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Tags: Via Láctea

Qual é o destino do nosso planeta Terra?

Tudo tem um fim, até o Universo, e há quem diga que será um fim triste e solitário. A nossa casa, o planeta Terra, e a nossa estrela, o Sol, nasceram juntos e os seus destinos estão ligados. Conforme a nossa estrela se torna uma gigante vermelha e se expande, a Terra torna-se numa rocha seca, queimada e inabitável. Isso acontecerá também quando a nossa galáxia, a Via Láctea, colidir com a galáxia de Andrómeda, na porta ao lado.

Se é o Sol que mantém a vida na Terra, será esse mesmo Sol que irá, daqui a 5 mil milhões de anos, aniquilar todo e qualquer ser vivo no planeta.

Ilustração do fim do Sol e da Terra


NASA descobre Superterra perto de uma das estrelas mais antigas da Via Láctea

Cada vez há mais tecnologia a palmilhar o Universo, com o intuito de descobrir onde poderemos encontrar um planeta “à nossa medida. Assim, numa nova incursão pela imensidão do Espaço, foi descoberto pelo TESS da NASA, um novo velho planeta. Esta superterra, que é cerca de 50% maior que o nosso planeta, foi observada perto de uma das estrelas mais antigas da Via Láctea.

Segundo um estudo publicado agora, o astro, batizado de TOI-561b, requer cerca de 12 horas para orbitar a sua estrela. Numa dessas passagens, o planeta bloqueou uma fração da luz estelar e foi detetada pelos terráqueos.

Imagem superterra descoberta pela NASA


Via Láctea pode estar cheia de civilizações mortas

A Terra pode ter recebido vida muito depois de outros planetas. Além disso, a vida neste canto da galáxia pode ter sido bafejada pela sorte. Segundo um estudo agora apresentado pela NASA, a grande maioria das civilizações alienígenas que já floresceram na nossa galáxia provavelmente estão mortas.

A nossa galáxia é formada por centenas de milhares de milhões estrelas. Poderão ter alimentado vida inteligente antes da Terra ter vida.

Imagem da Via Láctea, a galáxia da Terra que terá vidas alienígenas mortas


Estrela mais rápida da Via Láctea move-se a 8% da velocidade da luz

De algo tão extenso como o Universo onde estamos inseridos, esperam-se muitas novidades, muitas descobertas. A par de umas quantas recentes, foi agora encontrada a estrela mais rápida conhecida até hoje da nossa galáxia.

A recente descoberta chama-se S4714 e atinge uma velocidade de cerca de 8% da velocidade da luz.


NASA escolhe imagem de fotógrafo português e explica o que vemos no centro da Via Láctea

Miguel Claro é um fotógrafo profissional português, autor e comunicador de divulgação científica. Este astrofotógrafo foi destacado pela NASA na rubrica “Imagens do Dia” no site da agência espacial americana. A imagem captada mostra-nos, de forma muito fácil de perceber, “o campo estrelado de poeira no núcleo da nossa galáxia Via Láctea”.

Entre várias outras distinções atribuídas pela NASA, o fotógrafo tem uma coleção fabulosa de imagens no nosso Universo.

Imagem fotografia da Via Láctea por MIguel Claro escolhida pela NASA