Irão tem uma “arma secreta” fornecida pela China
Há informações que podem surpreender pela diferença entre a capacidade do armamento dos EUA e do Irão. Contudo, novos dados sugerem que, por trás de ataques aparentemente convencionais, existe uma camada invisível de inteligência baseada em satélites, capaz de alterar significativamente o equilíbrio no terreno. A China poderá estar por trás desta "arma secreta".

A importância da observação por satélite
Durante a Guerra do Golfo, um grupo de soldados iraquianos foi localizado em pleno deserto não por patrulhas terrestres, mas por imagens captadas desde satélites que detetaram marcas recentes de veículos na areia.
Este episódio marcou um dos primeiros momentos em que observar a partir do espaço começou a ser tão decisivo como disparar a partir de terra.
O papel do satélite TEE-01B do Irão
Uma série de documentos filtrados na posse do Financial Times revelou que o Irão não só dispunha de mísseis e drones para atacar bases norte-americanas, como também de uma ferramenta muito mais silenciosa e decisiva: um satélite de observação capaz de fornecer coordenadas precisas antes e depois de cada ataque.
O sistema, conhecido como TEE-01B, foi adquirido pela Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica no final de 2024, após o seu lançamento a partir da China, e permitiu aos comandos iranianos vigiar instalações-chave em toda a região, identificar alvos com um nível de detalhe sem precedentes para o país e avaliar o impacto dos seus ataques quase em tempo real.
Dito de outra forma, o que parecia uma guerra de fogo direto escondia, na realidade, uma camada prévia de inteligência orbital que multiplicava a eficácia de cada operação.
Cooperação estratégica com a China
O mesmo meio contou que por detrás dessa capacidade existe um acordo pouco visível, mas estratégico, com atores chineses, que não só facilitou o acesso ao satélite já em órbita, como também à infraestrutura necessária para o operar a partir de qualquer ponto do mundo.
Este modelo, baseado na transferência “em órbita” e em redes de estações terrestres distribuídas globalmente, um modelo de exportação pouco conhecido através do qual as naves espaciais lançadas na China são transferidas para clientes estrangeiros uma vez atingida a órbita, permitiu ao Irão ultrapassar uma das suas principais fragilidades: a vulnerabilidade das suas próprias instalações face a ataques.
Ao externalizar o controlo e o fluxo de dados, Teerão transformou um ativo comercial numa ferramenta militar difícil de neutralizar.
Capacidade de precisão sem precedentes
Face aos seus sistemas anteriores, incapazes de identificar com clareza alvos complexos, o novo satélite oferece imagens de alta resolução. O TEE-01B é capaz de captar imagens com uma resolução aproximada de meio metro, permitindo distinguir aeronaves, veículos e alterações em infraestruturas militares.
Isto transformou o planeamento dos ataques iranianos, passando de estimativas gerais para decisões baseadas em dados concretos, e consolidou uma combinação de inteligência humana, imagens de satélite e apoio externo que elevou consideravelmente a capacidade operacional iraniana.

O que se sabe sobre o satélite TEE-01B
As capacidades técnicas de um satélite espião, também designado como satélite de reconhecimento, variam consoante o país e a missão, mas existem características comuns já conhecidas através de fontes públicas e análises especializadas.
Sensores de alta resolução
Um dos elementos centrais é a capacidade de imagem. Satélites modernos conseguem captar imagens com resolução submétrica, podendo distinguir objetos com poucos centímetros de detalhe. Utilizam sensores ópticos avançados, semelhantes a telescópios, com espelhos de grande dimensão e sistemas de estabilização extremamente precisos.
Além disso, muitos recorrem a sensores infravermelhos, permitindo observar atividade térmica, como motores em funcionamento ou instalações industriais ativas, mesmo durante a noite.
Radar de abertura sintética (SAR)
Outra tecnologia fundamental é o radar SAR. Este sistema permite “ver” através de nuvens, fumo ou escuridão, algo impossível com câmaras tradicionais.
