Engenheiros desenvolveram um protótipo de anel que consegue monitorizar, em simultâneo e de forma contínua, vários biomarcadores presentes no suor do dedo, eliminando a necessidade de picadas.
A ciência e a tecnologia são impressionantes, ainda mais quando se juntam para desenvolver soluções como a de hoje. Este protetor de dedo monitoriza os níveis de glicose, vitaminas e medicamentos no corpo.
É uma das tecnologias mais requisitadas à Apple. Muitos indicadores e declarações de responsáveis da empresa de Cupertino dão conta de que o Apple Watch terá tecnologia de monitorização dos níveis de glicose no sangue, para controlo da diabetes. Aliás, são várias as empresas de tecnologia que estão há anos a trabalhar em novos métodos não invasivos para este tipo de função, sobretudo através dos smartwatches e dispositivos semelhantes. A FDA, no entanto, tem uma opinião diferente.
Não estaremos muito longe de usar um “médico pessoal” no pulso. Isto é, com o avançar da tecnologia, os smartwatches poderão constantemente avaliar a nossa saúde e dar alertas, sugestões e informações sobre o nosso corpo, os sinais vitais e o bem-estar. A monitorização da diabetes é um desses objetivos e há já um protótipo de smartwatch que consegue uma taxa de precisão a rondar os 84% na deteção dos níveis de glicose no sangue.
Várias marcas, como a Apple, Samsung, Huawei ou Garmin, lideram a oferta de tecnologias que além da parte do exercício também se focam na área da saúde. Este pode ser um trunfo importantíssimo!
Paulatinamente, a ciência e a tecnologia unem esforços para tornar determinadas rotinas menos intrusivas. A ideia é evitar picar o dedo para saber os níveis de glicose no sangue ou ter dispositivos que não sejam discretos. Além disso, estes avanços poderão equipar outros dispositivos do dia a dia, como os relógios, com estas funcionalidades.
A Universidade da Pensilvânia, desenvolveu um sensor de baixo custo que tem aproximadamente o tamanho de uma moeda de 50 cêntimos. Medir os níveis de açúcar no sangue tornou-se mais simples.