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Há segurança informática nos serviços públicos em Portugal?

Semanalmente iremos colocar uma questão sobre um tema pertinente, onde esperamos que os leitores colaborem, para que consigamos ter, uma noção mais fiel do público que nos acompanha, mas também a opinião e tendências mais evidentes no mundo da tecnologia, sobretudo no nosso país.

Depois do ataque WannaCry, hoje a nossa questão está relacionada com a segurança dos equipamentos informáticos, utilizados pelo serviço público, no nosso país.


Bitcoin tem subida abrupta e passa a barreira dos 2 mil dólares

A mais famosa criptomoeda do mundo, o Bitcoin, vale agora 2 mil dólares por moeda (cerca de 1846 euros). Estes dados vão sendo fornecidos pelas plataformas e carteiras de moedas digitais que negoceiam com Bitcoin, como a Coinbase ou a Kraken.

A avaliação feita a este mercado refere que, a esta cotação, estão em circulação cerca de 33 mil milhões de dólares.

Moedas de bitcoin


Windows 7 foi o mais afetado pelo ransomware WannaCry

Quando o WannaCry começou o seu ataque, muitos previram que este se iria focar em máquinas mais antigas e que, por isso, estariam mais desatualizadas quer em termos de software quer em termos do próprio sistema operativo.

Esperava-se que fosse focar-se em sistemas como o Windows XP, que a Microsoft já abandonou há bastante tempo. Mas a verdade é que, segundo os mais recentes números, a grande vítima do WannaCry foi o Windows 7.

WannaCry


Foi a NSA que reportou à Microsoft falha explorada pelo WannaCry

O WannaCry veio mostrar que a segurança está intimamente ligada às atualizações que as empresas lançam e à necessidade de instalação destas. Com uma simples falha do Windows, que até já tinha sido corrigida, foi possível tomar conta das redes de muitas empresas em todo o mundo.

A Microsoft depressa veio a público acusar a NSA e o governo americano de terem conhecimento desta falha e de não a terem revelado, mas a verdade é que a NSA já tinha passado à Microsoft a sua existência.

NSA