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UE quis deixar Microsoft Teams e correu mal: “é um autêntico desastre”

38 Comentários

A busca por independência tecnológica em relação às gigantes dos EUA tem sido uma das bandeiras da União Europeia nos últimos anos. No entanto, levar a teoria para a prática nem sempre corre conforme o planeado. Decidiu introduzir o Element Pro como uma salvaguarda interna e soberana face ao Microsoft Teams. A reação dos funcionários foi imediata e demolidora.

UE quis deixar Microsoft Teams e correu mal

Mensagens internas e relatórios que vieram a público revelam um descontentamento generalizado por parte dos burocratas comunitários. A plataforma foi concebida para servir de plano de contingência aos serviços da Microsoft sofram interrupções técnicas ou restrições legais ligadas aos EUA. Acabou descrita em termos extremamente duros pelos próprios utilizadores, que a consideram ineficaz, desnecessária e frustrante.

Soberania digital esbarra na realidade

A decisão de implementar o Element Pro surgiu após receios crescentes sobre a dependência excessiva de software dos EUA e o alcance das leis norte-americanas sobre dados europeus. A ideia central era assegurar a continuidade do trabalho institucional. Com canais de conversação, chamadas e partilha de ficheiros. Estes estariam alojados em infraestruturas controladas e com recurso a tecnologia aberta, espelhando as funções centrais do ecossistema Microsoft 365.

A transição provou ser bastante atribulada e muitos funcionários apontam a falta de maturidade e de estabilidade funcional como os principais entraves. O software, gerido pela empresa britânica responsável pelo protocolo descentralizado Matrix, acabou por ser visto como um obstáculo à produtividade. Isto em vez de uma verdadeira solução prática para o trabalho diário dos gabinetes europeus.

Resistência à saída do ecossistema dos EUA

Perante a onda de críticas, a liderança da empresa responsável pelo Element sublinhou que a ferramenta se encontra atualmente numa fase de testes internos. Problemas de juventude são normais em projetos de grande escala. Foi também recordado que organizações globais de grande relevo, como as Nações Unidas e a própria NATO, utilizam esta mesma plataforma sem registo de incidentes graves.

Ainda assim, os trabalhadores europeus insistem que qualquer confronto direto com o software da Microsoft resulta invariavelmente em desvantagem. Para a maioria das equipas em Bruxelas, a habituação e integração profunda do ecossistema da Microsoft tornam quase impossível aceitar alternativas que não estejam ao mesmo nível de polimento e facilidade de utilização.

Apesar da contestação ruidosa, o Microsoft Teams continua a ser a ferramenta primária da Comissão Europeia, permanecendo o Element Pro como uma solução de recurso. O episódio ilustra com clareza o longo e sinuoso caminho que a Europa terá de percorrer se quiser atingir uma verdadeira soberania digital. Isto sem sacrificar a eficiência do seu próprio aparelho governativo.

Comentários

38
  1. DA
    David

    Linux e um desastre, nunca vale a pena. So os nerds borbulhentos para achar o contrario

    1. CA
      CarlosF.

      Mas quem é que falou em Linux nesta noticia? Parece-me que és daqueles gajos que está a frente do teclado á espera que caia uma noticia para logo criticar, ou isso, ou és funcionário público em que a mudança é muito mas muito complicada, só metem entraves.

      1. MO
        Morty

        Tem mais ar de funcionário publico xD

    2. TC
      To Canelas

      Isto não tem nada a ver com Linux, o tal Elemento Pro corre em todos os maiores sistemas operativos.

  2. ZA
    Zé Fonseca A.

    E o burro sou eu? Hein?

    sé fosse fácil criar plataformas destas que destronassem décadas de desenvolvimentos já muitos teriam feito, basta olhar para a Google que nunca conseguiu sair das webapps e do lixo do meet e é uma gigante tecnológica com dezenas de milhares de devs.

    os maluquinhos das soberanias não entendem o implica em termos de esforço e investimento, progresso nao acontecem por decreto, vontade não é suficiente

    1. MO
      Morty

      Os moralistas tecnocratas acham que basta assinar um papel, criar uma lei e esta feito xD

    2. ZE
      Ze

      Pela soberania, vale sempre todo o esforço!!!! e hoje em dia, nao será assim tão complicado!!!! agora pense!

