Sirius-82 transformou os rios da Ucrânia em campos minados modernos
A guerra na Ucrânia continua a evoluir longe das imagens mais mediáticas, e um novo tipo de drone russo, o Sirius-82, está a transformar o rio Dniepre num espaço altamente perigoso, onde a tecnologia substitui soldados e converte a água num campo minado moderno e imprevisível.
Numa frente onde tudo parece decidido por trincheiras, artilharia e drones no céu, há outra guerra que se desloca em silêncio, colada à água e longe dos holofotes.
O rio Dniepre, convertido em fronteira natural e linha de vida, encheu-se de pequenas batalhas por ilhas e passagens que podem alterar o equilíbrio de uma região inteira. E, nesse confronto, a Rússia acaba de introduzir uma novidade explosiva.

Soldados de infantaria ucranianos da 126ª Brigada de Defesa Territorial treinam em barcos para realizar missões de combate na água, a atravessar o rio e desembarcando nas margens do Dnipro.
Uma guerra paralela longe dos focos mediáticos
A guerra entre a Rússia e a Ucrânia continua bloqueada num equilíbrio de desgaste, com as defesas ucranianas a travar avanços e grande parte da atenção concentrada em Donetsk.
No entanto, por baixo desse ruído existe outra batalha menos visível, mas altamente estratégica: o controlo de várias ilhas do rio Dniepre.
A Ucrânia domina essas ilhas e a margem ocidental, enquanto a Rússia controla a margem oriental e tenta arrebatá-las para facilitar assaltos através do rio e, numa perspetiva mais ampla, sustentar operações que voltem a colocar em risco locais como Kherson.
Neste tabuleiro fluvial, onde cada travessia pode ser um suicídio, a tecnologia surge novamente como um atalho para ganhar margem sem pagar o preço humano.
Sirius-82: simples, pragmático e funcional
Os vídeos divulgados pelo Exército russo mostram um novo veículo de superfície não tripulado, o Sirius-82, que começa a operar no Dniepre com uma abordagem mais pragmática do que sofisticada.
Pelo que é possível observar, trata-se de um sistema compacto, com cerca de dois metros de comprimento, orientado para missões de curta duração, provavelmente com propulsão elétrica e bateria, algo que se ajusta bem ao ambiente fluvial e a operações rápidas de ida e volta.
Não aparenta ser um sistema autónomo avançado, mas sim um instrumento de “guerra útil”, construído para funcionar já, aqui e agora, mesmo que seja rudimentar e limitado.
O desenho sugere modularidade, com capacidade para transportar carga no convés e também no interior do casco, tornando-o numa plataforma adaptável a diferentes missões sem necessidade de redesenhar o veículo de raiz.
Minagem, desminagem e controlo remoto “old school”
Numa das gravações é possível ver claramente o Sirius-82 a transportar duas minas fluviais ancoradas YaRM, com cerca de 13 quilos cada, colocadas sobre o deck e libertadas através de atuadores mecânicos que as soltam na água.
O controlo não podia ser mais clássico: um operador dirige o veículo com um joystick semelhante aos usados em drones FPV e acompanha a câmara num portátil. Uma solução simples, que reduz custos e acelera a implementação, mas que em combate real pode ser mais do que suficiente.
A primeira função demonstrada é a colocação destas minas YaRM em águas pouco profundas, um recurso de origem soviética pensado para rios e canais, normalmente ancorado logo abaixo da superfície para ameaçar embarcações ligeiras.
A Rússia poderá usá-las para atacar lanchas ucranianas de reabastecimento que se deslocam para as ilhas, precisamente o ponto fraco de qualquer controlo avançado num rio: manter abastecimentos e rotações sob fogo constante.
A Ucrânia, por seu lado, utiliza minas semelhantes para travar ou destruir tentativas russas de aproximação. O resultado é um cenário em que o Dniepre deixa de ser apenas uma barreira natural e passa a ser um campo minado dinâmico, onde o perigo não está no horizonte, mas escondido sob a água.
