esta ambiguidade, o sensato é não embarcar em interpretações simplistas, como a do post, e esperar pela tal solução a apresentar pela Apple daqui a três meses.

    • Paulo Martins says:

      A Apple tem o direito de receber as comissões das compras que processa dentro das apps, mas as apps já não serão obrigadas a fazer as compras “in app”, a Epic queria poder processar as compras “in app” mas sem usar o sistema da Apple.
      Digamos que não é muito user friendly por exemplo para um jogo colocar um pop up para comprar vidas que ao carregares no botão em vez de processar de imediato o pedido, abre uma página no browser para concluires a compra. Quantos mais passos obrigares o utilizador a fazer, pior a experiência menor a probabilidade de eles concluiremos a compra.

      A decisão que um tribunal na Coreia do Sul tornou contra a Apple era aquilo que a Epic queria, na Coreia do Sul a Apple terá que permitir outras formas de pagamento dentro das apps se fosse em Portugal por exemplo a MB Way poderia desenvolver um plugin que poderia ser integrado em qualquer app para processar o pagamento invés da Apple.

      • Eu sei lá says:

        A Epic queria muitas coisas, para além do que referes. Uma delas a instalação de apps através de lojas alternativas.
        A sentença zurze fortemente na Epic quanto às intenções e o que pretendia neste processo.
        (Na Coreia do Sul não foi uma sentença judicial, foi a aprovação de uma lei, que não sei se já está em vigor. Afeta, igualmente, a Apple, a Google e outras lojas de aplicações que sigam as mesmas regras).

        Agora uma coisa é certa, sem remuneração (e lucro) nenhuma empresa pode funcionar. Das apps grátis às pagas, todas exigem revisão do código e gastos com o funcionamento da loja. Se as grátis não pagam esses custos (e lucros) terão que ser suportados pelas comissões das apps pagas.
        Agora explica aí – a partir da sentença, como é que a Google e a Apple cobram as comissões?
        Nos jogos da EPIC (que desenvolver ou adquirir), uma vez que tem capacidade para permitir as compras “in app”, finta as comissões e não paga nada?
        Os jogos de pequenos developers, que não têm capacidade para manter um sistema de compras “in app” é que pagam comissão à Apple? Ou vendem-nos à EPIC e pagam-lhe comissão?
        Por que é que a sentença não diz à Apple que faça isto ou faça aquilo em concreto? Diz que a Apple tem que apresentar uma solução daqui por três meses – que, ao mesmo tempo, lhe permita cobrar comissões e permita links nas aplicações para as compras exteriores – o que parece permitir que seja fintado o pagamento de comissões.

        • Paulo Martins says:

          Tanto a Google como a Apple se querem processar pagamentos terão que ser competitivas com as outras empresas da área, relativamente aos custos da revisão das apps os programadores pagam às Apple uma taxa para poderem submeter apps.

  5. Elektro says:

    Portanto os termos de serviço são aceites pela Epic e todos as outras virgens ofendidas e mesmo com os ToS terem sido aceites o tribunal decide a favor de quem aceitou as políticas… Ok vou processar o banco porque ele me obriga a pagar juros (que estão definidos no contrato) no empréstimo em vez de me oferecer o dinheiro para ver se cola

    • Manuel Costa says:

      Estas mentes brilhantes são burras como tudo…
      O que foi questionado era a Apple OBRIGAR todas as apps a instalar o ApplePay, sendo que as comissões chegam aos 50%, para receberem pagamentos de vendas DENTRO da app. Mais os 30% de disponibilizar a App no Itunes, muitos pagariam 80% de tudo o que vendessem.
      É a mesma coisa que você pode fazer, se o seu banco lhe cobrar 80% de juros, pode ir procurar outro banco que lhe disponibilize o mesmo serviço por menos dinheiro… algo que Apple dizia ser proibido, pois teve quase 1 bilião de dólares de lucros em 2020.
      E a Apple reduziu a comissão de disponibilização para 15% assim como o ApplePay desceu para 28% as suas comissões para as várias moedas (eram 50% de taxa fixa).
      Se você quiser trabalhar com o Banco B, tendo um empréstimo da casa no Banco A, não é proibido… se quisesse vender uma app na AppleStore, estava proibido de ter contas em qualquer outro banco, pois só podia usar o ApplePay e daí pagar para poder transferir o dinheiro para a sua conta bancária.

