Renault percorre 1.008 km a velocidade de autoestrada com uma bateria de 87 kWh
A Renault demonstra que um veículo elétrico pode percorrer 1.008 km a 102 km/h com bateria padrão e sem recarga. Já não são necessárias baterias gigantes.
Renault Filante Record 2025 quebra a barreira da eficiência com 1.000 km elétricos
A Renault inicia 2026 a mudar o enquadramento mental sobre o que pode ser um veículo elétrico eficiente. O seu protótipo Filante Record 2025 superou os 1.000 quilómetros com uma única carga, mantendo velocidades típicas de autoestrada, sem recargas intermédias e com uma bateria de dimensão comercial.
Não é uma demonstração de laboratório. É uma declaração de intenções.
O veículo percorreu 1.008 km em menos de dez horas, a uma média de 102 km/h, com um consumo de apenas 7,8 kWh por cada 100 km. Tudo isto usando uma bateria de 87 kWh, equivalente à que equipa o Renault Scenic E-Tech Electric.
No final, ainda restavam 11% de carga, suficientes para mais 120 km a mais de 100 km/h. Um detalhe que muda a leitura do resultado: não foi levado ao limite.
Para a Renault, o recorde não é espetáculo. É redefinir a eficiência em condições credíveis. Nada de circular a 40 km/h nem de montar baterias desproporcionadas.
O Filante Record 2025 foi concebido para simular condução prolongada em estrada, com revezamento de condutores e pausas técnicas. Vida real, levada ao extremo.
Um recorde ancorado na realidade
O objetivo era claro e pouco confortável: superar os 1.000 km mantendo médias superiores a 100 km/h, sem atalhos técnicos. Isso excluía soluções fáceis e obrigava a espremer cada variável: aerodinâmica, peso, resistência ao rolamento e eficiência do sistema elétrico. Tudo tinha de somar.
Uma primeira tentativa, prevista para outubro, foi cancelada devido ao mau tempo. Um lembrete incómodo de quão frágil é a eficiência quando entra em jogo o mundo real. A tentativa definitiva realizou-se a 18 de dezembro, com temperaturas frias, mas estáveis, entre 4 e 13 °C, condições pouco favoráveis para uma bateria, mas honestas.
Três pilotos, Laurent Hurgon, Constance Léraud-Reyser e Arthur Ferrière, revezaram-se durante 239 voltas a um circuito de 4 km, ao longo de 9 horas e 52 minutos, com apenas 7 minutos de paragens. A chave não foi ir rápido. Foi não falhar durante quase dez horas.
A aerodinâmica, acima de tudo
O sucesso do Filante Record 2025 começa no ar. Os testes em túnel revelaram que o design inicial, chamativo, mas ineficiente, tinha um coeficiente aerodinâmico próximo de 0,40. Inaceitável para o objetivo.
A equipa fixou uma meta clara: descer para cerca de 0,30. E redesenhar quase tudo o que fosse necessário para o conseguir.
As alterações mais visíveis surgiram nos carenados das rodas. Inicialmente inspirados no histórico Étoile Filante, acabaram redesenhados e fixados diretamente às rodas, e não à carroçaria. Um ajuste subtil, mas decisivo, que limpou o fluxo de ar em torno da suspensão e da transmissão, reduzindo perdas invisíveis.
As entradas e saídas de ar foram reduzidas ao mínimo indispensável para a gestão térmica. O corpo central do carro, já eficiente, quase não foi tocado. O resultado foi desbloquear um potencial que estava ali, à espera. Sem trair a identidade do projeto.
Engenharia leve como sistema, não como slogan
Com 1.000 kg de peso, o Filante Record 2025 joga noutra liga face a qualquer elétrico de produção. Não é magia. É engenharia sem concessões. Fibra de carbono, ligas de alumínio e Scalmalloy impresso em 3D foram usados apenas onde eram estritamente necessários. Material justo. Nem um grama a mais.
O carro serviu também como banco de ensaio para tecnologias steer-by-wire e brake-by-wire. Ao eliminar ligações mecânicas, reduz-se peso, ganha-se liberdade de design e abre-se a porta a arquiteturas impossíveis em veículos convencionais. Não é ficção científica. Já está a funcionar.
Os pneus, muitas vezes ignorados, foram decisivos. A Michelin desenvolveu compostos específicos de baixa resistência ao rolamento, otimizados não só para perder menos energia, mas para se integrarem na lógica aerodinâmica do conjunto. Aqui, tudo comunica com tudo.
Design que olha para trás para avançar
O Filante Record 2025 não é um objeto frio. O seu acabamento em azul ultravioleta presta homenagem ao Renault 40 CV de 1925 e ao Étoile Filante de 1956. Há aviação em cada linha: cabine tipo caça, posição de condução inspirada na Fórmula 1, sensação de cápsula fechada.
A equipa de design define-o como uma ponte entre passado e futuro. Não apenas pela estética. Cada superfície, cada interface, foi pensada para consumir menos energia sem deixar de ser reconhecidamente Renault. A eficiência também pode ter carácter.

Na visita à fábrica de Flins, o Étoile Filante de 1956 era uma presença icónica no desenvolvimento futurista da casa gaulesa.
Resistência humana por detrás dos dados
Para lá de números e gráficos, houve pessoas. Manter a concentração durante horas, em silêncio, com margem de erro zero, exige mais do que técnica. Hurgon descreveu o seu turno como uma experiência de isolamento total, onde cada gesto conta. No final, o estado de carga coincidiu exatamente com a curva prevista. Precisão cirúrgica.
Léraud-Reyser enfrentou um turno de quatro horas que comparou a correr uma maratona. Ferrière encerrou a tentativa já de noite, com a pressão acumulada de todo o dia. Não havia espaço para improvisar. Apenas executar.
Implicações para os elétricos de série
A Renault insiste: o Filante Record 2025 não é uma antevisão de um modelo comercial. Mas seria ingénuo pensar que não deixa marca. As lições aprendidas — aerodinâmica extrema, redução de massa, otimização de sistemas — são transferíveis, passo a passo, para veículos reais.
Talvez a mensagem mais forte seja outra: não é preciso continuar a aumentar o tamanho das baterias para alcançar grandes autonomias. Apostar na eficiência reduz o uso de materiais críticos, alivia a pressão sobre as cadeias de abastecimento e diminui a procura de energia na recarga. Menos é mais. Às vezes.
Num contexto de eletrificação massiva, estes avanços não são anedóticos. São estruturais.
Chaves técnicas do recorde
- Usa a mesma bateria de 87 kWh do Renault Scenic E-Tech de produção, e não um pack sobredimensionado.
- O consumo médio foi de apenas 7,8 kWh/100 km, aproximadamente metade do consumo homologado WLTP do Scenic E-Tech, cerca de 14,1 kWh/100 km.
- Trata-se de um protótipo monolugar ultra-aerodinâmico e muito leve, em torno de 1.000 kg, com pneus de muito baixa resistência ao rolamento desenvolvidos especificamente pela Michelin.
Condições do ensaio
O teste foi realizado em circuito fechado, com traçado longo e fluido para simular condução contínua de autoestrada, minimizando variações de ritmo e condições meteorológicas extremas.
O objetivo fixado pela Renault era superar os 1.000 km em menos de 10 horas, mantendo uma média superior a 100 km/h, incluindo paragens técnicas e trocas de piloto.




























