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Carros chineses vão invadir a Europa com produção em massa, mas há um senão

57 Comentários

A indústria automóvel prepara-se para uma transformação profunda nos próximos anos na Europa. Os fabricantes chineses definiram uma estratégia agressiva para contornar as taxas alfandegárias impostas por Bruxelas. Passa pela produção direta de carros em solo europeu, para assegurar acesso pleno ao mercado comunitário e aos incentivos locais.

Carros chineses Europa produção

As estimativas da consultora Global Mobility indicam que cerca de 90 mil automóveis de marcas chinesas vão ser produzidos na Europa este ano. Este volume inicial representa apenas o primeiro passo de uma ofensiva industrial de grande escala. As previsões apontam para um milhão de unidades anuais logo em 2030, devendo o valor atingir a fasquia impressionante de 1,5 milhões de veículos por ano até 2035.

Fábricas da Europa nas mãos de BYD, Chery e Leapmotor

Esta transição industrial está já em marcha através de projetos concretos e parcerias estruturais estabelecidas na Europa. A BYD prepara o arranque da sua unidade de montagem na Hungria e avalia ativamente uma segunda localização em Espanha. O país vizinho tornou-se, aliás, no principal ponto de ancoragem para os novos carros elétricos e híbridos de origem asiática.

A Chery assegura presença através da produção de modelos da Omoda e Jaecoo em território espanhol. Em paralelo, a Leapmotor beneficia de uma aliança estratégica com o grupo Stellantis para utilizar as instalações de Saragoça. Já a Geely delineou planos para fabricar viaturas em Valência aproveitando as infraestruturas da Ford, acelerando de forma significativa o calendário de expansão.

Carros chineses Europa produção

Resposta de Bruxelas que pode travar carros baratos

Perante este cenário, os políticos europeus procuram evitar que estas unidades se tornem meras linhas de montagem final de componentes importados da China. Para garantir valor acrescentado à economia do continente, a Europa desenhou o “Industrial Accelerator Act”. O pacote legislativo quer obrigar os fabricantes a incorporar uma quota mínima de componentes produzidos por fornecedores locais.

A imposição de cadeias de abastecimento europeias pode comprometer o modelo de custos integrado de marcas como a BYD. Ao exigir peças fabricadas localmente, incluindo os conjuntos de baterias para obtenção do estatuto de produção comunitária, as marcas perdem a vantagem económica das peças asiáticas. O encarecimento da produção no continente promete gerar novo equilíbrio e ditar o preço final a pagar.

Os próximos tempos vão ser determinantes para o setor elétrico e para o mercado automóvel na Europa. As marcas chinesas precisam de avaliar os custos reais deste modelo perante regras mais exigentes. Resta saber se esta pressão regulatória conseguirá proteger a indústria automóvel europeia sem travar a democratização dos preços dos veículos elétricos.

Comentários

57
  1. CA
    CAImarada

    Só agora é que a indústria automóvel está a sentir na pele a política de portas abertas à indústria chinesa. Que o digam as outras indústrias que fecharam portas nos últimos 15-20 anos.

    1. YA
      Yamahia

      Talvez não só por isso, mas também em grande parte devido a isso, a AfD ganhou na Saxónia com 44% dos votos ainda ontem.
      Tratam os europeus como idiotas, mas já começam a levar o troco, e ainda bem que há cada vez mais gente a abrir os olhos.

      1. DG
        David Guerreiro

        A vitória da AfD nada tem a ver com os carros chineses. É um aproveitamento do descontentamento popular com a situação da imigração, criminalidade, etc. Quando os partidos moderados não resolvem os problemas, abrem as portas à entrada dos extremistas. Sucedeu assim quando Hitler tomou o poder.

        1. JO
          joeqw

          https ://observador.pt/especiais/vivemos-euforia-com-ia-igual-a-que-havia-com-a-radio-antes-de-1929-diz-autor-de-livro-sobre-colapso-bolsista-que-levou-a-grande-depressao/ uma nova bolha

      2. VÍ
        Vítor

        O problema das empresas europeias é outro, margens de lucro muito altas e demasiados funcionários administrativos e de chefia. Para além de terem modelos diferentes para electricos e combustível. O custo de desenvolvimento é repartido por poucas unidades

  2. PO
    PorcoDoPunjab

    O problema da Europa não é a China, ou a Rússia, ou Marte.
    O problema da Europa é ela própria.
    Nestes últimos anos a quantidade de tiros nos pés que a Europa deu é de perder de vista.

    Fecho centrais nucleares, imigração ilegal sem precedentes de doutores e engenheiros, energia a preços triplos, ou mais, de EUA e China, burocracia, regulação e impostos excessivos.

