Ucrânia derruba drones russos… com Wi-Fi e um hotel a 500 km
A guerra na Ucrânia continua a revelar episódios inesperados, mas poucos tão insólitos como este. Pela primeira vez, drones russos Shahed foram neutralizados graças a uma combinação improvável: um hotel, Wi-Fi e uma localização a cerca de 500 quilómetros do alvo.

Uma falha explorada à distância
Os drones Shahed, de origem iraniana e amplamente utilizados pela Rússia, são conhecidos pela sua simplicidade e baixo custo. No entanto, essa mesma simplicidade tornou-se uma vulnerabilidade.
Segundo o caso relatado, forças ucranianas conseguiram interferir com os drones explorando ligações de comunicação não seguras.
O detalhe mais surpreendente é o ponto de origem da operação: um hotel distante da zona de combate, onde foi possível aceder a redes Wi-Fi que acabaram por desempenhar um papel crítico.

O papel improvável do Wi-Fi
O elemento-chave está na forma como alguns destes drones comunicam e são configurados. Em determinadas circunstâncias, podem depender de redes sem fios ou ligações expostas durante fases de preparação ou operação.
Ao identificar essas brechas, a Ucrânia conseguiu interferir no funcionamento dos aparelhos, levando à sua queda sem necessidade de sistemas tradicionais de defesa aérea, como mísseis ou radares avançados.
Guerra moderna, soluções inesperadas
Este episódio mostra uma transformação clara no campo de batalha. Já não se trata apenas de armamento pesado ou tecnologia militar sofisticada, mas também de cibersegurança, redes e criatividade operacional.
This morning, I personally witnessed pilots from Litavr remotely operating an interceptor drone. A confirmed Shahed kill followed. First remote interception! All this during one of the most massive air attacks on Ukraine. This changes how air defence is built. pic.twitter.com/0ewkgC5imd
— Alexander Kamyshin (@AKamyshin) March 24, 2026
Num conflito onde os drones são utilizados em massa, qualquer fragilidade pode ser explorada. E, neste caso, bastou uma ligação Wi-Fi e engenho técnico para neutralizar uma ameaça que normalmente exige meios muito mais dispendiosos.
Um sinal do futuro
A guerra na Ucrânia tem sido um laboratório real para novas formas de combate. Desde o uso massivo de drones até à integração de civis e tecnologia acessível, o conflito está a redefinir estratégias militares.
Este episódio reforça uma ideia essencial: no cenário atual, a vantagem pode não estar apenas no hardware, mas na capacidade de identificar e explorar pequenas falhas, mesmo que isso implique transformar um simples hotel num posto avançado de guerra eletrónica.


















Eheheh.
Os russos, é mais força bruta. Inteligência, têm pouca.
Ha Ucrânianos ainda mais valentes.
Houve saçvo erro, uma senhora idosa, que conseguiu abater um avião de combate, com uma lata de tomates.
Bricadeiras aparte, estes drones teem comunicações por satélite, alias se olharem para as imagens acima dos geranium, vão ver a antena na superficie.
Os drones baratos, esses pode ser possivel com wifi ou bluetooth, se eles usarem isso, e muitos usam para envio de imagem.
Mas os Russos podem resolver isso, facilmente.
Pode é não ser barato, e pode ser uma dor de cabeça, tendo em conta que estes drones são usados na casa dos 300K ou mais ao mês.
Sobre os Geraniums, eles não são shaeds, são é do mesmo tipo, mas muito superiores aos Shaed.
Os Russos copiaram o conceito, e inovaram no producto, criando novos productos, muito mais poderosos.
E é engraçado, que os Iranianos, agora estão a copiar os Geraniums, e a aplicar, as melhorias e conceitos, nos shaeds deles.
Fluxo,
Irão -> Russia -> Irão.
Os Geranium 2 são muito parecidos com os shaeds, o Geranium3 é um montro, enorme, e depois tens os Geraniums 4, e 5.
Uns com Inteligencia artificial, e câmaras, e o outro com motores a jato. ou seja a Russia criou os Geraniums 3,4,5, com base nas necessidades detes.
Já no novo sistema de defesa Iraniano, foi ao contrário, os Iranianos, copiaram o missil com câmaras hiperspectrais, dos Russos, e adaptaram a uma versão, que já abateu tudo o que é avião Americano.
Dizem a boca cheia que se voltou a ouvir no Kremlin o sucesso de Tony de Matos Ó tempo volta para traz , o Put In todos os dias deve de amaldiçoar a estupida ideia de ter invadido a Ucrânia. 🙂 🙂 🙂
Nunca aconteceu,e as imagens provam.