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Robô da Honor ganha meia maratona… e bate recorde humano

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Artilheiro says:

    Ridiculo.

  2. Zé Fonseca A. says:

    O robot vai nu

  3. Hugo Nabais says:

    Sinceramente, isto parece mais uma noticia feita para chamar a atenção do que uma comparação com qualquer valor real.

    Comparar um robô com humanos numa maratona não faz muito sentido do ponto de vista lógico ou desportivo. Um robô não tem limitações biológicas como fadiga muscular, produção de ácido láctico, necessidade de hidratação ou desgaste físico progressivo. Está basicamente a operar dentro de parâmetros de engenharia e energia, é outra categoria completamente diferente.

    Seguindo essa lógica, também poderíamos pôr uma trotinete elétrica, uma mota elétrica ou qualquer outro veículo a fazer o percurso e depois “comparar” com atletas humanos. Claro que seriam mais rápidos!

    Até o exemplo de um animal serve para mostrar o absurdo, como uma chita é muito mais rápida que qualquer humano, mas ninguém anda a dizer que uma “bateu o recorde da maratona”. São contextos distintos, com regras e limitações diferentes.

  4. aubing says:

    É muito útil um robot assim tão rápido: para transportar um cesto de ovos à minha avó !
    Os drones voadores são perigosos: podem deixar cair os ovos em cima de alguém e depois a responsabilidade civil vai para o dono do drone!

  5. Lumia says:

    Estamos a caminhar para o fim da humanidade…deixar os “robots” fazer os nossos papeis e será esse fim…gerar mais desemprego tudo por mão de obra mais barata…

    • FOSS says:

      Há sempre um risco. Mas relembro que durante a primeira revolução industrial não faltou gente a dizer que seria o fim do emprego, o fim do ser humano e que tudo ficaria entregue às máquinas. Mesmo a diesel 🙂

  6. Paulo says:

    Precisaram de humanos para trocar de baterias a meio da corrida, mas tudo bem

  7. B@rão Vermelho says:

    Ok, aqui a notícia é que o robô evolui bastante, a parte parva sem nexo é comparar com humanos.
    O que eu queria saber é se foi só com uma carga de bateria por exemplo, atenção que o feito é espetacular o que é parvo é comparar com os humanos, e acrescentar que a meia maratona são 21,0975 km e a diferença pode ser essa, o robô só fez 21 km. 🙂 🙂 🙂

    • Vítor M. says:

      Não é a questão do comprar só por si, atenção. É mais profundo. É a disponibilidade da máquina num desporto ultrapassar os limites do ser humano, que, na verdade, é igualmente uma máquina. Por vezes, e é apenas uma sugestão, deveriam olhar mais no horizonte e não só até à pala do boné.

      De resto, tudo certo 🙂

      • B@rão Vermelho says:

        Repara eu disse que o feito é espetacular, vou dar um exemplo quase ao nível da comparação aqui feita, peregrinos em Fátima que pagam promessas a dar a volta ao santuário a pé, são mais rápidos que os peregrinos que fazem a mesma promessa mas de joelhos.
        Mas não deixa de ser espetacular ver o robô a fazer todos esses Km.

  8. Zec says:

    Até parece que era difícil ultrapassar um recorde humano com uma máquina. Quando um carro ultrapassou um cavalo também ficaram todos chocados? Também “destronou completamente o feito” do cavalo?
    Chama-se evolução tecnológica e evoluções inevitáveis. Acho que já deviam estar todos mais que habituados.

  9. RuiRuelas says:

    “Robô desenvolvido pela Honor terminou em 57m 19s” Honor também desenvolveu o Kiplimo? Não me admirava nada xD

  10. TRacing1337 says:

    Maiorparte deles foram telecomandados e substituíram a bateria várias vezes!

    Os humanos não param para almoçar a meio caminho!

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