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Porque não pode amassar as embalagens do sistema Volta? Resposta a esta e outras dúvidas

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Danny says:

    A única vantagem que vejo é trazer embalagens de Espanha e arrecadar 10 cêntimos de borla.

    • Sail says:

      Não vai funcionar 😛 As embalagens compradas em Espanha não têm o símbolo “volta” portanto não vão ser aceites na maquina pois isto só existe em Portugal 😛

      • Danny says:

        Não? Sério? Então estás muito mal informado, sim exitem embalagem Espanha com o símbolo volta e funcionam cá.

        • B@rão Vermelho says:

          E se um gajo retirar um código de barras e fazer cópias e colar em garrafas que não pagaram taxas, será que enganamos a máquina? 🙂 🙂

          • KidsGraça says:

            @B@rão Vermelho Interessante…… o tuga sendo tuga, acho que vai experimentar.

          • A says:

            Provavelmente sim , porque o meu cartão Continente físico partiu-se e em vez de pedir um novo , simplesmente com a ajuda da IA fiz uma foto com com código de barras do cartão que funciona como se fosse o cartão original .

          • David Guerreiro says:

            Podes, mas apenas 1 vez. Cada código de barras é único. Uma vez queimado, já não pode ser usado. E se usares um código de barras de uma garrafa que viste no supermercado, quem depois tentar devolver, o sistema não aceita. Existe até uma app da SDR onde se pode verificar códigos de barra se estão disponíveis ou não. Está tudo serializado. De qualquer forma, o trabalho que dá a fazer um código de barras, imprimir e colar numa garrafa ou lata, valerá os 10 cêntimos?

          • Nuno says:

            Cada código de barras é único???????
            Estás bem?

          • anon says:

            código de barras é unico para cada produto, não para cada unidade do produto. uma garrafa de 1L de água luso tem o mesmo codigo de barras de outra garrafa de 1L de água luso e por aí em diante… cada unidade de produto ter um codigo diferente era só ridiculo, já davam várias voltas à embalagem lolol

          • David Guerreiro says:

            Não dá, porque as máquinas foram pensadas para evitar isso. As garrafas e latas Volta aparentemente parecem iguais, mas não são. Há características técnicas que as tornam diferentes das não Volta, por isso não se engana a máquina ao colar um código volta numa garrafa ou lata que não o seja. Ao nosso olho e tato, parece tudo igual, mas não é. As máquinas conseguem detetar isso, daí as coisas não poderem estar espalmadas.

          • Eu says:

            O código de barras é único por cada unidade e a Terra é Plana!
            Este pessoal deve viver todo no mesmo planeta Tretas Absurdas dos doidos varridos 😀

        • RicM says:

          @ B@rão Vermelho
          Sim, só tens que coincidir o tamanho do contentor, ou seja, não podes usar o código de uma garrafa de litro e meio, numa de 33 cl pois a máquina acha que estamos a introduzir a garrafa muito depressa.

          • David Guerreiro says:

            Só consegue 1 única vez, e com um código de barras que ainda não foi inutilizado.

          • David Xoné says:

            Epá, um código de barras é igual para todos os artigos iguais. Que bela posta de pescada David! Imagina se tivessem de ser todos diferentes, o código tinha de ter muitos mais dígitos,

        • To Canelas says:

          Se existem embalagens com o símbolo Volta, é porque vais pagar ou pagaste já os 10 cêntimos por embalagem.

          • David Guerreiro says:

            Não, em Espanha não se paga. Significa é que alguém comprou produtos com embalagens Volta em Portugal, e os vende em Espanha, e pagaram os 10 cêntimos na origem, e agora não têm como os reaver (presumo que estejam a aumentar o preço a contar com isso).

        • PTO says:

          @Danny

          Enganado estás tu. Aprende:

          “Não é possível obter o reembolso de 10 cêntimos nas máquinas em Portugal se a embalagem tiver sido adquirida em Espanha, pois o código de barras não corresponderá a um depósito pago no sistema nacional.”

          Agora podes voltar ao sítio de inde saíste.

      • Filipe says:

        O que interessa é o código de barras, existe pessoal a imprimir folhas A4 cheios de código de barras e colam por cima de outros para ter direito aos 0.10€.

        Hehe

        • David Guerreiro says:

          Só se forem ver códigos de garrafas/latas ainda não inutilizados, ao supermercado. Porque cada lata/garrafa volta tem um código único. Existe até uma app da SDR que permite ver os códigos se estão válidos ou não.

          • Eu says:

            Que bom que temos aqui um “expert” no assunto! 😀

            Senão, teria de ir ao Google ou a uma AI, para saber mais alguma coisa sobre os códigos de barras, essa coisa do outro mundo.

            Dasss, é com cada um… Inventam forte e feio…

          • Eu says:

            Inutilizado está esse cérebro 😀

      • Sérgio V. says:

        São aceites sim basta fazer máfia dos códigos de barra. Procura na Internet. Até há que meta copos de iogurte…e passa tudo

        • David Guerreiro says:

          Só passa 1 vez, porque após um código de barras ser lido pela máquina é inutilizado e cada garrafa/lata tem código único. Até tens a app Volta que permite verificar os códigos.

          • Eu says:

            E, continua a saga da invencionice! 😀
            Não digas disparates e vai pesquisar um bocadinho sobre isso, sim?

      • Grunho says:

        O símbolo volta serve para fazer o pessoal acreditar que eles vão transformar a embalagem em material novo e fabricar embalagens novas ad infinitum, em vez de juntá-las todas e chegar-lhes o fogo., que é o mais fácil e que sai mais barato. E isso de não poderes espalmar a embalagem torna mais credível a narrativa deles.