1008km de autonomia não chega…
É preciso 1008km de autonomia para cada lado para ir almoçar a casa.
O que não serve são testes fictícios, como se 100 km/h fosse velocidade de autoestrada e como se fosse sempre velocidade linear no mundo real, sem travagens, sem acelerações, sem ultrapassagens.
Quantos tiveres um teste mundo real de 700-800 kms a 160 km/h avisa, até lá EVs não interessam, muito menos paragens de 1h para carregar.
Nisso os eléctricos ganham, recuperam energia onde os a combustão gastam.
Ainda gostava de ver que estrada é essa que faz 700 a 800 KMS a 160 kmh.
A1, A2
Se a A1 tem 300 kms e a A2 240, como faz 700 a 800 kms ? além de que tem de abastecer pelo caminho.
Ida e volta numa delas, não paro para abastecer
Milagre, faz 1080 kms e nem sequer para, isso é que é vicio de fazer kms, não me arranja um trabalho assim ?
1080? Falei em 700 a 800.
Ou não sabes ler ou distorces tudo, é sempre a mesma lenga lenga contigo
Você é que distorce tudo. Primeiro fala da A1 e A2 depois já é só numa, que nunca dá os KMS que fala.
Para não distorcer mais mostre um teste real a essa velocidade sem parar.
Mas 1000 km em velocidades médias de 80 km/h fazendo tiradas de auto estrada a 140-150 km/h num diesel é fácil (já fiz no vezes com o 1.6 black blue hdi da Peugeot).
Agora diz-me que os eléctricos são 1000 vezes melhor, quando ignoras por ompleto que os eléctricos não servem todos os use cases….. 😉
Pois são, porque vocês afirmam que conseguem fazer mas não os fazem, portanto, para quê ter algo que não se usa ?
E onde disse que servem para todos ?
Eu digo a verdade, se lhe custa a engolir, temos pena.
Quando a dizer, diz em vários comentários, de forma mais ou menos directa… 😉
Ele ignora porque não foi ele a dizer. Mesmo que alguém lhe diga que o diesel é o caso que encaixa ele vai dizer que não porque ele é que sabe.
Nem sei como não chega a presidente da câmara ou primeiro ministro. O Montenegro com um assessor assim tinha maioria absolutissima.
Eu também digo a verdade, não entendo porque inventam sobre o que digo, se lhe custa a engolir, temos pena.
Então mostre lá um apenas ?
JL vamos fazer um teste. Faro -> Porto via A2,A13,A1.
Partimos ao mesmo tempo, 130 Kmh de vmax, eu marco o ritmo no meu diesel. E vamos ver o que dá. Paramos de 2h30m em 2h30m, 15minutos.
Para fazer o que exatamente ?
Essa deve ser uma daquelas viagens que você nunca faz, já que para meter 1000 KMS precisa de 3 semanas.
Podemos fazer o teste, e vemos também quem gastou menos.
Essa é uma viagem que faço todos os meses, é simples chegamos os dois ao mesmo tempo, ou no maximo com 10 minutos de diferença, você gastou uns 65€ de gasoleo e mais uns 15€ para manutenção, eu gastei 22€ , e cheguei fresco como uma alface
Quem é que anda a 160km/h durante 800 kms, para não dizer que é extremamente ilegal?
Toda a gente que viaja
Por exemplo, Le Mans ? Ou alguém que está em Bragança e leva a esposa ao hospital de Portimão para ter a criança? Só pode…
Isso é viajar? Bom conceito
Toda a gente com carros normais, diga-se.
Ah só com carros normais é que vão fazer parto de Braga a Portimão ? curioso, porque há dias nasceu um numa ambulância, se calhar a ambulância era eléctrica ?
E como se um veículo elétrico pesasse 1000kg.
Alguns pesam pouco mais.
Olha, deves ter passado em frente a um espelho 😀
?
um pouco mais ?
Sim, um pouco mais, ou para vocês só existem carros grandes ?
Isso não sao carros sequer.
Pois não, tem razão, são automóveis.
E gasta muito pouco, isto devia consumir 27 kwh por cada 20 KMS.
Gostei do teste.
Gostava no entanto que a Renault pusesse o Renault Scenic E-Tech de produção, a fazer o mesmo teste, e a apresentar o resultado.
Poque sem isso, sem a comparação, em termos práticos não serve de nada.
É a mesma coisa que dizer que em laboratório faz 1500km. Só que no dia à dia não conduzimos em laboratórios.
Ademais, se o veiculo de testes pesasse menos 100kg, o consumo ainda seria inferior.
É basicamente o mesmo teste que colocar uma moto e um carro com a mesma cilindrada e características de motor e ver quem consome menos…
Nesse caso é o carro que consome menos, por incrível que pareça. As motas não são tão aerodinâmicas como parecem.
O coeficiente de aerodinâmica é simplesmente a percentagem de arrasto comparativamente com a área frontal do veículo.
Um carro pode ter 0.4cx e uma moto ter 0.7cx mas se o carro tem 2 metros quadrados de área frontal e a mota apenas 0.5 metros quadrados, o carro vai ter bem mais arrasto total
É verdade, por isso mesmo não ter usado esse dado.
E um pouco difícil de acreditar. Eu tenho amigos com carros eléctricos de 700Km mas ao fim de 150 Km já têm que recarregar, porque se a velocidade for superior a 60 Km/h gastam mais como gastam mais se tiverem que ligar o aquecimento, a ventilação ou os limpa para-brisas ou mesmo as luzes. E o carregamento demora mais de meia hora enquanto um carro a combustível abastece em 5 minutos.
Então não tem esses amigos, é invenção sua.
Errado, um carro com 700 KMS de autonomia declarada faz pelo menos 400 a 120 kmh.
Todos são assim, os consumos anunciados são em ambos nas mesmas condições.
Demora mais pois, mas em casa não pode abastecer, e nesse caso o eléctrico ganha em perda de tempo.
Isso é FALSO!!!
Tive um, que a marca, anunciava 550km, com 1 carregamento, de 85%. 625km com 100%.
Quando o carregava, nunca deixava, abaixo, dos 90%, porque, as vezes que cumpri, o que dizia, o manual, nunca fiz 350km sem ficar, com coisas desligadas, ao ponto, de uma vez, ter chegado, ao posto, de carregamento, só com 1 motor e sem qualquer outra, luz, no tablier.
Pelas autoestradas, 300km já era arriscado. Ir a 120 (quando me esquecia, de o bloquear, a 90kmh, para usar o Eco) já era bom, chegar aos 300km.
Daí que, tornou-se norma, se o carro diz 800km, aos 400km, é preciso recarregar, 90%. da bateria.
Na cidade, dava para 420km, sem problema. Nas autoestradas, com o limitador, em ECO e 90kmh, além de não usar nenhum monitor, e o auto-rádio, ser a pilhas, não o do carro, dava para 400-425km.
Qual era ?
Portanto pelos numeros dá para ver andou novamente a inventar.
Parabéns
Vamos pra estrada
Bora.
Porque é que está sempre a desmentir? Sabe sempre tudo .. que sumidade. E depois como vejo na autoestrada… Ah não ligo o AC para não gastar… Ah levo o vidro aberto porque não sei que, ah não passo dos 110 senão consome mais…
Só um inocente não vê que ele está a mentir. É assim tão lorpa que não não vê ?