      • Elektro says:

        O que vale é que temos tudólogos que partem sempre desta educação perante opiniões de terceiros.
        Mas Manuel lembro que a Apple não OBRIGOU a Epic a colocar lá o Fortnite. É um modelo de negócio e como qualquer outro pode não ser perfeito, o melhor mesmo era alguém formado na matéria dar uma opinião especializada e esse alguém não é o Manuel nem eu

      • Carlos Souza says:

        Portanto, além do vinho ainda quer vender as manteiguinhas e não pagar nada por isso… um dia que abras um negócio teu vai ser interessante lidares com os fornecedores…

      • Jorge Carvalho says:

        Isto não tinha nada a ver com Apple Pay.
        E o Apple Pay não tem comissão para vendedores.

        “ For all this work Apple will receive a portion of the Interchange Fees from the payment card companies and thus neither the merchant nor the consumer pays more for using Apple Pay.”

        Abc

      • PTO says:

        Obrigar?

        Mas isso foi feito como? De pistola encostada à cabeça?

        Ou será que foi feito por contrato escrito com o qual a EPIC concordou e que depois violou à socapa?

        Se a loja é da Apple e a EPIC não concorda com os termos (ou deixou de concordar), é simples: sai da loja e deixa de a utilizar. É assim que funciona quando as pessoas são sérias.

        Agora tentar controlar a empresa de outros através dos tribunais é mesmo coisa de gentinha do mais reles que há, neste caso EPIC e Spotify. No fundo querem é aumentar os lucros com a desculpa para totós de que estão a defender os consumidores.

        Não é difícil perceber que os preços para os consumidores da parte da EPIC e do Spotify nunca irão baixar, mesmo que a Apple perca o processo.

    • O que sera, sera says:

      xDDDDD Era bom mesmo poder fazer isso hahaha

  6. SANDOKAN 1513 says:

    Segundo li hoje a Apple afundou completamente na Bolsa.A Epic venceu a batalha.Quem diria ?? 🙂

  7. Pedro says:

    Para o pequeno desenvolvedor não vai fazer diferença mas para as Disney, Netflix, Hbo, Spotify e afins vai ser ótimo

    • Eu sei lá says:

      Já não eram pagas qualquer comissão à Apple (nessas e outras apps de streaming de vídeo, áudio e e-readers).
      Qual era a dificuldade em ir à NET abrir abrir a página da Netflix e Spotify e pagar com o PayPal?
      O que não havia era links na respetiva app para ir à NET,
      A Apple, antes da sentença, já tinha dito que ia permitir esses links.
      Então o que traz a sentença de novo para as empresas que referes? Em substância nada. Já não eram pagas comissões à Apple, continuam a não ser pagas.

      A questão que se coloca é relativamente a outras apps, em especial jogos, que são as que rendem mais dinheiro em comissões.

      Em primeiro lugar é preciso notar que as regras da App Store, da Apple, são exatamente iguais às da Google Play. E tanto é assim que a Epic quis criar o sistema de pagamentos externos, sem pagamento de comissões – e o Fortnite foi expulso da App Store e do Google Play.

      Qual é a diferença entre o Android e o iOS? No Android pode-se instalar apps de lojas alternativas (coisa que, tirando a China, onde não há Google Play, poucos se arriscam a fazer). A Google aí lava as mãos – instalem apps de outras loja se quiserem, por vossa conta e risco – mas nas que instalarem da Google Play as regras são as mesmas da Apple quanto a pagamentos e comissões.

      E é aqui que bate o ponto – a sentença não obriga a Apple a permitir a instalação de apps de lojas alternativas, uma das coisas que pedia a Epic. Se assim fosse, o iOS passava a ser igual ao Android.

      Mas não foi isso que aconteceu, como detalhei num comentário acima. Ao certo, o que está obrigada a Apple a fazer no prazo de três meses (e a seguir a Google terá que fazer o mesmo), em relação às apps que pagam comissão, como é ao caso dos jogos, não se sabe ao certo.

