NASA altera os seus planos em relação à Lua: quer colonizá-la antes de 2030
A NASA, agência espacial norte-americana, decidiu reorganizar as suas prioridades: abandounou projetos estruturais de longo prazo para garantir uma presença humana fixa na superfície da Lua antes do final de 2030.
O fim da estação Gateway pela NASA e a nova rota para a Lua
O programa Artemis, que tem sido alvo de sucessivos adiamentos ao longo dos últimos anos, sofreu recentemente a alteração mais drástica da sua história. O administrador da NASA confirmou o cancelamento da construção da estação espacial Gateway na sua configuração atual, abdicando daquela que era considerada a peça-chave para o regresso à Lua.
A prioridade máxima de Washington passou a ser o estabelecimento de uma base permanente diretamente no solo lunar, deixando de lado a necessidade de uma plataforma orbital de transição.
Esta reestruturação redireciona todos os esforços para a missão Artemis IV, agendada para 2028. O objetivo é viabilizar voos semestrais entre a Terra e a Lua, garantindo que os astronautas possam manter uma ocupação contínua.
A decisão de descartar a Gateway visa a otimização de recursos financeiros e temporais para evitar que o projeto se tornasse uma barreira burocrática e logística ao objetivo principal: a exploração direta da superfície.
Competição com a China
Os contornos políticos desta mudança são evidentes, uma vez que o Presidente Donald Trump estabeleceu diretrizes claras para a agência. Existe uma urgência em acelerar o cronograma para que o regresso humano à Lua e a consolidação de uma base fixa ocorram antes do término do seu mandato, em 2029.
O governo norte-americano pretende reafirmar a sua liderança espacial, especialmente num momento em que a China avança a passos largos com objetivos semelhantes, ameaçando a supremacia dos Estados Unidos no cosmos.
A nova agilidade demonstrada pela NASA, sob a orientação de figuras como Jared Isaacman, reflete a necessidade de adaptação ao novo paradigma do setor aeroespacial. O rápido desenvolvimento de veículos de carga pesada, como a Starship da SpaceX ou o Blue Moon da Blue Origin, alterou as regras do jogo.
Com estas naves de grande capacidade, a existência de uma estação intermédia como a Gateway tornou-se, do ponto de vista logístico, quase redundante. A agência federal compreendeu que, para competir com estes novos gigantes privados, precisa de simplificar os seus processos e focar-se em resultados práticos no terreno.
No entanto, esta mudança de rumo traz desafios para os engenheiros. O hardware já desenvolvido e os contratos em curso para a estação orbital terão de ser revistos ou adaptados. A nave Orion e os sistemas de alunagem precisam agora de grandes modificações técnicas para suportar missões diretas à superfície sem o apoio de uma base em órbita.
É uma corrida contra o tempo.
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Como estava concebida a missão Artemis III:
“Max 2 de Fevereiro de 2026 às 11:06
– O foguetão da SLS lança a nave Orion (ambos da NASA) que transporta os astronautas para a órbita lunar.
– O foguetão Super Heavy lança a nave Starship HLS (ambos da SpaceX), que é abastecida de combustível em órbita terrestre por naves Starship-tanques, lá colocadas por voos de Super Heavy.
– A Starship HLS parte para a órbita lunar, recolhe parte dos astronautas que estão na Orion, pousa na superfície lunar e regressa à Orion.
– Os astronautas retornam à Terra na Orion.
O programa da SpaceX está atrasado e sabe-se que a NASA reabriu o concurso e já assinou os papéis com a Blue Origin para substituir a Space X, no caso de se atrasar e não poder cumprir o imposto por Trump à NASA – os chineses anunciaram uma missão tripulada para pousar na Lua em 2030, por isso a dos EUA ter que ser antes (e Trump terminar o mandato em 2029).”
Como ficou agora a missão Artemis III:
– O foguetão da SLS lança a nave Orion para a órbita terrestre.
– São feitos testes de acoplagem das naves, quer da SpaceX, quer da Orion.
Ou seja, se é a nave da Space X ou da Orion a posar na superfície lunar não se sabe. O que se sabe é que Trump mandou pousar antes de janeiro de 2029.
Quanto a colonizar a Lua e que a mudança de planos é devida ao “rápido desenvolvimento de veículos de carga pesada, como a Starship da SpaceX ou o Blue Moon da Blue Origin” … acredita quem quiser.
Acima: São feitos testes de acoplagem das naves, quer da SpaceX, quer da Blue Origin. Ou seja, se é a nave da Space X ou da Blue Origin a pousar na superfície lunar – na missão Artemis IV – não se sabe.
Não é nenhuma, China vai chegar primeiro em 2029.
Nem conseguem colonizar o Irão quanto mais a lua.
Conseguem colonizar a lua com judeus. O Mel Brooks já deu a ideia em História Louca do Mundo parte 2. Jews on Space.
Claro que sim…. a NASA não tem feito nada de relevante nas última décadas, mas agora quer colonizar a lua em 4 anos!
ir lá em 2029 até acredito, mas colonizar parece-me impossível até 2030
Deixem a lua em paz, que nojeira seria agora olhar para a lua cheia numa bela noite de verão e pensar que estão ali americanos a conspirar para nos lixar a vida, que coisa nojenta, em vez de nos inspirar para algo espiritual e decente.