Aliás, não fui o único.
Exato, é como você, a inventar essas dos ar condicionado, como se fossem tão burros que nem sabem que ir com vidro aberto basta mais que ligar o ac.
Ou seja, ganha em menores perdas de tempo.
Eu também gosto de inventar e não preciso de me desculpar com supostos amigos. Essa de um carro com 700 km de autonomia terem que carregar ao fim de 150 km é tao ridículo essa treta que dá para perceber que não tens um carro elétrico. Tu acreditas mesmo nisso que escreveste, ou só queres embirrar com os carros elétricos? Depois ainda acrescentas uma velocidade de 60 km/ hora, epá tu não tens mesmo a noção do que é um carro elétrico. Deves ter ficado pelos primeiros Nissan Leaf. Tenho um Kia EV 3 e só tenho pena de não ter mudado para um elétrico antes. Tira as palas e atuliza-te.
Eu acreditei em tipos como o JL e comprei um model 3 long range ha 2 anos, com a bateria cheia fiz Lisboa-Porto no inverno, cheguei a aveiro com 13% e tive de carregar. Fiquei 2 horas a espera de conseguir um spot e mais 45 mins para carregar ate 80%. Se conduzirem a 150kmh e ligarem o aquecimento a bateria desaparece…e disseram me que o frio também diminui a autonomia. Vendi o tesla e nunca mais quero ouvir falar de EVs. Comprei um Bmw X5 e nunca mais tive problemas nem stress com autonomias..
Tu até a inventar consegues falhar 😀
Quem for ler esta tua pseudo-experiência pessoal tem de saber que é quase tudo ficção. Dado que mistura informações que leste algures, até válidas, com conclusões que não estão tecnicamente corretas.
Em primeiro lugar, fazer Lisboa Porto no inverno a velocidades constantes próximas dos 150 km/h penaliza fortemente qualquer veículo, elétrico ou a combustão (e é criminoso). A partir dos 120 km/h, o consumo energético cresce de forma exponencial devido à resistência aerodinâmica.
Num elétrico, esse efeito é simplesmente mais visível porque a autonomia é monitorizada em tempo real.
Quanto ao aquecimento, o impacto existe, mas é limitado. Num Model 3 Long Range, o aquecimento representa, em média, entre 5% e 10% do consumo total em viagens longas. Não é o fator determinante para “desaparecer” a bateria. A velocidade é.
Sobre o frio, é verdade que temperaturas baixas reduzem temporariamente a eficiência da bateria, sobretudo nos primeiros quilómetros. No entanto, em viagens longas, a bateria aquece e estabiliza, reduzindo esse impacto. Não se trata de perda permanente de autonomia, mas sim de eficiência momentânea.
Por fim, a espera para carregar não é um problema do carro, mas da infraestrutura disponível naquele local e momento (e nas estações de serviço o que não faltam são carregadores vazios no inverno).
Em resumo, a situação descrita resulta sobretudo de imaginações, falta de conhecimento e falta de realismo. Vá… uma obra fraca de ficção 😉
O vitor não me conhece de lado nenhum mas tira conclusões, ok. Não é ficção infelizmente, é um bom carro para cidade mas não vendam a imagem que faz o mesmo que um combustão porque não faz. Ter um EV representa ter de viver com limitações, para alguns serve mas para a grande maioria näo.
Eu não comentei nada da tua vida que desconheça ou conheça. Eu comentei apenas e só do que partilhaste. Não extrapoles ao resto, que não é para aqui chamado. Agora, sublinho o que disse sobre o que comentaste.
Já agora sr. Vítor, ficar refém da tecnologia nos dias de hoje é bom não é? Ora bem… Amanhã vou a Lisboa… Ora tenho que parar em Aveiro para dar biberom ao teslazinho, depois parar em pombal para n sei que, planear tudo ao quilometro. No meu pego e ando, se tiver que abastecer, abasteço.
Vocês inventam cenários para criar uma falsa narrativa. É desonesto, no meu ponto de vista. Primeiro, como já referi milhentas vezes, os elétricos não são para todos. Assim como nos térmicos, há categorias, segmentos, nos elétricos também existem essas categorias. Fazer Porto Lisboa num elétrico, não precisas de o carregar na ida, a uma velocidade dentro da lei, e mesmo a pisar o risco, um qualquer DS N.8 faz sem qualquer problema, mas há outros. Vamos fazer uma pequena análise.
Modelos elétricos que podem fazer Porto-Lisboa sem carregar (com base na autonomia WLTP e na prática):
• Tesla Model 3 Long Range / Performance – autonomia oficial muito acima de 500 km WLTP, estimativa real em autoestrada que permite cobrir ~330 km.
• Mercedes-Benz EQS 450+ – autonomia WLTP cerca de 800 km, o que oferece ampla margem.
• Hyundai Ioniq 6 – WLTP até ~770 km, também com margem para autoestrada.
• Audi A6 e-tron / Q6 e-tron – autonomias WLTP tipicamente acima de 700 km em boas versões.
• Polestar 2 Long Range – autonomia WLTP ~650 km, normalmente suficiente.
• BMW iX xDrive50 – autonomia WLTP acima de 600 km, o que ajuda nos ~300 km sem parar.
São alguns, mas há outros e, acima de tudo, cada vez há mais. Chama-se evolução efetivamente. Em breve, carros abaixo dos 20 mil euros vão ter uma eficiência que lhes permita estes números.
Agora, indo ao encontro do que referi, nem todas as pessoas precisam de um carro para ir do Porto a Lisboa. Para esses, uma boa solução é um híbrido, sim, um eletrificado.
Para 99% da população que usa o carro no dia a dia, apenas precisam de 35 km, que é a média diário dos portugueses que conduzem para a sua vida diária. Para muitos destes, um elétrico chega e sobra.
Mas atenção, mesmo que um dia por mês, precisam de ir a a Lisboa, parar num posto de carregamento 15 a 20 minutos já é suficiente, para muitos dos atuais veículos elétrico. E basta ir fazer um xixi, lavar as mãos, pedir um café e esticar as pernas, estão passados os 20 min. Portanto, a tua retórica globalista é falsa.
É preciso melhorar a rede? Claro que sim. É preciso o preços dos elétricos baixar? Claro que sim, mas está a acontecer. E quando muita gente tiver um elétrico, iremos ver mais valor acrescentado dentro de portas. Não temos de ficar cativos dos combustíveis fósseis, que não temos em Portugal. Mas, sim, geramos muita energia e podemos gerar muita mais. E, como é o meu caso, eu produzo a minha própria energia, eu e muitos milhares de pessoas que podem colocar um painel solar em cima do telhado.
Falou em carros que estão ao dispor de 5 a 10% da população….
Não faz o mesmo que um a combustão, faz melhor.
Limitações ? Também não entendi essa, limitações tinha quando andava com os a combustao.
A única limitação que tinha possivelmente era na carteira…
Agora tem outras… aliás agora o carro é que o limita a si… mas veja o lado positivo, pelo menos já sabe que em AE não leva multa por excesso de velocidade. Ponto a favor para si 🙂
Limita como ? Na minha opinião tenho mais liberdade.
