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Android terá a sua versão do Face ID, que funciona tão bem como a do iPhone

13 Comentários

Quem usa um Pixel sabe como o harware de segurança funciona. Com boa luz, o desbloqueio facial funciona e até serve para autorizar transações bancárias graças à certificação biométrica. O problema vem com pouca luz. Sem sensores de infravermelhos dedicados, a câmara do telemóvel fica às escuras e obriga a usar as impressões digitais.

Android 17 traz novidade no desbloqueio facial

Essa limitação prática parece finalmente ter os dias contados no Android 17. Uma análise ao código da primeira versão de testes do Android 17 QPR3 revelou a existência de uma funcionalidade batizada de Face Active Illumination. Trata-se de uma intervenção desenhada especificamente para auxiliar a câmara frontal quando a iluminação ambiente pura e simplesmente não chega.

Ainda em fase embrionária, o recurso não mostra grandes detalhes na interface gráfica, mas os ficheiros internos já deixam pistas evidentes sobre o funcionamento. O código aponta para a presença de uma barra deslizante com três níveis de intensidade, pensada para calibrar a quantidade de luz necessária à autenticação sem encadear o utilizador à primeira tentativa.

Ecrã do smartphone vai compensar a falta de luz

Ao que tudo indica, a Google vai recorrer ao brilho do próprio painel OLED para resolver o impasse, em vez de apostar já em componentes novos de hardware invisível. A existência de controlos manuais de intensidade reforça essa abordagem, até porque ninguém quer receber um clarão a 100% no rosto a meio da noite apenas para consultar uma notificação pendente.

O sistema traz ainda salvaguardas contextuais para evitar disparos de luz indesejados. O utilizador terá a possibilidade de definir se autoriza a iluminação durante o período de descanso, com o modo Não Incomodar ligado, em plena condução ou em ambientes com pouca visibilidade. Faz todo o sentido: manter o controlo do lado de quem usa o equipamento poupa os olhos a choques desnecessários.

Projeto Toscana e próximos passos da biometria

Este desenvolvimento corre a par de rumores insistentes em torno do chamado Projeto Toscana. Esse esforço interno foca-se em redesenhar de raiz o reconhecimento biométrico não só para os telefones Pixel, mas também para portáteis com ChromeOS, procurando uma resposta ágil e segura sem obrigar a cortes enormes no vidro frontal.

Resta ver se esta novidade do Android 17 servirá apenas de penso rápido por software ou se antecipa mudanças mais profundas no hardware da marca. Para já, a funcionalidade permanece bloqueada e sujeita a afinações de código, mas mostra que o comportamento do desbloqueio facial no escuro continua a ser uma prioridade na mesa dos engenheiros da empresa.

Comentários

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  1. Avatar de Asiim
    Asiim

    funciona tão bem como a do iPhone?

    como é que algo que não usa um padrão de pontos, ou iluminação por infravermelhos irá funcionar tão bem como no iPhone?

  2. Avatar de Nome
    Nome

    Funcionar bem =/= Seguro e apesar de ser utilizador de android, admito que o face ID do iphone é seguro e o do android não e existem imensos videos a comprovar isso. Este "penso rápido" vai apenas permitir uma melhor utilização deste sistema no android mediante determinadas condições. Não o torna mais seguro.

    1. Avatar de Rui
      Rui

      Qual é a segurança de um sistema quando o bakup obrigatorio é sempre um codigo? Estes sistemas são feitos para serem mais praticos não para serem extremamente seguros quando tens um backup de um codigo basico é inutil a segurança de um face id.

      E tambem não acho que vale a pena sempre gostei mais do touch id e neste momento ate a apple ja esta a voltar para o touch id

      1. Avatar de Nome
        Nome

        Por uma questão de lógica, o backup existe para o caso de a camera, seja porque motivo for, deixe de funcionar. É aí que entra o backup, o código. Eu uso impressão digital, tenho duas configuradas, de dois dedos, um de cada mão mas, por vezes não funciona devido ao creme das mãos, não é usual, mas acontece e uma vez mais tenho o código de backup.

