Um milhão de trotinetas depois, a Segway prova que a micromobilidade não foi só uma moda
A Segway acaba de atingir um milhão de unidades vendidas da sua série Ninebot E2, e, para quem ainda associa a marca àquele curioso veículo de duas rodas no qual circulavam seguranças e turistas em centros históricos, está na hora de atualizar a ideia.
Reconhecida pelo veículo de duas rodas onde circulavam seguranças, a Segway reinventou-se completamente com as trotinetas elétricas, repensando o conceito de transporte urbano.
Hoje, de acordo com a Euromonitor International, é a marca mundial número um em vendas de trotinetas elétricas há três anos consecutivos (2023-2025), com mais de 15 milhões de unidades enviadas globalmente.
No coração deste sucesso está uma combinação poderosa de tecnologia, conhecimento e escala.
A abordagem de Desenvolvimento Integrado de Produto da Segway liga investigação, design, produção e feedback do mundo real num ciclo contínuo.
Segurança, fiabilidade e desempenho a longo prazo
Com o apoio de mais de 2000 engenheiros e um investimento de 174 milhões de dólares em I&D em 2025, a empresa continua a impulsionar a inovação através de tecnologias como as seguintes, concebidas para tornar cada viagem mais suave, segura e inteligente:
- SegRide;
- SegRange;
- SegSmart.
Com mais de 29 milhões de veículos elétricos vendidos em todo o mundo, em várias categorias, a Segway-Ninebot desenvolveu a sua experiência profunda em engenharia de baterias, um dos componentes mais críticos de qualquer trotineta elétrica.
Esta experiência está integrada no seu avançado Sistema de Gestão de Bateria (em inglês, BMS), concebido para garantir segurança, fiabilidade e desempenho a longo prazo.
Segundo a própria marca, o BMS ajuda a prolongar a vida útil, manter um desempenho estável e prevenir potenciais riscos, constituindo o alicerce de confiança que está por detrás de cada viagem.
Trotinetas elétricas da Segway são construídas para a vida real
A série Ninebot E baseia-se numa ideia simples: a mobilidade deve ser fácil, fiável e segura, independentemente das condições.
Com a mais recente série Ninebot E3, a Segway leva este conceito ainda mais longe, colocando a durabilidade, a segurança e a utilização quotidiana no centro da experiência de condução.
Cada eKickScooter é testada muito além das condições típicas de utilização, por forma a garantir fiabilidade a longo prazo:
- 270.000 ciclos de impacto para simular anos de estradas irregulares;
- 200.000 testes de fadiga push-pull para garantir resistência estrutural;
- 20.000 km de simulações de vibração para replicar condições de utilização prolongada.
Concebida para manter-se sólida, independentemente de onde quer que a vida o leve, a Ninebot E3 Pro combina desempenho e praticidade.
O seu motor de 800 W oferece uma aceleração potente, enquanto a autonomia de até 55 km permite fazer as deslocações diárias com confiança.
Ao mesmo tempo, a estrutura leve em liga de alumínio-magnésio e o mecanismo de dobragem rápida facilitam o transporte, arrumação e integração nas rotinas do dia a dia, seja em deslocações urbanas, viagens ou transições entre diferentes espaços.
O conforto e o controlo são igualmente prioritários: um sistema de suspensão dupla em elastómero, pioneiro no setor, suaviza terrenos irregulares, enquanto a tecnologia SegRide garante maior estabilidade durante a condução.
A evolução da Ninebot E2 para os mais recentes modelos Ninebot E3 reflete a visão mais ampla da Segway: combinar conhecimento do utilizador, engenharia avançada e escala global num ecossistema coeso.






















Ainda hoje de manhã quando deixei a minha esposa na estação de comboios passou por mim um homem na casa dos 40 anos numa trotineta não sei a marca mas é daquelas mais altas a uma velocidade grande bem mais dos 25 km e na faixa da esquerda, num das vias principais de acesso a Lisboa com duas faixas para cada lado, a minha esposa já me tinha falado dele, que perigo andar assim e aquela velocidade no meio do transito, já têm idade para ter juízo.
O problema é qdo andam a essas velocidades nos passeios a fazer razias aos pedestres.
Ansioso para q o limite de 30 seja implantado nas cidades, sobretudo nos passeios.
O problema é que cada uma dessas trotinetes que passam é um carro a menos a circular , que não se desgasta nem o dono compra combustível, e o não gasto das trotinetes é o não ganho dos sem vergonhas do lobby automóvel.
Pois eu, ontem, numa rua de sentido único ia virar à esquerda não vi carros nem peões, já tinha entrado com a parte da frente do carro no cruzamento, travei porque vejo um miúdo de uns 8 anos de trotinete elétrica, que vinha pelo passeio, em grande dificuldade para travar a trotinete para não me bater no carro. Parou a um metro de me bater no carro.
Obviamente quem dá uma trotinete elétrica a um miúdo não é para ele andar na estrada, é para andar no passeio. Mas um condutor quando chega a um cruzamento sem sinais procura carros e peões e não uma coisa pequena que se desloca rapidamente.
Parece-me mais perigoso do que um adulto numa trotinete no meio do trânsito (uma trotinete elétrica é equiparada a uma bicicleta e o que não falta são ciclistas no meio do trânsito).
Quantas bicicletas vez a andar na faixa mais a esquerda?
Eu raramente vejo um ciclista na faixa da esquerda.
Falando em miúdos, bicicletas e trotinetes. A lei permite que andem de bicicleta no passeio. E, como as trotinetes elétricas são equiparadas a bicicletas, também há de permitir as trotinetes. Mas por amor da santa, quem der uma coisa dessas a um filho pequeno limite a velocidade e ensine-o a não correr riscos. Para atravessar a estrada o melhor será parar antes e atravessar desmontado. (Ao menos a criança de que falo trazia capacete).
Quanto ao adulto de que falas, já tem idade para ter juízo e não pode ir no passeio (nem na berma da estrada). Desde que não embarace o trânsito, veja e seja visto, os condutores de automóvel têm que respeitar as distâncias.