Se eu não levo multa na AE, então os a combustão levam ainda menos.
Realmente andar a planear se vai carregar e onde…. Diga me uma coisa, vai das caldas da rainha a Bragança, pega e vai? Se calhar antes começa a fazer contas á vida para ver onde carrega…. Ah ja sei, nem sai de casa porque tem fobia a carregadores públicos.
Tem de planear porque? Ninguém tem culpa que tenha de planear onde abastece porque comprou um diesel que não lhe compensa e tenta meter combustível o mais barato possível.
Óbvio, o carro faz o resto.
Fobia a carregadores públicos ? Este homem está cada vez mais doente, agora mete defeito nos outros quando é ele que não tem hipótese de usar sistemas privados. Loooool
Não foi voce que disse que não carregava fora de casa? Ou está esquecido.
Eu abasteço onde eu quero, não ando refém de apps para ver onde andam o melhor carregador.
Eu disse que raramente carregava fora de casa, e quando o faço uso os da marca.
Eu também não, por isso não andar dependente dos que você usa, até sou mais independente, e não, também não uso apps nem cartões, nem de pagamento.
O @JL não leva multas na AE pq faz média de 92 km/h na AE… Com paragem de 3horas na Marateca no exacto momento em q a bexiga estava prestes a rebentar. Td controlado.
Levo tantas como você, e não, os 95 kmh, foi na nacional, onde fiz maior média que você.
E por acaso não parei, como deu para ver, mas enfim, como isso lhe doeu, agora tem de negar a todo o custo.
Atenção que é FALSO, que a energia gasta “é exponencial acima dos 120kmh”. Dos 6 modelos, que a empresa possuía, TODOS, referiam os 90kmh (os Hyundai, referem 75kmh como limite, para os modos ECO e Regen). Vários só permitiam, o modo de economia, de bateria, sem passar os 90kmh (precisam activar, o limitador, manualmente, para não o ver desligar, ao chegar aos 93kmh).
Acima disso, é fácil gastar 95%, da bateria, de Lisboa a Aveiro, a conduzir a 120kmh, sem parar.
E há mais, que 99,99999999999%, do pessoal online, nunca viu: ao usar a auto-estrada, as mudanças de faixas, para ultrapassar, gastam mais energia, do que ficar, na direita, a viajar a 80kmh, fixos.
Em dias de chuva então, era uma festa, que mal passava os 200km, já tinha a luzinha acesa, a avisar que teria de recarregar, no próximo posto, a 80km de distância.
Na A1-A23, dava para fazer Lisboa-Guarda, chegar lá com 8%-6%, fi-lo várias vezes. Até ao dia que os 3 carregadores, junto à saída, da Guarda, estavam estragados. Tive sorte, de um camionista me dizer, que junto ao Sabugal, havia, um posto com 1 carregador, a funcionar, que ele tinha lá passado, poucos minutos antes. Foi o que me safou… o mostrador apagou-se com 1%, estava a parar, junto ao carregador. Foram 2 horas, que estava, mais contente, de ter conseguido por, o carro a carregar, do que o café só vender torradas, pois eram 18h e estava, para fechar. Carregar, os 85%, seguir, para a Guarda, fazer o que podia e ir dormir. De manhã, despachar, o resto, arrancar, de volta. Cheguei ao Carregado, com 34%, primeiro posto, vandalizados. Segundo, desligados. Já estava para voltar, para entrar na A1, vi, um posto, numa estrada ao lado, de onde ia, ver mapa, dei a volta, lá estiver 45 minutos, para chegar, aos 85%. Depois, 100kmh e até Lisboa.
Não é nada falso! E vamos ao teu comentário em geral, pois descreve situações reais, mas confunde limitações pontuais, modelos específicos e falhas de infraestrutura com regras gerais dos veículos elétricos, o que distorce a análise.
Em primeiro lugar, não existe um limite técnico universal de 90 km/h nos elétricos. Modos ECO ou de regeneração podem impor restrições em alguns modelos e marcas, mas isso não define o comportamento global da tecnologia. A maioria dos elétricos atuais circula a 120 km/h de forma perfeitamente normal, com autonomias previsíveis quando a condução é estável.
Quanto ao consumo elevado a 120 km/h, isso não é um problema exclusivo dos elétricos. A resistência aerodinâmica aumenta exponencialmente com a velocidade e penaliza qualquer veículo. A diferença é que, nos elétricos, o impacto é mais visível porque o consumo é medido de forma direta e transparente. Gastar grande parte da bateria a velocidades elevadas é um fenómeno esperado, não um defeito.
As ultrapassagens e mudanças de faixa consumirem mais energia também não é uma revelação escondida. Acelerações gastam mais energia em qualquer tipo de veículo. A vantagem do elétrico é que parte dessa energia é recuperada em desaceleração, algo que não acontece num carro a combustão.
A situação mais crítica do relato não é o carro, mas sim a infraestrutura de carregamento. Postos avariados, vandalizados ou indisponíveis são um problema real em Portugal e afetam diretamente a experiência. No entanto, isso não invalida a viabilidade do veículo, apenas demonstra que a rede ainda não é fiável em todos os eixos e horários.
Por fim, percursos como Lisboa Guarda feitos com margens reduzidas mostram que o planeamento era possível, embora stressante. Hoje, com maior densidade de carregadores rápidos e melhor planeamento por software, esse tipo de cenário é menos frequente, embora ainda possível. Contudo, tende a desaparecer o cenário de ansiedade, com mais carregadores.
Portanto… o comentário descreve dificuldades reais, mas não prova que elétricos sejam impraticáveis. Mostra, isso sim, que a experiência depende do modelo, do ano, da condução, do planeamento e, sobretudo, da qualidade da infraestrutura disponível. E tudo isso tende a melhorar, o que é uma grande vantagem para a modernidade automóvel 😉
Criminoso? Contraordenacao leve, 60€ de multa sem inibição de conduzir nem perda de pontos na carta, não há crime nenhum.
É até algo comum viagens longas o pessoal por o cruise control a 150 km/h e fazer a viagem toda assim
Portanto nem de muitas entende, acima de 30 kmh é grande, 120 a 600 euros e 2 pontos.
Portanto assim se vê quem anda a 160.
Comentei os 150 km/h do outro post, experimenta ser apanhado a 150 km/h, no auto vem que ias a 147 km/h, 60€ de multa, contraordenacao leve.
Eu não posso dizer a quanto ando senão o post é removido, mas conto com algumas multas que o podem comprovar. Curiosamente continuo com 15 pontos na carta, todas as multas foram justificadas, o que significa que é aplicação a coima mas nenhuma sanção adicional 😉
Ah ok, portanto a velocidade muda consoante o post, já estamos habituados a isso:
“Quantos tiveres um teste mundo real de 700-800 kms a 160 km/h avisa, até lá EVs não interessam, muito menos paragens de 1h para carregar.”
E não, comentou a 160.
É removido por quem ? pela autoridade quer ver ? LOOOOOOOOOOL
O outro dos 160 ainda lá está.
Ah tem multas e ainda tem 15 pontos, isso é que é um condutor exemplar, também me orgulhava de dizer o mesmo.
Claro que sim, é fácil justificar, é só dizer à autoridade que vai fazer 1080 kms e nem sequer vai parar, e eles tiram logo a multa.