      • Paulo Martins says:

        O problema é que até agora as apps de streaming para além de links não poderiam colocar qualquer explicação dentro da app, por exemplo se não quiseres partilhar a comissão com a Apple uma app só pode ter o formulário para login, não podes colocar dados para criar um conta, não podes colocar nenhuma explicação de como criar essa conta sequer, imagina o que é para descobrires um novo serviço de streaming através da app store e ao abrires a app a única coisa que tens é formulário para username e password.
        Por isso mesmo para esses serviços esta decisão é uma grande vitória.

        • Eu sei lá says:

          As maçarocas de milho têm uma capa. É difícil de descascar (arregaçar).
          Numa eira, estava o dono do milho a descascar maçarocas e passa alguém que lhe pergunta: “Não me dá umas maçarocas”?
          O dono apontou para um monte por descascar e diz-lhe: “Leva as que quiseres”.
          E a resposta foi: “Essas estão por descascar … não me dá das descascadas?”.
          E o dono disse: “Queres dado e arregaçado! Vai p’ro c***lho!”

          Nos casos que referes e concluis que tiveram uma grande vitória, é do tipo “Querer dado e arregaçado”. A recusa da Apple pareceu-me adequada “Temos apps nossas (Apple TV no streaming de vídeo, Música na música e Livros nos ebooks) não temos que vos facilitar a vida mais do que a conta. Dão trabalho e não rendem nada”.

          Agora, o tribunal apreciou duas coisas, a este respeito:
          – A Apple é um monopólio e aplica-se-lhe a legislação anti-monopólio, como pedia a Epic? Conclui que a Apple não é um monopólio, acrescentando que “O sucesso nos negócios não significa ser um monopólio”.
          – O tribunal conclui, no entanto, que havia regras da concorrência da Califórnia que não estavam a ser respeitadas pela Apple. E é aqui que se enquadra a obrigação da Apple de apresentar os links para as compras externas.
          Mas exatamente quais as apps e como se processam as compras externas – tendo em conta que a Apple tem direito a receber comissões, não ficou bem definido – para cumprir com as regras da concorrência da Califórnia (não é o que cada um entenda que deve ser).

    • PTO says:

      Essas nunca pagaram comissão.
      O que torna ainda mais ridícula a posição do Spotify contra a Apple.

  8. João Ferreira says:

    Perderam os dois. Ganhamos nós. A Apple não te de abrir o iPhone a mais lojas que podem trazer lixo mas Apple tem de permitir compras internas nas apps. Do lado da epic eles queriam ter a loja deles mas o melhor que conseguiram foi poder ter links para a loja deles ou vender items no jogo. Não sei como vai responder a apple às apps free pois consomem recursos e agora têm o potencial de não dar nenhum retorno. (netflix, jogos, etc).

  9. AlexS says:

    A Apple ganhou mais que perdeu. A Epic perdeu mais que ganhou.

  10. André says:

    Desde que o Fortnite saiu da AppStore, quanto é que a EPIC já perdeu?

    • Vítor M. says:

      Muitos milhões. E abriu espaço aos seus concorrentes para crescer.

      • Pastilhas says:

        Como assim? Se Epic perdeu muitos milhões por tabela a Apple perdeu.
        A Epic aparentemente nada perdeu, houve uma migração dos jogadores para outro sistema. Quem é player, gosta do jogo ou faz vida dele, não vai ficar sem jogar só porque a Apple quer.
        Fortnite lifetime mobile revenue:
        Fortnite Usage and Revenue Statistics (2021)

        MANSOOR IQBAL
        UPDATED: JULY 7, 2021

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        Fortnite refers to a videogame series, set in a post-apocalyptic, zombie-infested world. It is produced by Epic Games, and uses the company’s signature Unreal Engine. At present, there are two games that fall under the Fortnite umbrella: a team-based survival shooter called Fortnite: Save the World and Fortnite: Battle Royale, which as the name suggests is a last-person-standing game.

        The former was released in a paid-for early access version in July 2017. A free-to-play version was anticipated in 2019, but Epic have since announced it will remain a ‘premium experience’. It is available for the PlayStation 4, Xbox One, Microsoft Windows, and macOS.

