Xiaomi YU7 é oficial: este é o novo SUV elétrico acessível que quer mudar o mercado
A Xiaomi, mais conhecida pelos seus smartphones, abalou novamente o mercado automóvel com o lançamento do seu primeiro SUV 100% elétrico, o YU7. Numa apresentação em Xangai, a empresa não só revelou um design arrojado e um interior recheado de tecnologia, como também um preço de combate: a partir de 253.500 yuan (cerca de 32.500 euros).
O Xiaomi YU7 já é oficial, mas na China
O YU7 posiciona-se de forma agressiva para desafiar diretamente o domínio do Tesla Model Y. Este lançamento é o segundo grande passo da Xiaomi no setor automóvel, e a marca não fez por menos. O YU7 é um SUV de dimensões generosas, com quase 5 metros de comprimento e uma distância entre eixos de 3 metros, prometendo um interior espaçoso e confortável.
O espaço para bagagem é um dos seus trunfos, com uns impressionantes 678 litros na traseira e um "frunk" (bagageira dianteira) de 141 litros, superando muitos concorrentes. Debaixo do capô, o YU7 oferece três versões para todos os gostos e necessidades. A versão Standard, de tração traseira, debita 320 cv e promete uma autonomia recorde no ciclo chinês (CLTC) de até 835 km, graças a uma bateria de 96,3 kWh.
Eis o novo SUV elétrico acessível da marca
A versão Pro sobe a parada para 496 cv com tração integral, e a "Max" transforma o SUV familiar numa verdadeira "besta" do asfalto. São com 691 cv (508 kW) de potência e dois motores, acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,23 segundos e atinge uma velocidade máxima de 253 km/h.
A tecnologia de carregamento é outro dos pontos fortes. Graças à sua arquitetura de 800V, o YU7 promete recuperar energia a uma velocidade estonteante. A Xiaomi afirma que é possível adicionar até 620 km de autonomia em apenas 15 minutos, ou carregar a bateria de 10% a 80% em apenas 12 minutos, eliminando uma das maiores ansiedades dos condutores de elétricos.
O mercado está cada vez mais interessante
No interior, a experiência é futurista. O destaque vai para o inovador "HyperVision Panoramic Display", um painel triplo Mini LED com 43,4 polegadas que se estende pela base do para-brisas, projetando informações de forma integrada. A este junta-se um ecrã central de 16,1 polegadas, um sistema de som com 25 altifalantes, bancos em pele Nappa com massagens e até um pequeno frigorífico de 4,6 litros na consola central.
O objetivo da marca é oferecer mais do que um carro, proporcionando um espaço de vida inteligente sobre rodas. Isto reforça a visão de um veículo integrado no ecossistema de produtos da marca. As entregas começam no próximo mês e a Xiaomi demonstra uma agilidade impressionante e uma ambição clara. Quer conquistar o asfalto com a mesma fórmula de tecnologia e preço competitivo que a tornou uma gigante da eletrónica de consumo.
































Em Portugal deve vir para perto de 60.000€, não?
acredito mais nos 45-50
Se for como o BYD Dolphin Surf que custa na China 6.825 euros e é vendido em Portugal por +20 mil euros, então este Xiaomi YU7 em Portugal deve custar +90mil euros…
“Acessível” significa que pode ser comprado pela classe média assalariada. E aí o máximo é 20.000 euros, não é 32.000.
Nem um renault clio a gasolina custa 20k.
Por acaso os preços começam nos €20.500
https://www.renault.pt/veiculos-hibridos/clio/configurador.html?conf=https%3A%2F%2Fpt.co.rplug.renault.com%2Fc%2FBADUi%2FAlH
Ficamos a saber que nem Clio a gasolina é para a classe média, só Dacia.
Não sei como é que um SUV com o preço a começar acima dos 55/60000 euros é acessível e pode revolucionar o quer que seja.
Vivemos bem por aqui.
Enquanto a gasolina sintética não chegar a Portugal ou não baixarem as taxas de importação de veículos eléctricos, serei apenas mais um feliz condutor de um “clássico” (Ford Fiesta MK4 de 08/1997). A minha ‘pegada-ecológica’ diminiu à medida que a idade do meu 1º carro avança: chama-se REUTILIZAR, o 4º dos 5 Rs da sustentabilidade (repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar)!
O sexto é “rasca”… conduzir um ford fiesta… ninguém merece
No meu entendimento é o contrário…
Se trocar hoje um Fiesta Mk4 que emite 162g/km de Co2 por um Fiesta Mk6 que emite 147g/km é uma redução efetiva da pegada ecológica, pois por cada 1000km reduzia 15kg de emissões.
E o problema dos veículos é que a maior parte das emissões ocorrem com o seu uso e não com a sua construção.
Pena é ter dimensões que o torna pouco prático nas estradas e vila europeias (Comprimento: 4,99 m e Largura: 1,99 mm). Conheço parques de estacionamento onde colocar esse carro será um “desafio” (El Corte Inglês, aeroporto Sá Carneiro…).
No entanto a Xiaomi consegue demonstrar que é possivel fazer carros bonitos, performantes e recheados de tecnologia sem assaltar o bolso do consumidor, um excelente recado aos construtores do resto do mundo.
Venham daí novos modelos mais orientados para as especificidades europeias!
@Blackbit
“Sem assaltar o bolso do consumidor”!!!???
Então um carro que vai chegar a Portugal acima dos 60 mil € é o quê, se não um assalto???
Você que idade tem??? 15???
Faz sequer ideia de quanto tempo o português comum precisa para juntar essa quantia???
Já nem vou falar da estupidez que é andar com um carro de +60 mil € nas estradas portuguesas…
… O Dolphin não é carro para custar sequer 15 mil, quanto mais 20… e este wannabe dos telemóveis, 35… vá… 40 mil já a esticar no limites, estava mais do que pago!!!
O tuga ou “vive bem” (o que eu duvido) ou prefere endividar se/passar fome para comprar um “secador de cabelo”…
Já estou como o @Vereda: mais vale andar com uma lata velha do início do século, do que encher o cu a estes oportunistas… a ostentação deste povo de pedintes nunca pára de me surpreender…
Purosangue da Aliexpress.
Quando estará em Portugal.
Quem é o representante em lisb0a
É curioso como com a chegada dos BEV’s 50k€ passou a ser considerado um valor bom/razoável para o preço de um automóvel…
“…835 km, graças a uma bateria de 96,3 kWh. …”
LOL, ainda tinha esperança que viesse com uma bateria de 208 kWh.
Tenha calma, estão quase a sair.