    • orelhas says:

      além disso, também tiro fotocopia aos rótulos de alguns produtos e colo em embalagens similares, até frascos de salsichas as máquinas comem. estou a contribuir bastante para a reciclagem e ainda me pagam, assim gosto!

      • anon says:

        quero mesmo é que muita mais gente faça isso. quando perceberem que estão a levar de tabela desaparece o VOLTA e desaparece os 10c de taxa, que é taxa sim sr.

        • David Guerreiro says:

          Não dá, porque as máquinas foram pensadas para evitar isso. As garrafas e latas Volta aparentemente parecem iguais, mas não são. Há características técnicas que as tornam diferentes das não Volta, por isso não se engana a máquina ao colar um código volta numa garrafa ou lata que não o seja. Ao nosso olho e tato, parece tudo igual, mas não é. As máquinas conseguem detetar isso, daí as coisas não poderem estar espalmadas.

          • Eu says:

            Xii!
            Este tipo ou é muito criativo na asneira ou gosta mesmo de ser lerpado à força toda! 😀

          • Eu says:

            Só falta dizer que o sistema Volta já está a usar a fantástica e infalível AmálIA 😀
            Siiiuu!

          • Eu says:

            As máquinas Volta também cheiram as embalagens e analisam o ADN do criminoso ambiental que vai tentar sacar os €0,10 e regista tudo numa Base de Dados chinesa 😀
            Para além de captar imagens com as suas múltiplas câmaras, incluindo de Infravermelhos e de Raios-X, e de ter localização GPS e usar comunicações Starlink!

      • PTO says:

        É só conversas de treta.

  2. Rui says:

    Fui pela primeira vez entregar 4 garrafas a um ponto volta. Entreguei 4 garrafas devolveram-me o valor de 3. Todas as garrafas estavam nas devidas condições e tinham o simbolo volta. Cheira-me a esquema para arrecadar alguns milhões com falhas como a que tive. Como posso reclamar da máquina que não assumiu as 4 garrafas?

    • Yuri bezmenov - primeira fase says:

      Cheira-te. Extorquir milhões ás pessoas é a única finalidade do Volta.

    • B@rão Vermelho says:

      Aconteceu o mesmo comigo, talvez o limite é de 3 garrafas da mesma bebida por pessoa, 🙂 🙂 🙂
      Isto é só mais uma forma de me virem ao bolso, eu já fazia reciclagem quando era de borla e agora tenho de pagar e ser roubado pela máquina.

      • Zé Fonseca A. says:

        o mais curioso é que o dinheiro fica todo para a SDR que não tem fins lucrativos, por isso só serve para tachos para a malta de esquerda, assim vão alimentar um império com segundos e terceiros empregos sustentado pelos milhões de centimos que os tugas vão gerar, se 90% do dinheiro revertesse a favor do estado ainda percebia, podiam investir em limpeza de ruas, recolhas de lixo das praias, etc

        • Carpints says:

          Achas curioso o valor ficar para quem financiou totalmente todo o sistema?
          Realmente não faz qualquer sentido..

        • To Canelas says:

          Já faltava aqui o comentário de um ressabiado de direita. Quem deu a autorização e licenciamento deste sistema da treta foi o Luis Montenegro…

        • To Canelas says:

          SDR Portugal:
          Leonardo Mathias (Presidente): Teve uma forte ligação aos democratas-cristãos, tendo integrado a Comissão Política Nacional do CDS-PP. No plano governativo, foi Secretário de Estado Adjunto e da Economia no governo de coligação PSD/CDS-PP liderado por Pedro Passos Coelho
          Nuno Magalhães: consta formalmente na lista de membros do Conselho de Administração da SDR Portugal. É uma das caras mais mediáticas da política portuguesa recente, tendo sido líder parlamentar do CDS-PP durante várias legislaturas e Secretário de Estado da Administração Interna no governo de Durão Barroso.

          Calado és um poeta.

        • Rui says:

          Afinal este Zé Fonseca A, continua a pensar que sabe tudo de tudo.

        • David Guerreiro says:

          Supostamente o dinheiro que não é devolvido, serve para instalar novas máquinas, manter as mesmas, etc. A operação tem custos.

      • David Guerreiro says:

        Não é nada, há pesssoas que colectam garrafas na rua e chegam ao supermercado com sacos cheios e conseguem adicionar todas de uma vez. Eu acho é que há um timeout, e há pessoas que demoram imenso a colocar as garrafas. Depois acaba o tempo e sai o ticket.

    • Mike says:

      Pois … Já me aconteceu o mesmo.

    • João Marques says:

      Se calhar você for por garrafas volta de águas marca continente em pontos recolha volta no pingo doce devido a máfia instalada essas não são aceites

      • Nuno says:

        As máquinas do Volta aceitam garrafas do Volta. Não é necessário teorias da conspiração…

      • PTO says:

        Os hipermercados não têm qualquer intervenção nas máquinas ou no sistema SDR, não ganham nem perdem nada com isso. Tanto faz que metam lá garrafas do próprio supermercado ou de qualquer outro.

  3. naodou says:

    O estado que me explique porque posso na Alemanha entregar garrafas amassadas?

    • Danny says:

      É simples, assim a probabilidade de haver menos devoluções é maior

      • Grunho says:

        Exacto. O dinheiro que o sistema volta devolve já o cobrou quando vendeu a bebida. E é tanto mais lucrativo quanto menos embalagens aceitar e pagar.

    • B@rão Vermelho says:

      Eu acredito que no futuro também se possa, entendo eu pelo que acabei de ler, que como neste momento há as duas versões, garrafas com taxa paga e outras que não por esse motivo as garrafas para serem identificadas corretamente tem de estar na sua forma original, mas atenção é a interpretação que faço da leitura do texto.
      Eu já fazia a separação e agora tenho de pagar para fazer a separação, e a dias dei um almoço aqui em casa e fui reciclar 4 garrafas de uma bebida popular e em todas paguei a taxa mas a máquina só aceitou 3, e agora, os 10 cêntimos foram para os bolsos de alguém que não os meus.