      1. TC
        To Canelas

        O problema disto é que o pessoal habitou-se ao ecosistema da Microsoft, para partilhar ficheiros, editar, etc. O tal programa, apesar de ter as mesmas funcionalidades, não tem a mesma integração com o Microsoft 365. E já se sabe que os velhotes para mudar, é o aí Jesus. Até para terem formação sobre algo novo.

      2. ZA
        Zé Fonseca A.

        porque achas que o vibe code serve para tudo?

        lol.. vocês andam a ver demasiados videos de AI, o pessoal não dev não tem noção do que é criar um produto mesmo sem ter de bater codigo..

    3. AL
      AlexS

      Há muita gente que sabe programar, mas saber desenhar um programa e organizar uma equipa que depois sofre a natural erosão de pessoas a sair e entrar é completamente diferente.

      Se querem ver uma app pessimamente desenhada façam o download da da Carris Metropolitana.

  3. TR
    Tiago Rodrigues

    Se querem mudar, que se crie uma alternativa boa… nada desses programas “ free “ que são um autêntico lixo, já para nem falar na falta de segurança dos mesmos.

    A Alemanha há uns anos também quis mudar Libre office… recuou logo passado pouco tempo!

    tenham juízo!

    1. CA
      CarlosF.

      Então e o que tu sugeres, já que és tão iluminado? Continuar a depender das tecnológicas americanas ou adaptarmo-nos a novos softwares? Claro que a mudança vai ser sempre um pouco dolorosa no inicio, mas é normal!

    2. ZA
      Zé Fonseca A.

      Quem paga a alternativa boa?

      tens noção de quanto isso custaria?

      nem uma equipa de 1000 devs durante 2 anos.

      acho que ninguém entende os biliões que custaram desenvolver e que custam manter estas plataformas, não é por acaso que a concorrência é escassa ou morre na praia por falta de funcionalidades

      1. CA
        CarlosF.

        Oh sorte….se a ignorância matasse…

        1. ZA
          Zé Fonseca A.

          ensina-me, estou sempre aberto a aprender

        2. ZA
          Zé Fonseca A.

          toda a divisao de 365 são mais de 10k devs, só 3000 dedicados a office, todos usam AI da anthropic para dev, isto para algo com decadas de maturação..

    3. WH
      who

      acho que estás equivoco:

      https ://cybernews.com/tech/germany-microsoft-word/

      esta notícia é deste ano…

  4. MI
    Miguel

    Então mas não era a Apple que "obrigava" os users a ficar no sistema e que não era simpaticamente com nada? E estão a ser obrigados a abrir o sistema na UE? Estes gajos da Microsoft com o office 365 são 500 vezes piores, mas aí a UE claro, não refila… Triste

  5. TT
    TT

    É incrível como é que Europa ficamos para trás em tudo!

    1. JB
      joao branco

      Muito simples , basta olhar para o monstro da UE cuja utilidade é criar barreiras e leis para tudo. No fim o melhor é não fazer nada.

    2. AL
      AlexS

      Não em tudo mas em partes significativas.

      Tem que ver com a cultura politica-jornalista dos Europeus, a sociedade Socialista-Social Democrata tem toda enfase na distribuição não na criação e no elitismo desta. O Ariane e os seus foguetões foram desenhados para serem elitistas, nunca foi prioridade serem mais baratos ao contrário da SpaceX.

      Enquanto o capitalismo Americano é mais popular, na Europa é mais elitista. Se não existisse EUA a internet possivelmente ainda estaria arredada de boa parte da casa das pessoas.