Um rio transformado em arma
O Sirius-82 evidencia como o rio Dniepre se tornou uma verdadeira arma de guerra. Para além da colocação de minas, pode ser usado na desminagem, avançando de forma sacrificável para detonar explosivos e abrir corredores seguros sem expor tripulações, ou recorrendo a cargas explosivas ativadas à distância.
O sistema pode ainda funcionar como drone kamikaze contra embarcações inimigas ou assumir um papel logístico limitado, apoiando operações nas ilhas com transporte de material ou evacuação de feridos. Não é uma superarma, mas uma ferramenta prática, pensada para o dia a dia do conflito.
A sua utilização revela uma tendência clara da guerra moderna: substituir soldados por máquinas simples, baratas e descartáveis em tarefas de alto risco. Neste contexto, o Dniepre transforma-se num espaço de negação de acesso à escala tática, onde drones e minas decidem o controlo do terreno metro a metro.
























Vitor M.
Talvez esteja a ver o primeiro artigo, sem grande exagero, na qual não vejo propaganda a metro, desde 2022.
Focado na tecnologia, e sem clube, pelo menos de forma explicita,
Ena path, espero que ninguém esteja constipado. 🙂
Nenhum é clubista, até porque se faça sobretudo de tecnologia. Mas, este lá será mais às tuas cores, outros às cores de outros. Mas, como não nos move as cores, apesar de TODOS sabermos que ainda existe uma invasão bárbara por parte dos russos, vamos continuar a falar em tecnologia. 😉
Concordo com o Júlio.
Agora foi uma notícia apenas focada na tecnologia.
Vítor M.
Não foi uma invasão bárbara pela Rússia.
Foi sim uma nova atitude( mais séria) sobre a pressão ocidental para sufocar países que querem ser livres.
Ucrania e Rússia têm a mesma génese.
Têm ligações familiares, económicas e financeiras que poucos países têm.
E de repente a Rússia, que não tem comportamentos belicistas como o Ocidente decide atacar?
Qualquer pessoa com um pouco de cabeça iria procurar as razões para esta invasão.
Ao contrário de nós, no Ocidente, que atacamos com provas falsas, com intenções de ficar com os recursos dos locais que atacam, a Rússia atacou porquê?
A razão parece estranha mas a Rússia está na verdade a defender-se e está a defender a Europa.
É o único país com o qual podemos contar para termos finalmente uma independência dos EUA.
Sabemos que a NATO moveu-se para Leste e que não devia ter feito isso. Podem justificar com a liberdade e decisão dos países que aderiram, mas foi um acordo que o Ocidente não cumpriu, mais uma vez. A falta de palavra do Ocidente é muito comum ainda hoje.
Depois temos a questão da Crimeia.
Foi estabelecido um acordo com a Ucrânia para a frota russa ficar aí. Se a frota Russa sai da Crimeia o Médio Oriente seria completamente destruído e dominado pelo Ocidente. E o petróleo seria controlado apenas pelo Ocidente e a moeda de troca continuaria a ser o dólar.
Estas duas situações é que andam a matar a liberdade e soberania dos povos.
O teu comentário parte de uma leitura ideológica que ignora factos centrais. A invasão da Ucrânia pela Rússia foi um acto militar deliberado, reconhecido como tal pela esmagadora maioria da comunidade internacional, e não uma resposta defensiva inevitável. A existência de laços históricos, culturais ou familiares entre povos não legitima a violação da soberania de um Estado independente nem o uso da força armada contra civis. Leio cada uma!!!!
A ideia de que a Rússia não tem comportamentos belicistas contraria a realidade recente, visível na Geórgia, na Síria, na Crimeia e, de forma clara, na Ucrânia. Comparar erros históricos do Ocidente para relativizar esta invasão não altera a natureza do acto. Um erro não anula outro, nem transforma uma agressão numa acção defensiva. Sê honesto, sff.
Quanto à NATO, o seu alargamento resultou de decisões soberanas de países que procuraram protecção precisamente devido ao comportamento russo. Não existe qualquer tratado vinculativo que proibisse essa expansão, existindo sim compromissos políticos vagos, frequentemente deturpados no discurso público.