    Quantas empresas europeias de valor acrescentado foram criadas na Europa nestes últimos dez anos?
    Não estou a falar de serralharias ou carpintarias, mas de empresas que possam competir a nível mundial por centenas de milhões de euros?
    Que eu saiba, nenhuma….
    As poucas que há já existem há muito tempo.
    De agora, nada foi criado.
    O que se cria em barda são regulações, impostos, taxas e taxinhas e burocracia sem fim.
    Não é novidade para ninguém que detesto a Von Der Liar.
    É uma incompetente, péssimo desempenho nos cargos por onde andou e desde que o Chamussas foi para lá, então se já tinha pouco esperança , a pouca que tinha foi de vez.
    Von Der Liar, Kosta, Kallas e restantes, estavam à espera do quê mesmo?

    Agora estão de olho nos depósitos bancários dos privados, ou seja, de todos nós.
    Quando o euro digital estiver activo, está a armadilha montada.
    Socialismo na Europa a todo o vapor.
    Tem tudo para dar certo….

    1. MO
      Moina

      E a estupidez recente que implementaram em termos de obrigações no mercado único, acabou por dar o tiro final nas micro e pequenas empresas….
      Estes fulanos não têm a mínima noção do que é gerir, por isso estamos como estamos…

      1. ZA
        Zé Fonseca A.

        Andam todos na moina

      2. RU
        rui

        Não existe mercado unico, existe sim 27 mercados de acesso facilitado.

    2. AL
      AlexS

      È uma questão de cultura. A Europa sob protecção Americana durante décadas desenvolveu uma cultura socialista, social democrata em que toda a enfase está na colecta de impostos e sua distribuição não na invenção e criação.

      Noto uma mudança positiva cá nas famílias em relação á educação, no “meu tempo” a atitude era quase exclusivamente tirar um canudo para entrar no Estado…ou ser advogado ou médico.

      1. DG
        David Guerreiro

        Ainda hoje é um pouco, ou não fosse o Estado um dos maiores empregadores.

    3. EN
      EntãoNão

      O que se tem assistido em Portugal e na Europa é tudo menos Socialismo.
      É, na ‘melhor’ da hipóteses, comunismo disfarçado de socialismo!
      Eles não desapareceram, eles infiltraram-se e minaram a restante esquerda. E a prova viva foi dada quando a geringonça foi criada.
      Onde é que já se viu/imaginou um PS aliado à restante esquerda? Andaram anos a lutar contra ela e depois juntam-se todos?
      Nesse dia, os fundadores do PS devem ter dado umas quantas voltas na campa.

      1. AL
        AlexS

        Comunismo implica o controlo dos meios de produção, não é isso que acontece. Há muito dirigismo regulamentar e as coisas demoram anos a avançar.
        È entropia de uma sociedade na defensiva que não quer perder nada mas por causa disso não ganha nada.

        1. RU
          Rui

          Explique-me então o motivo da nacionalização da TAP!!!!

        2. JO
          joeqw

          Na china, é o estado que orienta com planos quinquenais

      2. DG
        David Guerreiro

        Isto porque o PS deixou de ser o PS de Mário Soares, e radicalizou-se e encostou-se à extrema esquerda. Deixou de ser um partido de moderados, e passou a ser um partido de radicais. O mesmo se passa nos EUA, os democratas hoje são cada vez mais extremistas. E ainda não houve um líder do PS que cortasse com essa ala da extrema esquerda.

        1. BS
          Brutus Suavis

          O Soares foi uma bela bosta. Chulo.

          1. TE
            Teófilo

            Se não fosse o Soares, você provavelmente vivia numa ditadura comunista. Mas não precisa agradecer-lhe.

      3. JO
        joeqw

        Cuidado, pode cair também nos eua, uma bolha financeira https ://observador.pt/especiais/vivemos-euforia-com-ia-igual-a-que-havia-com-a-radio-antes-de-1929-diz-autor-de-livro-sobre-colapso-bolsista-que-levou-a-grande-depressao/

    4. TR
      trolha

      “Agora estão de olho nos depósitos bancários dos privados, ou seja, de todos nós.
      Quando o euro digital estiver activo, está a armadilha montada” – E essa é parte mais assutadora, a democracia está nas horas da morte.

    5. JL
      JL

      São diferentes dos EUA e outros em que aspecto ?

      1. AL
        AlexS

        Na Europa as grandes empresas são antigas. Nos EUA e ainda mais na China muitas são novas.
        A estrutura mental Europeia é de proteger os instalados.
        A Europa é um dos continentes com mais regulação(não a nível da UE, mas local) e a regulação é um custo significativo para empresas que estão a começar.