        It is the latter, however, which has been the real runaway success, becoming one of the most-played games on the planet. The player-vs-player, free-to-play game, launched in September 2017 is available on iOS, Android, and Nintendo Switch as well as the aforementioned platforms, and can be played across platforms. It sees up to 100 players competing individually or in teams to be the last one/ones standing, combining shooting and construction elements.

        While being free-to-play, a range of in-app purchases are available; largely access to cosmetic updates to players’ characters, which are released in limited-editions over 12-week seasons. Players must convert money into in-game currency Vinderbucks (V-Bucks) to make these purchases. Each of these seasons has a loose narrative plot, and Epic is known to introduce a range of different game modes to add variation, featuring different team-compositions or special add-ons.

        Since its launch, millions of players have downloaded the game, which brings in hundreds of millions of dollars in revenue to its creators every month. It was even big enough to score an official crossover with Avengers: Infinity War and Endgame (the latter was actually a two-way crossover).

        Chapter 2 of Fortnite: Battle Royale was rolled out in October 2019, with a new map to explore and a raft of new features. Naturally, records were broken…

        Download our premium app data report
        Get our comprehensive report with 67 charts and 1144 individual data points covering up to date revenue, user and benchmark data for the app industry.

        Download Report
        The game was controversially pulled from the iOS App Store and the Google Play Store in August 2020, due to an ongoing dispute between Epic Games and Apple over revenue. The Fortnite developer claims that the 30% cut of in-app sales taken by Apple (and Google) was unfair. The game was ultimately pulled for allowing players discounts on purchases made outside of the app.

        Fortnite had only been made available on the Play Store in April 2020, having only been available as direct download before than (still an option open to most of the world).

        The game’s future as a mobile app then, is in doubt – leaving a $1.2 billion gap in the market, according to Sensor Tower. In October 2020, a US judge ruled Apple’s move was lawful and any lost revenue was Epic’s own fault. A subscription model is reportedly being touted, judging by surveys sent out to users. Third-party Google Play downloads continue.

        To see just how many people play Fortnite and just how much money it brings in, as well as more Fortnite statistics and facts, read on. Unless otherwise specified, Fortnite will be used to refer to the Battle Royale game.

        Fortnite key statistics
        Fortnite generated $5.1 billion revenue in 2020 for Epic Games, a 37 percent increase year-on-year but still below the $5.4 billion in made in 2018
        Before it was banned, Fortnite reached $1.1 billion in lifetime mobile revenue
        Fortnite has over 350 million monthly active players, making it one of the most popular games in the world
        Over 60 percent of players are in the 18-24 age bracket
        Fortnite overview
        Launched 26 September 2017
        Parent company Epic Games
        HQ Cary, North Carolina
        Key people Tim Sweeney (CEO), Donald Mustard (CCO)
        Company type Private
        Fortnite revenue
        Year Revenue
        2018 $5.4 billion
        2019 $3.7 billion
        2020 $5.1 billion
        Source: Epic Games

        Fortnite lifetime mobile revenue
        Year Revenue
        2018 $100 million
        2019 $450 million
        2020 $1.1 billion
        Como eu disse…nada perdeu….

        Fortnite revenue
        Year Revenue
        2018 $5.4 billion
        2019 $3.7 billion
        2020 $5.1 billion
        Continua a não ter perdido.

        Fortnite users
        Year Users
        2017 20 million
        2018 125 million
        2019 250 million
        2020 300 million
        2021 350 million
        Mais do mesmo.

        Fortnite monthly active players
        Year Users
        2018 78.3 million
        2019 75.5 million
        2020 80.4 million
        Como ja tinha dito quem gosta ou precise continua a jogar.

        Os factos falam por eles. Houve uma adaptação do player, mas a longo prazo quem perde é a Apple.

        • Pastilhas says:

          Quem perdeu milhões foi a Apple aparentemente.
          “Apple generated over $100 million in revenue from Fortnite”
          “Apple Inc. generated more than $100 million in revenue from commissions collected from offering Fortnite on the App Store, an employee of the iPhone maker testified Wednesday.