        1. Avatar de Rui
          Rui

          Sim claro, mas a malta fala como se o face id tivesse de ser a prova de bala ou para entrar no fbi a segurança do face id so seria relevante se não houvesse backup havendo a segurança passar a ser irrelevante

  3. Avatar de JCS
    JCS

    Porquê falar no Iphone ?!

    Puro marketing á Apple !!!

    Ultimamente têm sido constante !!!

    1. Avatar de Vítor M.

      Mas existe algum dispositivo, sem ser os da Apple, como o iPhone, que tem Face ID? 😀 Não é marketing, são exemplos factuais do que existe no mercado.

      1. Avatar de JCS
        JCS

        Teria mais lógica o titulo ser algo do género "Android melhorias no Face ID !!!"

        Reafirmo o que disse Puro marketing da Apple, basta clicar na opção do menu principal em Android e verificar que quase metade dos títulos vão buscar de uma forma ou outra a Apple ás vezes sem razão nenhuma como é este o caso.

        1. Avatar de Vítor M.

          “Android melhorias no Face ID !!!” ??? Isso nem tem lógica.

          E não, se clicares no menu Android, onde aparecem 39 artigos, 7 estão relacionados com a Apple, sobretudo são reações da Samsung, repito, da Samsung, ao Duo. 😉 Não somos nós, mas sim a Samsung a invocar a Apple 😉

          Portanto, quem dá palco à Apple no Android é a Samsung. Mas isso não dizes tu 😉

      2. Avatar de Rui
        Rui

        Muitos ahah diria quase todos, trabalham da mesma forma? Não mas qual é a diferença mesmo ? A segurança? É a segurança esta baseada sempre num pin portanto admitindo que qualquer face id é mais seguro que um pin é irrelevante a segurança de cada quando todos têm o backup de pin.

        Isto é mesmo que a entrada de uma base militar ser o ADN da pessoa a coisa mais segura do planeta mas se isto não funcionar metes aqui um codigo de 4 digitos e funciona na mesma.

        1. Avatar de Vítor M.

          É tudo. Não existe outra tecnologia Face ID, ou existe?

          Baseada num PIN? Nada mesmo. Repara, o Face ID é biometria 3D. A câmara TrueDepth projeta e analisa milhares de pontos infravermelhos para construir um mapa de profundidade do rosto, juntamente com uma imagem infravermelha. O sistema verifica ainda a atenção do utilizador e possui mecanismos destinados a resistir a fotografias e máscaras.

          O modelo matemático do rosto fica cifrado no Secure Enclave e não é enviado para a Apple.

          Já o PIN do Android, que falas, pelo contrário, é aquilo que sabes, não aquilo que és. Introduzes uma sequência numérica que serve como credencial principal do dispositivo.

          A Google recomenda atualmente seis ou mais dígitos, embora o Android permita PINs a partir de quatro dígitos.

          Mas é tudo “a mesma coisa?” Claro que não. E, como sabemos, o iPhone também tem um código, e esse código continua a ser a credencial fundamental. O Face ID é uma forma cómoda e segura de autenticação que evita introduzi-lo constantemente.

          Da mesma forma, no Android podes usar impressão digital ou reconhecimento facial sobre um PIN/palavra passe subjacente.

          Agora, se a ideia é comprar o nível de segurança, um PIN de 4 dígitos tem apenas 10.000 combinações. Um de 6 dígitos, 1 milhão. Um de 8 dígitos, 100 milhões.

          No caso da Apple, o Face ID tem uma probabilidade anunciada de falso positivo inferior a 1 em 1.000.000 para uma pessoa aleatória…

          O Face ID continua a ser uma das soluções que melhor combina segurança, rapidez e comodidade na autenticação de um smartphone. Por isso a Google quer ter também no Android 😉

  4. Avatar de CIéqueébom
    CIéqueébom

    Gasta muita bateria.