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As lojas do futuro já abriram e têm robôs atrás do balcão. Veja os vídeos!

9 Comentários

Robôs já são responsáveis por gerir três lojas de retalho. A Galbot abriu os espaços a 1 de setembro, naquela que é a primeira operação da empresa fora da China continental.

Robô da Galbot atrás do balcão de uma loja

As primeiras três Galbot Store abriram em Hung Hom, Wan Chai e Kai Tak, em Hong Kong. A inauguração marcou a entrada da empresa chinesa no primeiro mercado internacional e colocou robôs a desempenhar as funções de atendimento e venda numa loja aberta ao público.

Entre os produtos disponíveis encontram-se bebidas, snacks e produtos culturais associados a Hong Kong e a várias cidades da China continental.

Robô recebe o pedido e entrega o produto

No centro da operação está o robô Xiao Gai, responsável pelo atendimento. O cliente escolhe o produto através de um ecrã, efetua o pagamento e o robô desloca-se até ao local onde o artigo está armazenado, recolhe-o e entrega-o.

A Galbot afirma que o robô funciona de forma autónoma, sem controlo remoto durante estas tarefas, recorrendo às suas capacidades de perceção e tomada de decisão. Assim, as lojas não dependem de um operador humano a controlar cada movimento do robô.

Ainda assim, algumas tarefas, como determinadas operações de reposição de produtos, continuam a necessitar de funcionários, com a empresa a planear aumentar progressivamente o nível de automatização.

A tecnologia já foi posta à prova

A imprensa local já testou o funcionamento de uma das lojas. O HK01 comprou uma garrafa de água e registou dois minutos e 16 segundos entre a seleção do produto e a sua entrega pelo robô.

O Xiao Gai também consegue interagir verbalmente com os clientes. Nos testes realizados pelo HK01, conseguiu conversar em cantonês e inglês. O teste em francês também produziu uma resposta, embora mais limitada.

Primeira experiência internacional da Galbot

A Galbot afirma já ter cerca de 200 lojas robotizadas em quase 50 cidades da China continental. A operação em Hong Kong representa a primeira expansão da marca para fora desse mercado.

Para a empresa, Hong Kong funciona como um espaço para testar a tecnologia em condições comerciais reais e perante um mercado internacional.

O governo de Hong Kong também vê a iniciativa como uma oportunidade para desenvolver aplicações de Inteligência Artificial (IA) incorporada, uma área que procura aproximar os sistemas de IA do mundo físico.

Comentários

9
  1. AR
    Artilheiro

    Agora imaginem, estes e outros robôs, alimentados por uma IA descontrolada.

    1. BV
      B@rão Vermelho

      Comecem a abrir lojas e todas assim e depois não tem clientes porque estão todos a viver do RSI ou a roubar para comer.

      1. GR
        Grunho

        Como dizem os capitalistas, antes não te pagar nada que pagar-te alguma coisa para tu me comprares. Assim tenho a certeza que não fica do teu lado dinheiro que não volta.

    2. NU
      Nuno

      O mais engraçado é a malta achas que uma super IA precisaria de robos ahah o perigo está na IA não é nos robots ahah

  2. OR
    OraBolas

    Que idiotice !!!

  3. GB
    Gringo Bandido

    Acho muito bem libertarem as pessoas de trabalhos penosos, terão mais tempo para se cultivarem.

    1. MY
      Mr. Y

      Mas cultivar também faz calos nos dedos por causa da enxada 🙂

  4. YA
    Yamahia

    Mais de 2 minutos para ir buscar uma garrafa de água?! Acho q vou ao café da TiMaria.

  5. PE
    Pedro

    Jamais serei cliente de uma aberração dessas, como jamais irei registar as minhas compras numa caixa automática, como jamais irei tirar o pão onde todos metem as mãos, às vezes até o deixam cair no chão e voltam a colocar lá dentro para outros o levarem, jamais, jamais, jamais.

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