  4. NuTapum says:

    Parabéns. Esta foi a melhor maneira que inventaram para as pessoas deixarem de beberem refrigerantes.

  5. Yuri bezmenov - primeira fase says:

    Não use o Volta, ajude os necessitados.
    Deixe as garrafas e latas no chão para que os sem abrigo as possam recolher e depositar no Volta.

    • David Guerreiro says:

      Quem anda a recolher isso e a aproveitar nem são sem abrigo, mas sim varredores de rua. Juntam isso em sacos e depois toca de ir ao supermercado colocar na máquina.

    • Maria says:

      Há situações que cobram 10 cêntimos e é impossível devolver a garrafa, por exemplo quando comprei uma garrafa numa das várias máquinas de venda automática o rótulo saiu rasgado, não podendo devolver a garrafa, outra situação foi-me cobrado a tarifa no aeroporto e não vi nenhum ponto de recolha. Quem perde é o consumidor.

  6. Berto says:

    No site oficial deveria estar o estado da máquina, aqui na minha zona de 4 apenas 1 funciona

  7. J says:

    Para mim, que já reciclava, isto é só patético.
    Passo a explicar.
    Antes comprimia as garrafas que ficavam armazenadas no caixote da reciclagem que, quanto cheio, o seu conteúdo era depositado no ecoponto a 50 metros de casa.
    Agora tenho que manter as garrafas e latas intactas, com a natural ocupação de espaço. Em seguida deslocar-me até um ponto volta, onde deposito as garrafas e latas (mas não posso depositar toda a restantes reciclagem de plástico e embalagens!) e recebo o que paguei em forma de talão.
    Passo portanto a ter muito mais trabalho. A mim só me insentiva a deixar de reciclar, quero lá saber dos 0,10 €.
    Como li alguém…. vou passar a fazer caridade, deito no chão as garrafas e latas intactas e os pobres que recolham e ganhem os 0,10 €.

    • Morty says:

      Exatamente o meu pensamento, Ate agora reciclava tudo, ate tenho o lixo composto, agora tenho de ter mais um saco para fazer a mesma treta..
      Isto da me 0 motivação para reciclar!   

    • Nuno Leao says:

      Tal e qual o mesmo pensamento que tive e tenho. Aliás, era da cartilha do ecoponto, amassar as garrafas vazias (as de água até sao pensadas para isso mesmo) e depois colocar a rolha para se manterem assim. Primeiro foi a praga das rolhas presas, que eu acabo por arrancar todas (qual a lógica de prender uma rolha que é fácil de arrancar?). Agora isto… Já não posso colocar as garrafas no meu caixote de plastico que tenho para o serviço municipal de reciclagem, tenho que reservar um espaço muito maior para o depóstio das garrafas e ainda tenho que me deslocar para as depositar.
      Sinceramente se as deitar à rua posso pelo menos estar a dar dinheiro a alguém que precise.

    • David Guerreiro says:

      A questão é que há muita contaminação nos ecopontos. Muitos recicláveis ficam contaminados com gordura, etc, e acabam por não ser passíveis de reciclagem. Assim as garrafas e latas vazias na máquina e apenas isso, garante um lixo mais limpo.

    • Eu says:

      Se atirares para o chão, arriscas-te a pagar uma multa!

    • PTO says:

      É quando vou às compras que levo as garrafas para a máquina Volta, não vou lá de propósito só por isso. Levo tudo num daqueles sacos do hipermercado, deposito as garrafas na máquina e esse saco serve para as compras logo de seguida. Ao pagar no caixa, desconto logo o talão da máquina Volta ao valor total das compras. Simples e eficaz.

      Não me dá “muito mais trabalho” como dizes que te dá a ti. Se calhar falta-te é saberes organizar-te.

  8. Eu says:

    Não se pode amassar pelo simples facto do sistema ser uma porcaria que não tem nada de ecológico!

    É apenas mais um grande negócio:
    – para quem adquiriu as máquinas e as vendeu ao Estado;
    – para quem gere esta rede de saque de dinheiro ao Zé Povinho (vejam a quantidade de tachos e tachinhos criados);
    – para quem vai fazer a manutenção de todos esses equipamentos;
    – e, claro, para as grandes superfícies e supermercados que vão usufruir da “Volta” à loja impingida aos seus clientes.

    Onde está a ecologia disto? No lixo!

    Pois, aqui o interesse ecológico é nulo, ou quase nulo. Pelo menos, não é o motivo principal deste sistema.
    Senão vejamos:
    – estas máquinas consomem energia para fazer todo o processamento;
    – emitem talões em papel;
    – as pessoas têm de armazenar as embalagens intactas (mais espaço desperdiçado e, se falhar a leitura azar, lá se perdeu o valor do “depósito” e vai mais uma viagem até ao ecoponto);
    – duplicação de recursos no tratamento das embalagens equivalentes (já existiam os ecopontos), logo maior gasto energético e consequente aumento da poluição, por motivos ecológicos!?

    Tudo isto é um completo “non sense” em termos ecológicos, e só faz sentido nas cabecinhas dos nossos “desgovernantes” e chico-espertos do sistema, para sacar mais uns dinheiritos!

    • David Guerreiro says:

      As máquinas não tem nada a ver com o Estado. As máquinas foram instaladas pela SDR. O Estado não ganha nada com isto, porque a taxa Volta é isenta de IVA, e a taxa vai totalmente para a SDR. Toda e qualquer superfície de retalho alimentar com superfície igual ou superior a 400m^2 é obrigada a ter uma máquina, nem é questão de querer ou não, é uma obrigação legal. Para os supermercados é mais uma fonte de chatices e custos do que benefício.