  6. MA
    Max

    "A Microsoft quis deixar o Microsoft Teams", como diz o título ?

    Não, "A Comissão Europeia não eliminou o Microsoft Teams do dia para a noite, mas quer assegurar uma Solução de Continuidade de Negócio (Backup) – e para isso posicionou o Element Pro como uma solução de emergência e de autonomia estratégica para garantir o funcionamento contínuo das instituições caso ocorra uma interrupção prolongada no serviço da Microsoft ou um bloqueio geopolítico de acesso.

    Isso criou resistência interna: O processo de transição tem gerado insatisfação entre funcionários e diplomatas na "bolha de Bruxelas", que criticam a interface e o desempenho do Element Pro por ainda não oferecer a mesma fluidez de integração do ecossistema Office/Microsoft 365 a que estavam habituados."

    Nada de surpreendente. Já agora, como terminou o conflito Comissão Europeia vs. Microsoft, que começou em 2020 com uma queixa da Slack acusando a Microsoft de concorrência desleal ao integrar obrigatoriamente o Teams nos pacotes corporativos Office/Microsoft 365 para alavancar a adoção do Teams em detrimento de concorrentes (como o Slack e o Zoom)?

    "Em Setembro de 2025 a Comissão Europeia aceitou um pacote final de compromissos vinculativos propostos pela Microsoft para encerrar o processo e evitar sanções financeiras pesadas:

    ⚬ Proibição permanente de "bundling": A Microsoft ficou legalmente impedida de comercializar pacotes Office/Microsoft 365 para clientes empresariais na Europa que incluam o Teams obrigatoriamente.

    ⚬ Preços diferenciados claros: Obrigação de disponibilizar planos do Office substancialmente mais baratos sem o Teams.

    ⚬ Garantia de Interoperabilidade: Obrigatoriedade de manter APIs e portabilidade de dados abertas para que concorrentes consigam integrar-se nos fluxos de trabalho do ecossistema Microsoft com a mesma paridade."

    Ou seja, se a Microssoft já tem que garantir a interoperabilidade com os concorrentes como o Slack e o Zoom, o Element Pro tem também que a conseguir a obter, e reduzir a referida insatisfação. Note-se é que o Slack e o Zoom são ambos dos EUA e por isso não se trata de os usar em substituição do Micrsoft Teams, porque isso não a garante a pretendida autonomia estratégica – a adquirir com o Element Pro.

  7. PE
    PEdro

    Nada de novo. Os europeus gostam de levar no rabo dos americanos. E depois queixam-se.

    1. JB
      joao branco

      Deixa estar os europeus tb todos os dias levam no rabo a conta da UE.

      1. TC
        To Canelas

        dos dois.

  8. PS
    Pedro Silva

    Quem nunca implementou sistemas novos ou tentou mudar sistemas informáticos em empresas não faz ideia da resistência que existe à mudança dos trabalhadores/colaboradores, independentemente da solução ser mais fácil ou não.

    Fiz isso várias vezes e vi em primeira mão mudanças falharem porque os colaboradores pura e simplesmente recusavam-se e "queixavam-se" (arranjando falsos problemas) a usar o novo software, ainda que lhes facilitasse a vida e mesmo com ordens superiores.

    Até porque se a plataforma funciona em outras grandes organizações sem problemas o que me parece que o problema está na resistência à mudança que existe entre a cadeira e o teclado.

    E isto parece-me um test pilot e não uma mudança total.