Relativamente à Crimeia, a presença da frota russa estava regulada por acordos internacionais que não autorizavam a anexação do território nem uma guerra em larga escala. A tese de que a Rússia está a defender a Europa ou a liberdade dos povos carece de base factual (por outras palavras, é uma trela para boi dormir) quando se observa repressão interna, controlo da informação e destruição sistemática de infra-estruturas civis.
Por fim, substituir uma dependência por outra não é soberania. A independência europeia constrói-se com respeito pelo direito internacional, pela autodeterminação dos povos e por instituições democráticas, não pela legitimação de invasões militares sob narrativas geopolíticas simplificadas.
Muito bem escrito e informado, Sr. Vitor. Apoiado! Parabéns!
humm,
Uma invasão Bárbara?
Teem ou não os Ucrânianos de Leste(Russos), direito á vida, e a ter os mesmos direitos que os outros?
O que acha você do Genocidio lá que dura á 11 anos?
Lingua,Cultura,religião,supressão étnica, morte, destruirção e por ai a fora.
Quem são os “Bárbaros” afinal?
Acha que é uma questão de clubismo?
E eu a achar que era uma questão de valores humanos, incrita na Lei Internacional..já viu a diferença?
Os do oeste querem se juntar a EU, os do leste querem ficar na Ucrânia antiga, ou agora, juntar-se a Russia.
Se os do oeste teem o “direito” de se juntar a EU, não terão os do leste o direito de se juntar a Russia?
Clubismo…pois.
Garanto-te que o americanos pousarma na lua. E não, nçao insistas,m a terra não é nada redonda. E não, a vacina contra a COVID-19 não tinha nada a ver com os chips 5G. Só acreditas em cenas idiotas.
Não respondes-te a questão.
Ela continua sem resposta.
Esse é exactamente o comportamento do ocidente, e o motivo da guerra.
A Ucrânia tinha a obrigação de criar regiões autonomas, com os respectivos direitos que estes povos teem por lei.
Ou seja os acordos de Minsk, eram uma tabua de salvação, que poderia tirar a Ucrânia do genocidio no leste, e da guerra.
Não aconteceu, e hoje sabemos que nem era suposto, do nosso lado claro.
Os acordos de Minsk, foram acordados, pela França,Alemanha,Russia,Ucrânia, e depois aceites por todos os membros da ONU, inclusivé por todos os membros do concelho de segurança.
Era a saida, que a Ucrânia precisava, e que pelos vistos não quiz.
Mas eu gostava que respondesses á pergunta, porque é importane, dadas as diferenças.
Ainda é preciso isto? 😀 faz um favor, lê o que te vou dizer e não inventes 😉
1. “Esse é exactamente o comportamento do Ocidente, e o motivo da guerra”
Totalmente errado. Esta afirmação inverte causa e efeito. A guerra começou com a invasão militar da Ucrânia pela Rússia, um acto unilateral que viola a Carta das Nações Unidas. Nenhuma decisão política do Ocidente obriga um Estado soberano a invadir outro. A responsabilidade legal e militar do início da guerra é exclusivamente russa.
2. “A Ucrânia tinha a obrigação de criar regiões autónomas”
Falso. Retórica enviesada e mentirosa, desonesta.
A Ucrânia não tinha qualquer obrigação legal internacional de federalizar ou criar autonomias internas sob coerção externa. O direito internacional protege a integridade territorial dos Estados. Alterações constitucionais só podem ocorrer por decisão soberana interna, não sob ameaça militar ou ocupação estrangeira.
3. “Genocídio no leste”
Não existe qualquer prova reconhecida por organismos internacionais independentes de genocídio no Donbass antes de 2022. Nem a ONU, nem o Tribunal Penal Internacional, nem a OSCE confirmaram tal acusação. O termo foi usado politicamente para legitimar uma agressão armada. Um putismo que os desinformados e preguiçoso (intelectualmente) trazem ao peito.
4. “Os Acordos de Minsk eram uma tábua de salvação”
Os Acordos de Minsk não eram um plano simples nem garantido.
Exigiam:
– Cessar-fogo permanente.
– Retirada de forças estrangeiras.
– Controlo da fronteira pela Ucrânia.
– Eleições locais sob legislação ucraniana.