        1. JL
          JL

          Novas ? quais empresas ?

          A Ford, GM, entre outras são novas ?

      2. AL
        AlexS

        Correcção (não a nível da UE, mas local) > (não só a nível da UE, mas também local)

    6. ZE
      Ze

      Socialismo na UE??? Socialismo de direita??? Investigue as coisas ao menos!!!!

    7. JO
      joeqw

      A china domina litio e terras raras

  3. FI
    Filomena

    A maioria das pessoas e dos decisores europeus nem imagina o que é fazer negócios com os chineses. É do pior tipo de gente que existe! O serviço pós-venda é quase ZERO. Não há qualquer apoio. Além disso, os carros poderão atrair os compradores por serem muito bonitos, etc. mas, bem escondido, existe sempre algo (ou alguma peça) bem frágil e que tem de ser substituída em breve.
    É uma traição e falsidade. São incumpridores. Abram os olhos. Ninguém quer dores de cabeça. Já tivemos negócio com a China e a experiência foi muito má…. tudo tem má qualidade.
    Por outro lado, se a China está a apoiar Rússia, e não só, porquê permitir a venda de automóveis chineses na Europa?
    Sejam compradores inteligentes!

    1. PO
      PorcoDoPunjab

      Filomena, sim, porque os carros de marcas europeias são feitos para durar.
      É motores que partem a corrente da transmissão e motor vai pro galheiro e a marca diz que a culpa é do motorista que não sabe conduzir e não assume nada.
      Motor nd41, que equipa os BMW série 1.
      É motores com a correia banhada a óleo que estoira e motor vai à vida, pure tech da Stellantis.
      É emissões aldrabadas, grupo vw.
      Portanto, tem mesmo a certeza que quer ir por aí?

      Por outro lado, se a Europa está a apoiar a Ucrânia, porquê permitir a venda de carros europeus na China?
      Mais uma vez, tem a certeza que que quer ir por aí?

      As coisas Chinesas, ou não, regem-se pelo seguinte princípio, quer qualidade, paga.
      Quer assim assim, paga assim assim.
      Não quer pagar quase nada, recebe quase nada de qualidade.
      Não é defeito, é mesmo assim.

      Se as coisas chinesas não têm qualidade, porque é que estão a dominar tudo?
      Acha que toda a gente é burra e só vc é que tem esperto nos cabeça?
      Desiluda-se…

      1. DG
        David Guerreiro

        Não se engane. Pagar mais por coisas chinesas não dá direito a mais qualidade. Há produtos chineses bem caros, e não são por isso de melhor qualidade. Tem tudo a ver com cultura. Agora que a TCL ficou com o negócio das TVs da Sony, o consumidor vai continuar a pagar caro, mas com qualidade inferior.

        1. IV
          Ivo

          Os chineses não lhe pediram para comprar os seus produtos. Se não gosta, não compra. É assim que funciona o mercado.

          Já agora, de que equipamento está a escrever esse comentário? Um PC, um smartphone ou um tablet? Porque é muito provável que tenha componentes, matérias-primas, fabrico ou montagem chinesa. Isso inclui iPhones e muitos outros produtos considerados “premium”.

          A verdade é que a economia global está tão interligada que é difícil encontrar tecnologia moderna sem alguma participação da China. Por isso, o problema não está na nacionalidade do produto, mas sim na sua qualidade, no seu preço e na capacidade de cada consumidor escolher aquilo que considera melhor para si.

        2. PO
          PorcoDoPunjab

          David Guerreiro, tenho uma TV Tcl, estou a olhar para ela neste momento.
          Paguei 600 e poucos euros por ela.
          TV de 65 polegadas, mini led.
          Pelo preço é imbatível.
          Há melhor? Claro que há.
          Mas para mim chega e sobra.
          Pagar mais para quê?

        3. TA
          Toni da Adega

          Uma marca da Ásia comprou outra marca da Ásia. O quê isso influencia os Europeus? Se estás preocupado com a Europa tenta comprar produtos europeus.

      2. IV
        Ivo

        Concordo consigo, PorcoDoPunjab. Muitas pessoas falam da alegada falta de qualidade dos produtos chineses como se fosse uma característica geral de tudo o que vem da China, mas a realidade é mais simples: a qualidade depende, acima de tudo, do preço que o cliente está disposto a pagar.

        Se alguém encomenda o produto mais barato possível, não pode esperar receber qualidade premium. Isso aplica-se à China, à Europa ou a qualquer outra parte do mundo.