          Michael Schmid, who works as head of App Store business development for gaming, provided a rough revenue estimate Wednesday during the ongoing trial with Epic Games Inc. in Oakland, California. Schmid wouldn’t specify an exact dollar amount and declined to say if the revenue was more than $200 million, saying it would be “inappropriate” to share that information. Epic’s Fortnite launched on the App Store in 2018 and was present until Apple removed it last year.”
          https://fortune.com/2021/05/19/apple-fortnite-epic-games-100-million-revenue-app-store/

          Dizer que não perdeu porque o pessoal começou a jogar outra coisa não bate muito com os factos.
          Se, e imaginamos existe uma base possivel de 200 million de active players, a Epic do ano passado para este, ainda foi buscar mais players do bolo e não os perdeu como se quer fazer querer.
          A não ser que agora seja possivel jogar 2 jogos ao mesmo tempo ou a base de players tenha duplicado.

          • Vítor M. says:

            Repara, a Apple acabou por ganhar, porque não tem de incluir de novo a EPIC na sua loja, bem como a Google, e ainda vai receber uns milhões da EPIC. à parte disso, a Epic saindo outros avançam. O PUBG Mobile foi o jogo de maior sucesso em 2020, gerou 2,6 mil milhões de dólares em receita e ainda teve o problema de ser travado na Índia. Assim como outros que já estão a vender mais nas lojas quer da Apple, quer da Google. A área gaming cresceu na Apple, conforme os relatórios apresentados do 1.º semestre deste ano.

            Reforço o que disse, a EPIC se não visse o seu futuro ameaçado não ia para a justiça com a Apple. A Apple tem outros parceiros como a EPIC e até maiores, a EPIC não tem lojas como a App Store, a mais forte de todas ou como a Google Play, a segunda mais forte deste mercado mobile.

            As receitas da App Store têm 62% vinda dos jogos. Na altura que a EPIC lá estava no iOS gerava receita de 13.2% dessa percentagem de jogos. Ora se nos primeiros 6 meses deste ano a App Store já rendeu 41.5 mil milhões de dólares, correspondendo a um crescimento de 22.1%, face ao mesmo período de ano passado, então a Apple foi já buscar receita a outros lados para suplantar a que não obteve com a EPIC. E pode ter um resultado recorde.

          • Pastilhas says:

            O crescimento do PUBG Mobile nada tem a ver com Épic vs Apple.
            Q2 2018 $18 million
            Q3 2018 $66 million +366% crescimento.
            Q4 2018 $92 million +139% crescimento.
            Q1 2019 $150 million +163% crescimento.
            Q2 2019 $341 million +227% crescimento.
            Q3 2019 $514 million +150% crescimento.
            Q4 2019 $505 million +98% crescimento.
            Q1 2020 $675 million +133% crescimento.
            Q2 2020 $619 million +91% crescimento. saida do Fortnite da App store
            Q3 2020 $643 million +103% crescimento.
            Q4 2020 $555 million +86% crescimento.
            Q1 2021 $709 million +127% crescimento.

            O PUBG Mobile tem tido um crescimento mais ou menos contante por Q, não se deslumbra aqui o tal BOOM por causa da saida do Fortnite.

          • Vítor M. says:

            Certo, mas como estás a mostrar, cresceu, rendeu e a Apple não tem agora só um grande jogo, tem vários. Como referi, as receitas da Apple poderão ter no final do ano um crescimento de 50% face a ano passado. A saída do Fortnite não representou qualquer perda. Por isso é que eu te disse que vamos ver o que isto vai dar. A Apple para ganhar dinheiro não precisa da EPIC, mas vamos ver quando o hype do Fortnite acabar… se a EPIC não vai precisar da Apple e da Google 😉

            Embora o relatório do primeiro semestre das lojas mostre que os gastos na App Store e na Google Play Store foram principalmente dominados pelo setor dos jogos, onde os consumidores a nível mundial gastaram 10,32 mil milhões de dólares em jogos móveis na primeira metade de 2021, o relatório destaca que as três principais aplicações móveis de grande envergadura a nível global para o primeiro semestre de 2021: TikTok, YouTube e Tinder.

