Quantcast

Telemóveis e cancro da cabeça: estudo da OMS afasta perigo e traz dados conclusivos

9 Comentários

Há muito que se especula que existe uma relação direta entre os telemóveis e o cancro da cabeça. Mesmo com toda a informação disponíveis, há muitos que garantem a correlação direta. Com vista a terminar este estigma, a OMS realizou um estudo e afasta este perigo, usando dados conclusivos.

telemóveis cancro cabeça OMS estudo

Telemóveis e cancro da cabeça, verdade ou mentira?

A relação entre o uso de telemóveis e o cancro na cabeça ou no pescoço voltou a ser analisada ao pormenor pela comunidade científica internacional. Numa das investigações mais abrangentes e rigorosas feitas até à data, pedida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os peritos concluíram que não existe qualquer evidência que associe as emissões de radiofrequência dos smartphones ao desenvolvimento de tumores cerebrais.

A análise reuniu dados recolhidos ao longo de várias décadas de investigação científica. Os investigadores avaliaram dezenas de estudos de revisão sistemática focados nos impactos dos campos eletromagnéticos no corpo humano. O objetivo passou por perceber se a utilização prolongada, a proximidade com antenas ou a exposição continuada às redes sem fios teriam impacto direto na taxa de incidência destas doenças.

O argumento principal assentou numa comparação simples entre a evolução da tecnologia e as estatísticas de saúde. Desde a década de 1990 que a utilização de telemóveis explodiu, tornando-se um objeto do quotidiano de milhares de milhões de pessoas. Os registos médicos mostram que as taxas de cancro no cérebro e no pescoço se mantiveram estáveis ao longo deste período, sem aumentos proporcionais à adoção dos equipamentos.

telemóveis cancro cabeça OMS estudo

Estudo da OMS afasta perigo com dados conclusivos

Se a radiação emitida pelos telemóveis representasse um risco real para a saúde, o aumento nos casos diagnosticais teria sido evidente e mensurável nas últimas décadas. A ausência desta correlação levou os peritos a descartar a ligação direta entre esta tecnologia e o surgimento destas patologias. A investigação abrangeu também as tecnologias mais recentes, como o 4G e o 5G, além dos sinais de rádio e redes Wi-Fi.

As conclusões reforçam a posição de organismos internacionais de saúde e investigação oncológica, assumidas ao longe de vários anos e em vários estudos. Confirmaram que os níveis de energia emitidos por este tipo de ondas eletromagnéticas não ionizantes não possuem capacidade para danificar o ADN das células humanas.

Com este resultado, a OMS e as equipas envolvidas procuram tranquilizar a população relativamente à segurança dos equipamentos móveis. Ainda assim, a comunidade científica garante que continuará a monitorizar a evolução destas frequências e o aparecimento de novas tecnologias de comunicação para assegurar a proteção continuada dos utilizadores.

Comentários

9

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

  1. Avatar de Jose F
    Jose F

    OMS não é credivel?

    Para reduzir a exposição à radiação (SAR) do telemóvel, a regra principal é afastar o aparelho do corpo.
    As ondas de rádio perdem força rapidamente com a distância.

    – Use auscultadores: Prefira auriculares com fios ou a função de alta voz durante as chamadas.

    – Evite sinal fraco: Não faça chamadas em elevadores, túneis ou locais com pouca rede. O telemóvel aumenta a potência ao máximo para tentar encontrar sinal.

    – Mantenha à distância: Use uma mala ou mochila para levar o telemóvel.

    1. Avatar de Freitas
      Freitas

      É muito pior do que apenas cancro na cabeça/PErcoço/Ombros ou mãos.
      A Radiação vai cozendo o sangue, logo a probabilidade de AVC é tremenda.

      Nota-se bem, os ouvidos quentes, dores de cabeça, enjoos, e tudo mais.
      Basta ver o que as ondas fazem a nossa comida quando esta está no microondas.

      Até as redes de alta tensão, causam, avcs,enfartes, muita ansiedade, dificuldade em dormir, dores de cabeça,etc.

      Tudo o que seja campos magnéticos, é ruim para o ser humano, e se forem microondas então o estrago é gigante.
      Ainda ontem houve uma tempestade magnética, e eu andei a rrasca com dores de cabeça, e andei a ibuprofeno 600mg.

      Estas organizações, que mais não passam de lobies para avançar a tecnologia de quem as financia por baixo, e dar a ilusão de legalidade e segurança.
      Mas na prática a gente sabe o que elas são.

      A Starlink do Musk, deve ser um grande financiador da OMS.
      É que a starlink destroi a camada de Ozono, para além de que nos mata com tanta radiação.
      Mas depois dizem todos que estão muito, mas muito preocupados, com as questões da Saude.
      É tudo teatro barato.

      1. Avatar de Jose F
  2. Avatar de Pedro
    Pedro

    A OMS perdeu a pouca credibilidade que tinha com todos os escândalos no Covid. Não confio.

  3. Avatar de M. Correia
    M. Correia

    Sendo o estudo da OMS, tem tanta credibilidade como os estudos da vacinas anti-covid.
    A OMS afastou o perigo com dados conclusivos… até que se prove o contrário.
    Se uma antena de um router provoca mal estar e dores de cabeça, não pode ser bom.
    Se um telemóvel com dados ligados durante 2 horas a ver youtube provoca mal estar e dores de cabeça, não pode ser bom.

    1. Avatar de Jose F
  4. Avatar de Zé Fonseca A.
    Zé Fonseca A.

    andamos desde os anos 90 a falar disto.. lol.. cada vez se torna mais ridiculo

  5. Avatar de É
    É

    Portanto concluiram que não provoca cancro só porque os números de cancro não aumentaram ao longo dos anos? Isto só pode ser piada. Como é que eles sabem que o cancro não se manteve em número estável porque apesar de ter diminuído por certos fatores e cuidados modernos por outro lado não aumentou devido às redes?