        É como entrar numa marisqueira em Portugal e querer comer lagosta ou santola ao preço de uma sopa. Tudo tem um preço. Quem quer mais qualidade, melhores materiais e melhor assistência, normalmente também tem de pagar mais.

        E, já agora, para a Filomena, também há quem apresente os produtos americanos como um exemplo absoluto de qualidade. No entanto, basta olhar para os problemas e polémicas que a Boeing ou a Tesla têm enfrentados nos últimos anos para perceber que as falhas de qualidade não são exclusivas da China. A origem de um produto, por si só, não garante qualidade nem fiabilidade. O que realmente conta são os padrões de fabrico, o controlo de qualidade e o investimento que cada empresa está disposta a fazer.

    2. RU
      Rui

      Claro que somos, estamos fartos de ser enganados pelos europeus como a vw que andou a enganar meio mundo uma pouca vergonha e carros carissimos acabou, europeus nunca mais

    3. DG
      David Guerreiro

      Negócios com os chineses, o cliente só tem valor até entregar o dinheiro, assim que o dinheiro está do lado deles, já era. Têm uma cultura de trafulhice, são capazes de enganar a própria mãe. Não é por nada que lá na China falsificam de tudo um pouco, até chegam ao ponto de vender arroz falso.

      1. GO
        Gonçalo

        Engraçado que a pos venda dos chineses é melhor que a dos europeus

      2. PO
        PorcoDoPunjab

        David Guerreiro, quem vende arroz falso não o faz por ser chinês mas sim por ser um bandido da pior espécie.
        Bandalhos há em todo lado.

        Olhe, vou lhe aqui contar uma pequena história.
        Aqui há uns anos na China alguém fabricou leite pra bebés falso, não sei se o fez com a ideia de ser apenas falso e não prejudicar os bebés ou se o fez com a ideia de matar as crianças.
        O que sei é que morreram uma quantidade de bebés devido a esse leite.
        Sabe o que fizeram aos responsáveis?
        Mataram-nos.
        Aqui seria apresentação de 15 em 15 dias na esquadra, se puder.

    4. TE
      Teófilo

      O que diz não é de todo mentira. Mas quer comparar a desonestidade comercial dos chineses com a dos europeus? Não sei quem vai ficar pior na fotografia.

      1. PO
        PorcoDoPunjab

        Teófilo, não há santos nesta história.
        A Europa andava aos gritos de livre comércio até há uns anos e agora é tarifas por todo lado.
        Era comércio livre quando estava na mó de cima.
        Agora não dá jeito o livre comércio…

        Não há desonestidade, há interesses, e esses falam sempre mais alto.
        É o que é…

        1. TE
          Teófilo

          Não era bem a isso que eu me referia. Estava a referir as práticas comerciais desleais para com o consumidor. Os chineses são artistas. Os europeus também não melhores.

  4. MA
    Max

    Carros fabricados na China (incluindo de marcas europeias e o Model 3 da Tesla) e carros de marcas chinesas (incluindo os fabricados na Europa) não é a mesma coisa.
    O tema do post é – carros de marcas chinesas, em que há uma perceção exagerada. Vendo ao preço de custo:
    P1 – Nos ligeiros de passageiros, qual é a percentagem de marcas chinesas nos BEV?
    R (Gemini):
    • “Em Portugal: As marcas de origem chinesa (como BYD, MG, XPENG, Leapmotor, entre outras) fecharam o ano de 2025 representando cerca de 10% das vendas totais de veículos 100% elétricos (BEV). Nos primeiros meses de 2026, esse valor continuou a subir, rondando atualmente os 15% a 17% das matrículas BEV.
    • Na Europa (União Europeia / espaço europeu): A quota de mercado das marcas chinesas nos BEVs fixou-se entre 11% e 12% no acumulado mais recente, com projeções do setor a apontarem para a possibilidade de atingir patamares superiores a médio prazo.”
    P2: E considerando todos os eletrificados (BEV+PHEV+HEV)?
    R (Gemini):
    Em Portugal
    • Quota no total de eletrificados: Estima-se entre 6% a 8%. A quota desce em comparação com os 100% elétricos (BEV) porque a fatia dos híbridos ligeiros e convencionais (HEV) é muito expressiva em Portugal e tem pouca presença chinesa. No entanto, em híbridos plug-in (PHEV), marcas como a BYD e a MG ganharam tração acelerada no último ano.
    Na Europa (UE / Espaço Europeu): Quota no total de eletrificados: Ronda também os 6% a 8% (…)”.
    Às vezes leem-se posts e comentários que parece que as marcas chineses estão acima dos 100%.

