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Depressão Marta chega este fim de semana e poderá trazer chuva intensa e vento forte

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. ComentadorDeBancada says:

    Comentadores guerreiros a dizer que “no meu tempo isto era normal” em 3…2…1

    • Zé manel says:

      Vai ver se chove.

    • Axolote nurcesado says:

      Comentadores de sofá que engolem tudo a dizer que “nunca se viu tal como agora” em 1…2…3…

      • Mr. Y says:

        Pois não, no terramoto de 1755 foi bem pior!

        (não discordando que falar constantemente sobre o assunto 24 horas por dia já começa a ser demais)

      • Hugo says:

        Deixa aí uns exemplos desses tantos comentário do que referes.
        Vives numa bolha rapaz. Andas ressabiado com o mundo e tu sim a engolir e espalhar informações falsas.

        • Axolote nurcesado says:

          Não quer também uma geladinha e uns tremoços a acompanhar? Afinal só estou aqui para o servir, não é verdade?

          O Hugo é aquele tipo de rapazinho bonacheirão, mancebo que nunca sabe de nada, nunca viu nada, nunca ouviu nada, nunca leu nada, nunca cheirou nada para além do seu pequeno mundo idílico cor-de-rosa. Também nunca comeu gato por lebre. Apenas faz birra quando algo perturba a sua paz de espírito… o que há mais além não lhe interessa, não é consigo. O Hugo é que sabe e já sabe tudo quanto há a saber. Que ninguém duvide… o Hugo nunca está desinformado!

    • carlosF. says:

      no meu tempo isto era normal. 😀

    • Zé Fonseca A. says:

      1941, 1967, 2001

      • KidsGraça says:

        Exato, uma 1941, uma em 1967, uma 2001, e agora umas atrás das outras no mesmo ano e no espaço de nem 30 dias.
        Obrigado por me dares razão 🙂

        • Zé Fonseca A. says:

          depressões sempre as chove, estava protegido pelo anticiclone que este ano deslocou-se para sul.
          1941 – 100 mortes
          1967 – 700 mortes
          cheias havia todos os anos antigamente bem piores do que agora

    • Manuel da Rocha says:

      Vivia 25 anos, no Ribatejo. A casa ficava a 2000 metros, do Rio Tejo. A partir de Novembro, preparavam-se, os campos, para cultivo, ao mesmo tempo que se incluíam valas, de 50cm , de profundidade, cavadas, à mão, no meio das leiras. Depois, era pedir, aos santinhos, para o Tejo saltar, das margens e chegar lá. Quase todos os anos, acontecia. Só em 2001, é que a água chegou, à casa, devido a terem feito obras, em Ponte de Sor, tendo construído 3 estradas e 70 prédios, em leito de cheia. Para os defender, construíram um muro com 12 metros, de altura. A água, não saía aí… seguiu e saiu, por onde pode.
      Hoje, nos campos, que os meus avós cultivaram, por 70 anos, há 523 casas e 38 prédios (de 3 andares). Imagine lá, que já os vi, na televisão… inundados. Agora o mais engraçado, os meus pais venderam, a casa e terrenos, em 2003. Ninguém mudou aquilo, de leito de cheia, zona agrícola mas, há, quase, 600 construções e, mais de, 1500 habitantes. No verão é muito bonito…

  2. Anung says:

    Nos Anos 40, 50 e até 60 o alto alentejo na região de Portalegre era palco de vastas culturas de arroz devido ás cheias e abundância de água.
    Talvez seja tempo se voltar á cultura de arroz que deixou de existir devido á redução dos níveis de água.

    • Mr. Y says:

      Quando não se sabe inventa-se. Desde quando é que Portalegre tem condições geográficas para produzir arroz?
      A produção do arroz é abundante nas bacias do Tejo, Sado e Mondego. Curiosamente, onde se sente mais as enchentes, por razões óbvias.

      • Zé Fonseca A. says:

        por causa das descargas de espanha, fazem subir o mondego à serra da estrela e tomar balanço por aí abaixo

      • Anung says:

        Se não sabes não digas palermices. Sim, muitos concelhos de Portalegre cultivavam arroz até finais da década de 60, principalmente no cencelho de Ponte de Sor devido ao rio e ribeiras. Ainda lá está a fábrica de arroz.
        Mas queres ensinar quem?

        • Mr. Y says:

          Pensei que estavas a falar de Portalegre em específico.
          E sim, em Ponte de Sor, tens a fábrica do arroz que virou um museu.
          Mas continuo no meu ponto. O que é que um acontecimento pontual influencia na estratégia do cultivo do arroz?
          Não tenho a certeza mas talvez seja possível pensar nisso em zonas que sejam perto do Alqueva.

      • há cada gajo says:

        Eu se fosse a ti ficava caladinho e sossegadinho, porque assim não fazia figuras. É verdade que, nunca sendo o distrito de Portalegre o principal distrito da produção nacional de arroz, tinha produção de arroz principalmente na zona de Ponte de Sor onde desde pelo menos 1920 havia uma fábrica de moagem e descasque. Produção que veio até meados dos anos 70.

        • Mr. Y says:

          Porquê que eu tenho de ficar caladinho se HOJE não é possível ou não há interesse em produzir arroz?
          É com UMA inundação que se vai rever a política agrária?

    • ComentadorDeBancada says:

      No tempo 40, 50, 60 (dos meus avós) na zona de Leiria havia milheirais nos vales perto do rio e nunca chegava à porta das casas…E hoje temos literalmente pessoas a colocar sacos para não entrar água…moinhos de farinha tradicionais inundados…
      E sim, continua haver milheirais…

      Aquilo que vês, nem sempre é a verdade absoluta universal, perante o mundo diversificado

    • says:

      Está tudo a ser destruído por tempestades e vens para aqui falar de arroz? É cada um..