A Rússia nunca cumpriu a retirada militar, condição essencial. Sem isso, o resto do acordo era juridicamente inviável.
5. “Foram acordados e aceites por toda a ONU”
Incorrecto. Tu és perito na falsidade.
Os acordos foram mediados por França e Alemanha, envolvendo Ucrânia e Rússia.
O Conselho de Segurança endossou os acordos, mas isso não os transformou numa obrigação automática, nem substituiu a soberania constitucional ucraniana.
6. “A Ucrânia não quis”
Redução simplista e falsa.
A Ucrânia tentou implementar partes do acordo, mas não podia legalmente conceder autonomia armada a territórios ocupados por forças estrangeiras. Nenhum Estado democrático o faria sem perder a sua soberania.
Em resumo… o teu comentário baseia-se em:
– confusão entre soberania e imposição externa;
– uso indevido do termo genocídio;
– omissão do papel militar da Rússia;
– leitura selectiva dos Acordos de Minsk.
Tu podias ler, informares-te bem, isso riria dar-te verticalidade dos factos. Assim só trazes uma narrativa política que tenta justificar uma invasão armada, ignorando factos documentados e direito internacional.
Ao ponto que vocês vão para criar aldrabices.
Está mais do que provado que houve e ainda ha genocidio de Russos na NovoRussia.,e houve também na Região de Kursk, quando a Ucrânia a invadiu, onde se fala em 350K.
Embora eu ache que se defacto são 350K, eu se fosse Russo daquela região, abandonava o local, porque a Russia falhou em protegêlo.
Eu talvez aceite 40K na região de Kusrk.
Já vi muito video de familias inteiras assasinadas,nas caves, pelos teus anjos Ucrânianos..
Há demasiados depoimentos de elementos que na altura apoiaram o exercito Ucrâniano, mas quando a OSCE foi posta de lado por serem espiões para a aUcrânia, ai esses elementos, teem vindo falar das atrocidades cometidas.
Cuidado que ha depoimentos de altas patentes de muitos Países, envolvidos na operação da OSCE.
E há alguns que estão agora a ser perseguidos, pela EU, e os governos locais, pelo depoimento que eles deram, reconhecendo atrocidades colossais.
Portanto não digas asneiras, porque isto é publico.
Mas começando pelo inicio,
A NovoRussia é Russa desde que foi conquistada aos Turcos em 1700.
Houve um ditador ha ums décadas atrás, Ucraniano por sinal, que decidiu passar parte do território Russo para a Ucrânia, sem ele próprio ter o direito de o fazer, pois a lei Russa não permite a alienação do seu território.
A desculpa que ele arranjou, é de que era igual estar na Russia ou Ucrânia, porque…”Eles eram a mesma coisa”.
Aquilo que a Russia devia ter feito, era ora se é a mesma coisa, o território fica, comnosco.Não é preciso passa-lo para a aUcrânia, certo?
Com o fim da URSS, deixaram de ser a mesma coisa, não tem a Ucrânia a responsabilidade de devolver o território Russo, a quem de direito, ainda mais porque para os do oeste, os Russos são anumais, subhumanos.
A Ucrânia não devolviu a NovoRussia, a Russia.
Matam os étnicos Russos, proibem-os de falar a linguag deles,cultura,etc.
Ter um livro russo, pode dar direito a morrer.
Ora esta gente está na terra deles, quanto muito, saem da Ucrânia!!
Os Ucrânianos é que são a força externa, naqueles territórios.
Qual é a parte que não percebes??
Eles são Russos. e o regime que lá está diz abertamente, que se eles querem ser Russos, então que abandonem as terras deles, para os entregar a essa força externa, chamada Ucrânia.
Sim está gravado em video, imensas vezes, isso tem sido dito.
Porque achas que há tanto “Ucrâniano”, a cooperar com a Russia??
Filhos casados, com outros na Russia,metade das familias em cada lado,etc.
Não essas familias não estão na parte ocidental na Ucrânia, porque eles não se misturam, elas estão na terra delas, NovoRussia, e falam Russo,cultura,religião,etc.
São russos, e estão no seu território.
Agora a Russia segundo a lei Russ anão invadiu a Ucrânia, porque a NovoRussia é território Russo.