      • Dono da verdade says:

        Todas as grandes superfícies fazem parte da comandita do Volta. Foram eles que criaram as regras, e fixeram-no porque querem lá as máquinas.

        • Eu says:

          Esses é que criaram o marketing do nome deste sistema Volta.
          Porque obrigam o cliente a voltar ao local do crime ambiental (que é a venda deste tipo de materiais), para tentar recuperar por “sorteio” o “depósito” pago anteriormente.
          E, assim ainda têm a oportunidade de levar essa malta a um maior consumo, para “ajudar” a cuidar do “ambiente” dos seus próprios negócios 😀
          É caso para dizer que: “A casa ganha sempre”. Como nos casinos!

      • Eu says:

        E, quem achas que ocupa os lugares de direcção dessa SDR?
        E, quem foi que pagou pelas máquinas e implementação do sistema?
        E, quem ganhou com a importação e a venda delas no país?
        E, quem vai ganhar na manutenção desse equipamento?

        Fundos europeus e dinheiro público a chover neste quintal à beira mar plantado, gerido pelo Estado, governantes, amigos do sistema e afins.
        E, no final ainda vão continuar o saque directamente dos bolsos dos generosos e incautos habitantes deste belo país, tudo em nome da “ecologia”, do “bem estar” e “bom ambiente” nacional 😀

    • Zé da Quinta says:

      Está estudado pela ciência que o ser humano cria naturalmente grande resistência à mudança. Como também sabemos que pensar dá muito trabalho, deixo aqui uma forma bem simpática e fácil de resolver a sua questão de forma prática, eficiente e isenta de stress.

      Cada um de nós vai várias vezes por mês às compras e, habitualmente, essas são realizadas em grandes superfícies onde, lá está, existem máquinas para devolução das garrafas. É transportar as garrafas no carro, chegar ao supermercado e “despejar” as ditas para dentro da máquina e levar o talãozito para descontar nessas compras que se fazem logo de seguida. De preferência, e caso tenha filhos de tenra idade, é levá-los também para verem como se faz, incutindo-lhes a boa prática da reciclagem.

      Vê como algo complicadíssimo se torna, de repente, muito fácil?
      Não é preciso agradecer.

      • Nuno says:

        Lá está, isso serve para quem vive para o sistema…
        Eu faço compras 1x por mês, não tenho carro, e ou os filhos faltam à escola, ou não os posso levar comigo. Mas claro que podemos todos pensar como tu.
        Afinal o sistema está montado precisamente por causa disso.
        Já pagas o Ecovalor, a TRU, a TGR, a CSPL, e agora em cima disso, ainda pagas a totalidade da reciclagem com mais este imposto…

        • Mr. Y says:

          Se não tens carro para devolver então também não tens comprar.
          Além disso, as embalagens são mais leves na vinda do que ida, por isso, não custa assim tanto 🙂

          Nota: Eu acho este sistema redundante porque existem ecopontos em todo o lado. Não sei se cola o argumento que os plásticos são “contaminados” nos ecopontos

          • Nuno says:

            Ó cromo, sabes que isto onde estás a escrever também dá para fazer compras, certo? Experimenta sair de casa para entregar 20 ou 30 garrafas de 1,5L e depois falamos…
            Achas mesmo que quem não tem carro não pode fazer compras?

          • Lol says:

            Sabes que há entregas em casa?

  9. Asterisco Vaidozo * says:

    “Se a máquina acaba por comprimir a garrafa ou a lata assim que a aceita, porque é que o consumidor não pode entregá-la já amassada”

    “A explicação da SDR Portugal é técnica. Antes de aceitar qualquer embalagem, a máquina tem de fazer uma leitura ótica rigorosa, que confirma a forma, as dimensões, o peso e o material do recipiente, além do símbolo “Volta” e do código de barras.”

    Ok, e o próximo passo, a seguir à máquina, qual é?

    Aproveitar o plástico/metal/alumínio para fabricar novos itens, correcto?
    Se sim, qual a diferença entre esta máquina e os ecopontos?
    Uma forma “inteligente” de sacar 10 cents ao Zé.

    • Mr. Y says:

      Uma forma forçada de retornar a embalagem. O problema é que quem já fazia reciclagem agora terá de o fazer duplamente.

      • Zé Fonseca A. says:

        eu continuo a reciclar em casa, no meu predio temos conduta de lixo e uma zona de separação de reciclaveis, não faz sentido nenhum ter de andar a deslocar-se, até porque há pessoas que compram tudo online nem sequer vão aos supermercados fazer as compras, imagina agora para ir devolver garrafas.. deviam cobrar pelos residuos domesticos e não pelo consumo do supermercados, mas pronto, isto são ideias importadas de outros países da europa quando o woke e o green estava na moda das politicas de esquerda e trazia votos, agora levamos todos por arrasto

        • Mr. Y says:

          Não dá para entender o teu argumento. Se é uma polítca de woke e green porque é que separas o lixo?

          • Zé Fonseca A. says:

            sou civilizado, na verdade faço muito pouco lixo, organicos vão para o triturador, e a maioria das coisas são reclicaveis, a casa fica mais limpa e arrumada e nunca tem odores, e em minha casa consome-se pouco plastico, agua usamos VOA, água ionizada e o resto é tudo vidro, pontualmente algumas latas, por isso nem me afecta muito, só de férias é que consumimos muita água em plastico.

