MEO e Vodafone vão creditar clientes afetados pelos serviços indisponíveis nas tempestades
As operadoras MEO e Vodafone vão compensar os clientes, residentes nas zonas mais afetadas pelas tempestades das últimas semanas, devido aos dias em que estiveram sem quaisquer serviços, nomeadamente rede móvel e Internet.
Depois de alguns clientes das zonas afetadas pelo mau tempo que ficaram sem comunicações afirmarem que estavam a receber as faturas sem crédito, as operadoras forma contactadas pela agência Lusa.
Fonte oficial da Vodafone Portugal explicou que "devido ao automatismo dos processos de faturação da Vodafone - que não foi possível interromper em tempo útil -, foram emitidas faturas a alguns clientes que ficaram sem serviço em consequência da depressão Kristin".
Contudo, "estes clientes serão ressarcidos do valor faturado através de crédito a partir da próxima fatura", segundo a mesma fonte.
Crédito refletir-se-á na fatura seguinte ao período de indisponibilidade
Entretanto, uma fonte oficial da MEO informou que irá creditar os períodos de indisponibilidade de serviços de telecomunicações aos clientes localizados nas zonas afetadas pelas tempestades.
Conforme previamente anunciado, a MEO informa que irá creditar os períodos de indisponibilidade de serviços de telecomunicações aos clientes localizados nas zonas afetadas pelas tempestades.
A mesma fonte acrescentou que "os clientes impactados irão receber um crédito automático correspondente aos dias em que não dispuseram de serviço, o qual será refletido na fatura seguinte ao período de indisponibilidade", de acordo com a legislação em vigor.
A Lusa terá contactado, também, a NOS sobre o tema.
Imagem: Paulo Cunha/Lusa, via Público
Neste artigo: Meo, tempestade, vodafone






















A NOS, em principio, também o fará…já fui, no passado, afectado pelas tempestades em que uma antena ficou em baixo (ficando com rede muito fraca ou quase nula), eles enviaram nota de crédito referente ao periodo de queda…
Basta enviarem um email ou, se possivel, contactar a linha de apoio para expor a situação/reclamação.
É esse o pormenor que falta. As operadoras, só o fazem, se o cliente reclamar e podem pedir provas… uma parvoíce, mas é a legalidade.
Com telemóveis vai ser bem mais complicado e, para aí, 1 em cada milhão, será reembolsado, pois, as operadoras, dizem que “Nenhuma torre falhou e estiveram operacionais 900 horas, sem acesso à rede eléctrica, para cobrir 105% do território nacional.”
Atenção é que precisam de reclamar, com a operadora e apresentarem, alguma prova, em como não tiveram ligação fixa e/ou móvel, por mais de 72 horas (governo alterou de 48 horas para 72 horas de indisponibilidade, a partir de 1 de Janeiro, de 2025).
Só depois disso, é que a operadora irá lançar, um crédito, na vossa conta. Se não reclamarem, operadora cobra 100% e podem até pagar 70 euros, extra, por chamadas perdidas, em roaming (há um problema, com as operadoras nacionais, em que se o vosso telemóvel, de hora a hora, consegue beep, de uma torre, automaticamente, passa a ser roaming, mesmo que nunca façam/recebam chamadas).
Por isso, mal recebem, as facturas, de Janeiro/Fevereiro, contactem, a operadora. Se vos for exigida prova documental, vão à junta de freguesia e peça uma declaração em como não existiram comunicações, na vossa localidade, de dia XX a YY. Assim, as operadoras, terão de creditar todos os dias, em que não tiveram serviços.
Não percam tempo pois, só há 30 dias, após voltarem a ter acesso, para reclamar (no caso de telemóveis pós-pagos, podem nem conseguir, crédito, pois a operadora vai dizer que, o vosso telemóvel ligou-se 1 vez, em data e que voltou a ser detectado 71 horas depois, na mesma antena a 3km de vocês (5G) ou 11km (4G)).
Ó Rocha, porque não te calas? Alguém que não esteja habituado aos teus disparates é capaz de acreditar.
Atão e eu que ontem tinha um E em Alvalade no meu telemóvel e aquilo nem pra trás nem lrá frente, humm? E antes de ontem por x’s nem aparecia o E em Sesimbra, humm? Não tenho direito a nada?
“E” é EDGE. Rede de voz 2G. Net nem pensar!