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Dica: Como saber que espaço tem ocupado com imagens e vídeos no Google Fotos

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Carbonato de Sódio says:

    Eticamente é incorreto oferecer-se uma coisa às pessoas e de um momento para o outro sem qualquer razão aparente, só porque sim, retirar-se a oferta.
    Por um lado compreende-se que por muito pequenos que sejam os arquivos correspondentes às fotos e vídeos redimensionados para poderem usufruir do armazenamento ilimitado gratuito, o seu tamanho é diferente de zero e acaba por se ir acumulando uma quantidade astronómica de dados nos servidores da empresa. Por outro lado, com os lucros que a Google tem fundamentados na extracção de dados dos utilizadores, penso que não seria grande problema ir ampliando o espaço de armazenamento à medida das necessidades.
    Embora a questão acabe por ser discutível e dependente da forma como cada pessoa gere os seus dados, não deixa de ser pouco ético retirar uma coisa que se ofereceu, e leva-me a desconfiar se qualquer dia o Android não terá de ser pago à parte, as actualizações do Android não terão de ser pagas à parte e se o GMail que é utilizado até a nível profissional por milhões e milhões de utilizadores não terá também de ser pago à subscrição independentemente da quota de espaço atribuída. Será que a Comissão Europeia, especialista em aplicar multas à Alphabet, desta vez não vai fazer nada?

  2. Pedro says:

    Excelente artigo para descarregar o conteúdo todo! Muito bem.
    Relativamente à mudança de política do Google Photos, já não é a primeira vez que acontece. Recordo o OneDrive, que oferecia alojamento ilimitado para alguns planos (que eu inscrevi-me), confirmaram que seria ilimitado para sempre, e depois passou para 1Tb sem direito a qualquer contestação.
    O que me parece incorreto é que não tenha tido esta possibilidade desde o início. Isto é, ao escolher a opção ilimitada do Google Photos, o conteúdo perdeu automaticamente qualidade. Enquanto utilizador, tinha a possibilidade de escolher se queria guardar ou não me importava de sacrificar a qualidade pelo armazenamento. É certo que esta política se aplica apenas ao novo conteúdo, e portanto o antigo continua disponível, mas pago por pago, poderia ter optado logo pelo serviço pago e não sacrificava a qualidade. Agora, nada a fazer.
    Isto só mostra que em nossa casa as coisas estão sempre mais seguras. É pena, porque o serviço de reconhecimento (que o Google usou para poder melhorar o AI deles) funcionava bem.
    Certamente vão aparecer alternativas!

  3. António Manuel da Silva Gonçalves says:

    O tipo de esparrela coerente e consistente com o tipo de sociedade que temos vindo, paulatinamente, a implementar.

  4. João Pais says:

    Pedindo desculpa da minha ignorância, fiquei às escuras quanto ao mais importante como limpo o espaço ocupado na Google

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