Aprende a ler e a seguir threads
É por aprender que até fui buscar um texto seu.
Não sei, só que no modelo 3 standard de 2024 não consigo fazer mais que 250-280km de uma só vez…. Antes do 300km andados tenho sempre de parar.
O a/c consome energia que nem um doido, o carro parado em garagem perde 1% de carga por semana e quando no verão e na rua parado perde a uma média de 2% por dia….
Não me pintem o evs como a maior e melhor maravilha do mundo quando não são, e quando não servem todos os use cases…. Eu viagens de ida e volta que fazia facilmente num dia deixei de conseguir fazer com a mesma fácil com este model 3 exactamente porque tenho de para 2-3 vezes para carregar e rezar que consiga para e começar a carregar.
Há malta que também exagera nas histórias que aqui mete, mas eu estou farto desta treta…. O melhor cenário do eléctrico é na cidade, mas depois grande parte deles são como este model 3, banheiras gigantes que não fazem sentido algum para andar na cidade (tal como já mencionei em outrs comentários, não tive grande escolha isto é um carro de empresa).
Repara, o teu comentário reflecte uma experiência pessoal válida, mas generaliza problemas que não são universais nos veículos elétricos, isso posso-te afirmar com propriedade. Além disso, estás a misturar limitações de uso com expectativas pouco realistas para o contexto. E passo a explicar:
Em primeiro lugar, um Tesla Model 3 Standard de 2024 tem uma autonomia homologada claramente superior a 400 km. Em utilização real, 250 a 280 km consecutivos com autoestrada, ar condicionado ligado e velocidades elevadas não são um desvio anormal, mas também não representam um limite estrutural do carro, e sim o resultado do tipo de condução, perfil de estrada e clima. Quer isto dizer, que a culpa é, claramente, do teu pé direito.
Quanto ao consumo do ar condicionado, é importante contextualizar: o impacto existe, sobretudo em calor extremo, mas não consome “energia como um doido” de forma contínua. Como já expliquei, o maior consumo ocorre no arranque do sistema e na estabilização da temperatura. Em regime estabilizado, o impacto é relativamente moderado quando comparado com velocidade, acelerações e resistência aerodinâmica.
Sobre as perdas de carga com o carro parado, convém esclarecer que 1% por semana em garagem é residual e tecnicamente irrelevante. Já a perda de 2% por dia ao sol no verão está ligada à gestão térmica da bateria, que atua para proteger o acumulador. Não é desperdício: é preservação da longevidade da bateria.
A crítica mais importante está na conclusão: os veículos elétricos não servem todos os casos de uso, e isso é verdade (passo a vida a dizer que ps elétricos não são para qualquer pessoa). No entanto, isso não invalida a tecnologia, nem a torna inferior de forma generalizada.
Para quem faz longas distâncias frequentes, sem carregamento previsível no destino e com forte dependência de viagens num único dia, a transição exige planeamento ou outro tipo de solução.
Os elétricos não são a “maior maravilha do mundo, ainda”, mas também não são o problema descrito, nem para cá caminha! São uma solução altamente eficiente para muitos perfis de utilização, mas não para todos. A chave está em alinhar expectativas, uso real e infraestrutura disponível. E o futuro será melhor, a cada mês que passa, mais melhorias são incluídas neste segmento.
O facto é que desfazem-dr em mil e uma desculpas para dizer que é algo que não é….
Malta como o JL vaticina aqui que o eléctrico é superior em tudo, quando não é…. E então se tocar os no nome Tesla fica em pulgas…..
Quanto à auto uma vai ver o wltp para o modelo que indico e vês que é de 530. Concluir que a autonomia passa para metade em condições reais é demasiado mau, em vários aspectos…..
Quanto ao ac, etc, é uma realidade tanto em eléctricos como combustão, mas o facto é que os eléctricos quer seja para fazer frio ou calor o impacto é muito maior, desproporcionalmente maior que comparado com os de combustão.
Ainda sobre as perdas de energia….. Entendo, e sei a base por trás disso, mas se assim é, os testes de autonomia têm de passar a ter isso em conta para os consumos, pois grande parte do parque automóvel está na rua e exposto às condições meteorológicas…. Ou seja, o custo que “vendem” por km dos eléctricos não real, pois eles têm de gastar para se manterem saudáveis.
Sou sincero, do que tenho sentido, para sim um eléctrico compacto, mesmo que com uma autonomia real de 250 km, convencia-me facilmente, mas a preços a rondar o 20k…. Para o resto, híbridos plugin, se os preços e impostos fossem reajustados…. Porque no fim do dia, ao momentos que correm andar a electricidade para a maioria das pessoas implica pagar quase tanto como gasolina ou estar mais limitado nas tiradas que consegue fazer.
Mas os preços estão completamente descontrolados e a UE neste tópico só tem ajudado a entrar os fabricantes europeus e deixar o mercado à mercê da China….
Eu tenho pensado trocar o meu combustão por um carro novo, de todo não por um 100% eléctrico, e tenho dificuldades em encontrar um hipótese que faça sentido atendendo aos preços…..
“Malta como o JL vaticina aqui que o eléctrico é superior em tudo, quando não é…” Claro que não é. Nem o conseguirá ser. A ideia é ser melhor na maior parte e na fundamental. E Tesla não é de todo a marca líder deste segmento, é a marca que ajudou a democratizar os elétricos e a marca que tem melhor software.
“Quanto à auto uma vai ver o wltp para o modelo que indico e vês que é de 530.” Não é assim em todos? Não confundam as coisas. Nenhum carro é tão preciso quando o elétrico em termos de consumo. Visto que mostra o instantâneo. E ainda tem um bom caminho a fazer para ser eficiente como o queremos. Atenta, o ICE não é de todo eficiente e nunca o conseguirá ser. O elétrico vaui conseguir.
“…o facto é que os eléctricos quer seja para fazer frio ou calor o impacto é muito maior, desproporcionalmente maior que comparado com os de combustão.” Calma… Não, essa afirmação não é totalmente verdadeira. Nos veículos elétricos, o uso de aquecimento ou ar condicionado tem um impacto mais visível na autonomia, porque a energia vem diretamente da bateria. Em média, o consumo pode aumentar entre 10% e 30%, podendo ser superior em frio extremo, sobretudo se não existir bomba de calor.
Nos veículos a combustão, o aquecimento praticamente não tem impacto direto no consumo, porque aproveita o calor residual do motor. Já o ar condicionado aumenta o consumo, mas de forma menos percetível, normalmente entre 5% e 10%.
Contudo, isto não significa que o impacto nos elétricos seja “desproporcionalmente maior” em termos absolutos. É sobretudo mais evidente para o condutor, porque se traduz imediatamente em menos quilómetros disponíveis, enquanto nos carros a combustão o efeito fica diluído no consumo de combustível.
Cuidado com estas mentiras, estas verdades do Facebook. De facto um elétrico não é para todos, mas quem estiver dentro da área habitável dos elétricos, não existe opção melhor. Nem mais económica, nem mais moderna, segura ou desafiante. Se estás a pensar comprar um carro, pensa bem, analisa se estás na área habitável dos elétricos e faz contas.
Lembra-te, a evolução não vai acontecer nos carros a combustão, mas vai acontecer muito nos elétricos e na rede que os carrega. A margem de progressão é oposta nestas duas vertentes. Pensa bem e não te deixes levar pelos mitos urbanos. Agora, atenta que os elétricos não servem as necessidades de todas as pessoas.