O SAR consegue mapear terrenos, estruturas e até detetar alterações milimétricas na superfície, sendo essencial para vigilância contínua em qualquer condição meteorológica.
Interceção de comunicações (SIGINT)
Alguns satélites não captam imagens, mas sim sinais. Estes são especializados em inteligência de sinais, ou SIGINT. Conseguem intercetar comunicações rádio, transmissões militares, sinais de radar e até algumas comunicações por satélite.
Esta capacidade é crítica para identificar movimentos militares, localização de sistemas de defesa e padrões de comunicação.
Órbitas e revisita
A maioria destes satélites opera em órbitas baixas da Terra (LEO), tipicamente entre 300 e 1.000 km de altitude. Isto permite maior detalhe nas observações. No entanto, implica que o satélite só passe sobre o mesmo ponto em determinados intervalos.
Para mitigar isso, os países utilizam constelações de satélites, garantindo revisitas frequentes, por vezes várias vezes ao dia.
Processamento e transmissão de dados
Os dados recolhidos são processados a bordo ou enviados para estações terrestres através de ligações seguras e encriptadas.
A evolução recente inclui o uso de inteligência artificial para análise automática de imagens, identificação de alvos e deteção de padrões.
Camuflagem e manobras
Alguns satélites têm capacidade de manobra orbital, permitindo ajustar a sua trajetória e evitar deteção ou colisões. Há também esforços para reduzir a sua assinatura, tornando-os menos visíveis a radares ou a outros sistemas de vigilância espacial.
Contexto atual
Potências como os Estados Unidos, China e Rússia lideram o desenvolvimento destes sistemas, com investimentos significativos em novas gerações de satélites mais pequenos, mais autónomos e com maior capacidade de processamento.
Em síntese, os satélites espiões são hoje plataformas altamente sofisticadas que combinam sensores avançados, comunicações seguras e inteligência artificial, desempenhando um papel central na vigilância global e na estratégia militar moderna.
Ataques a bases militares
Entre os registos obtidos, foi mostrado que o satélite captou imagens da Base Aérea Príncipe Sultão, na Arábia Saudita, nos dias 13, 14 e 15 de março. A 14 de março, o Presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que aeronaves norte-americanas na base tinham sido atingidas. Cinco aviões de reabastecimento da Força Aérea dos Estados Unidos ficaram danificados.
O satélite também realizou vigilância da Base Aérea Muwaffaq Salti, na Jordânia, e de localizações próximas da base naval da Quinta Frota dos Estados Unidos, em Manama, no Barém, bem como do aeroporto de Erbil, no Iraque, em torno da data dos ataques reivindicados pela Guarda Revolucionária Islâmica contra instalações nessas zonas.
Outras áreas vigiadas incluíam o Camp Buehring e a base aérea Ali Al Salem, no Kuwait, a base militar norte-americana Camp Lemonnier, no Djibuti, e o Aeroporto Internacional de Duqm, em Omã.
Infraestruturas civis sob monitorização
Na infraestrutura civil do Golfo Pérsico monitorizada estavam também o porto de contentores de Khor Fakkan e a central de dessalinização e energia de Qidfa, nos Emirados Árabes Unidos, bem como a fábrica Alba, no Barém, uma das maiores fundições de alumínio do mundo.
Em paralelo com o relatório do Financial Times, o New York Times publicou uma análise onde explica que este tipo de avanços não é um caso isolado, mas sim o resultado de uma relação construída ao longo de décadas entre o Irão e a China no campo militar e tecnológico.
Desde os anos 80, quando Pequim fornecia armamento de forma direta, até às últimas décadas, em que optou por um apoio mais discreto baseado em componentes, tecnologia dual e transferência de conhecimento, a cooperação evoluiu para se adaptar a sanções e equilíbrios regionais.
Em resumo, neste processo, a China passou de vendedora de armas a facilitadora de capacidades que permitem ao Irão desenvolver e melhorar as suas próprias tecnologias sem se expor abertamente.




















