MacBook Air M1 detém estilhaço de artilharia e continua a funcionar (vídeo)
A história tem mais de curiosidade no acontecimento que na tecnologia em si. Um soldado ucraniano partilhou nas redes sociais imagens e um vídeo do seu MacBook Air com chip M1 que parou um fragmento de um projétil de artilharia, continuando a funcionar apesar dos danos evidentes.
Contos no paralelo da guerra
O dispositivo, usado por um membro da brigada Azov, sofreu a entrada de um estilhaço numa das faces traseiras, criando um buraco metálico. Mesmo assim, o sistema macOS continuou a operar e o ecrã manteve alguma funcionalidade, embora com avarias visíveis.
O próprio registo no X (antigo Twitter) mostra a descrição do acontecimento e as imagens do equipamento após o impacto, evidenciando a integridade parcial do portátil apesar do contexto de combate.
Який рівень балістичного захисту у MacBook Air на M1?
Бо цей витримав уламок від стволки 🫣 pic.twitter.com/IWofyq1H9w
— Лаꑭевич (@lanevychs) January 1, 2026
Durabilidade em foco
Este episódio voltou a colocar em destaque a reputação dos produtos Apple em termos de construção e materiais. O MacBook Air é fabricado com um chassis em liga de alumínio unibody, concebido para ser leve e durável, e neste caso parece ter atuado como um escudo improvisado contra a fragmentação metálica.
Apesar de não ser um equipamento pensado para proteção balística, a performance no incidente real sublinha a robustez da construção e a capacidade de resistir a choques fortes.
Comparações e precedentes
Este não é o primeiro caso em que um dispositivo Apple é protagonista em cenários extremos. Aliás, existem também Androides. Em 2022 começaram a circular fotografias de um smartphone que alegadamente travou uma bala na Ucrânia, provocando curiosidade sobre a resistência prática destes equipamentos em situações de combate.
Este relato também reforçou narrativas sobre a durabilidade de alguns dispositivos tecnológicos em condições inesperadas.
З цього ноутбука можна читати твіти у X 🫣 pic.twitter.com/gKoILrbufj
— Лаꑭевич (@lanevychs) January 2, 2026
Limites da resistência
Especialistas e utilizadores alertam que, embora impressionante, não é recomendável usar computadores portáteis como proteção física em ambientes de conflito. A resistência contra um fragmento não garante proteção contra impactos de maior energia ou trajetórias diretas de munição.
A história do MacBook Air M1 a resistir a estilhaços é um exemplo surreal de durabilidade num cenário de guerra, que reflete tanto a qualidade de construção dos produtos Apple como a realidade extrema em que muitos equipamentos pessoais podem acabar por ser testados.
Este episódio reforça a discussão sobre a resistência física de dispositivos tecnológicos quando confrontados com forças que vão muito além do uso diário.




















ahahahahahaha
Vamos lá ser realistas….. isto foi apenas um caso de sorte.
Essa bala “perdida” veio de muito longe e quando chegou a embater o Mac já vinha em “fim de vida”.
Sim e não. Repara no buraco. Mesmo em fim de vida como dizes se furasse no soldado qual seria o dano? Se calhar não estava cá para contar a história 🙂
Todos usam colete à prova de bala
Se fosse um pc windows ou linux teria acontecido o mesmo mas ha que falr apple para ter mais cliques
🙂 estás a esquecer-te que o sujeito podia estar a correr Linux ou Windows no Mac. Não pensaste nesta hipótese.
Talvez, se fosse um pc unibody em alumínio.. quantos conheces non Mac?
Hmmm, porque é que em ambos os lados o “ferimento” é de entrada e nenhum de saída?….
A imagem de cima, na tampa, é a entrada, há passagem no meio, e não se vê a saída. No ecrã e teclado a imagem não permite perceber bem.
Dá ideia que o buraco no ecrã afunila para dentro, e a tecla parece retocada… parece…
Sim, ali no meio dá aspeto, assim como no teclado, mas pode ser apenas ilusão de ótica, porque não pode ter entrado e saído no mesmo lado 😀 ainda por cima aquilo tem 3 ou 4 milímetros.
Basta não ter danificado nenhuma estrutura elétrica vital para o funcionamento. De certeza que o ecrã ilumina-se, mas que se consiga ler dúvido. Certamente quem disparou escolheu bem o local por ter conhecimento do sistema. Quis dar espetáculo nas redes sociais, só isso…
Tens razão, o que importa mais aos soldados ucranianos são likes
Aguenta balas de guerra. Claramente mais forte q uma Cybertruk.