  9. PA
    Pedro António

    A MS é a mais universal, mais democrática, cada um faz lá o que quer e como quiser, e instala o que quer é a mais intuitiva, qualquer cidadão sabe trabalhar com o sistema e pode inventar e experimentar que depois dá sempre para resolver, sabe juntar o trabalho ao lúdico e é por natureza apelativa, praticamente no Windows não há limites…

    1. MA
      Max

      Não é isso que está em causa, nem a questão de usar o Teams da Microsoft, o. Slack ou Zoom. Está em todas serem empresas dos EUA sujeitas ao que as lei dos EUA ou o ser presidente determinar. Percebe-se melhor colocando a questão de eventuais sanções dos EUA a governos, o que inclui a Comissão Europeia :

      "Quando o sancionado é o Governo de um país (e não um indivíduo isolado), o cancelamento e a suspensão de serviços por parte das plataformas tecnológicas dos EUA passam de uma ação pontual para uma interrupção em massa de infraestrutura digital do Estado.

      As empresas de tecnologia dos EUA (Google, Microsoft, Amazon Web Services, Oracle, Meta, Apple, Zoom, Slack, GitHub, etc.) adaptam a sua atuação aos seguintes moldes:

      1. Desconexão da Infraestrutura de Computação em Nuvem (Cloud)

      ⚬ Corte de servidores governamentais: Plataformas como AWS, Microsoft Azure e Google Cloud são obrigadas a encerrar os serviços de hospedagem de dados de ministérios, agências estatais e bancos públicos do governo sancionado.

      ⚬ Perda de acesso a sistemas críticos: Portais do governo, bancos de dados estatais e plataformas de serviços públicos alojados em servidores norte-americanos ficam fora do ar ou têm de ser migrados às pressas para servidores locais/soberanos.

      2. Revogação de Licenças de Software Enterprise (SaaS e On-Premises)

      ⚬ Sistemas de gestão e produtividade: A Microsoft (Windows, Office 365, Teams), Oracle, SAP (quando envolvam componentes dos EUA) ou Salesforce bloqueiam ou cancelam as licenças corporativas do governo estrangeiro.

      ⚬ Corte de suporte e atualizações: Deixam de ser fornecidas atualizações de segurança, correções de código (patches) e assistência técnica a computadores e redes estatais." (…)

      É a este nível que se coloca a questão da autonomia estratégica para garantir o funcionamento contínuo das instituições caso ocorra uma interrupção prolongada no serviço da Microsoft ou um bloqueio geopolítico de acesso.

    2. MA
      Max

      A questão não é se a Micrsoft é mais democrática e o Teams é melhor que o Slack e o Zoom. A questão é que são três empresas americanas – que estão obrigdas, queiram ou não queiram, a aplicar sanções aos governos europeus (incluindo a Comissão Europeia) que possam, em alguma circunstância, ser impostas pela administração dos EUA.

      "Quando o sancionado é o Governo de um país (e não um indivíduo isolado), o cancelamento e a suspensão de serviços por parte das plataformas tecnológicas dos EUA passam de uma ação pontual para uma interrupção em massa de infraestrutura digital do Estado.

      As empresas de tecnologia dos EUA (Google, Microsoft, Amazon Web Services, Oracle, Meta, Apple, Zoom, Slack, GitHub, etc.) adaptam a sua atuação aos seguintes moldes:

      1. Desconexão da Infraestrutura de Computação em Nuvem (Cloud)

      ⚬ Corte de servidores governamentais: Plataformas como AWS, Microsoft Azure e Google Cloud são obrigadas a encerrar os serviços de hospedagem de dados de ministérios, agências estatais e bancos públicos do governo sancionado.

      ⚬ Perda de acesso a sistemas críticos: Portais do governo, bancos de dados estatais e plataformas de serviços públicos alojados em servidores norte-americanos ficam fora do ar ou têm de ser migrados às pressas para servidores locais/soberanos.

      2. Revogação de Licenças de Software Enterprise (SaaS e On-Premises)

      ⚬ Sistemas de gestão e produtividade: A Microsoft (Windows, Office 365, Teams), Oracle, SAP (quando envolvam componentes dos EUA) ou Salesforce bloqueiam ou cancelam as licenças corporativas do governo estrangeiro.

      ⚬ Corte de suporte e atualizações: Deixam de ser fornecidas atualizações de segurança, correções de código (patches) e assistência técnica a computadores e redes estatais.

