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Hantavírus: que vírus é este e qual o risco real para os portugueses?

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Guilherme says:

    #fiqueemcasa
    #vaificartudobem

    E já agora não se esqueça de lavar as mãos e cuidado com o bacalhau à brás…

  2. Manuel Monteiro says:

    Infelizmente os Portugueses não aprenderam nada com a última pandemia, pois continuo a ver pessoas a sair dos WC públicos sem lavar as mãos.

    • Zé Fonseca A. says:

      Loool.. e os vírus transmitem-se nas wcs?
      Sabes que a prática de lavar as mãos para proteção tem a ver com cumprimentares outras pessoas ou tocares onde outras pessoas tocaram, não tem nada a ver com wcs

  3. Max says:

    Partiu da Patagónia (Argentina), em 10/04/2026, chegou a Cabo Verde em 03/05/2026.
    O contacto com os ratos que transmitiram o vírus pode ter sido no navio, no início da viagem, ou na Argentina, porque as infeções no navio estão dentro do período de incubação – de 1 a a 8 semanas.
    Mortes: Dois, holandeses, em 25 e 29 de abril, marido e mulher (de 70 e 69 anos), e um alemão, de que não há informações específicas.
    Alguns doentes mais críticos (como a holandesa que faleceu e um inglês, de 69 anos) foram evacuados para hospitais na África do Sul. Os outros doentes permanecem em unidades de isolamento no navio.
    Em Cabo Verde não deixam atracar o navio, e isso percebe-se quanto aos ratos infetados, que podem estar a bordo. Mas porque não deixam desembarcar os passageiros? Porque é conhecida uma variante do vírus – Vírus Andes (ANDV), nativa da América do Sul (Argentina e Andes) de que haverá, em 30 anos, 60 a 80 casos conhecidos de transmissão entre humanos. Para as outras variantes conhecidas a transmissão entre humanos é considerada zero. Também se está a considerar a perigosidade do vírus no navio por estar a causar mortalidade elevada.
    Coitados dos passageiros que só querem ir para casa e ainda não sabem quando isso vai acontecer.

    • B@rão Vermelho says:

      Eu já por algumas vezes fiz escala em Amsterdam e se há coisa que me impressionou foi a quantidade de ratos dentro do aeroporto a circular livremente, fiquei impressionado com os WC terem água quente para lavar as mãos no inverno e depois com a rataria lá dentro, aparentemente os “Holandeses” gostão de ratos.

      • Max says:

        Pois dois holandeses foram apanhar um cruzeiro à Argentina e morreram por cauda de um vírus dos ratos de lá. Na Holanda não existe.
        Com tanta circulação de mercadorias não deixa de ser curioso que os ratos e os respetivos vírus permaneçam localizados regionalmente.

        • Max says:

          A razão para não se ter espalhado pelo mundo – o rato dos Andes que transmite o hantavírus ANDV é o colilargo, um rato silvestre, que não tem tendência a viver em casas (não se alimenta de restos de alimentos, como o nosso rato preto e as ratazanas). Mas pode alojar-se em barracões abandonados. A transmissão é através da urina e fezes, que fazem parte do pó. Para não apanhar o vírus é recomendado molhar e lavar, em vez de varrer.
          Como pesa só 40 ou 60 gramas, se por caso subisse para o navio, os ratos pretos e ratazanas que por lá vivem davam cabo dele. Assim, fica-se pelos Andes. Isto quer dizer que no caso do cruzeiro é muito provável que os passageiros tenham sido infetados nos Andes argentinos, antes de embarcar. Pelos vistos andavam em observação da vida selvagem.
          Mas morrer-se, passando um mau bocado antes disso, por causa de um ratito não se pode dizer que tenha graça.

      • Zé Fonseca A. says:

        Em NY tens ratos em todo o lado a toda a hora do tamanho de cães pequenos.
        AKA rat city
        Então nas zonas do central park até mete medo andar de noite, parecem gangs organizados

        • Max says:

          Não têm vírus. O medo das doenças transmitidas pelos ratos vem da peste negra, transmitida (principalmente, não há certeza se exclusivamente) pela pulga do rato preto. Os ratos pretos continuam por cá, com pulgas, mas a bactéria da peste já não. E se andasse tratava-se com antibiótico. O problema do vírus do cruzeiro é que não há tratamento conhecido.

    • Max says:

      As últimas: “o Ministério da Saúde espanhol anunciou que concordou com a OMS em inspecionar o navio de cruzeiro afetado pelo hantavírus antes de decidir se atracará nas Canárias. Uma equipa de epidemiologistas fará durante a tarde desta terça-feira uma avaliação para verificar o estado dos passageiros e tripulantes, determinar se há mais pessoas com sintomas e identificar possíveis contactos. Assim que toda a informação estiver disponível, será tomada uma decisão sobre a rota do navio e o repatriamento dos seus passageiros.”

