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Canon EOS R5 e R6: Novas propostas com desempenho inigualável e criatividade infinita

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Ricardo Gomes says:

    A R5 compromete e muito… não so a nível de preço mas a nível das temperaturas, quero ver um casamento filmado com a R5 🙂 LOOL, já a R6…bom ainda pior mesmo com o sensor minúsculo para uma Mirrorless… De momento so existe uma FullFrame para vídeo…chama-se Panasonic S1H

    • Monte Gordo says:

      Os 20 minutos de 8K até entrar em overheating nem estão mais no sentido que praticamente nunca se tem que gravar tanto tempo contínuo, agora os tempos de espera até arrefecer e voltar a funcionar… são de chorar a rir.

      • Ricardo Gomes says:

        Para quem filmar 4k 30 tem na teoria 35min a 23 graus… O que passa a ser mais 7min em 40 graus (tipo Tailândia etc) depois mesmo com pequenos Clips mas em grande quantidade, terás exactamente o mesmo problema.

        • Monte Gordo says:

          Eu tenho uma GH5 da Panasonic e não tenho desses problemas, e tenho 4K a 60 fps.

          • Mr.T says:

            Mas essas são M4/3, logo não prestam porque o sensor é pequeno e a qualidade à noite é muito fraquinha, bla bla bla… Ou então é precisamente ao contrario e são melhores em quase tudo 🙂

    • IDroid says:

      Um sensor full frame é minúsculo? Em que planeta?

      • Ricardo Gomes says:

        Minúsculo a nível de resolução…porque a nível de tamanho obviamente que é igual a todas as outras Fullframe..mas acredito que existem pessoas que acham que 20mp em 2020 para um sensor Fullframe que é High End 😉

        • iDroid says:

          Se estivermos a falar da R5 resolução não falta, nem para os profissionais mais exigentes.
          Relativamente à R6, são 20MP de muito alta qualidade, assim como vídeo 4K (obtido a partir de oversampling). Para a grande maioria das pessoas, mesmo profissionais, é mais do que suficiente. Isto até porque ficheiros muito grandes demoram mais tempo a ser processados, e tempo é dinheiro num mercado competitivo.

          • Ricardo Gomes says:

            Se queres 24mp de alta qualidade tens a S1 da Panasonic, se queres vídeo de qualidade tens a S1H da Panasonic… E se não estás já investido nas novas lentes da Canon, não vale a pena agora investir nesse sistema quando existem soluções bem mais viáveis.

        • Rui says:

          E achas que a qualidade de uma fotografia mede-se em magapíxels!?!?
          Meu caro, a minha Canon EOS 5D Mark III de 2013 e com 22,3 megapíxel, dá uma tareia à maior parte das máquinas das máquinas fotográficas de 2020 e a todos os telemóveis, tenham eles 20 100 ou 1000 megapíxeis!!!!!
          Agora, queres que te explique porquê? Repara outra vez, estou a falar de uma máquina de 2013, que só tem outra lançada entretanto a Mark IV e a fuutura sucessora ainda deve demorar 1 ano a saír!!!!!!!!

          Ah, e eu tiro fotos jpeg + RAW à qualidade máxima!

          • Ricardo Gomes says:

            Depende do que queres fazer com ela… Para impressão certamente que mega pixels contam e sobre a qualidade, então diz-me lá como meses a quantidade? É que eu tenho uma GH5 uma S1 uma S1R, todas Panasonic, depois tenho também uma a6100 e uma A7III da Sony e ainda uma dx1 Mark III da Canon…e pelos vistos tu sabes mais sobre qualidade e microcontraste que eu 😉 se te digo que os sensores da Panasonic e as câmaras da Panasonic são de momento o melhor que há, é por algum motivo não achas?

          • Nhecos says:

            Dentro da mesma gama, lamento mas a tua 5D Mark III não dá tareia a ninguém em 2020. Na verdade no que toca ao sensor já não dá tareia a ninguém à muito tempo. Só o auto-foco é capaz de ser ainda competitivo quando comparado com as mirrorless da Canon e Nikon que chegaram ao segmento de mercado bastante mais tarde que as concorrentes (Sony, Fuji, Panasonic)

          • Mr.T says:

            A nova forma de medir o tamanho das P*****. LOL Já não basta os telemóveis, agora também servem as maquinas fotográficas.
            Eu gostava de ver qualquer um a olhar para duas impressões de quaisquer duas maquinas destas que aqui estão a falar (incluindo as M4/3 como a GH5 ou outras) e conseguir perceber qual é qual.
            Salvo casos muito específicos, ninguém vai conseguir distinguir as impressões. Ao dia de hoje, qualquer maquina destas é uma excelente maquina , e o problema das fotos saírem mas, devem-se mais ao fotografo do que à maquina .

