A Internet não demora a recuperar momentos antigos e a viralizá-los. Neste cenário de loucura digital, entenda o fenómeno do “Nihilistic Penguin”, que já mexeu inclusivamente com os mercados financeiros.
O token criptográfico de Donald Trump disparou, esta segunda-feira, para quase 12 mil milhões de dólares em valor de mercado, atraindo milhares de milhões em volume de negócios. Também a Bitcoin atingiu um recorde apenas algumas horas antes do retorno do multimilionário à Casa Branca.
Aquando de compras online, costuma ser exigido que o utilizador introduza os dados do cartão com que quer pagar. Até 2030, a Mastercard espera livrar-nos disso, substituindo o número do cartão por um token gerado aleatoriamente.
O mundo está cada vez mais digital e, como tal, os conceitos que conhecemos ainda num formato tradicional, mais cedo ou mais tarde, vão migrar para soluções também digitais.
Como tal, as últimas notícias mostram que a Espanha já está a testar o primeiro euro digital que, no fundo, é uma criptomoeda designada EURM regulada e apoiada pelos bancos.
Depois da “febre” que se verificou nos últimos meses de 2017 e início de 2018, o mercado das criptomoedas está agora bem mais estável. As flutuações nas cotações das divisas não são tão extraordinárias como no passado e isso concede uma estabilidade e sustentabilidade necessárias a este tipo de meios.
Tendo em conta esta realidade mais saudável, decidimos envergar no investimento de criptomoedas a título de aprendizagem dos métodos usados. Vamos demonstrar e justificar os nossos investimentos e contaremos consigo para colaborar nesta tarefa de perceber as ferramentas usadas.