    • Max says:

      O cruzeiro atracou na Ilha de Santa Helena, a meio caminho entre a Argentina e a África, já tendo falecido o passageiro holandês e com outros em estado grave.
      Um passageiro inglês foi transportado, de Santa Helena para um hospital em Joanesburgo num avião ambulância, numa câmara de pressão negativa; está internado em estado grave, ligado a um ventilador.
      A passageira holandesa, que o marido tinha falecido, não foi avaliada como tendo um estado grave. Viajou para Joanesburgo num voo comercial de uma companhia sul-africana, que faz um voo semanal. Sentiu-se muito mal durante o voo e faleceu no dia seguinte. A OMS está a procurar contactar os 82 passageiros e a tripulação porque teme que a passageira tivesse uma carga viral forte, dada a rapidez como a doença evoluiu, e a tenha transmitido o vírus..

      • Max says:

        Quando ainda não se conhecia qual era o vírus e a variante, no mesmo voo, da Ilha de Santa Helena para Joanesburgo em que viajou a passageira holandesa (que faleceu no dia seguinte), viajou outro passageiro, suíço. Estava assintomático, em Joanesburgo apanhou um avião comercial, com centenas de pessoas para Zurique.
        Depois de se saber foram buscá-lo e internaram-no; está em observação, em estado estável. Andam também a localizar os passageiros e tripulantes deste voo. Se a infeciosidade entre humanos fosse grande, o vírus, em dois voos, passou de um navio perdido no Atlântico para o coração da Europa. Atribui-se ao hantavírus infeciosidade zero entre humanos, exceto nesta variante. No caso do cruzeiro ainda andam a procurar saber qual é.

  4. Grande xuxxa says:

    No outro dia fui visitar a sede do PS e quando saí de lá tive de ir a correr lavar as mãos. No dia anterior, um amigo meu, fez o mesmo na sede do BE, mas não foi a tempo e foi desta para melhor.

  5. Guilherme says:

    1° – OMS diz que foram ratos e nao era transmitida pelos humanos.
    2° – Empresa dona do barco diz que o mesmo não tem ratos
    3° – OMS depois de mais infeções diz que afinal pode ser possível transmitir entre humanos
    4° – Espanha diz que notícias sobre autorização para atracar em Espanha são falsas.

    Não sei não, tudo é muito estranho eu não queria deixar uma conspiração mas que pensei numa pensei…

    • Mr. Y says:

      Tu pensares em conspirações? Quem diria!

    • Max says:

      A OMS diz – não é de agora – que a variante do vírus, ANDV, pode ser transmitida, excecionalmente, entre humanos. Há 60 a 80 casos conhecidos, em 30 anos.
      Visto que está dentro do período de incubação, pode ter sido transmitido a passageiros (por ratos ou entre humanos) na Argentina, antes de entrarem no navio. Ou por ratos no navio.
      A companhia dizer que o navio não tem ratos, enfim, se dissesse o contrário é que seria estranho.
      A companhia dizer que o navio segue para as Canárias e as autoridades de saúde espanholas dizerem que uma equipa de epidemiologistas fará uma avaliação para verificar o estado dos passageiros e tripulantes, e só depois será tomada uma decisão sobre a rota do navio e o repatriamento dos seus passageiros, também nada tem de estranho.

    • Hugo says:

      É o costume, malta “inteligente” a levantar assuntos sem qualquer argumento.
      Nunca sabem nada…apenas que o que se sabe…é mentira, só porque sim LOLOLOLOL

  6. paulo says:

    Os Holandeses são dos tipos que menos lavam as mãos.

  7. Pois é says:

    Risco real para os portugueses?
    Com tantas misturas e sem quarentena é claro que há.

  8. Pedro Silva says:

    Assistente de bordo internada depois de apresentado possíveis sintomas de infeção por hantavírus…
    https ://www.rtp.pt/noticias/mundo/holandesa-internada-em-hospital-de-amesterdao-com-suspeita-de-infecao-por-hantavirus_n1739534

    OMS procura localizar os 80 passageiros a bordo do avião em que seguia uma passageira do navio cruzeiro, que morreu vítima de hantavírus.
    https ://zap.aeiou.pt/hantavirus-procuram-se-passageiros-741303

  9. Yamahia says:

    Pode ser que este vírus até traga um lado positivo, fazer com que os cruzeiros desapareçam da orla marítima de Lisboa e acabar com a mania de culpar os carros a combustão pela poluição.

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