          • Mr. Y says:

            Ok, então por essa ordem de ideias os woke e os green são civilizados. Não percebo o teu ódio 🙂

          • Zé Fonseca A. says:

            Ha ser civilizado e há ser doente, woke é doença, a igreja devia arranjar centros de conversão para wokers

          • Nuno says:

            Toda a água é ionizada… Faz-me imensa confusão usar-se essa expressão no dia-a-dia só para dizer que se paga para ter benefícios não comprováveis…

    • David Guerreiro says:

      Nos ecopontos existem muita contaminação devido a vários tipos de embalagens, muitas com restos de alimentos, gordura, etc. Nestas máquinas só entram garrafas e latas de bebida, e vazias, logo são recicláveis mais limpas, e logo com maior aproveitamento.

    • Paulo says:

      Pergunto eu, a garrafa achatada muda de peso por esse facto? Não, óbvio. O que falta a esse sistema é ser honesto, o que não é a sua intenção, nunca foi. Tem peso de uma garrafa de plástico e é de plástico? Então é uma garrafa de plástico. Tem de chegar a altura em que todo esse material esteja abrangido pelo Volta e por uma questão de gestão de espaço, a começar em casa das pessoas, tem de se poder amachucar, senão é um grande passo atrás.

  10. André says:

    Então mas uma empresa sem dinheiro obriga os portugueses a “emprestar” 0,10€ sem juros por cada garrafa? Eles ficam com o dinheiro e nos ficamos com o lixo.

    • David Guerreiro says:

      Não funciona assim. É toda uma cadeia em que os 10 cêntimos são pagos. Todos na cadeia desde a produção até ao consumidor, pagam os 10 cêntimos, só que vão reaver. Exemplo: a fábrica de bebida, paga os 10 cêntimos à SDR, depois vende ao armazenista e cobra-lhe os 10 cêntimos, o armazenista depois vai cobrar os 10 cêntimos ao dono da pastelaria, que por sua vez cobra os 10 cêntimos ao consumidor. E este vai reaver os 10 cêntimos na máquina.

      • Dono da verdade says:

        E porque não por o fabricante a pagar e o consumidor apenas a receber os 10 cêntimos? Ou um valor inferior neste caso. Afinal o fabricante é que é culpado por por a embalagem em circulação e ainda por cima lucra com isso.

        • Nuno says:

          Isso faz-se no caso da droga.
          Podes consumir, mas é proibido fabricar…
          No resto dá mais jeito ser ao contrário.
          Olha o tabaco. Faz mal mas pode vender-se. Quem paga impostor extra por ser mau é o consumidor.
          Aqui é igual. Pode produzir-se material poluente e não biodegradável e mandar comida e bebida dentro dos mesmos, mas o consumidor é que paga…

      • Eu says:

        Na cadeia deveria estar toda essa corja que está mamar à grande às custas do Zé Povinho, sem resolver nenhum problema ecológico ou ambiental!
        O único ambiente que esses ladrões estão a melhorar é o da sua própria qualidade de vida com o dinheiro dos outros.

  11. Zec says:

    Esses números cheira-me a falsos. Não conheço ninguém e nunca vi ninguém a usar isso quando vou às compras.
    Como já foi dito aqui e noutros tópicos, isto é só mais um esquema para roubar dinheiro ao povo, e o povo, esperto como é, já arranjou formas de enganar o sistema.

    • Morty says:

      Se e para roubar, que se roube dos dois lados xD 

    • Carpints says:

      O Facto de não veres, não significa minimamente que não aconteça, também nunca vi um homicídio e eles acontecem, e posso garantir porque trabalho em um supermercado e, em um que dentro da empresa não e de perto nem de longe dos que mais vendem sequer no distrito, que todos os dias são facilmente duas paletes euro cheias de garrafas e latas.

    • David Guerreiro says:

      Ui, eu vejo tanta gente, até já vi pessoas com sacos de 100 litros cheios de garrafas e latas a meter na máquina.

    • José Gonçalves says:

      Bem eu usei mas, sinceramente acho ridículo. O talão com o valor tem de ser usado no próprio dia, pelo menos das 2 vezes que usei a data indicava isso. Perfeitamente ridículo pois não sou obrigado a fazer compras nesse dia e assim sendo o valor fica com eles

  12. Vitor says:

    Eu estou à espera que uma de duas coisas aconteça:
    – Que a câmara de Gaia me pague pelas garrafas que ponho no ecoponto lá de casa, que a câmara forneceu;
    – Ou que a câmera venha agora recolher esse ecoponto.

    Isto é só para “enganar meninos”, engordar as contas de muita boa gente que anda a m@m@r a conta disto e a ridicularizar a vida dos portugueses (principalmente dos da minha geração, que em pequenos ganhávamos uns bons trocos com a reciclagem e agora, além de termos de fazer o trabalho todo por eles, ainda pagámos por cima!!!!)

    • David Guerreiro says:

      O ecoponto ainda tem utilidade, pois há imensas embalagens que não estão abrangidas pelo Volta, como os iogurtes, leite, etc.

      • Nuno says:

        Eu para mim é mandar tudo para o lixo que pelos vistos se não é para nos sacar dinheiro não serve…

        • David Guerreiro says:

          Quando começar a pagar por kg de lixo que deposita logo vai ver se não separa. Já há imensos munícipios onde os contetores de lixo estão fechados e cada domicílio recebeu uma tag RF para abrir o contentor. Depois ao jogar para lá lixo, vai ser pesado e paga conforme o que produz. Quanto mais separar para reciclar, menos vai para o indiferenciado, e menos paga.

  13. Yamahia says:

    Não compro nada com o símbolo Volta. Para mim, é um não assunto.

    E verifico, com agrado, que não sou o único. Latas de cerveja e packs de água até 1,5 litros, que eram dos produtos mais vendidos, acumulam-se agora nas prateleiras, enquanto as cervejas em garrafa e os garrafões de água com mais de 3 litros desaparecem num ápice.