          • Nhecos says:

            @Mr.T: Vai pedir uma impressão de grande formato e depois diz-me se não notas.

          • Mr.T says:

            @Nhecos: https://www.joeedelman.com/artpop-street-gallery/

            Dá uma vista de olhos neste link…
            Achas que para grande formato, um outdoor de 15×4 m (metros) chega? E olha que a foto foi tirada com um sensor M4/3.
            Se quiseres posso arranjar mais exemplos deste género…

            Talvez consigas notar alguma diferenca em impressões grandes e quando comparadas lado a lado e com o nariz mesmo em cima delas… Mas ai estas a fazer pixel peeping e já não vês a imagem como um todo, certo? E quantas pessoas fazem isto? Se tiveres apenas uma imagem impressa ainda que em tamanho gigante, ninguém vai olhar para ela e dizer “que ma qualidade, nota-se logo que a maquina que tirou a foto tem poucos MP” não concordas?

          • Ricardo Gomes says:

            @Mr.T Até mesmo com a S1R da Panasonic (47.3mp) e com pixel shift que te cria uma foto de 187mp…existem sei la quantos profissionais que repartem a fotografia em 3 e depois a juntam em post para criar uma foto de quase 600mp…e agora vens tu dizer que que isso ninguem usa 😉 é o mesmo que dizer que ainda jogas PlayStation e não precisas dos gráficos para nada na PS4 porque Jogo é Jogo 😉 LOOOL

          • Mr.T says:

            @Ricardo Gomes: Utilizando essa técnica em Post, até com uma maquina de 1 MP consegues fazer imagens gigantescas. Mas a pergunta mantém-se. Teoricamente é possível e fazível, mas na pratica quantos fazem? Pouquíssimos e porque têm um objectivo muito especifico.
            Imagens com extrema resolução são importantes em situações como a que podes ver no seguinte link: http://gigapan.com/
            Já em impressões que vão servir para consumo do olho humano num retrato, poster ou outdoor, a extrema resolução, já não é o mais importante. Torna-se mais importante a forma de impressão em si e não tanto a resolução. Atenção que não estou a dizer que a resolução não é importante, apenas estou a dizer que não precisas de 600MP ou 100 ou até de 40 MP para teres uma impressão feita com qualidade e bastante apelativa ao olho humano. Podes usar um ficheiro com 50MP ou maior? Claro que podes. Tiras partido dele na totalidade? NOP. Alias, até se pode é tornar contraproducente, visto ser maior, ocupar mais espaço e a sua manipulação ou edição tornar-se mais pesada e lenta. Resumindo. Mais e Maior nem sempre significa Melhor.
            Pegando na tua analogia dos videojogos. Um bom jogo, não necessita de ter uns gráficos estonteantes. Mais do que gráficos espectaculares tem de ser viciante e prender o utilizador ao jogo seja pela historia ou pelo nível de dificuldade/desafio que transmite ao utilizador.

      • ovingadorortográfico says:

        Ele não sabe. Esforça-se, mas depois ná disto

  2. Zé Trigo says:

    IMO a Canon deu um tiro no pé com a R5. Tiveram mais que tempo para preparar um produto que respondesse à procura do mercado. 4K 120fps, nova geração DP, 8k RAW sem crop e… sem refrigeração. Não estou a ver ninguém a sujeitar-se à impraticabilidade de ter que parar uma produção por causa do sobreaquecimento da máquina. A Sony e Panasonic agradecem.

    • ovingadorortográfico says:

      Já para não falar da autonomia. Em menos de nada ficas sem pilha.

      • Say Wha.....???? says:

        pilha?
        e há formas de contornar isso 😉

        • ovingadorortográfico says:

          Pois há. E também quiseste uma mirrorless pelo peso e pelo tamanho…

          • Mr.T says:

            Quem escolhe mirrorless pelo peso e tamanho, deveria de analisar o sistema completo e não apenas os corpos. Se o sistema fosse analisado como um todo, aposto que muitas pessoas acabavam por não comprar full-frame.