      3. Remoção e Bloqueio em Lojas de Aplicações (App Stores)

      ⚬ Apple (App Store) e Google (Play Store): As lojas digitais removem todas as aplicações oficiais desenvolvidas pelo governo sancionado.

      ⚬ Impacto no cidadão e na administração: Aplicações de bancos estatais, serviços de identificação digital ou recolha de impostos deixam de estar disponíveis para transferência ou atualização nos dispositivos móveis.

      4. Suspensão de Canais de Comunicação Oficial e Redes Sociais

      ⚬ Plataformas como X (Twitter), Meta (Facebook/Instagram) e YouTube/Google: Suspende-se a monetização, a verificação e, em muitos casos, o acesso às contas oficiais de ministérios, forças armadas e meios de comunicação estatais do governo sancionado.

      5. Bloqueio de Ferramentas de Desenvolvimento e Domínios

      ⚬ Código e repositórios: Plataformas como o GitHub restringem o acesso de programadores ou equipas técnicas estatais a repositórios de código e ferramentas de desenvolvimento sob jurisdição norte-americana.

      ⚬ Registos de domínios e certificados: Empresas americanas fornecedoras de segurança de redes e certificados SSL (como Cloudflare ou DigiCert) podem ser obrigadas a cancelar a proteção e autenticação de sites governamentais."

      Ah, mas isso nunca vai acontecer … o que está entre aspas é o Gemini a alucinar … Sabe-se lá, são precisas Soluções de Continuidade de Negócio (Backup) – de emergência e de autonomia estratégica, para garantir o funcionamento contínuo das instituições caso ocorra uma interrupção prolongada no serviço da Microsoft ou um bloqueio geopolítico de acesso.

      1. PE
        Pedro

        Algo muito semelhante foram os bloqueios à Rússia no sistema interbancário Swift. A dependência tecnológica é uma fragilidade para qualquer país oou organização.

    3. ZE
      Ze

      Meu caro, voce nao manda nada num PC Windows, ZERO. Não diga disparates!!!

  10. JO
    José

    Mesmo que fosse para mudar para uma coisa polida e melhor ia dar confusão na mesma, com mudanças e alterações é sempre igual em todo o lado mesmo que seja para melhor (que não parece ter sido o caso). Só desejo sorte e que se façam essas alterações que são mesmo necessárias e até já vêm tarde mas com o mínimo de sensatez, caramba nunca pensei ver pessoas felizes com o Teams afinal…

  11. DA
    David

    Este artigo começa logo no titulo por ser sensacionalista.

    Sim, existe resitencia como em qualquer mudança desta dimensão. No entanto a mudança está a ser feita em várias agências e com bastantes casos de sucesso, usando contractos com empresas como a nextcloud.

    As soluções estão a ser implementadas dando lugar a várias soluções EU soberanas, e está finalmente a ser assumida uma postura e um caminho.

    Olhando aos comentários vemos novamente como é tão mais fácil criticar, do que fazer algo pela mudança.

    1. VM

      Não, por acaso é fiel ao que foi dito “‘Absolute s–t’: EU’s Microsoft Teams alternative draws bad reviews from officials”.

      1. DA
        David

        A escolha das reviews, e mesmo das "bad reviews" a colocar no titulo é de facto igualmente uma livre e fiel escolha vossa.

        1. VM

          E por isso é um bom título e fiel ao assunto. Só por isso.

          1. DA
            David

            Claramente

  12. DE
    Dennis

    Para organizações grandes a troca é difícil, concordo. Nas ferramentas pessoais é bem mais simples. No meu caso foi a lista de tarefas: deixei o Microsoft To Do e, como não encontrei uma alternativa europeia que me servisse, acabei por desenvolvê-la. Chama-se OmmiQ (sou o programador), tem servidores em Frankfurt, não tem subscrição e importa tarefas do Microsoft To Do, Todoist e Google Tasks.

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