  14. jose says:

    e as latas de atum tambem tem volta?

  15. Paulo Seichinha says:

    A pergunta correta seria: “Porque é que ainda tenho pagar mais outro imposto, disfarçado com medidas ambientais ditas “simpáticas”, quando a população já paga imensos impostos?”
    Qualquer dia iremos ter outro imposto, em prol da qualidade do ar que respiramos…

    • David Guerreiro says:

      Não é um imposto, é uma taxa. E ao contrário da maioria dos impostos, esta é retornável.

    • Eu says:

      Pior, é um imposto e não está incluído directamente no preço apresentado na etiqueta das prateleiras, nem contabilizado no preço por litro, como é o caso do IVA!
      Obriga a fazer contas se se quiser optar pelo que fica mais económico.
      Actualmente, eu simplesmente rejeito tudo o que possua o símbolo Volta e assim evito taxas da treta, que não têm nada a ver com ecologia, mas sim com negócio à custa das crenças em milagres ecológico.
      Correcto seria acabar com esse tipo de embalagens e a indústria optar por outros materiais mais ecológicos.
      pode ser que com este sistema a indústria aprenda da pior maneira se as pessoas rejeitarem estas embalagens e ficarem amontoadas nas prateleiras das lojas.
      Até serão os próprios lojistas a provocar isso, quando começarem a não adquirir esses produtos, por ficarem em stock demasiado tempo.

  16. Patinhas says:

    Já pensaram quem é o Volta?
    É a SDR que é da Coca-Cola Europacific Partners, Sumol+Compal, Super Bock Group, Sociedade Central de Cervejas (SCC) (Sagres), Damm e Unilever Fima
    Curioso depois não fazerem parte do circuito de recolha. Só fazem a distribuição.
    Procurem os documentos financeiros, são públicos e vejam como é uma das fontes de financiamento – garrafas que não é reclamada a tara de Volta

  17. Chola says:

    Se o objetivo é retirar plasticos das ruas,Campos,etc. E se A máquina de recolha as amassa automaticamente porque não receber todas as garrafas plasticas e de vidro sem nos importarmos com rótulos. Parece mais um sistema para retirar dinheiro do bolso dos Portugueses.

    • David Guerreiro says:

      Não é apenas isso. É maioritariamente assegurar que não há uma mistura de resíduos e que os mesmos estão em condições de reciclagem, o que não sucede nos ecopontos em muitos casos. Há muitos resíduos do ecoponto que simplesmente são descartados porque devido à contaminação deixam de ser recicláveis.

      • Eu says:

        Não te deixes enganar, porque não tem nada a ver com isso.
        Nunca foi problema algum as embalagens estarem sujas.
        Porque os próprios ambientalistas aconselham a não se desperdiçar água para lavar essas embalagens que vão para a reciclagem! Essa lavagem é que seria anti-ecológica.

        • David Guerreiro says:

          É por isso que 90% do plástico que vai para o ecoponto é incinerado ou vai para o aterro…

          • Eu says:

            Tem esse fim porque não existe capacidade de reciclagem suficiente para lidar com a quantidade de material depositada nos ecopontos.
            Isso já foi dito inúmeras vezes pelas diversas entidades de reciclagem.
            Portanto, a solução passa por reduzir drasticamente o uso desses materiais e não por tentar reciclar tudo sem levar em conta os elevados custos associados à própria reciclagem, que se torna economicamente inviável a partir de certas quantidades!

    • Zé Fonseca A. says:

      Na Alemanha é o dobro, para o ano prepara-te 😀

    • Eu says:

      Exactamente, isso é que é a pura verdade!
      É uma taxa, imposto, ou chamem-lhe o que quiserem, encoberta e disfarçada de boas intenções “ecológicas”, para uns certos chico-espertos mamarem dinheiro à custa do Zé.

      É tudo uma estratégia de marketing, como aquela dos produtos “100% Naturais” ou de x% reciclável.
      Vejam só a quantidade de tachos, prós amigos da “malta”, criada naquela SDR.
      Fora os demais negócios criados em volta do Volta 😀

  18. Álvaro Campos says:

    “Os dados mostram ainda que os portugueses devolvem mais embalagens ao fim de semana, sobretudo aos domingos, o que a SDR interpreta como sinal de que o hábito está a entrar nas rotinas das pessoas.”
    quando era puto, ia-se passear (e aqui “passear” significa ir de Barga a Matosinhos para ir ao Continente) ao fim de semana ao shopping, agora vai-se deitar garrafas e latas no Volta!
    muito bom!!!!

  19. Jaime says:

    A taxa devia estar incluida no preço final do produto e entrar para o cálculo da inflação.

    • David Guerreiro says:

      Não, porque é uma taxa, não é imposto.

      • Nuno says:

        Por acaso é mesmo um imposto. Uma taxa pressupõe um serviço em troca. Um imposto não.
        Portanto, ou é uma caução ou imposto independentemente do que lhe queiram chamar…

      • To Canelas says:

        Em termos jurídicos em Portugal não é considerado nem taxa nem imposto mas sim depósito/caução.

        • Eu says:

          Não é imposto, mas é-nos imposto pagar por isso 😀
          Não temos opção de escolha!
          E pior, ninguém nos garante ser possível recuperar esse “depósito”.
          Por isso, deveria ser proibida por desrespeitar essa quebra unilateral do contrato de depósito.
          De lembrar que se no momento da compra do produto, o rótulo estiver já danificado é o bastante!
          E danificado, não é necessariamente destruído. Basta que a máquina considere ilegível e zás fica com o dinheirinho.
          Que vai na Volta, tudo somado, ao fim de uma série de “ilegíveis” dá mais um dinheirão para os bolsos dos mesmos espertalhaços que já mamam deste negócio por outras vias.