Nada disto é novidade para os militares dos EUA. Mas enquanto não existirem danos no terreno, os políticos não abrem os cordões à bolsa para comprar os sistemas de defesa anti-aérea necessários, nem reforçam as estruturas físicas que deveriam proteger os aviões de drones e mísseis por exemplo.
Quando os custos em material e vidas perdidas começa a superar os custos que teriam tido se tivessem investido na prevenção, então nessa altura geralmente começam a fazer fluir o dinheiro, basicamente correndo atrás do prejuízo.
Já se sabe ao tempo, que em caso de guerra da China contra Taiwan que a China vai atacar todas as bases aéreas dos EUA na região e que a maior parte dos meios aéreos dos EUA serão devastados em terra porque não têm infra-estruturas reforçadas, nem sistemas de defesa anti-aérea nos locais capazes de parar os ditos ataques.
Acho que algumas propostas para mitigar o problema passava por espalhar os meios por muitas mais bases aéreas, para reduzir as perdas por cada aeródromo atacado com sucesso, mas o reforço da protecção em si aparentemente ainda não foi levado a sério pelos políticos.
Desculpa lá mas não andas a acertar uma, andas completamente “a leste”.
Se e quando a China tomar Taiwan – os EUA não levantam um dedos para a defender – logo, não há qualquer necessidade de a China atacar bases dos EUA.
Os EUA vendem material militar à Taiwan e recebem por isso. E com Trump não passam disso.
(Já agora, com Trump, os EUA também fornecem material militar à Ucrânia – mas pago pelos países europeus. Embora aqui haja alguma diferença porque Trump detesta os estados e políticos europeus e seja um aliado de Putin, ao contrário do que acontece com Xi Jinping).
Não é o que se diz por aí, especialmente em círculos relacionados aos EUA, a política é ambígua, e daí que você possa dizer que os EUA não farão nada, mas tal depende do presidente em exercício, porque existe até legislação que indica que os EUA têm de ajudar militarmente Taiwan, não necessariamente participar em acções militares.
Mas os EUA tem militares a dar formação a militares de Taiwan em uma ilha próxima da China, para que tenham capacidades reais para efectuar acções de sabotagem na própria China. Por isso nem é só uma questão dos EUA estarem só a mandar/ vender material, eles estão neste momento no terreno a dar instrução.
De fornecer equipamento e instrução, para participar de forma activa na guerra não vai uma grande distância, tal depende da vontade política no momento.
Todas as projecções (em simulacros de guerra) falam de enormes perdas do lado dos EUA, embora exista a possibilidade dos EUA ganharem, tal implica que tenham de ter estratégias muito diferentes daquelas que têm empregado para atacar outros países, porque os Chineses têm um pouco de tudo, ainda que em muitos casos o material e o treino seja muito pior que o dos EUA, mas mesmo com essas considerações os EUA consideram que a China é um adversário muito sério e podem ganhar uma guerra se os EUA não se movimentarem bem nas estratégias e acções militares…. por exemplo: eles já sabem que não podem concentrar os navios próximos uns dos outros em caso de guerra contra a China, porque os chineses irão atacá-los com armas nucleares para os devastar, e isso afecta muito a capacidade de ataque, sobretudo próximo da China continental. E isto é apenas uma das coisas, eles também sabem por exemplo que a maioria dos grandes navios civis chineses são fabricados de origem com propósito duplo, em tempos de paz fazem transportes, em tempo de guerra podem colocar equipamentos militares nos mesmos que os transformam quase que de um dia para o outro em navios de guerra que vão causar grandes problemas, pelo simples facto de serem talvez dezenas de milhares deles, talvez ultrapasse a centena de milhar deles.
Ná. Tens que mudar de leituras, que digam, por exemplo:
– Biden tinha-se, comprometido, verbalmente com a defesa de Taiwan. Trump não se comprometeu com nada e limitou-se a reclamar, alto e bom som, que Taiwan pague, bem, as armas que compra aos EUA.
