PplWare Mobile

A minha Antena Starlink “morreu” e agora?

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Max says:

    Uma antena de comunicações por satélite? Mas p’ra quê, se o Starlink direct to cell está por aí a rebentar, para smartphones comuns e vai substituir as redes móveis (segundo dizem alguns)?

    • Vítor M. says:

      Repara, vamos imaginar este serviço por 28 euros, sem fidelização (apenas com a aquisição da antena) e que pode ser utilizado em vários cenários, até deslocado. Não achas que poderá ser, em muitos casos, um bom investimento?

      Em locais com fraco ou nenhum serviço se internet, este serviço é ouro. No meu caso, enquanto não tinha a fibra instalada, foi importante.

      • Max says:

        Estava a ser irónico. Não questiono as comunicações por satélite, mas sim que possam substituir as redes móveis terrestres para os smartphones comuns, como escrevi aqui:
        Max 29 de Janeiro de 2025 às 11:50
        (…) As comunicações por satélite existem há anos, com telefones próprios para essas comunicações e equipamentos ligados a antenas para satélites. Não é com smartphones comuns que isso se consegue.

        • Vítor M. says:

          Depende da evolução da tecnologia. Ainda há poucos anos não acreditavam que fosse possível este tipo de comunicações por satélite que hoje já existe nos smartphones. E a realidade é que as operadoras, as poderosas desta vida, estão já a investir na sua própria rede na LEO.

          Recentemente, a Vodafone investiu significativamente na tecnologia de satélite para melhorar a conectividade em áreas remotas. Como foi noticiado aqui, em colaboração com a AST SpaceMobile, a Vodafone realizou a primeira videochamada via satélite utilizando um smartphone comum, sem necessidade de equipamentos especiais. Este avanço permite que utilizadores em zonas sem cobertura móvel façam videochamadas, acedam à internet e utilizem serviços de mensagens online. A empresa planeia introduzir progressivamente este serviço na Europa entre o final de 2025 e 2026, visando eliminar as lacunas de cobertura móvel.

          Isto é o princípio.

          • B@rão Vermelho says:

            E ainda há mais vantagens por exemplo pessoas como eu que gostão de viajar e passam mais do que uma semana num país se for possível ter toda a comodidade de continuar a utilizar os meus dados móveis e receber e fazer chamadas no meu número era fantástico ou invés como muitas vezes tenho de fazer, a cada 7 dias comprar um cartão diferente porque passai para o país ao lado.

          • Yamahia says:

            A tua operadora não oferece roaming?

          • Vítor M. says:

            Depende do país. Por exemplo, estás cá no país, se vais para o Mónaco, não tens roaming. Se vais até à Suíça, não tens roaming.

            O que ele diz faz sentido.

          • Yamahia says:

            Tá boa. Thanks pela info.

          • Zé Fonseca A. says:

            Tens roaming, o que não tens são tarifas de roaming que incluem os teus pacotes, é separado. Mas isso tem tendência a terminar, maioria dos sítios mais populares já têm acordos de roaming, exemplo EUA, Canadá e até México

          • Vítor M. says:

            O que está em conversa são as tarifas, os dados móveis do pacote do país. O roaming é um serviço que permite usar o telemóvel fora do país de origem, ligando-se a redes móveis estrangeiras para chamadas, SMS e internet. Isso já acontece possivelmente em todo o mundo.

            Agora, as tarifas contratadas… isso é outra coisa.

            Por cá, Suíça ou Mónaco, por exemplo, não têm acordos. Era interessante haver em todo o lado, mas não é assim. E poderá um dia haver essa transversatilidade com ligações Starlink nos smartphones.

  2. Yamahia says:

    Está engraçado. Apenas não concordo com a afirmação de que ’25 ms é ótimo, quase comparável às ligações de fibra ótica em termos de resposta’. Há muito tempo que não vejo latências tão altas na internet fixa, seja por cabo ou Wi-Fi.
    Não quer dizer seja mau mas 25 ms é mais típico de ligações móveis ou conexões menos optimizadas.

    • Vítor M. says:

      Na fibra tens 12, 14… 16 ms e até pior. Portanto, 25 ms é ótimo, sim, tendo em contra as poucas estações terrestres (Gateways) usadas para triangular o sinal e garantir a ligação à internet.

    • rui says:

      Fiz agora o teste em casa, cerca de 100km de Lisboa, a ir ao server da MEO foi 6 ms, a ir ao Server da vodafone foi 12ms, no tempo da ADSL 20ms era vitoria, o normal era ser mais.

    • XicoFanico says:

      É tão bom falara de barriguinha cheia… 🙂
      Certamente nunca estiveste dependente de um sistema VSAT onde a latência é sempre superior a 600ms.

      • Yamahia says:

        Migo, sei o que é sofrer. Sou do tempo dos kbps da TV Cabo/Netcabo/Novis e posteriormente cantava de galo porque o meu Optimus pioneiros permitia falar ao telefone no metro sem estar a ouvir batatas a fritar!!!
        Ainda hoje é o meu nr. de telemóvel e já passou pela Vodafone e pela MEO de onde não faço intenção de sair, tais foram as experiências depois daquilo passar a NOS e das promessas infundadas da Vodafone!!!!!!!!!