Qual é o híbrido plugin que custa esse valor ?
Repara, mais uma vez desfases-tr em desculpas para argumentar que não é assim tão mau ou até é melhor…..
Mas tu num carro a combustão ele não perde autonomia por estar parado, o impacto do AC é inferior, como dizes para aquecimento aí até aproveita o aquecimento “natural” do motor…
Ser preciso? Não concordo, faço viagens de forma muito mai previsível com as estimativas do carro de combustão que com o modelo 3.
Dizer que se está na área dos eléctricos, queres dizer o quê? Que tens postos de carregamento caros na rua? Ou que tens possibilidade de carregar em casa em condições normais?
É que, estar a atirar uma extensão do 5 andar como vi ainda esta semana, para carregar o carro num dia de chuva não me parece sensato.
Andar de eléctrico, na minha opinião compensa em circuitos 75% urbanos e com capacidade de carregar em casa e/ou no estacionamento do trabalho, caso contrário pouco ou nada compensa.
Mas isto é a minha experiência, não gosto minimamente deste carro nem da experiência de ter um remédio…. Sim acelera rápido, mas e depois?
Desculpas usas tu, eu usei factos. Depois, o que dizes são imensos disparates.
“Mas tu num carro a combustão ele não perde autonomia por estar parado, o impacto do AC é inferior, como dizes para aquecimento aí até aproveita o aquecimento “natural” do motor…”
Sim, e isso que interessa no conjunto do que um elétrico tem para oferecer? É o mesmo que numa fila de trânsito, um térmico gasta combustível, e um elétrico não (ou é residual o consumo). Vale o que vale. Mas há muito mais que isso!
Outra frase cheia de nada: “Dizer que se está na área dos eléctricos, queres dizer o quê? Que tens postos de carregamento caros na rua? Ou que tens possibilidade de carregar em casa em condições normais?
É que, estar a atirar uma extensão do 5 andar como vi ainda esta semana, para carregar o carro num dia de chuva não me parece sensato.”
Já vi malta a meter gasolina num jerricã quando o combustível chegou aos 2 euros o litro. Isso faz algum sentido? Não digas esses pseudo-argumentos cheios de nada!
Um elétrico, como já disse milhentas vezes, não é para todos, não preenche as necessidades de todos, têm lacunas e por isso é que apareceram os eletrificados. Mas muitas destas “falhas ou lacunas” são transitórias, vão sendo colmatadas.
De há 3 anos para cá a evolução na infraestrutura de carregamentos foi exponencial. E vai melhorar mais ainda. Ao passo que os térmicos estão estagnados, já não oferecem nada de novo. E continuam pouco eficientes. O facto de terem mais autonomia com um depósito cheio vai ser ultrapassado pelos elétricos em breve. O facto de abastecerem em 10 minutos vai ser ultrapassado pelos elétricos em breve e o facto de terem mais pontos de abastecimento também será ultrapassado pela infraestrutura de carregamento de elétricos. Não há volta a dar.
Os elétricos trouxeram algumas boas vantagens, uma delas é, muitas pessoas no mundo terem no telhado a sua fonte de combustível.
Ah, afinal é um standard, 58 kw de bateria. Deves ser um comercial ou assistência técnica e precisa de fazer muitos km/dia , nesse caso este carro não é o indicado para si, está na cara.
No entanto, também tenho a certeza que o seu ICE anterior não acelerava como o 3, mesmo sendo o standard, nem andava tão barato , nem mantinha o interior arrefecido no verão mesmo aparcado, nem gravava quem o rodeia e tente arrombar ou arranhar, como faz o 3 e por isso gasta bateria parado. E de certeza que não tinha um GPS eficiente como tem este.
Loooool
Mas o que interessa a aceleração?
Na verdade, a aceleração alta só induz a mais a acidentes…. Basta ver, malta nova mais carros com aceleraçoes altas (não interessa o carro em si) igual a mais acidentes….
GPS eficiente? Utiliza os dados da Google e é pior que o Maps e Waze…..
O que interessa gravar? Vive assim numa zona com tantos assaltos? Eu tenho essa função sempre desligada, não faz sentido algum estar a gastar bateria nisso, e estará a perder KMS…
O AC do model 3? É mau, não consigo direcionar nas posições que quero, é limitado nesse aspecto, e é lento…. A coisa que mais tinha interesse era os bancos ventilados mas infelizmente foi-me mal com isso (aí não é defeito do carro, sou mesmo eu) de resto não entendo, porque não posso ter manípulos manuais para apontar cada saída de forma independente, é frustrante no verão…. Em cima disso vai-me obrigado a comprar umas proteções para tapar os vidros do tejadilho já que sem isso o carro aquece de forma parava e sinto o calor na cabeça…..
Ok, os olhos das pessoas não são todos iguais, os seus só vêem pontos negativos onde eu vejo ( e sinto) pontos positivos. Por exemplo, a aceleração para mim é um must, não há engasgos, quero meter me numa fila de carros na auto estrada e é só carregar no acelerador, ultrapassar uma fila de carros lentos numa estrada municipal, é um tiro. Com um combustão as coisas não são îguais e eu sempre tive bons carros.
O GPS é importante? Para mim, sim, é muito legivel e muito fiavel.
O que interessa gravar? Bom, uma vez cheguei ao carro e tinha a direção partida, se não fosse a câmara a mostrar o estupido que foi contra o pneu e a partiu, nunca saberia o que tinha acontecido; o arranjo custou 8,000€ ao seguro (dele) . E nunca lhe arranharam o carro? Está com sorte.
Quanto ao AC e ao vidro do tejadilho, dou-lhe razão, também não dou valor àquilo e tenho-o tapado, compre o novo Y e já não tem esse problema
O GPS não é nada de mais, e ter de pagar para ter aquilo que a Google da borla e que está utiliza não faz sentido (radares).
Quanto à câmara, atendendo ao gdprnduvido muito da sua história… Em Portugal a história das dash cams não funciona como noutros países…..
Mas não, nunca tive problemas….
Já vi que é daqueles chocos espertos que gosta de cortar no trânsito…. Mas se qualquer modo, aceleração não nos modelos base não é nada de extraordinário, e mais uma vez em muitas mãos é maior o perigo…. E o controlo de tração do carro pelo menos no standard deixa muito a despejar.
Comprar o y? É feio que dói, ainda maior que o 3….
E sim vejo muitos negativos no carro, de todos os carros com já vivi está a ser a pior experiência…. E um dos eventos que mais me revoltou foi estar a conduzir numa estrada com a minha mulher grávida e o carro decidir guinar para a faixa oposta quando tinha um camião em sentido contrário a poucos metros, se eu não o forço a corrigir a trajetória, tinha tido uma colisão frontal (tenho a situação bem gravada na memória e o som do camião a buzinar) – e antes dito sempre me apercebi que o sistema de manutenção à faixa funciona incrivelmente mal, em que quer puxar sempre o carro para linha entre faixas ou para a faixa do sentido contrário…. Não percebo….
