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“Defender Portugal”: proposta do PSD e CDS para atrair jovens às Forças Armadas

                                    
                                

Imagem: JN

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Guilherme says:

    Cuidado vem aí os Russos…

    • B@rão Vermelho says:

      Os Russos estão atolados até as orelhas na Ucrânia, e o país a caminho da banca rota, o Put In borrado de medo que lhe façam a folha, é esta a atual situação da Rússia, mas pessoas desesperadas fazem coisas desesperadas.

      • Guilherme says:

        Não digas isso, eles só param em Lisboa.
        Muito cuidado…

        Já estás a estragar a narrativa!

      • jorgeg says:

        lolllll,… comediante ou extremamente ignorante.
        Fonte deve ser o circo do palhaco,… loll

        A Russia perdeu a guerra em 2022. Honestamente abaixo do rio douro a Russia pode ficar com tudo.

        • O Nalgas das Caldas says:

          A Russia ganhou a Guerra em 2023, ai ficou claro.

          No entanto já se sabia de antemão que a Russia ia ganhar, porque a disparidade militar é tremenda.

          No entanto a NATO é quem luta por trás, e ai a quantidade de recursos são muitos.
          Os EUA até reconheciam que a Russia ganhou, o problema são so amestrados da europa central/norte, que vieram para a EU com os sonhos de reconstruir impérios passados.

          Há alguns Países que irão, ser atacados, disso não tenho dúvidas, mas serão atacados em resposta aos ataques que eles prórios lançam sobre a Russia.

          Esses não contam, porque eles próprios foram os primeiros a participar activamente na guerra.

        • Jota says:

          Por acaso eu digo sempre o contrário, acima do rio Douro, pode ir tudo, nada interessa…

        • B@rão Vermelho says:

          Os Putinistas todos ouriçados de lerem alguma realidade, muito bom 🙂 🙂 🙂

    • Bullseye says:

      Tipico pensamento tuga, Se não é preciso agora também não vai ser no futuro.

      Espero sinceramente que tenhas razão, porque se um dia for necessário defender o país, mais vale acenar logo a bandeira branca.

  2. Manuel says:

    Enviem os familiares deles para a guerra … olha lá.

    • mamba says:

      Qual guerra?

      Nem para patrulhar as nossas águas ou auxílio em caso de catástrofe temos pessoal, quanto mais guerra. Tivemos o excelente exemplo das tempestades.

      As forças armadas servem para (muito) mais do que guerras… Santa ignorância.

      • Grunho says:

        Não servem sequer para patrulhar florestas e impedir ataques de incendiários, venham eles daqui ou de alguma potência estrangeira, que querendo pode deitar o fogo ao país inteiro. E no entanto custam dinheiro – e muito – sem devolver proveito nenhum.

  3. Muito mais que isso. says:

    Nos anos 70 e até meados dos 90, a tropa era obrigatoria e o objetivo era a “formação cívica, física e militar de jovens cidadãos” e o reforço da ligação entre a sociedade civil e a Defesa Nacional, eram transmitidos valores, educação, aquela que em casa hoje em dia não se dá, porque os cidadão já não sabem, porque essa ligação de pais/filho perdeu-se nas ultimas decadas, está na altura de se voltar a educar a população, dois ou três meses apenas de recruta, não lhes fazia mal nenhum, mas isto já não é mau.

    • Tug@Tek says:

      Uma correção, deixou de ser obrigatória em final de 2004.
      Concordo que no mínimo a recruta toda a gente devia fazer, homens e mulheres. O saber não ocupa lugar…

      • Zé Fonseca A. says:

        Sou do tempo da recruta obrigatória e bastava estar faculdade que eras dispensado. Não fiz recruta e não senti falta. Também não aprendi nada na faculdade mas pelo menos não tive de largar o emprego para ir para a recruta como aconteceu a muitos

        • Tromp says:

          Poderia ser…
          Não quer dizer que fosse…
          Como os Tavirocos, médicos, advogados, engenheiros…
          Uma tropa mais santa, mas que foram, foram.

    • Danny says:

      Eu já apanhei a não obrigatoriedade, quando quis ir já não tinha idade e estou arrependido até hoje de não ter tido essa experiencia. O pessoal acha que ir para ali é como um carimbo de vou para a guerra, mas estão enganados é mais uma experiência enriquecedora do seu Curriculum. Numa guerra vai tudo, com ou sem experiencia, devem achar que por não ir se safam de ir para afrente de batalha, levam formação e bota para a frente.

      • Tromp says:

        Claro.
        O saber não ocupa lugar,
        Saber operar alguns equipamentos que não se encontram à mão, não faz mal nenhum.
        Outra coisa é perder muito tempo para além do necessário, porque se tratava de mão de obra barata.

    • Grunho says:

      Nos anos 70 a tropa era obrigatória para fazer a guerra colonial e custava 1/3 do orçamento de estado. Agora, parece que o des-venturas quer outra vez tropa obrigatória para recuperar Angola, a ideia da “traição” não lhe sai da cabeça. E era capaz de ser eficaz. Mal ele desembarcasse a comandar as tropas era capaz de matar milhares de angolanos de ataque de riso.