          • Ricardo Gomes says:

            @Mr.T As pessoas so ainda não compram Medium Format porque ainda estão demasiado caras…facto é que quando comparando sensores da mesma geração, FF tem muitas vantagens a nivel de luz e ruido quando comparado com sensores mais pequenos como APSC, M4/3, 1″ etc…

  3. HRamos says:

    É impressão minha ou as especificações estão todas trocadas nas referidas máquinas, por exemplo R5 – 45 Megapixeis e não 20, os quais correspondem à R6, a gama ISO está também trocada…

  4. Nhecos says:

    Esta é mais máquina lançada com várias especificações impressionantes no papel, mas acompanhadas de muitos asteriscos e que em uso real não funcionam ou estão seriamente condicionadas. Faz lembrar algumas iterações das cameras da Sony como a ILCE-A6300.
    O lançamento parece estar a ser apressado a tal ponto que a Canon não está a permitir reviews completas ou testes de comparação.
    É possível que alguns dos problemas sejam resolvidos com futuros updates ao firmware ou em modelos subsequentes, mas para já o preço e o risco é demasiado alto para os profissionais aceitarem ser pouco mais que beta-testers para a Canon.

  5. Cláudio says:

    sony alpha, o resto é paisagem eheh

  6. Silva Jorge says:

    Muita barbaridade se fala sobre fotografia, e não vou comentar algumas respostas a este artigo. A realidade é que a R5 vem com specs anunciadas e associada a melhor ciência de cor (retirando médio formato) em fullframe não vai ter concorrente tão cedo. Para amantes do vídeo e raw nativo, é ou deveriam saber, que é uma vantagem indiscutível na pós-produção, so falta saber qual será a latitude do sensor e profundidade de cor alcançadas. Temperaturas de cor ou balanço de brancos nunca foi problema em nenhuma câmara, se não sabem utilizar aprendam! muita gente mistura técnica com specs, aprendam a arte e depois opinam corretamente!

    • Nhecos says:

      Jorge, os comentários que mencionam temperaturas estão mesmo a referir-se ao sobreaquecimento do equipamento que simplesmente não aguenta a operação continua em alguns dos modos que oferece.

      • Silva Jorge says:

        Obrigado pelo reparo Nhecos, de facto os 8K nativos vai aquecer o equipamento, mas sabemos que neste século uma “boa” edição de reportagem ou cinema não precisa de clips de 30 minutos! se precisarem de full report, utilizam outros equipamentos.

    • Ricardo Gomes says:

      Podes não saber mas a S1H já tem Raw nativo ja alguns meses 😉 e sim em Video 😉 igualmente não sobreaquece…. e a nível de funcionalidade supera R5 e R6 a brincar…igualmente sobre melhor ciência de cor…esta comprovado que não é assim…e mesmo assim isso é apenas uma opinião que não concordo de todo e eu tenho uma 1DX Mark III na minha colecção, além uma A7III uma a6100, uma S1 uma S1R… Se me dissesses que Fuji teria provavelmente a melhor ciência de cor…ai poderia estar mais de acordo agora Canon a melhor??? Onde? Talves para quem não conhece mais nada…

      • Silva Jorge says:

        Ricardo, conheço bem a realidade destas câmaras, e a Canon tem um uma ciência mais neutra, principalmente em tons de pele, é indiscutível! Já a sony e Fuji tem tendências cromáticas para o magenta. Concordo que a S1H é mais equilibrada, mas carece de edição mais cuidada. Ricardo, tenho contacto com produção em fotografia e cinema nacional e internacional, e posso garantir que fuji e sony está sempre fora da equação quando o trabalho é “sério”. Aliás, num trabalho de publicidade, so entra câmaras desde c200, blackmagic, red…etc. Não quero dizer que não se faça bons trabalhos com qualquer uma delas, apenas que alguns equipamentos entregam melhores ficheiro em questões de latitude de cor.

        • Nhecos says:

          Para quem trabalha com vídeo o que interessa é que haja disponível a maior informação possível sobre a gama de cores, sombras, tons captadas pelo sensor para ser usada depois na gradação em pós produção. Para isso não é necessário RAW. Acontece que actualmente o normal é esta informação ser fornecida pela câmara separada do video, o video antes da gradação não é mais que uma imagem desbotada quase sem cor. A exacta reprodução da cor no video que sai da camera na verdade acaba por ser secundária uma vez que o objectivo é que o video seja gradado em pós-produção.
          Isto para dizer que este tipo de funcionamento que anteriormente estava reservado ao tipo de cameras que menciona, já está disponível nas cameras fotográficas da Sony e Panasonic à bastante tempo. A Canon não inclui os chamados “logs” nas suas máquinas fotográficas porque tem medo de canibalizar o seu segmento de cameras de vídeo para produção.
          No que toca a fotografia, a cor só interessa a quem costuma usar os jpgs processados pela câmara. Fora isso estamos todos à mercê daquilo que o sensor debita e há uns que debitam mais que outros. Mas é aí que quem faz pós-produção se interessa pelo raw porque, como em vídeo, também precisa do alcance dinâmico. E no que toca ao alcance dinâmico os sensores da Canon são dos que debitam menos. Não é à toa que a Nikon, Fuji, RED etc, não poucas vezes usam sensores Sony .