– Embora, sem qualquer espécie de dúvida, ganhasse uma guerra se quisesse invadir Taiwan, a China não quer abandonar a sua política a que chama de coexistência pacífica e de resolução de conflitos pela negociação. É com ela que não para de marcar pontos na época do trumpismo.
– E precisa que cada vez mais países, para além de reconhecerem que Taiwan faz parte da China (o que decorre da Carta das Nações Unidas) aceitem que ocupe “pacificamente” Taiwan. Diz-se que Pedro Sánchez na sua recente vista à China, o fez.
– E que Trump também o fará, se a China tiver uma oferta de contrapartida que lhe interesse. Ou seja, para Trump e a sua administração, Taiwan não é mais do que uma moeda de troca relativamente à China.
Isso de que a China, para ocupar Taiwan, ataca primeiro as bases e a força naval americana na região e entra em guerra com os EUA, parece-me resultado de leituras desajustadas.
A China está a preparar-se para a guerra, basta olhar para o enorme investimento nas forças militares capazes de projectar força a longa distância.
A Marinha chinesa é gigante e vai muito além do que seria necessário para manter o status quo… aliás é notório o desenvolvimento de novos navios para desembarque anfíbio, e muita tecnologia para destruir navios inimigos.
A política de coexistência pacífica terminou há muito tempo, a pressão sobre Taiwan é real e belicosa, assim como sobre outros países que não aceitam a sua visão… É olhar para o Vietnam, Filipinas, etc… Resolução de conflito por negociação não parece ser a maneira de descrever o que a China está a fazer…
A China poderá até preferir que seja apenas por pressão que Taiwan cede, mas se não tiver o resultado desejado a guerra parece mais do que provável tendo em conta tudo o que China tem estado a fazer a nível estratégico.
Não é à toa que os Estados Unidos têm vindo a reabrir uma enorme quantidade de bases no pacífico…
Só não libertam o Tibete, que é um ovupasopela força! Além de estarem em conflito vom todos países vizinhos ocupa mar que não lhe pertence, já decidido em instâncias internacionais como ainda ocupa território indiano! Além disso foi lesta (mais os russos) a combater os portugueses e a defender a suposta “autodeterminação” dos povos, mas apenas em relação a territórios dos outros, porque dentro de portas, não há cá liberdades para ninguém! A cada ano que passa, Taiwan tem menos a ver com a China, as gerações mais novas não querem ser chinesas. Além disso tem povos nativos austronésios e não han. Não há duvida, a China é fantástica a lixar os outros.
Então números em cima da mesa, as FA atuais dos EUA, da China, da Rússia e da NATO sem os EUA:
– Pessoal ativo: 1,3 milhões (EUA), 2,0 milhões (China), 1,2 milhões (Rússia), 1,9 milhões (NATO sem EUA)
– Aeronaves: 13.000 (EUA), 3.500 (China), 4.200 (Rússia), 7.000 (NATO sem EUA)
– Tanques de guerra: 4.140 (EUA), 4.700 (China), 5.600 Rússia. 4.300 (NATO sem EUA)
– Porta-Aviões: 11 (EUA), 3 (China), 1 inativo (Rússia), 5 (França, UK e Itália)
Como a China por esta altura não me interessa por aí além, destaco a NATO sem EUA. Há muito a ideia, que Trump não se cansa de repetir, que a NATO sem os EUA é um tigre de papel. Basta ver os números e vê-se que não é assim.
“Pois, mas vontade de combater, na Europa não é assim por aí além …” Se for necessário a vontade aparece e os meios existem … o que não existe são FA unificadas e se está muito longe disso.
Trump ameaça repetidamente que vai sair da NATO. Já parece o sujeito que não para de dizer “Segurem-me, senão …” Os EUA precisam mais dos aliados que os aliados dos EUA. Agora, quando os EUA se metem numa guerra, junto com Israel, sem informar e consultar os aliados e se metem num atoleiro deu no que deu. Parece-me que a NATO sem os EUA fica melhor do que com Trump.