          • Nuno says:

            “Não é imposto, mas é-nos imposto”…
            Esta frase não faz sentido nenhum. Se nos é imposto, é um imposto!

  20. Luis Miguel says:

    Esse relatório que diz que está a ser bem aceite, assenta no número de devoluções realizadas, mas o que ele não diz é que uma grande parte dessas devoluções são realizadas por “sem abrigo” e outros “necessitados” que passam o dia “pendurados” nos contentores de lixo a recolherem latas e garrafas para poderem ir entregar nos pontos de recolha da VOLTA e realizarem algum dinheiro para o seu dia-a-dia. Se esse é o intuito, então sim, está a ser um sucesso, porque para os pequenos empresários da restauração que já mal têm espaço para guardar o seu inventário, ainda terem de procurar dedicar um espaço para juntar esse material e no final do dia ir gastar gasolina para entregar nos pontos de recolha, para esses isto não é mais do que uma despesa que tem de assumir, pois não vai pedir 10cent ao cliente ou sujeita-se a perder o cliente (sim, muitos mudam até por um aumento de 5cent no preço do café, quanto mais por 10cent) e não justifica deixar de ter inventário para ter espaço para arrumar este material que ainda vai ter de gastar gasolina para recuperar o dinheiro. Por isso chamar um sucesso a esta “novidade”, depende do ponto de vista ou dos interesses de quem escreve, porque no final de contas, estes 10cent não recuperados vão sempre para alguém…. Para mim, era uma medida que dispensava bem por todos os aspectos

    • Zé Fonseca A. says:

      é assim em todos os países com esta medida

    • David Guerreiro says:

      Qual é a diferença se for um sem abrigo ou eu? O que interessa é as garrafas e latas irem lá parar, quem lá as deposita é indiferente. Acredita que há muitos não necessitados a apanhar garrafas e latas. Os empresários da restauração fazem compras, e mesmo na Makro ou Recheio há máquinas Volta, logo quando lá forem fazer as compras do restaurante devolvem. Não é preciso complicar. E só têm de ficar com aquilo que os clientes consumiram, desde que não seja serviço pré-pagamento.

      • Zé Fonseca A. says:

        Esses empresários, cheios de tempo para enfiar garrafas no buraco

      • Luis Miguel says:

        Bem se vê que não entendeu, ou não quis entender… Para levar para a Makro quando for fazer compras, tem de guardar-las até esse momento, mas não tem espaço, logo torna-se impraticável. Não são todos, são os pequenos, que lutam todos os dias com a falta de espaço para armazenar o stock, quanto mais para guardar material que deveria ser recolhido gratuitamente nos ecopontos, nos quais are já se havia investido, pois é do interesse público. Quanto a quem está a usar, os necessitados como referimos acima, foi só para explicar que os números parecem ser grandes e logo uma demonstração de aprovação geral, mas são falseados pois essa aprovação é minoritária e os números surgem por via do aproveitamento dos necessitados que usam esta oportunidade para criar algum dinheiro no seu bolso. Nada contra eles, e até aprovo pois é um modo de gerar “riqueza” para eles, mas é um falseamento da realidade pelos números. Foi só isso que eu disse. Não é complicar, é ser realista pois bato com essa realidade de cara todos os dias, ao contrário de quem fala sobre os números ou da palpites sem ter a percepção da realidade completa que não esteja ao alcance dos seus olhos. Bom, mas temos de tirar partido disto do melhor modo que pudermos, pois parece que quem manda quer mostrar que é uma boa aposta (tal como antes, quando foi os ecopontos, que na altura também era a ideia correta e era o futuro no qual justificava investir em novos equipamentos e fábricas para tratar esse material e toda uma logistica associada), por isso adaptemos-nos, e façamos umas fotocópia do código de barras hehehe (estou a brincar, claro)

    • Eu says:

      Ou de alguém que decidiu imprimir uns quantos códigos de barras e está ali a amealhar para as férias ou para uns copos!
      Pode ser que se muitos fizerem isto, talvez termine esta Volta ao bolso do Zé 😀

      • David Guerreiro says:

        Não dá, porque as máquinas foram pensadas para evitar isso. As garrafas e latas Volta aparentemente parecem iguais, mas não são. Há características técnicas que as tornam diferentes das não Volta, por isso não se engana a máquina ao colar um código volta numa garrafa ou lata que não o seja. Ao nosso olho e tato, parece tudo igual, mas não é. As máquinas conseguem detetar isso, daí as coisas não poderem estar espalmadas.

        • Eu says:

          Recorreste à AmálIA, não foi?
          Tenta pesquisar sobre o assunto noutro lugar, que vais-te surpreender com a descoberta! 😀

        • Nuno says:

          Estás completamente enganado! Aliás, enganado não. Estás é a mentir.
          Já colei o código de barras e o simbolo volta numa garrafa de sangria e foi aceite sem problema nenhum!
          Colei um al lado do outro e siga! Não tarda muito mando fazer um rolo de autocolantes que sai a menos de 1 cêntimo cada…

  21. A says:

    Péssimo sistema , em vez de copiarem os bons sistemas como os de Taiwan , trazem para ca estas porcarias

  22. utherzzao1 says:

    Portugal VOLTA a roubar o povo!