    • Ricardo Gomes says:

      Novamente sobre ciencia de cor… Microcontraste com lentes Leica numa gama S Panasonic foi medido em comparação a 1DX, EOSR, A9,Z7 etc…o resultado para Canon não foi lo esperado…igualmente as cores são mais precisas tanto com white balance ou orange teal etc… isso tudo foi tornado medível…procura no Youtube.

      • Silva Jorge says:

        Ricardo, Micro contraste não tem nada em comum com ciência de cor, Ciência de cor é a capacidade que o sensor tem para registar o pigmento de cor + luminância e reproduzir essa cor com uma determinada profundidade. O teste que estás a descrever é outra coisa muito diferente.

  7. Ricardo Gomes says:

    No teste que me estou a referir, testam a combinação dos sensores com respetivas lentes…o microcontraste tem um efeito sério sobre a cor e isso foi comprovado nesse teste ao qual não tenho o link a mão…quer dizer as lentes têm uma relevância bastante grande na cor e não só o sensor… As câmaras mirrorless mais equilibradas no que toca a vídeo foram todas Panasonic da série S tal como Panasonic S1, S1R e S1H… Tudo o resto seja sony, Canon etc ficou extremamente pra traz. A S1H foi de todas a única que conseguiu competir com uma ARRI (obviamente que num segmento especial) e nem mesmo a c200 teve tanta pontuação como a S1H nesse mesmo segmento. Vou amanhã procurar o link e postar… Nas fotos por exemplo a S1R consegue competir com uma Haselblad médium format e isto apenas num sensor full frame… E nem vou falar que basta a S1 para bater a minha 1DX Mark III mesmo a nível de cor (já que gostas de neutralidade)… Para filmes há sempre aquele orange teal ou blue etc dependente do filme…tenta obter essa neutralidade numa Canon quando estás a aplicar luts para dar o ar cinematico ao filme (good luck with that) mas Panasonic (no problem) e se quiseres melhor ainda tens os 14bit color dept com uma ninja.

    • Mr.T says:

      Estou curioso, com tantas maquinas diferentes, se já tens a maquina de eleição (parace-me que será a Panasonic S1H), porque continuar com todas as outras? Utiliza-las? É que “alimentar” 3 sistemas (Panasonic, Canon, Sony) diferentes é obra… Normalmente fotógrafos que façam da fotografia a sua profissão, têm 1 ou 2 sistemas diferentes que se complementam, e não sistemas semelhantes…

      • Ricardo Gomes says:

        Para Shootings Profissionais na qual me possa mover com facilidade = Panasonic S1, S1R, S1H / Para Shootings na qual tenho que levar pouco equipamento como por exemplo em viagens longas de avião ao qual o peso é fundamental = Sony A7III, Sony A6100 e Panasonic GH5….. a 1DX Mark III já a tenho a venda a algum tempo inclusive já vendi quase todas as lentes… Canon morreu já ha algum tempo, e nem a R5 ou R6 vão mudar isso a longo termo.

  8. Mr.T says:

    Cores, Cores, Cores… Quem tem a melhor ciência de cor??? Ainda que já tenha visto testes cegos feitos sobre as cores produzidas pelas diferentes marcas, e não se chegou a conclusão nenhuma (não houve nenhuma marca a destacar-se nem houve uma maioria de pessoas a perceber que cores pertenciam a que marca), eu na minha opinião e gosto pessoal (e creio que a maioria das pessoas terá a mesma opinião), a ciência de cores da Olympus e da Canon, sempre foram muito bem vistas. Na pratica, acho que o “truque” está no algoritmo de processamento interno dos jpgs de cada uma das marcas.

    • Ricardo Gomes says:

      Ciência de cor é medível…caso não acredites compra um color checker da Datacolor ou X-Rite e um monitor com 100% sRGB and Rec. 709, 99% Adobe RGB… e também te digo já que a ciência de cor nas Mirorless Canon não são as mesmas que por exemplo na 1DX… Daí só prova que a maioria não tem noção do que esta a falar, e que compra Canon só porque é Canon e porque essa empresa foi realmente inovadora ha muitos, muitos, muitos anos atrás… O problema com Canons para Video já o expliquei mais acima…

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