            A EPIC aqui no meio pode começar a perder força, mas… vamos ver.

        • Vítor M. says:

          Não será bem assim ou a EPIC não se empenhava tanto nesta luta contra a Apple e não tinha recorrido da decisão. A Apple ganhou, aliás, os dados mostram que a App Store cresceu e vendeu muito mais que no mesmo semestre de 2020. Além disso, os concorrentes dop Fortnite também ganharam mais espaço.

          Como eu disse, se a Epic não tivesse perdido não tinha gasto tanto tempo, energia e dinheiro neste caso contra a Apple. E não tenhas dúvida disto, o jogo vai arrefecer e os novos que a Epic lançará, fora da Google Play e da App Store vão começar a deixar de ter visibilidade como já tiveram.

          A Apple não perde porque outros cresceram e ocuparam o lugar da EPIC. E como a EPIC há muitos outros, como a App Store e Google Play, não há. Daqui a uns meses voltamos à conversa 😉

          • Pastilhas says:

            Como digo mais em baixo, isto foi uma jogada de mestre. Não a pensar no imediato, mas sim no futuro.

          • Pastilhas says:

            “Daqui a uns meses voltamos à conversa” Foi precisamente o que se disse em 2020 quando a Apple retirou o jogo e no entanto.

            2019 250 million users
            2020 300 million users
            2021 350 million users

            Os factos é que contam e esses parecem inegáveis.
            https://www.businessofapps.com/data/fortnite-statistics/

          • Vítor M. says:

            Não criou mossa alguma, apenas tem agora o PUGB como maior concorrente. E a Apple voltou a bater os números sem a EPIC e de futuro continua a ter alternativas à EPIC, ao contrário não acontece. Aliás, o PUGB cresceu muito na plataforma STEAM e está a fazer mais que sombra à EPIC. Mas… nada como vermos daqui em diante. Para já, à App Store e a Google Play a EPIC não volta e ainda tem de pagar uns milhões. Depois logo se vê.

        • PTO says:

          Mas tu achas que a Apple precisa do Fortnite para alguma coisa?

          O Fortnite é a galinha dos ovos de ouro da Epic enquanto a Apple tem a sua maior valia no hardware e software que vende. É isso que cativa os clientes da Apple, o seu magnífico ecossistema.

          O Fortnite? LMAO Fazes-me rir!

  11. Pastilhas says:

    Aqui a grande vencedora é a Épic e só não vê quem não quer.
    Os Valores que a Épic tem de pagar a Apple são devidos, a Épic já sabia que os iria ter de pagar. Com ação ou sem ação em tribunal.
    A Épic não perdeu: Players, active players, revenue ou mobile revenue.
    A grande diferença é que se abriu aqui uma porta para a reentrada do fortnite na appstore sem a mesma receber os seus 30% e muitas grandes outras empresas vão beneficiar com o mesmo.
    Nitidamente com este braço de ferro, ganham todos menos a Apple.

    • Francisco says:

      A Epic é uma das que não quer ver que ganhou.

      E não realidade ganhou uma mão cheia de nada.

      Queria que a App Store fosse declarada um monopólio o juiz declarou que não era

      Queria que a Apple fosse obrigada a permitir outras lojas, a Apple não foi
      Queria que a Apple aceitasse que o sistema in-app pode-se usar outros sistemas,, não consegui o sistema in App continua a ser exclusivo da Apple.
      Consegui que o juiz obrigasse a Apple a permitir Links para outros sistemas ( que serão fora da app) coisa que a Apple já permite.

      Não queria pagar os 30% do valor que facturou desde que quebrou o contrato com a Apple.vai ter de pagar.

      Queria que a Apple fosse obrigada a aceitar o fortnite de volta a App Store também não consegui.. a Apple pode continuar a banir o fortnite. Por isso não vai voltar.a Epic não quere cumprir as regras da App Store!

      O Sistema de pagamentos vai ser mt menos prático que o pagamento in-app o que não se se num jogo o vai tornar “inútil”.

      Na prática oJuiz validou o modelo de negócio da Apple.

    • PTO says:

      Acho que tens de ler melhor o documento da sentença porque o mesmo contraria TUDO o que acabaste de referir!

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