  4. Bezainas says:

    Os inimigos estão cá dentro. Deixaram-nos entrar

  5. says:

    No global até me parece bem, mas eu fazia uma alteração bem interessante… idade mínima, 16 anos. Obviamente com autorização dos pais. Até podiam ter uma espécie de campos de verão/feira de aptidão onde os jovens teriam conhecimento do meio militar e as várias vertentes de mesmo. Até podia bem ser uma forma de “educar” alguns putos mais manhosos, se bem que esse é o papel dos pais, mas não seria totalmente descabido. Talvez até ter, para casos de insucesso ou mau comportamento escolar, participação obrigatória.
    Claro que há aqui mais a fazer, mas temos que ter noção que ninguém defende Portugal como os Portugueses. Já sabemos isso há mais de 800 anos.
    Eu até diria mais… salvo o devido respeito que tenho pelos operacionais, eu criava corporações de bombeiros militares. Num futuro a médio prazo até podiam ser todos os bombeiros militares. Há demasiada fragmentação em alguns setores críticos. A mim não faz sentido haverem centenas de corporações de bombeiros. Deveria haver uma única entidade responsável diretamente sob a égide do governo. Sem necessidade de não sei quantos intermediários.

    • B@rão Vermelho says:

      16 acho curto, eu fui militar com 18 anos, RC4, RI8 e novamente RC4, e é uma altura complicada, começamos as relações mais duradoras nessa idade e é um fator de distração, acho que a idade ideal é a partir dos 21 anos, eu se soube-se o que sei hoje tinha ficado no exercito, provavelmente hoje já estava reformado por invalidez com reforma por inteiro, mas acho muito bem, até acho que devia voltar o serviço obrigatório, os tempos estão a mudar e devemos esperar o melhor mas preparados para o pior.

      • Zé Fonseca A. says:

        O sonho da reforma.. devo ser o único cota que sonha em nunca se reformar

        • B@rão Vermelho says:

          Eu como só conheço “metade” do mundo, ainda queria conhecer a outra metade, e como o tempo já ñ é muito, a reforma é bem vinda, faltam-me 10 grandes viagens para me reformar. 🙂 🙂 🙂

      • says:

        Não estou a falar em fazer a recruta aos 16 anos. Este programa também não é sobre isso. Mas tal como em outros países temos academias militares para putos, porque não aproveitar aquilo que se vai preparar para também incluir mais novos? E há putos que mesmo quando novos querem ir para a tropa. Seria uma boa forma de experimentar ou até de já se fazer alguma triagem os que interessam e aos que não interessam.

  6. Art says:

    O problema é a qualidade dos candidatos. A maior parte dos que aparece só servem para fazer adubo.

    Esta geração tem que abrir a pestana e começar a ser útil, não só nas forças armadas, mas em todos os campos da sociedade.

    • GM says:

      Concordo em pleno.

    • Tug@Tek says:

      Estas novas gerações são diferentes das que foram a tropa em regime de obrigatoriedade, mas não é por isso que deixam de ser menos validos, aliás, estas novas gerações tecnológicas, terão muito a acrescentar às FA.
      Basta ver o tipo de guerras que estão em curso, são guerras com onde a tecnologia impera….

      • GM says:

        A tecnologia ajuda, ou tem ajudado. Mas no final é necessário botas no terreno para ocupar território. No caso da Ucrânia, consegue-se defender com recurso à tecnologia, mas para recuperar os territórios por ora ocupados pela Rússia, necessita de soldados no terreno.

    • says:

      Não entro nessa cantiga. É conversa de cota. Todas a gerações que vieram a seguir foram “piores” que as anteriores, segundo os velhos do restelo. São diferentes. Podemos não concordar com muita coisa, mas é o que é. Aliás, tivemos (e vamos tendo) o exemplo da Ucrânia em que foram buscar gamers e geeks para pilotar drones. Não é o Zé da G3 que mata 3 pardais com um único tiro que vai pilotar um drone. São os geeks. Para já não falar de tudo o resto, da guerra eletrónica, espionagem e por aí fora. Qualquer dia nem é preciso soldados para ganhar uma batalha (oops, já tivemos aparentemente). E guerras em que nem se dispara um único tiro.
      Continuamos a ter de tudo um pouco, só que diferente. O mundo de hoje já não é o mesmo que muitos de nós conhecíamos. O mundo muda e a guerra também. Só “nós” é que não mudamos muitas vezes.

