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Tags: Via Láctea

Astrofísicos conseguem detetar naves espaciais a viajar mais rápido que a luz

Uma equipa de cientistas do Laboratório Avançado de Propulsão para Física Aplicada (APL-AP), afirma num estudo recente que as ondas gravitacionais também podem ser usadas para procurar vida inteligente no espaço. Poderão mesmo detetar a deslocação de naves espaciais evoluídas.

Os investigadores afirmam que o poder dos atuais observatórios de ondas gravitacionais, combinado com os que ainda estão por vir, possibilitará criar um sistema de deteção capaz de analisar todas as estrelas da Via Láctea (entre 100 e 200 mil milhões) para sinais de propulsão que excedam a velocidade da luz.

Ilustração de nave detetada via análise ondas gravitacionais


Espaço: Existe uma reserva de água do tamanho de 140 biliões de oceanos

A Terra tem muita água, mesmo muita! Aliás, a quantidade é tanta que é complicado contabilizar e traduzir em números o valor. Segundo estimativas, a Terra terá 1.260.000.000.000.000.000.000 de litros de água. Contudo, apenas 2% de toda esta água é potável. Mesmo assim, é uma grande quantidade que não está bem distribuída. E se um dia precisássemos de mais água?

Não se vislumbra um acontecimento que nos faça perder este líquido precioso para o espaço. No entanto, nesse mesmo espaço, a alguns mil milhões anos luz, existe um lugar que tem mais 140 biliões de vezes mais água que a que temos aqui no nosso planeta. Portanto, 140 biliões de vezes mil duzentos e sessenta triliões de litros.

Ilustração de quasar que terá 14 biliões de vezes mai água do que a que existe aqui na Terra


Hubble surpreende de novo com imagem de grande diversidade galáctica

Vivemos numa galáxia, a Via Láctea, que tem um aspeto de expirar. Esta classificação tem a ver com a sua morfologia, pois apresenta uma clara estrutura espiral em torno do seu núcleo quando vistas perpendicularmente ao seu plano. Contudo, existem outras galáxias com formatos diferentes e o Hubble captou uma foto com várias galáxias de aspeto diversificado.

A amostra de galáxias também ilustra a grande variedade de nomes que as galáxias têm. Vamos conhecer esta diversidade galáctica.

Imagem captada pelo Hubble da diversidade galáctica


Há álcool no espaço e não, não é vinho deixado pelos astronautas

Cientistas descobriram a maior molécula microscópica de álcool no espaço na forma de propanol. Este composto químico, um álcool primário com a fórmula CH₃CH₂CH₂OH é também conhecido como n-propanol, álcool 1-propílico, álcool n-propílico, ou simplesmente propanol. É usado como um solvente na indústria farmacêutica, por exemplo.

Os investigadores referem que esta molécula agora encontrada no espaço pode ser a chave para a formação de estrelas.


Mapa mais preciso da Via Láctea revela dado surpreendente: existem sismos estelares

A Agência Espacial Europeia (ESA) lançou uma missão, chamada Gaia, em 2013 para chegar ao segundo ponto de Lagrange, um local privilegiado de observação a 1,5 milhão de quilómetros da Terra. De lá, observou 1.800 milhões de estrelas para mapear grande parte da galáxia que abriga o Sistema Solar e outros 100.000 milhões de estrelas, muitas delas também com planetas no meio. Nisto tudo, muitas revelações estão a deixar a comunidade científica extasiada.

Conforme foi revelado no mapa mais preciso da Via Láctea, existem galáxias canibalizadas e sismos estelares.

Mapa mais preciso da Via Láctea revela dado surpreendente: existem sismos estelares