PplWare Mobile

Novo máximo em Portugal: mais de metade dos portugueses veem conteúdos em streaming!

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Gringo Bandido says:

    Não deixem a tv com streaming viver a vida por vós nem deixem o chatgpt pensar por vós em tudo nem o capitalismo e o lado mercantil ditar a sociedade por vocês, serão escravos a todos os niveis! mas espera lá é isso exactamente que está a acontecer… que lindo novo mundo futurista!!

    • says:

      Nenhum destes serviços é mau. Aliás, de uma forma ou outra, são bons. Se assim não fossem, as pessoas também não pagavam por eles. Além de que ninguém é obrigado a usar. A culpa não é dos serviços, mas sim do uso que as pessoas lhes dão. Vais ao restaurante e vêm bebés com o tlm colado na cara porque os pais querem comer sem ter de aturar o puto. Imagino como será em casa. E depois a culpa é dos “serviços”. Cada um de nós tem o direito de usar, ou não usar os serviços. Andam a queixar-se que o spotify é caro, que o netflix é caro, que é preciso ter netflix + hbo + prime + não sei o quê das couves… anda é tudo maluco. Vão à biblioteca buscar livros que são de borla. Vão caminhar, vejam conteúdos educativos grátis no youtube… eu tenho os serviços de streaming que acho “suficientes” para mim e não os acho nada caros. Aceitei que o preço era adequado para aquilo que eu iria receber. Quando os achar caros (seja por aumento de preço seja porque uso menos), deixo de ter e penso em alternativas mais baratas. Deixem de reclamar de barriga cheia!

      • Gringo Bandido says:

        Isso da liberdade de escolha é muito bonito em teoria mas na pratica só sei quando vou ao supermercado e quero comprar algo está tudo cheio de açúcar! é necessário mais leis e mais tempo livre para viver a vida saudavelmente porque senão chegam todos cansados a casa e só chucham na teta americana!

        • says:

          Evito alimentos com alto teor de açúcar, ricos em gorduras e em componentes altamente processados. Já o faço há anos e não tenho grande problema em encontrar o que quero. Arranjo facilmente cereais, pão, chocolate, bebidas (bem, bebo água ou chá feito em casa 99% das vezes que é o melhor e não tem açúcar), leite, café. Até bolachas e biscoitos sem açúcar (ou com baixo teor de açúcar e sal há). Tipo marinheiras, cream crackers of afins.
          Faço a maioria das compras no Lidl/Mercadona (que por vezes têm fama de ter pouca variedade). E na verdade, acho que no passado era mais difícil encontrar certos produtos sem serem uma desgraça autêntica. Por exemplo, até há dois ou 3 anos era quase impossível encontrar manteiga de amendoim (100% amendoim, sem óleos de emulsão) nos super. Comprava na prozis. Agora, Lidl e Mercadona também têm. O continente já tem há alguns anos, mas a maioria eram caros e emulsionados (que não quero). Mas também já tem 100% amendoim em mais variedade.
          Mas também não vou na onda dos bio, light e afins. Tudo o que é light, zero e por aí fora é mais caro e muitas vezes tem coisas bem piores que o açúcar ou a gordura. E com o ónus de que achamos que light não faz mal e comemos 4x mais. Tudo tem o seu lugar, com conta peso e medida. Até o Mac se for só de vez em quando não é nenhum fim do mundo.
          Compreendo e aceito que há alimentos que nem se deveriam vender de tão maus que são (e alguns são para os putos), mas as pessoas têm cérebro para quê? Aprendam a comer decentemente e ensinem os putos a comer. O meu puto até nos restaurantes pede sopa e salada. Não é preciso obrigar. Aprendam a fazer compras, a ler rótulos e, em muitos casos, aprendam a cozinhar que é melhor, mais saudável e bem mais barato que andar sempre a comer fora ou a encomendar.
          Além disso, há lojas de bairro, há frutarias e lojas de hortícolas (que até é onde prefiro comprar futas e legumas que são por norma de melhor qualidade e muitas vezes mais baratos que nos super).
          E já agora, convém também ter noção de onde provem o produto. Desde alhos da china a carne da Polónia (antes da “bronca” da carne Polaca) era um fartote em algumas superfícies comerciais.
          Resumidamente, são 5 a 10 segundos a ler os rótulos de um produto. À terceira vez que comprarmos aquela marca já não temos de ler.
          A escolha existe, as pessoas é que não sabem fazer uso dela.

          • Raiana says:

            Isso é tudo muito bonito mas tudo tem relação com o preço. Os produtos de menos qualidade nutritiva são mais saborosos e baratos, e para muita parte da população isso é importante. Relativamente aos telemóveis e afins, salada e afins: muito castiço que na sua casa tudo é perfeito (apesar de concordar que deve ser assim), desde miúdos que não precisam de ecrãs, comem salada e sopa de bom agrado e tudo super bem…é que em 20 famílias só da turma de uma das crianças, nenhum consegue ser perfeita por muito que tente. Na turma da outra também não … Curioso

          • says:

            Aí é que está o erro. Os alimentos menos saudáveis não são mais saborosos. Ou melhor, nós é que estamos habituados a comer porcaria e o nosso paladar não está preparado para sentir o real sabor dos alimentos. Mas isso treina-se. Quando era mais novo só conseguir tomar café com açúcar. Um dia decidi deixar de colocar açúcar (foi mesmo do tudo ao nada). Custou, parecia intragável. Ao fim de 2 semanas já estava habituado e agora se por alguma razão me esquecer de retirar o açúcar na máquina do trabalho, já não consigo tomar o café. Nascido e criado em trás os montes, a minha infância e juventude estão cheias de enchidos caseiros. Uma bela linguiça no pão ou uma sandocha de salpicão ao pequeno almoço eram do melhor. hoje em dia é raro apetecer-me enchidos e se comer mais que uma pequena porção já sinto que abusei. Estou “destreinado”. Habituei-me a outras coisas.
            Quanto a casas perfeitas… não há. Nem a minha o é, nem de perto, nem de longe. Mas pequenos passos podem levar a grandes resultados. Atirar as culpas para o ar não vale de nada. As crianças aprendem essencialmente por experiências e vivências. E confesso que antes de ser pai comia bem pior do que como agora. Mas também tive a presença de espírito de pensar que o papel seria outro e as responsabilidades também. E que deveria tentar ensinar por exemplo. E algumas coisas tão simples como nunca fazer comida especial para o “menino”. Após os primeiros meses, os putos podem comer praticamente tudo. Em vez de fazer sopa que o puto não possa comer e outra especial só para ele, passei a fazer sopa que desse para todos. Em vez que fazer umas bifanas cheias de picante passei a fazer bifinhos de frango que desse para o puto. Não estou a dizer que o meu “método” foi melhor ou pior que os outros. Mas pelo menos pensei um pouco nas coisas e não espetei com um happy meal nas mãos do puto todos os sábados mal ele fez 1 ano.
            Mas acima de tudo, nada de fundamentalismos. Se pensarmos que só a perfeição é aceitável, vamos cair na depressão porque nunca lá chegamos. O meu puto tem 13 anos e normalmente prepara o seu pequeno almoço. Cá em casa não há cereais açucarados (às vezes mueslli que adoramos). Bolos só de vez em quando e há sempre algumas bolachas mas por acaso ninguém é grande fã. É só para de vez em quando. Ainda hoje (dia em que não há escola, sobra tempo) decidiu preparar o seu pequeno almoço. Fez um ovo com tomate e pimentos salteados em cima de uma torrada. Isso são ingredientes “caros”? Bem, se calhar é ligeiramente mais caro que uma taça de cheerios ou outros cheios de açúcar, mas talvez por isso não tenha netflix, hbo, youtube premium, telemóvel de 1000 euros ou um carro pipi.

          • says:

            Esqueci-me de uma coisa.
            Adora batatas fritas. Mas batatas a sério. Não uma coisa congelada que depois enchemos de molhos e sabe a tudo menos batatas. Tal como adoro um bom hambúrguer…. a saber a carne. Adoro uns que há no Lidl de carne açoreana. Umas rodelinhas de cebola, um toque de tabasco, um pouquinho de queijo creme e de fatia de flamengo, alface e às vezes tomada… Faço em casa. Não fica mais caro que ir mac e é 200x menos processado e menos mau para a saúde. É que até o pão do mac está cheio de açúcar e sabe-me mal.

  2. Nome says:

    Esta noticia surpreende zero pessoas.

  3. Manuel da Rocha says:

    Somos muito ricos… pessoal a pagar 400 euros, mensais, pelo telemóvel, internet, 6 streaming e ainda pagam, mais de, 7000 euros, pelas apps, que usam.
    Olhem para os miseráveis espanhóis… 32 euros, de despesa mensal, para tv, internet e telemóvel, nem 12% subscrevem plataformas, de streaming (Spotify lidera, com 35%).
    Só não percebo é porque é que, as plataformas, colocaram Portugal, na área 4, juntamente com Singapura, Suiça e Austrália. Mesmo assim, pagam 300 milhões de euros, em legendagem e tradução, anualmente. Já foram 8000 milhões… IA tem ajudado e o pessoal, que usa o Português-Brasileiro, vendem traduções, para as operadoras, em Portugal. 1, em cada 6 milhões, de jovens, nota a diferença.

  4. says:

    Calma… leiam a notícia como deve de ser.
    Se for uma casa de 5 pessoas com um serviço de streaming contam os 5 mas é só um contrato. Falta saber se o youtube está incluído, não consegui encontrar o artigo no site.

    • says:

      Ok, já encontrei. Youtube não incluído.
      Mesmo assim, lá em casa somos 3 consumidores, gastando 5 paus por mês para “vídeo” entre todos (prime). Não deixa de ser um estudo interessante, mas tem de ser analisado pelo que é.
      Eu só não consigo percebe como é que os canais tradicionais se aguentam. Só se for mesmo com os velhos a comprar calcitrim ou mangustão.

  5. Max says:

    Parece-me que o controlo de “1 assinatura, 1 casa, 1 utilizador”, foi bastante atenuado pelas empresas de streaming.
    Verdadeiramente só há uma forma de controlo efetivo: “1 assinatura, 1 equipamento a usá-la num dado momento” (ou seja, um segundo equipamento não consegue aceder ao mesmo tempo). É assim, por exemplo, na Apple Music.
    Mas os serviços de streaming de vídeo não foram tão exigentes e aceitam “1 assinatura e 2 ou 3 casas (com alguns equipamentos em simultâneo)”. Parece-me isto razoável. Como funcionava antes, com assinaturas “coletivas”, e subscrção da assinatura coletiva, não era razoável.
    Mas agora generalizaram as assinaturas com anúncios, mais baratas. Mas os anúncios não alteram muito. O que está a acontecer é que o pessoal está a ver o streaming de filmes de maneira diferente – não “desliga” do filme só nos intervalos, quando está a dar anúncios, desliga também por estar a fazer outra coisa qualquer e vai acompanhando por alto. Por isso é que “nos filmes de produção Netflix”, repetem frequentemente o mesmo, para permitir ao pessoal ir acompanhando.

  6. Meiar says:

    Que remédio, A pagar 50€ por um serviço de TV com 200 canais que não passa nada de interessante. Claro que somos obrigados a usar serviços de stream.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.