  7. JS says:

    Eu acho que devia ser obrigatório como no meu tempo entrei com 20 e sai com 22 foram dois anos
    Ganhava 300 escudos por mês nos três meses de recruta e depois fiquei a ganhar 1.500 escudos dava para as viagens que eram 1/4 de bilhete
    Se gostei. Não
    Era obrigatório que remedio tinha que me apresentar sempre

  8. TiagoR says:

    A proposta não sendo atrativa por diferentes pontos de vista é um princípio, na minha prespetiva deveria ir mais longe sem receios e medos face aos desafios presentes e futuros que o país enfrenta. Os perigos mais iminentes apresentam se na frente climática, incêndios, tempestades, calamidades e esta devia ser a prioridade como sabemos cada vez mais dificil pelo envelhcimento e insuficiente natalidade na substituição de gerações, no recrutamento uma segunda via militar complementar ou autónoma e nunca inferior a 1 ano, menos que isto não operacionaliza a formação obtida. No meu tempo de cumprimento militar obrigatório no maior campo militar do país com a sua localização no centro de Portugal permitiu contatar com pessoas desde Valença do Minho até Vila Real de Sto. António com realidades sociais bem diferentes algumas bem profundas em que todos por igual eram sujeitos a um comportamento, disciplina e respeito por hierarquias . Atualmente alguns destes valores perdidos nas atuais gerações por opções políticas certamente poderiam contribuir para uma maior prontidão coesão nacional nas frentes e desafios que se avizinham.

  9. Joao Ptt says:

    Ir para a tropa nunca foi atractivo.
    E certamente que os políticos não conseguirão mudar isso.

    Quer dizer, podiam propor-se a pagar 4000 euros por mês líquidos para se ser militar, e certamente que iriam ter uma enorme quantidade de jovens a querer ir para lá, mas algo me diz que isso nunca irá acontecer, e que mais facilmente metem uma lei a dizer que têm de ir à força, e já agora pagar tudo do vosso bolso, que pagar realmente bem aos militares.
    Por outro lado, para pagar bem aos militares, provavelmente teriam de aumentar ainda mais os impostos, porque pagar a esses níveis seria inviável do ponto de vista económico.

    Por outro lado gostaria de ver mais entusiasmo dos deputtados era para aumentar a polícia para uns 110 mil funcionários para estarem efectivamente no terreno a prevenir e combater a criminalidade interna, e claro seriam necessários mais pessoas no apoio logístico/ técnico/ administrativo para tudo funcionar.

    • says:

      Portugal é dos países com mais polícias per capita. Está é muito mal gerido (também devido à burocracia), como tantas outras coisas no nosso País. Uma das coisas que eu faria era fundir GNR e PSP. Ter uma única força de ordem. Na minha terra temos as 2. Nunca se sabe qual rua é de quem. A minha cota foi atropelada numa passadeira (felizmente nada de grave) em frente à GNR, a 5 metros da porta da GNR. E os guardas chamaram a PSP porque não podia intervir ali. E vieram os únicos 2 agentes da PSP em patrulha na cidade para tomar conta da ocorrência. E estavam uns 4 ou 5 elementos da GNR a apreciar a cena (também nada podiam fazer).
      Outra, era passar os bombeiros para a alçada direta do ministério da administração interna e da defesa. E sou tentado a pensar nos bombeiros passarem para a alçada militar. Podiam bem ter outras funções e outras atribuições fora das épocas mais críticas de fogos. Complementado com bombeiros voluntários, seria uma solução interessante.
      E sinceramente, não estou a par das condições salariais dos militares, mas pelo que ouço não me parece que seja esse o grande problema. É certamente a falta de perspetivas de carreira. Mesmo os que para lá vão já sabem que são 7 (?) anos e fora na maioria dos casos. Não, também não acho que deva ser um emprego para a vida, mas deveria haver uma estrutura mais sólida. Continua a haver gente a querer ir para a para as forças armadas (e muitos marmanjos a ir tirar o curso de aviação para depois dar o salto para o privado ou outros cursos). Continua a haver gente a querer ir para a PSP e para a GNR. Apesar de tudo, há é muita gente que não interessa, sabemos isso. E mesmo assim ainda passam muitos que nunca deveriam passar. Infelizmente sabemos que as forças militares e da ordem também atraem alguns elementos que gostam é da farda. Até os próprios bombeiros e os “vigilantes” privados.

  10. PorcoDoPunjab says:

    Logo para começar, não há jovens, principalmente jovens tugas nativos.
    O que há muito é material estrangeiro.
    Segundo, mas quem quer defender isto, tirando políticos, familiares de políticos e amigos de políticos?
    Ninguém.

    Mas sempre se pode pedir ao Costa para ir à Índia e oferecer 1000 euros para cada um que quiser vir defender com convicção a pátria portuguesa.
    Serão milhões, faltarão Generais e Almirantes para tanto soldado.
    Portugal terá o maior exército Punjab da Europa.
    Que emoção, chuif Chuif.

    Sempre acreditei que Portugal está alinhado com um futuro grandioso e expoente máximo da civilização humana.
    Ormuz ainda vai ser nosso novamente, fixem bem isto.
    Irão e Omã, tremam, que nós vamos a caminho.

  11. Mário F. Correia says:

    Com o novo pacote laboral, com a carga fiscal, falta de habitação, e portas escancaradas à imigração, os únicos jovens que vão conseguir atrair são os novos portugueses de turbante. Os jovens portugueses continuam a sair do país, constituem família nos países que os acolhem e não regressam.

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