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Uber quer expandir-se para 100 cidades chinesas em 2016

A Uber é um barril de pólvora por todo o mundo, mas, curiosamente, os conflitos estão a fortalecer o serviço. Além de uma grande projecção, a Uber consegue ser concorrente nos preços e na qualidade de serviço e isso tem trazido mais clientes.

Mas a própria atitude da empresa também é ignição para um crescimento exponencial. Para tal, as estratégias de crescimento têm-se focado em grandes mercados. A China, por exemplo, irá ver a Uber em 100 das suas cidades já em 2016. Este será, sem dúvida, um ataque bem maior ao mercado dos taxistas!

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Google quer voltar à China ainda em 2015

A presença da Google na China terminou à cinco anos, de forma bastante atribulada e sempre sem qualquer razão lógica. Mas esta ausência num dos maiores mercados do planeta poderá estar prestes a ser interrompida.

A Google deverá voltar já este Outono à China, com foco principal na loja de aplicações do Android e no Android Wear.

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Apple já vendeu 1 milhão de Apple Watch na China

Os smartwatches chegaram e têm estado a cativar os utilizadores. Depois do Android Wear e a das suas várias ofertas, a chegada do Apple Watch conseguiu fazer crescer muito mais este mercado.

Os números de vendas do Apple Watch não são revelados, por decisão da Apple, mas há valores que têm sido lançados e são aceites. O mais recente dá conta de vendas na casa do milhão de dispositivos na China.

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Xiaomi e Huawei passam Apple na venda de telefones na China

As guerras das marcas nos diferentes países e nos diferentes mercados fazem mexer a opinião dos utilizadores e principalmente ditam a sua popularidade.

Há mercados que, graças à sua dimensão, conseguem cativar mais que outros. O mercado Chinês é um desses e aí a Xiaomi e a Huawei acabam de ganhar um lugar de destaque, relegando a Apple para segundo plano.

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Os smartphones chineses estão melhores que nunca

Até não há muito tempo, adquirir um smartphone chinês de marca não conceituada era sinónimo de criar problemas e frustrações. Embora o preço fosse acessível, a qualidade de construção era má, o software era inacabado e a experiência de utilização levava a que surgisse algum arrependimento da sua aquisição, mesmo que por pouco dinheiro.

Hoje o panorama é totalmente diferente. A par com as marcas asiáticas de smartphones mais conhecidas, como a Xiaomi, Huawei ou Asus, surgem outras a este nível, como é o caso da DooGee, Meizu, uleFone, Cubot, Nubia e muitas outras. Mas a que nível está a qualidade destes smartphones?

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