OK, talvez tenha invadido, numa incursão que eles fizeram na direcção de Kiev.
Os Russos operam apenas na NovoRussia.
Eles não querem saber da parte Polaca,Moldava,Hungara,Checa,etc.
Aqueles territórios são maltratados em Particular desde 2014 para cá, com genocidio a acontecer desde 2014.
Com a repressão as populações, a Lei Internacional foi activada na Crimeia, onde o povo percebeu que não dava mais para continuar com elementos extremistas, e tão hostis.
A Crimeia como Região Autonoma, fez um referendo, aprovou-o no parlamento local, e separou-se.
Mas o Problema continuou para as outras regiões, e não era suposto.
Porque depois de a Ucrânia perder a Crimeia, eles próprios deviam ter parado para pensar, no mal que estavam a fazer.
Pararam??
Não não pararam, muito pelo contrário!!
Aceitaram os Acordos de Minsk I e II, para a criação de regiões autonomas, mas o puder politico nunca as quiz implementar.
Ẽ hoje já dito por vários chefes de estado, era para dar tempo a Ucrânia para insistir no erro de forma massiva.
Criar o maior exerército da Europa, e esmagar os locais da região.
Esse exercito ia ser lançado sobre aquele povo em Março de 2022.
A Russia percebeu a ultima da hora, o terror que se ia desvendar sobre os Russos, e antecipou-se, sem preparação, abriram uma frente em direcção a Kiev, e quando retiraram dai, foram para a NovoRussia, do lado do Mar de Azov-
A Grande Parte do exercito Ucrâniano, estava nessa zona, e teem lutado ai na defesa daqueles povos.
Invadiu a Russia a Ukrania??
Os militares Russos entraram na Região da NovoRussia(Território Russo, pela lei, pois a Russia nunca abriu mão dele.).
A Ucrânia por outro lado considera o Território Russo, como parte da Ucrânia, tudo porque é administrado por eles, porque “são a mesma coisa.”..
E agora??
Fez a Russia uma invasão Barbara sobre a Ucrânia??
Não, a Russia está a fazer uma operação militar, limitada, para desnazificar, e desmilitarizar a Ucrânia.
Os Russos explicaram isso mesmo em 2022.
A Russia tem milhares de aviões de combate, cerca de 40K tanques,etc, e tem 2 terços do puder militar, em standby, sem entrar em combate.
Não é uma “Full scale invasion”, é uma operação limitada, que alias é reconhecida pelo artigo 51 das Nações Unidas.
A forma como a Russia está a lidar com o Problema é a mais correcta?
Do ponto de vista legal sim, mas do ponto de vista moral não.
Do ponto de vista moral a Russia devia fazer esta operação em 2014, e hoje até o presidente Russo reconhece isso.
No inicio ainda achei que a força militar que ali está, que a Russia diz que é enorme, era talvez exagerado.
Eu pensava que eram uns 100K ou 200K.
Não é o segundo melhor exército da Europa, maior só o Russo.
Teem centenas de milhares de criminosos, do pior, carteis de droga,terroristas,e tudo o que é escumalha humana, lá a lutar pela Ucrânia.
Mesmo assim teem sido derrotados, consecutivamente desde 2022.
O que ficamos a saber abertamente?
A Russia nunca passou o território deles da NovoRussia para a Ucrânia, mas a Ucrânia esta a fazer de tudo para lhe deitar as unhas, a ele e a Crimeia, a população, para eles que se f*d.
Se a Russia nunca o passou para a Ucrânia, como pode a Ucrânia dizer que o território é deles??
Isto são perguntas que qualquer um precisa de fazer a si mesmo.
Se Portugal não passou Olivença para espanha, nem passou a Madeira para espanha, como poderá Espanha dizer que são Espanhois??
Não sei que subterfugios a Lei Internacional tem para permitir que território de um País possa ser considerado de outro.
A ONU,OSCE, são altamanete politizados.
Pior ainda é o Tribunal Penal Internacional, que é um organismo para coagir os Africanos, e assim determinados Países na Europa poderam roubar lá os recursos.
Não confundir o TPI com o TJI(este sim da Onu), mas está tudo corrupto.
