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Como Portugal pode ser um dos países da UE mais prejudicados pelas novas tarifas de Trump

                                    
                                

Fonte: Jornal Público

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Gringo Bandido says:

    Portugal não tem condições para sustentar ricos.

    • PorcoDoPunjab says:

      Gringo, já sabemos que o seu sonho molhado é ver Portugal só com pobres…
      Depois o estado vai buscar impostos ao c….
      Deixe-se disso.
      Nessas cantigas só cai quem é mesmo burro…

    • Espelho espelhinho says:

      Verdade,
      Mas nós também podemos responder.
      Todos os PCs são vendidos com o lixo da Microsoft,etc.

      O estado paga balurdios em software, e aplicações extremamente caras como matlab, e muitas outras.
      Nós podemos fazer a coisa por uma pequena fração dos custos, e saimos a ganhar imenso com isso.

      Fazermos as nossas coisas, é muito importante, para a sobrevivencia do País.
      Em vez de andarmos a gastar rios de dinheiro a formar pessoas para trabalharem depois em software externos, e duvidosos, que depois até nos matam a nossa capacidade de concorrer, podemos ir criando soluções, talhadas as nossas necessidades, por uma pequena fracção do custo.

      Repar,a se os EUa, nos bloquearem o acesso ao software, o País sem opção nenhuma, está tramado.
      Portanto está na hora de começarmos a lutar pelo nosso futuro.
      .
      A EU não te deixa produzir, aplica-te multas.
      O povo precisa de se alimentar, a alimentação, é a base de sustentação.

      Não digo sermos completamente autosuficientes, mas sermos capazes de criar 50% daquilo que consumimos.

      Pesca, é uma area onde devemos mandar a EU a m*rda.MAs que raio de conversa é essa , um País com uma costa tão extensa e não pode pescar?
      Somos escravos, nós?
      Azeite, batata,milho,centeio,fruta e por ai a fora.

      O Brasil, é um País que quer transitar para o mundo da tecnologia, mas que ainda tem uma cota muito grande de agricultura.
      São a 10 Potência em termos de GDP, ou PPP? algo assim.

      Agora tem que haver iniciativas, que permitam ter financiamento, e tem que haver abertura do estado, e da sociedade em geral, para isso.
      Porque de outra forma, só os mais fortes que teem o tacho, é que vingam, e como teem o monopólio pois não se mexem.

      Há muita Área por onde começar, o inicio seria por ter métricas das relações comerciais com os Países.
      Aqueles que importam mais coisas de Portugal, ficam á cabeça, e os outros que prejudicam, ou neutros, ficam para ultimo.

    • Toni da Adega says:

      Fora com eles, em Portugal ninguem quer pessoal com dinheiro.

      • Gringo Bandido says:

        O povo já anda stressado demais ao sustentar ricos, o dinheiro concentrado nessa gente não serve os interesses de Portugal.
        Talvez seja preciso fazer um desenho:
        https ://www.youtube.com/watch?v=hONV6GQl0ow

  2. Factos says:

    Mas também não vai ser desta que vão acordar de um sono profundo, mais vale aceitar que o futebol, BB e Netflix chegam para ser felizes. Mas acredito que o PTRR e o OE2026 vão revolucionar isto tudo e devem agradecer a vocês mesmos o vosso destino.

  3. says:

    Pode afetar, mas também podemos ver isto como uma oportunidade para nos libertarmos dos americanos, a vários níveis. Temos mercado e tecnologia para nos safarmos bem na europa, só temos que ser mais expeditos e ser mexer. A UE tem claramente uma desvantagem em alguns setores que advém da muito curta regulamentação americana em áreas como poluição, segurança alimentar, tecnologias ou até direitos dos consumidores. Mas também concordo que temos um quadro legal na UE (que não é perfeito, longe disso) que ainda tenta proteger os consumidores e os cidadãos dos magnatas e dos grande monopólios, coisa que nos USA já quase não se vê. Claro que dá mais competitividade às empresa não ter regulamentação, mas rebenta com os cidadãos (se bem que metade dos americanos não quer saber disso para nada). Basta ver, por exemplo, a nível alimentar. Enquanto que do lado de cá nos seguimos pela cautela e pela segurança das pessoas, nos USA é basicamente tudo permitido, mesmo ingredientes e químicos comprovadamente perigosos, carregadinhos de hormonas e antibióticos.

    • Grunho says:

      A UE está cada vez mais corrupta e mais parecida com os USA. Até as taxas de obesidade são quase as mesmas e a moda pirosa dos SUVs idem, apesar de o combustível ser quase todo importado e vendido a mais do dobro do preço.

  4. Joao Ptt says:

    Portugal não tem condições para sustentar pobres, terão mesmo de ir trabalhar como operadores de Inteligência Artificial, para que tal tecnologia pareça mesmo inteligente.

  5. Max says:

    Resumindo:
    – Em 2 de abril de 2025, Trump anunciou, as “tarifas do dia da libertação”. A taxa média efetiva sobre produtos da UE, que era de 3,5%, passou para 20%.
    – Em julho de 2025, a UE e os EUA assinaram um acordo comercial, em que a taxa média sobre produtos europeus passou a ser de 15%, mas com isenções, por exemplo sobre matérias primas como cortiça e produtos farmacêuticos não patenteados. Com essas isenções, a taxa média efetiva, sobre os produtos exportados por Portugal, segundo a fonte do post (via Público), era de 9,5% (outras fontes indicam 8,5%).
    – Em 20/02/2026, o Supremo Tribunal dos EUA por 6 a 3, considerou ilegais as “tarifas do dia da libertação”, o que, embora não seja referido pelo Tribunal, também anula o acordo UE-EUA.
    – No mesmo dia, Trump anunciou uma sobretaxa geral de 10%, por 150 dias, que substituía as taxas diferenciadas por países do “dia de libertação”. Em 21/02/2026, Trump anunciou que passava a sobretaxa para 15%, mas desconhece-se se será aplicada ou não.
    A legislação agora invocada por Trump é menos flexível quanto a isenções, por isso não se sabe se as que constavam no acordo de julho se mantêm. É esse o motivo para se desconhecer se a taxa média efetiva sobre as exportações de Portugal para os EUA sobem, e quanto (mas há esse risco, enquanto as tarifas punitivas, por exemplo sobre a China, descem bastante).

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