Pagar para ter o GPS? Afinal você não tem Tesla nenhum, anda a inventar, essa história do carro fugir para a faixa oposta já sei onde foi buscar, também vi o vídeo, mas isso foi com o FSD e ficou depois provado em tribunal que foi a condutora que fez a manobra errada… Vá bugiar
O Vítor é como o Cavaco Silva, nunca se engana e raramente tem dúvidas. Conhece a condução dele? Não. Conhece o estado do carro? Não.
Cheguei a conduzir um E 2008 em 2023 de Aveiro ao Porto, pois da autonomia inicial de 350 km marcados no visor, cheguei ao Porto com menos de 100 km e a cumprir código, com AC ligado.
Quanto aos carregadores acho que o Vítor não vive no mesmo país que eu. É tudo ás florzinhas, há sempre carregadores livres, não há inconvenientes, não há avarias.
O que os influencers mostram também nem sempre é a realidade.
Posso lhe dizer que tive um carro problematico em 2006, um leon PD 120, e olhe… Quem o tem hoje tem mais de meio milhão de quilómetros.
O Mário é o típico comentador que, quando não ganha em argumentos, ataca o oponente. Deixe-se disso 😉
Não, de facto sobre este tema leva-nos sempre a ter dúvidas, mas a ideia é não inventar cenários. Mais ainda quando já conduzi dezenas de elétricos e eletrificados, nestes últimos 5 anos.
“Cheguei a conduzir um E 2008 em 2023 de Aveiro ao Porto, pois da autonomia inicial de 350 km marcados no visor, cheguei ao Porto com menos de 100 km e a cumprir código, com AC ligado.”
É plausível que um Peugeot e‑2008 de 2023 apresente uma diferença significativa entre a autonomia indicada e a autonomia real, sobretudo em autoestrada. Os 350 km mostrados no visor correspondem a uma estimativa baseada em consumos anteriores e em ciclo misto, não a um valor garantido para condução rápida e contínua.
No trajeto Aveiro–Porto, maioritariamente em autoestrada, vários fatores contribuem para uma quebra acentuada da autonomia. Como já referi, a velocidade constante acima de 100 km/h penaliza bastante os elétricos, o uso do ar condicionado aumenta o consumo, e a autonomia indicada ajusta-se rapidamente quando o sistema percebe um padrão de condução mais exigente. Esta perceção parte da experiência e sempre que anda de elétrico, vai melhorando a perceção e o conhecimento real.
“Quanto aos carregadores acho que o Vítor não vive no mesmo país que eu. É tudo ás florzinhas, há sempre carregadores livres, não há inconvenientes, não há avarias.”
O Mário é que não tem estado atualizado. Em Portugal, a rede pública de carregamento tem vindo a crescer, mas está longe de ser perfeita. Existem problemas documentados de carregadores avariados, postos fora de serviço durante dias ou semanas, falhas de comunicação, limitações de potência e situações frequentes de ocupação indevida, sobretudo em zonas urbanas e nos períodos de maior procura.
Além disso, a experiência varia muito consoante a região, o operador e o horário. Em autoestrada, por exemplo, não é raro encontrar filas em épocas festivas ou fins de semana prolongados, mas NUNCA sempre, isso é ridículo afirmar. Nos centros urbanos, muitos carregadores AC estão ocupados durante horas por veículos estacionados. Isso é eucação cívica. Não tem a ver com a infraestrutura em si.
Dizer que “há sempre carregadores livres” e que “não há inconvenientes” é uma generalização irrealista, eu nunca afirmei isso na generalidade do país, disse que na maioria do tempo, na autoestrada Lisboa, Porto, não faltam carregadores livres.
Apesar de muitos não quererem ver e andarem mesmo com uma falsa retórica, a rede está a evoluir. Contudo, obviamente, ainda enfrenta constrangimentos que são reconhecidos pelos próprios operadores, pela Mobi.E e pelos utilizadores no dia a dia. E nunca ignorei isso, mas percebo que, nos últimos 3 anos, a nossa rede evoluiu muito e está agora mais livre em termos de leis e regras para crescer de forma sustentada. E vai crescer, não há volta a dar.
Ter uma atitude SEMPRE de bota abaixo, não ajuda ao desenvolvimento, é muito típico do bafiento comportamento de quem não quer a evolução.
“O que os influencers mostram também nem sempre é a realidade.” O Mário tem de deixar o Instagram, essas realidades é que o estão a deixar com uma visão errada da atualidade.
Um dia, o Mário vai ter um elétrico e vai-me dar razão 😉
Eu já conduzi um E-2008, e um Kauai e sou sincero, gostei. Mas simplesmente ainda fico super ansioso com as autonomias… Por exemplo ainda há pouco tempo passei um fim de semana na serra, em que o proprietário da casa pediu expressamente para não carregar carros eletricos se os tivesse, porque a aldeia estava cheia e o PT era apenas de 50 kVA e estava a disparar todos os dias devido ao excesso de consumo.
Já em casa terei que investir 2 mil ou 3 mil euros só para adaptar a instalação de casa que não suporta mais de 3.45kVA e já ardeu uma vez por estar cerca de 8 horas a debitar potencisa próximas da contratada.
Portanto o proprietário da casa é que sabia de quanto era o PT e o mesmo é que estava a disparar ?
E você espera que alguém acredite nesses disparates ?
Tenha atenção que não é o disparar ou não, é a forma como você conta as coisas que não fazem sentido nenhum.
E já agora porque precisa de mais de 3.45 kva ?
Acha dificil num meio pequeno saber?
A empresa que voce detesta até dá essa info:
https://ibb.co/RkRkDtwy
Já viu JL… os malvados da E-Redes são mentirosos, até dão informação pública, mas como não foi ideia sua é mentira:
https://e-redes.opendatasoft.com/explore/dataset/postos-transformacao-distribuicao/mapa/
Acho, porque também vivo num meio pequeno.
Então agora já não esgotou a bateria em 70 kms ? Assim é que se apanham.
Os pormenores que ninguém vê, é só maravilhas depois, afinal havia outra…
Claro que ninguém vê, quando são inventados ninguém pode ver.
Existem aqui exageros, mas eu estou farto do meu modelo 3….. E não faz KMS nenhuns de jeito numa só tirada.
Ainda bem que reconhece, é muito fácil reconhecer.
Se não faz a culpa deve ser sua, já experimentou a circular sem ir a meter mudanças ? É que vejo muito isso nos eléctricos, não são capazes de andar a velocidades certas, parece que vão a meter mudanças.
Se mesmo assim não faz, é porque está avariado.
Pelas suas reações, das duas uma, ou você não se informou minimamente o que era o 3 antes de comprar (e as suas necessidades de km são muito grandes, fora do normal) ou então você está aqui a contar histórias e não tem 3 nenhum, este carro long range dual motor é dos carros mais satisfatórios que há a nível de eléctricos, segundo o que leio e vejo no YouTube
Para o JL. Um elétrico tem de andar a 70 na autoestrada que é para quase conseguir fazer o que prometem…..
Eu conduzo tal conduzo um a combustão, e a verdade é que o combustão fica mesmo muito próximo do que promete, alcançado por vezes…. Já o modelo 3, nunca alcança, nem lá perto…. Mesmo em circuito de cidade…..
É como todos os outros, ou é assim não nabo que não sabe o que é o wltp ?
A diferença é que os eléctricos conseguem cumprir melhor que os a combustão, por isso é que eu digo que vocês mentem, porque alegam que não fazem metade da autonomia num eléctrico, e depois nos a combustão já fazem 5 litros, portanto mentem ao dizer que andam da mesma forma, o que não é verdade.