  23. TS says:

    Perfeito absurdo esta medida, deixei de reciclar, não tenho espaço em casa para acumular garrafas intactas…

  24. Nuno says:

    “A entidade que gere o sistema diz que os resultados são excelentes.”
    Esta frase diz tudo… Há milhões a ser arrecadados…

    • Assim também eu says:

      Sim, porque vao para os talões e muitos desses, sao esquecidos, ou lixo…

    • Eu says:

      Pois, eles próprios redigiram um relatório completamente isento, que suporta a razão de ser da sua mama, quer dizer do seu parco salário em nome do ambiente, eco-coisas, produtos naturais e disponibilidade de prestar este esforço enorme de prestação de serviço público 😀

  25. DoContra says:

    “…plástico, metal ou alumínio…”
    Metal OU alumínio? Boa… e eu a pensar que o alumínio era um metal! Já agora, que METAIS a maquineta do Volta aceita? Qualquer um? Ai a mania das generalizações…

  26. Tito Portugal says:

    Eu não sou adepto do VOLTA, mas hoje tive de ir até à máquina para VOLTAR a ter o meu dinheiro de VOLTA.
    Reparei que algumas garrafas de plásticos e latas não queriam seguir o caminho do VOLTA. Notei que algumas estavam um pouco amachucadas e pensei: foram SACADOS 10 cêntimos do meu bolso por cada garrafa/lata, por isso não vou embora sem eles.
    Resumindo: com um pouco de jeito e alguma força, é possível fazer com que as latas e garrafas de plástico rejeitadas entrem na máquina, recuperando assim o dinheiro que nos foi retirado/SACADO.
    Por isso, se uma lata ou garrafa de plástico for rejeitada, basta ter alguma pontaria e garantir que ela não VOLTA para trás.
    Um bem-haja!

  27. Paulo says:

    No fundo o que nos chateia é termos de sustentar um sistema que produz plástico sem termos sido consultados, é-nos impingido, e as alternativas foram propositadamente omitidas ou são inviáveis segundo os padrões dessa gente.
    Também há a hipocrisia de dizer que é pelo meio ambiente quando são raros os produtos que não estão embalados em plástico, e no caso da fruta e dos legumes, se os queremos levar para casa temos aqueles rolos de sacos de plástico transparentes para os embalar.
    As toneladas de cuvetes onde se acondicionam as carnes frias, os queijos, a carne e o peixe, etc deve ser tudo feito feito de um plástico diferente que não precisa do Volta.
    Como disse Joseph-Marie de Maistre no século XIX, “cada povo tem o governo que merece”. Nós temos o que merecemos.
    Em off-topic, o PM de Portugal lá foi outra vez aos USA ver um jogo da selecção, esqueçam lá isso do Volta, que não interessa a ninguém (tom irónico)

  28. Carlos Cintra says:

    Eu tenho ganho uns trocos, vou as maquinas e tem sempre latas e garrafas que a maquina não aceita, so colocar um etiqueta com 1 codigo de barras com o simblo volra igual a 1 garrafa elegivel e do mesmo formato (0.33, 1Lt. 1.5Lt…) e a maquina aceita, em media tenho feito 90€ por dia com essas garrafas. Fica a dica para quem tiver latas e garrafas não aceites.

  29. Cucureal says:

    Sem há cada cromo!
    Este foram deveria apagar as mensagens de quem está aqui a escrever só para desinformar e criar mais confusão, em algo que tem ainda algumas coisas por esclarecer.
    Mas a que é que eu me reporto, a estupidez descarada de dizer que o código de barras é único para cada garrafa, e que há uma página não sei das quantas, que se pode ir ver se aquele código já foi usado. Grandes mentiras.
    O código de barras não é único para cada garrafa, é sim o mesmo para um determinado produto, de um determinado fabricante, de um determinado país. Ou seja a garrafas de plástico de água mineral natural, com 0,5L, da marca do LIDL, têm todas o mesmo código, sejam uma ou 500 milhões de garrafas.

  30. Semifrio says:

    Esse valor de 10 milhões só faz sentido com o valor total de vendas, se forem 100 milhões de vendas esse valor é irrisório. Mais areia para os olhos do Zé povinho.

  31. Rui Rodrigues says:

    Isto já para não contar com os cafés e afins a cobrarem mais uns cêntimos, (se calhar a mais do que os 10centimos) e depois do (nosso) consumo, aproveitam as garrafas e latas para irem até ao Volta e receber os 10 cêntimos.
    Recebem os 10 cêntimos da garrafa/lata quando compraram e ainda os cêntimos que o pessoal paga por consumir uma água ou qualquer outra bebida.

  32. Eu says:

    Ecoponto,
    Volta com a publicidade do macaco, que estás perdoado! 😀

  33. freakonaleash says:

    A embalagem tem o símbolo VOLTA, então volta para a prateleira. Há cerveja em garrafas de vidro e há sumos em tetrapack. Água sempre a comprei em garrafões e depois divido por garrafas mais pequenas.

    Ao parolo do “bebe água da torneira”…epá não sabes o que perdes tens água engarrafa de Portugal de excelente qualidade e paladares diferentes e propriedades minerais diferentes, desde a água de Monchique à do Luso, passando pelas várias marcas que vão beber à Serra da Estrela, há aguas muito saborosas que vale a pena ir variando.

  34. bigfriend says:

    os indigentes apanham as garrafas todas . É vê-losd e manhã mal os supermercados abrem com sacos enormes cheiosd e latas e garrafas de plástico. O sem-abrigo andam sempre a ver os bidões e os recipeitnes de lixo mais pequenos á procura de latas e garrafas. e isto o dia e noite. Sobretudo à noite é ver nos bairros de Lisboa alfama, bairro alto, mouraria e á volta dos bares , restaurantes e snackas com grandes sacos cheiosd e latas e garrafas.

  35. PeterJust says:

    Malta, uma ideia, vamos evitar a todo o custo consumir produtos com volta, assim que eles se derem conta da pancada, rápidamente arranjam algo para substituir. Mas isso precisa de algum esforço da nossa parte, ir para as redes sociais gritar é mais fácil e prático, mas não resulta em nada.

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