E basta ver o que Israel está a fazer, á Palestina, onde está o TPI???
Aquilo que a Ucrânia faz na NovoRussia, é o mesmo que Israel faz na Palestina, mas não é tão grave porque os Russos chegaram-se á frente para proteger o povo deles.
Tudo conversa da treta, devias ter vergonha. Nesse amontado de letras, que nem sabes o que escreves, não resiste a qualquer análise factual, jurídica ou histórica séria. Mistura propaganda, números inventados, conceitos jurídicos mal aplicados e narrativa emocional para tentar legitimar uma agressão militar reconhecida internacionalmente. VERGONHA!!!!
Genocídio inexistente e números fabricados
Não existe qualquer prova credível de genocídio de russos na chamada “Novorossiya” ou na região de Kursk. Nem a OSCE, nem a ONU, nem qualquer tribunal internacional alguma vez confirmaram genocídio. Números como 350 mil mortos são pura invenção, repetida apenas por canais de propaganda russa. Vídeos isolados, sem verificação independente, não constituem prova. Ganha vergonha!!!!
OSCE não foi “posta de lado” por espionagem
A missão da OSCE terminou porque a Rússia recusou renovar o mandato. Nunca foi provado que a OSCE espionava para a Ucrânia. Pelo contrário, os relatórios da organização documentaram violações de ambos os lados, desmontando a narrativa de extermínio sistemático.
“Novorossiya” não existe no direito internacional
“Novorossiya” é um conceito imperial do século XVIII, não uma entidade legal moderna. No direito internacional, os territórios em causa pertencem à Ucrânia desde 1991, reconhecidos pela própria Rússia, pela ONU e por tratados assinados por Moscovo. História imperial não cria soberania jurídica.
Crimeia e referendos ilegais
O referendo da Crimeia ocorreu sob ocupação militar, violando a Constituição ucraniana e o direito internacional. Nenhum referendo organizado sob presença de forças armadas estrangeiras é válido. Isto é consenso jurídico, não opinião.
Minsk não autorizava invasão
Os Acordos de Minsk previam autonomia dentro da Ucrânia, não secessão nem anexação, muito menos intervenção militar estrangeira. O seu fracasso não legitima uma invasão.
Artigo 51 mal utilizado
Invocar o Artigo 51 da ONU é juridicamente falso. A Ucrânia não atacou a Rússia, condição necessária para autodefesa. A própria ONU classificou a ação russa como violação da Carta das Nações Unidas.
“Invasão limitada” é propaganda
Entrar por múltiplas frentes, bombardear Kiev, ocupar territórios e anexá-los não é “operação limitada”. É uma invasão em larga escala, reconhecida internacionalmente. A alegação de que a Rússia só opera no leste é factualmente falsa. VERGONHA!!!!!
Comparações com Israel e Palestina são desonestas, mas não surpreende!!!
Misturar conflitos distintos para diluir responsabilidades é retórica clássica. Mesmo que existam crimes noutros conflitos, isso não absolve a Rússia. O Tribunal Penal Internacional investiga casos com base em jurisdição e provas, não em simpatias políticas.
Em resumo… e não passa mais daqui!
Este teu comentário não informa, manipula (devias ter vergonha). Usas uma linguagem emocional, distorces a história, ignoras o direito internacional e repete narrativas desmontadas por instituições independentes. Não é uma opinião alternativa. É desinformação. VERGONHA!!!!
Talvez não fosse mal pensado o governo promover campanhas de informação nos intervalos das telenovelas e telejornais como nos devemos de preparar, proteger e agir em tempos de guerra, acho que os tempos das vacas gordas e harmonia estão a chegar ao fim, acho mesmo que seria muito útil.
Não se a Europa deixar de uma vez russos e curas resolverem aquilo entre eles e não se meter em alhadas. Quanto mais tarde acabar pior acaba, ninguém tem duvidas.
a europa ainda não se meteu, despejar €€ não é meter.
deviam era deixar de ser frouxos e defender a ucrania, o que devia ter acontecido desde o 1º dia de invasões.
é tudo uma cambada de politicos, sem coragem para fazer o que precisa de ser feito