  3. B@rão Vermelho says:

    Ainda ontem à tarde, estava a ver uma reportagem nem sei em que canal, em Alcácer do Sal, e estava um prédio urbano, aparentemente novo ou de construção muito recente e estava parcialmente submerso, pelo menos a zona das garagens estavam completamente de baixo de água, eu só me pergunto é que de PDM foi feito na quela zona, não consigo compreender como se consegue licenciar ali uma edifício daqueles.

    • há cada gajo says:

      Porque toda a gente se esqueceu de que a água ali chegava, porque já antes tinha chegado, mas o construtor precisava de fazer dinheiro e a câmara também …! Até parece que não percebes …

  4. Anung says:

    https ://www.publico.pt/2010/02/21/jornal/as-maiores-cheias-de-1967-a-2010-18846006#

  5. Anung says:

    Lisboa e Vale do Tejo, Douro, Alentejo, Açores

    1967, Novembro
    Região de Lisboa: 462 mortos, sobretudo população pobre, que morava em habitações precárias e em zonas inundáveis. Quilómetros de estradas destruídos. Prejuízos calculados em três milhões de dólares, a preços da época.

    1979, Fevereiro

    Vale do Tejo e Santarém: dois mortos, 115 feridos, 1187 evacuados. Durou nove dias e foi considerada a maior cheia do século XX.

    1981, Dezembro

    Região de Lisboa: 30 mortos e mais de 900 desalojados.

    1983, Novembro

    Região de Lisboa, Loures e Cascais: 10 mortos, nove pessoas desaparecidas, 1800 famílias desalojadas, 610 habitações destruídas. Prejuízos de 18 milhões de contos, a preços da época.

    1989, Dezembro

    Rios Tejo e Douro: um morto, 61 desalojados no distrito de Santarém e 1500 na Régua.

    1997, Outubro

    Alentejo e Açores: 11 mortos nos concelhos de Ourique, Aljustrel, Moura e Serpa e mais 29 mortos na Ribeira Quente, nos Açores.

    2000/2001, Inverno

    Vila Real, Porto, Santarém, Baixo Mondego, Montemor-o-Velho: várias cheias de Dezembro a Março. A 3 de Março, a Ponte de Hintze Ribeiro, em Entre-os-Rios, colapsa e provoca 56 mortos. Em Arcos de Valdevez, registam-se três mortes e três desaparecidos.

    2008, Fevereiro

    Região de Loures: 136 pessoas desalojadas e prejuízos de 20 milhões de euros.

    2010, Fevereiro

    Madeira: ontem ao fim do dia, contavam-se 32 vítimas mortais.

  6. Yamahia says:

    O Leonardo foi um fraco, não dei por ele.
    Agora vou ver por onde anda a Marta.

  7. Gringo Bandido says:

    Os idiotas dos negacionistas deviam de ter cadastro, cérebros perigosos, nem conseguem ver o básico da realidade.

  8. Max says:

    A sucessão de depressões em janeiro e fevereiro:
    – 22-23 janeiro – Ingrid
    – 26 janeiro – Joseph
    – 28-30 janeiro – Kristin
    – 2-5 fevereiro – Leonardo
    – 7-8 fevereiro – Marta
    Uma sucessão impressionante. Depois parece que para, mas já está anunciada outra no final do mês.
    Quanto às cheias a explicação é simples, as barragens estão a fazer descargas e os terrenos estão ensopados já não retêm mais água, tudo o que chover vai parar aos rios.

    • Mr. Y says:

      Esquece, há pessoas que faltaram à aula de Estatística e não sabem o que é frequência. Só entendem o que é máximo e mínimo para fazerem cherry picking.

      Tomando como exemplo os furacões e tempestades. Em Portugal, neste século (25 anos) ocorreram 7, enquanto que desde 1950 a 2000 (50 anos), houve 4.

      https ://coast.noaa.gov/hurricanes/#map=5.6/38.838/-9.156&search=eyJzZWFyY2hTdHJpbmciOiJMaXNib24sIFBvcnR1Z2FsIiwic2VhcmNoVHlwZSI6Imdlb2NvZGVkIiwib3NtSUQiOiI1NDAwODkwIiwiY2F0ZWdvcmllcyI6WyJINSIsIkg0IiwiSDMiLCJIMiIsIkgxIiwiVFMiLCJURCIsIkVUIl0sInllYXJzIjpbXSwibW9udGhzIjpbXSwiZW5zbyI6W10sInByZXNzdXJlIjp7InJhbmdlIjpbMCwxMDMwXSwiaW5jbHVkZVVua25vd25QcmVzc3VyZSI6dHJ1ZX0sImJ1ZmZlciI6NDAwLCJidWZmZXJVbml0IjpbIktpbG9tZXRlcnMiXSwic29ydFNlbGVjdGlvbiI6eyJ2YWx1ZSI6InllYXJzX25ld2VzdCIsImxhYmVsIjoiWWVhciAoTmV3ZXN0KSJ9LCJhcHBseVRvQU9JIjp0cnVlLCJpc1N0b3JtTGFiZWxzVmlzaWJsZSI6dHJ1ZX0=

  9. TT says:

    Não havia por aí uns iluminados que queriam construir um aeroporto perto do Montijo, mesmo dentro do rio???

  10. says:

    Se for como esta que passou que até trouxe sol para o norte pode vir.

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