    • Diogo Raminhos says:

      25ms achas mau? Se estiveres em Lisboa/Porto, perto de alguns dos maiores servidores / backbones e afins, tens routing bem mais pequeno e rápido, vai para fora de Portugal e tens logo latência acima dos 20ms na boa, acho que estás é mal habituado.

  3. Mamaki Funini says:

    Acabei de fazer um teste na cama com Wi-Fi 6 e tive 3ms o repetidor está no piso de baixo

  4. AlexS says:

    75-100w ainda é um bocadito. Já tentaram usar com painéis solares portáteis?

  5. Bruno says:

    Gostava de perceber se foi gratuito e tudo muito ágil por, eventualmente, saberem ser do Pplware… ?
    75-100Wh é só a antena? Um pouco estranho… a minha Gen2 gasta 35W em média (pelo menos é o que aparece na App) durante a utilização normal. Portanto, estamos a falar do dobro do consumo.

    • Vítor M. says:

      Não, fomos tratados como qualquer cliente. Não tem a ver com o ser o pplware. Este guia que fiz foi porque na internet não tem nada disto e seguramente alguém irá precisar destas infos.

      Quanto ao consumo, esses dados são do site da Starlink. Nas especificações da Gen 3.

    • rui says:

      O Gen 2 por exemplo está rated para um consumo de 50w a 75w, quando está a nevar por exemplo ele aquece ao ponto de dereter a neve, mas isso usa mais energia…

  6. Test User says:

    Vitor M. sabes da razão de existir RESIDENCIAL LITE por 29 €/mes em Espanha e em Portugal não existir?

    • Vítor M. says:

      Mercado, dimensão. Mas acredito que um dia chegará cá. Tem a ver também com a infraestrutura. A Starlink está a reforçar, mas tem de ter dimensão para valer a pena o investimento.

      • Test User says:

        Tem de ser outro motivo que mercado e dimensão. Senão Ilhas e países menores não tinham.

        Afinal os paises que têm são:
        Argentina, Barbados, Botsuana, Colômbia, Ilhas Cook, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Itália, Jamaica, Quénia, Madagáscar, Maiote, Mongólia, Nova Zelândia, Ilhas Marianas do Norte, Panamá, Paraguai, Ruanda, Reunião, Sudão do Sul, Espanha, Uruguai, Vanuatu, Iémen, Zâmbia, Zimbabué

        • Vítor M. says:

          Sim, por isso mesmo. Mas o que foi explicado, diz o seguinte:

          A Starlink introduziu a modalidade Residencial Lite principalmente para tornar a internet via satélite mais acessível em países onde a procura pode ser menor, o poder de compra é reduzido ou onde a infraestrutura terrestre já oferece alguma concorrência.

          Eis os principais argumentos para essa escolha:

          1 – Mercados com menor poder de compra: Muitos dos países listados têm economias em desenvolvimento, onde um plano mais barato pode atrair mais utilizadores e tornar o serviço viável para um público maior.
          2 – Concorrência com infraestruturas locais: Em países como Itália e Espanha, há uma boa cobertura de fibra ótica e redes móveis rápidas. Um plano mais barato ajuda a tornar a Starlink mais competitiva.
          3 – Expansão da rede em áreas remotas: Países como Botsuana, Sudão do Sul e Zâmbia têm vastas regiões rurais sem cobertura de internet tradicional. Um plano Lite pode incentivar mais adesão sem comprometer o desempenho da rede.
          4 – Redução do consumo de dados na rede Starlink: O Lite pode ser uma estratégia para oferecer um serviço mais económico e limitar a sobrecarga da rede em certas regiões.
          5 – Regulações e impostos: Em certos países, os impostos sobre telecomunicações são elevados, e um plano mais acessível pode ajudar a Starlink a manter a viabilidade do serviço sem preços proibitivos.

          Portanto, Portugal estará fora destes pontos, mas “cheira-me” que estaremos ainda aquém do ponto 2, por falta de dimensão, porque não temos área tão grande sem serviços dos operadores a operar no país e porque somos um país com algum poder de compra… como tal, não entramos ainda em nenhum dos pontos.

          • Test User says:

            Obrigado pela explicação.
            Se tiver que fazer um palpite, deve ser Regulações e impostos.
            Conjugação poder de compra e Concorrência, ainda compensa não ter este tarifário na oferta.

  7. I'm says:

    Era ótimo para servir no condomínio, punha-se a antena no telhado e servia todo no prédio por wi-fi, não ser se proíbem isso (Starlink). O GPT diz que não há problema, a Starlink não proíbe.

  8. nameblomcc says:

    Morreu? Já foste!

    Para a próxima não compres dispositivos do Musk charlatão.

    • Vítor M. says:

      Aí é que te enganas. Não confundas Musk empresário com Musk político. São duas personagens completamente diferentes. Eu admiro Musk empresário, empreendedor. O outro é abominável (no meu ponto de vista, pois há quem goste).

    • Test User says:

      Tem juízo nessa cabeça.
      Starlink não enganou ninguém, alias forneceu serviço que beneficiou pessoas que não tinham acesso internet antes. Aliás UE quer fazer serviço concorrente: IRIS
      Ninguém é obrigado aderir. Toda a competição é bem-vinda, devia ser óbvio depois entrada DIGI em Portugal

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