Max,
os países europeus não têm integração suficiente entre os seus exercitos para que esses números representem uma força eficaz para fazer face aos números dos outros países…
Para além disso os europeus têm grandes debilidades a nível de logística e suporte, assim como a nível de satélites militares. A experiência para fazer operações de grandes dimensões sem os Estados Unidos é pouca…
Números avulsos são apenas isso, números…
Max, tu é que não pescas nada disto
Aquele homem sem o gpt, um dia tem uma sincope cardíaca
O Trump ainda não te provocou nenhuma?
China, Rússia e Coreia do Norte sabem que têm de trabalhar em conjunto se querem fazer a folha aos imperialistas e que os imperialistas não a façam a eles. E quanto à arma nuclear do Irão , é só uma questão de eles resolverem oficializá-la. A partir daí, acabam-se os ataques.
O seu Nick diz tudo!
O Irão é uma nação com o 3º maior QI de inteligencia do mundo.
A China está em Primeiro, a Russia salvo erro em 5º ou 7º, e todos eles, bem a frente dos EUA e o resto da Europa.
Depois o Irão tem programas de cooperação com a Russia,e teem desenvolvido muita tecnologia em conjunto, o resultado está a vista, varreram o chão, com os Israelitas, e os seus lacaios.
Sim recentemente o Irão também tem tecnologia da China, e Coreia do Norte.
Os satélites que i Irão tem, são cooperações com a Russia e China, a Russia tem lançado vários satélites para o Irão.
Eu não entendo qual é o jogo de Israel, a únmica coisa que eles são bons a fazer é terrorismo.
A mesma coisa com os Britânicos.
Israel, destruiu a Palestina, ocupa partes do Libano,Siria, e uma enorme parte da Palestina, mas eu não consigo perceber o que eles querem do Irão, um País que nem faz fronteira com eles.
O Irão são 80M de habitantes, Israel, está a se destruir a ele mesmo, por vontade própria.
Como é possível ser tão ignorante. Os Ayatollahs querem destruir Israel, já disseram muitas vezes assim como o Hamas, Hezbollah o disseram e no caso da OLP até ao fim dos anos 80-
Os apoiantes incondicionais do Trampa andam desaparecidos, estou a ficar preocupado. 🙂
Na melhor das hipóteses o mundo fica igual a como estava no dia 27 de Fevereiro, ou seja no dia antes da trapalhada do estarola alaranjado.
Estou aqui. Trump destruiu boa parte do poder dos Ayatollah, tenta parar a proliferação, libertou presos politicos portugueses…
Já a União Europeia fez o que de positivo? teria visto os Ayatollahs a dominar o Levante e o Golfo – e feito nada como sempre.
Não é só inteligência que a China ( e Rússia ) fornecem ao Irão, há muito muito mais do que isso.
Concerteza,
O Irão nos BRICS, vai ter acesso a mais tecnologia, a um sistema, ou varios financeiros globais, passa a ter muito mais apoio, da Asia.
E depois vem os ramos militares, serviços de protecção, entre Países, nos BRICS pode começar a circular informação e bases de dados de criminosos, por todos os participantes, que já deve estar a acontecer.
E muito mais.
Eu sinceramente não entendo o que os EUA teem a ganhar em por Israel, que é uma potência militar insignificante, contra um gigante como o Irão.
Se o Irão decide de vez, que enquanto Israel existir, eles não vão ter paz, cuidado, é que depois deixa de existir Issrael.
Eu não sei o que essa gente tem na cabeça.
Já morreram presidentes,aos magotes, houve atentados contra outros, outros foram raptados, nem o Papa escapou.
Eu não entendo o que eles teem na cabeça, sinceramente, porra não chega já a confusão que armaram na Ucrânia,libano,siria,libia,iraq, afganistão, Russia,venezuela e agora Irão??
Não chegaria para perceberem o colossal horror, de tudo isto??
E estão a fazer isso com o dinheiro do povo, que é de todos nós, mas quem quer as guerras, é uma infima minoria do povo. 0.1%?
Como é que isto é possivel?
Enfim..