Mais um que é primo do cavaco silva.nunca se engana e raramente tem dúvidas. Claro que não acredita porque não foi você. Você é daqueles que se as coisas correrem mal é daqueles que ficam bem caladinhos. Já conheço o genero e tenho que lidar com eles diariamente. E o seu Tesla de perda total e a instalação com 80 anos anda boa?
Depois de ter partilhado a foto do carro já acredita? Obviamente que não.
O JL é detentor da verdade. A Tesla deve lhe pagar para dizer cenas. Não digam mal da Tesla que o homem fica ofendido.
Só eu ? Veja lá quantos acreditaram ?
Então qual é o model 3 e qual a versão de sw ?
Enfim, é tal fácil apanhar os mentirosos.
Ė o Long Range AWD, versão 2025.44.25.4.
Se o vendeu como é que tem esse fw ?
Portanto assim se vê quem inventa.
Vendeu a um amigo e pediu-lhe para ir ver 🙂
Sim sim, há sempre um amigo.
JL, 100% dos EV anunciam 165%, a mais, de autonomia, do que possuem, realmente.
Como 99,99999% dos carros vendidos, só andam nas cidades, para aí 1 em cada 100 milhões, é que nota que não dá, o anunciado.
É verdade que quem pagou 700000 euros, por uma vivenda e 50000 euros, por painéis solares e estação de carregamento (para 2 carros), tem, várias, vantagens, económicas, com o EV, só se deslocando 200km (no máximo) por dia.
Agora, para médias distâncias ou para quem viva em blocos de apartamentos… um fóssil poupa 1000 horas, anuais, nas viagens, e 300 a 7000 euros, no seguro anual.
Já agora, para sua informação, e de quem tem EV: Preparem-se que a subida é de 17,5%, no prémio anual de seguro. E confiram que não vos removem 6500000 condições, algumas básicas, como cortar, de 5, para 2 vezes, que podem usar, o reboque, do seguro, ficando a pagar, o mesmo valor. Ou os 333,70 euros, adicionados, para poderem pedir, 2 vezes, por ano, que a seguradora, vos envie, carregador móvel, para recarregar, o carro, caso fiquem, sem bateria, em locais, sem sítio para carregar.
Errado, tal como os ICE os EV anunciam o consumo em wltp, são todos iguais.
Consegue mostrar os 50000 euros em fatura ?
Poupa como ?
Preparem-se ? então mas quem tem de pagar não são aqueles que batem ? esses é que vão ver aumento.
Como é que paga tanto em seguro ? qual é o carro ?
A tua obsessão com o sw é impressionante, eu até há data de hoje ainda não vi nenhuma melhoria com os updates que eles lançam…. E fora isso no changelog nunca vi lá nada sobre autonomia
Assim se vê quem anda dentro deles.
Exato, se não viu melhorias então é mais uma prova que não anda dentro deles.
Eu vi, no meu tem aparecido a cada 6 meses, falando de aumentos de eficiência e com isso aumento de autonomia.
E qual é a versão do seu perda total? O meu é a 6.6.6.69
Como se isso interessasse. Carrego o na minha instalação com 500 anos do tempo dos romanos.
Maneira fácil de saber quem está a mentir, mas existem outras, essa é apenas a cobertura…
Se carrega é porque tem andado a mentir, como já se sabe.
Lisboa- Aveiro serão uns 250 km mais ou menos, 87% de bateria gasta corresponde a 69 kw, o que dá um gasto de 26 kw/100 , num 3 isso dá uma média de 160- 170 km/h , foi assim que viajou ? Uma média dessas dá para ter que andar vários km a 200 km/h … Talvez uma história um bocado forçada …
Nunca foste na AE e passou um carro por ti a 200 km/h?
Achas que esse carro fez isso só para passar por ti para te impressionar ou será que faz a viagem toda assim?
Provavelmente era eu, porque você não deve ser, ali em cima confirma que não foi.
Eheheheheh… Nunca vi nenhum carro francês a ser eficiente… Só mesmo a citroen na suspensão… Sobre os elétricos pelo que existe no planeta relativamente comprovado em eficiência/qualidade/preço, penso que todos sabem quem lidera independentemente se gostam do patrão ou não… Eu não deixei de ser benfiquista por causa do orelhas…
Isto é um protótipo. Comparar este veiculo com um veículo normal é gozar. É uma brincadeira da Renault, os engenheiros têm de estar ocupados.
Mas eles compraram onde ?
*compararam…
Faz lembrar o famoso VW XL1. Veículos protótipos que custam mais de 10 carros normais. A realidade de ve em 2025, com bateria de 87 kWh, é pouco mais de 500 km a 120. O resto é música.
Esse não era protótipo, o carro foi mesmo colocado em venda.
“Três pilotos, Laurent Hurgon, Constance Léraud-Reyser e Arthur Ferrière, revezaram-se durante 239 voltas a um circuito de 4 km, ao longo de 9 horas e 52 minutos, com apenas 7 minutos de paragens. A chave não foi ir rápido. Foi não falhar durante quase dez horas.”
Porque não entregaram o carro a alguns condutores comentadores do pplware ? qualquer um deles fazia isso sem sequer fazerem paragens, aliás, temos pelo menos um nos comentários.
A 100 km/h nao de certeza.
Mas ja fiz varias vezes Lisboa – Serra Nevada sem paragens e Lisboa – Andorra só com uma paragem. Embora como tenho miúdos abaixo dos 10 é normal por vezes parar uma vez extra só para xixis
Lisboa – Andorra só com 1 paragem… E ainda vem para aqui vangloriar se como se fizesse um grande feito… Os cemitérios estão cheios destes heróis da estrada… O pior é dos que eles levam junto, às vezes
Então agora já para ? isto está complicado.
Aprende a ler a fazer contas
Mas ainda tenta convencer as pessoas que faz viagens de 6 a 7 horas sem parar ?
“…com uma bateria de dimensão comercial…”
A bateria até pode ter dimensão comercial, o carro é que está longe de a ter.
Verdade. Mas, a informação que é importante reter é que o problema não está nas baterias, mas sim em tudo o resto que ainda está evoluir da estrutura pouco otimizada dos térmicos, mas a necessidade de performance dos elétricos. A boa notícia é que não precisamos de baterias enormes para os carros terem autonomias maiores que os carros térmicos. Uma bateria pequena, motores mais aperfeiçoados, estruturas com materiais reforçados e leves, podem ter níveis de eficiência substancialmente maiores que os ICE. E estão nesse processo, em breve veremos todas as marcas a oferecer carros com baterias pequenas e grandes autonomias. Já há alguns exemplos 😉
Inovaram zero. Basicamente meteram uma bateria a rolar em loop com uns apêndices aerodinâmicos.
Dito por ti é precisamente o inverso. Um hater nunca vê as coisas como elas são, usa sempre uma versão falsa da questão. Portanto, ok, concordo, temos ali muita inovação.
O meu carro de 96 a gasóleo faz isso
Mas consome mais de 87 kWh.
Itatiba/SP – Brasil => Pode anotar
Se conseguir autonomia acima de 300km/carga com nossos relevos e em condições reais, corto a grama do Presidente da empresa que for, por 3 meses.