    1. DG
      David Guerreiro

      A tendência vai ser de subida, como em tudo o resto. É só ver por exemplo o negócio das TVs, hoje em dia é cada vez mais dominado pela HiSense, que é da pior qualidade que há.

  5. YA
    Yamahia

    “…Resposta de Bruxelas que pode travar carros baratos…”
    Na realidade são 75%, excepto na bateria, que é só o componente mais importante e rentável no meio desta brincadeira. A UE não tem água suficiente para a produção de baterias.
    E a acrescentar, a Hungria acaba de tomar medidas noutras vertentes onde as fábricas muito poluidoras, como é o caso da BYD, terão de ficar sujeitas às regras de emissões onde até aqui gozavam de impunidade total.
    Quanto ao resto, a EBRO de Espanha é um exemplo de como funciona o esquema.
    Os carros da marca espanhola, entretanto comprada pelos chineses, chegam pré-fabricados da China e são montados em território espanhol, passando a ostentar o selo de Made in Europe.

    1. JL
      JL

      Loooool enfim, onde chega os disparates.

      Só falta vir dizer que os Ebro também são eléctricos.

      1. YA
        Yamahia

        Para já é como digo. Não há nada espanhol nesses carros.
        E claro HEVs, PHEVs ou térmicos e claro q o plano é encharcar a fábrica com baterias chinas porque mais tarde ou mais cedo os PHEV vão passar a pagar pela medida grande dado q são um embuste q consomem e estragam mais q os térmicos.

        1. RU
          Rui

          E com razão, os PHEV tem os dias contados já não faz senido nenhum andar com um motor a combustão a fazer peso

        2. JL
          JL

          E de onde vêm os motores térmicos ? porque não falou neles ? eletrotécnica ?

          Ah afinal falta taxas de importação aos a combustão, já podia ter dito.

    2. TA
      Toni da Adega

      Todas a semanas são desculpas diferentes. Queremos tudo menos mudança

      1. JL
        JL

        Não é verdade, queremos mudança no preço dos combustíveis.

        1. TA
          Toni da Adega

          E está a mudar em todo o mundo. Lobby Elektro Tuga manda nisto tudo

  6. UT
    utherzzao2

    Daqui a 10 anos a China controlará a Europa.

    1. TE
      Teófilo

      Já controla. Os europeu apenas andam distraídos. Com a tecnologia das baterias a evoluir a cada dia que passa, novas marcas como a Xiaomi a dar garantias como nunca antes visto (em caso de incêndio substituem por outro veículo, em caso de acidente idemnizam o proprietário pela diferença de valor da seguradora e o valor de mercado), se a moda pega aos outros fabricantes chineses, então será mesmo o fim dos fabricantes europeus. Temos pena. Para o evitar só têm uma solução: respeitar o consumidor, que anda pelo menos há 20 anos a comprar lixo pago ao preço de ouro.

  7. TE
    Teófilo

    Não vai resolver nada. Vem tudo às peças como um lego, e depois é só montar. Não sei na prática a europa até nem fica a perder. É uma questão de fazer contas.

  8. PO
    PorcoDoPunjab

    Teófilo, vou à China frequentemente desde o ano 2000.
    Em 20 anos a qualidade vida dos chineses passou de 10 para 100.
    O desenvolvimento do país em tão pouco tempo é notável.
    É como passar de um Fokker Triplano da primeira guerra para um F 16 em 15 dias.
    Milhões de pessoas saíram da pobreza extrema.

    Não posso criticar o governo chinês porque o que tem feito nestes anos tem dado ao povo qualidade de vida antes inacessível.
    Agora, claro, países perfeitos não há.

    1. TE
      Teófilo

      O governo chinês faz o que lhe compete fazer. Defende os interesses do país. Na UE é ao contrário, enterram-nos até onde podem.

      1. IV
        Ivo

        Concordo consigo. Um governo deve, antes de tudo, defender os interesses do seu país e do seu povo. O que me preocupa é ver uma UE cada vez mais empenhada em seguir a estratégia geopolítica americana (de olhos fechados), muitas vezes sem questionar se isso serve os interesses dos europeus. Os nossos interesses nem sempre coincidem com os dos EUA, sobretudo em matérias económicas, energéticas e comerciais. Se Bruxelas está tão preocupada em defender os interesses americanos, quem defende os interesses dos cidadãos da UE?

        1. JO
          joeqw

          não há amigos na UE quem sabe uma guerra europeia como i guerra mundial, a guerra é bom para economia, a ii guerra foi bom para economia acabou com a crise de 1929

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