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Women Drivers: Uber lança serviço exclusivo para mulheres em Portugal

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Xiquinho says:

    LOL. E uma opção tão simples como ” fala português ” ou “Nativo” – fica de fora.

  2. Tuga sem escrúpulos says:

    Já não tinham chegado à conclusão que este tipo de serviço era ilegal?

  3. Fusion says:

    Todos iguais, mas ao mesmo tempo todos diferentes.
    Imaginem esta notícia, mas ao contrário: Uber lança serviço exclusivo para homens.

    Percebo o motivo disto e, em última análise, se garantir mais segurança para as mulheres, que seja. No entanto, em vez de se criar segregação entre homens e mulheres, devia atacar-se o problema pela raiz e garantir mínimos para os condutores da Uber. Mas claro, fazer isso implica menos receita.

    Com isto, a Uber mata dois coelhos de uma cajadada só: não se chateia mais, ou pelo menos encontrou uma “solução” barata, e ainda fica a ganhar junto da comunidade feminista, o que nos dias de hoje é “muito importante” para as empresas.

  4. OraBolas says:

    Descriminação???

  5. Luis Henrique Silva says:

    Demasiado feminismo acho eu.
    É como aquela história de uma escola universitária só para mulheres acho eu.
    Enfim……

  6. Verificar says:

    E que tal, em vez de descriminação mal disfarçada, verificarem melhor os antecedentes e os registos criminais dos motoristas que contratam?

    • AM says:

      E tipo…fiscalizar a fundo onde raio conseguem as cartas de condução portuguesas quando nem falar sabem?
      Pais geridos por “míudos graúdos” e sabe-se lá por que outros interesses mais…um deles parece que começa amanhã a ser julgado.

      • RicM says:

        Era só fazer paragens de verificação (auto-stop) pela PSP e “encostar” os que não saibam a língua e não consigam responder a questões (feitas em português) que surjam nos exames do código da estrada.
        O problema seria as enxurrada de queixas sobre racismo e perfil racial.

  7. Joao Ptt says:

    A questão é se as mulheres vão querer tal serviço, porque à partida parece um excelente ideia, mas depois aparecem mulheres (no estrangeiro) a reclamar que não gostam quando é uma mulher a conduzi-las, que preferem ter um homem para conseguir chegar a tempo onde querem ir, entre eventuais outros motivos.

    Apesar de estar dentro da plataforma já existente, falta então também a opção para os homens, de só serem conduzidos por homens, ou de só aceitarem clientes homens. Também faz sentido. Especialmente para os homens condutores se protegerem da sensibilidade feminina que por vezes pode estar inclinada para ver o mal em tudo o que respira (umas vezes estão certas, outras não).

  8. says:

    Bonita história mas como é que a Uber sabe que o passageiro é de qual sexo? Vão começar a pedir ID para registar?

  9. José Gaspar says:

    Vai ser só burkas na estrada… 😀

  10. Zé Fonseca A. says:

    Vai ser barrada esta nova funcionalidade, por ser descriminatoria, ainda há um tempo atrás aconteceu algo parecido com uma app exclusiva para mulheres

  11. agradecido says:

    Nao e ilegal fornecer servicos com base em raca/genero/sexo/etc?
    (lamento nao haverem acentos)

  12. Rui Almeida says:

    Esta agora. Agora também havia de haver um serviço de motoristas homens só para passageiros homens. Pagava-se na mesma moeda, tal e qual.

  13. Pedro says:

    Eu acho que isto é descriminação, e talvez ilegal.
    Em Portugal homens e mulheres devem ter iual direito ao trabalho.

  14. Pedro says:

    Isso era outra variante, esta é a via legal para contornar a situação, a cliente neste caso escolhe uma motorista para a transportar.

  15. BurroFuiEuQueEstudei says:

    “…com motoristas do sexo feminino — ou, por motoristas mulheres”?

    Não percebi a frase, há motoristas do sexo feminino que não são mulheres, é isso? Ou motoristas mulheres que são do sexo masculino?

    • Simão says:

      Ao ler rapidamente também fiquie assim na dúvida, mas é apenas uma questão de pontuação parece-me!
      “permitirá às utilizadoras optarem por viajar exclusivamente com motoristas do sexo feminino — ou, por motoristas mulheres, transportarem apenas passageiras”

      Ou seja, permite que uma cliente feminina escolha ser transportada por uma motorista mulher, ou permite a uma condutora feminina apenas aceitar transportar mulheres.

  16. Nrc says:

    Eu não quero dizer que é por causa dos Indostânicos… mas é por causa dos Indostânicos 🙂

  17. Ascédio says:

    Encarem as coisas pelo lado “bom”: pelo menos os motoristas homens, livram-se duma data de queixas por assédio. É que agora basta sorrir, ou olhar mais que 3 segundos, para certas mulheres desatarem a gritar “assédio”. Agora, elas que se aturem umas às outras …

  18. Simão says:

    Não é querer ser polémico ou contra estas medidas, mas com tanta liberdade e luta pela igualdade, cada vez me parece mais é que se criam lutas desnecessárias ou desigualdades entre sexos.
    Ah e tal aqui é um café só de mulheres, um uber só de mulheres, universidades só para mulheres, isto só para mulheres, etc…
    Como já disseram noutro comentário, se isto aumenta a segurança e confiança das mesmas, que seja… mas não me convencem que isto é o caminho.

    Deveria haver uma luta maior para realmente haver igualdade entre todos, sem criar estas soluções separadas.
    Neste caso específico, serviços de transporte deveriam controlar seriamente quem pode ou não ser motorista na empresa, mas eles estão-se pouco a preocupar. Querem é ter números altos de pessoal contratado, especialmente se for malta que está disposta a trabalhar de qualquer maneira, que não refila do que ganha e condições… e a empresa possa continuar a encher os bolsos!

    • RicM says:

      A verdadeira igualdade só será possível quando se educarem as pessoas para isso.
      Não querendo ser racista, porque pessoas têm o direito de escolher outra nação para morar e trabalhar, mas o problema está quando muitos dos que chegam vêm de culturas misóginas e desumanizadoras das mulheres. Isso torna o seu comportamento em relação às mulheres problemático e inseguro para as mesmas e daí a necessidade de se criarem condições diferenciadoras para estas se sentirem seguras.
      Tenho uma filha jovem adulta que se sente insegura só por viajar em transportes públicos porque os estrangeiros asiáticos não se coíbem de olhar intensamente, fazer comentários diretos e inclusive filmar do banco em frente.

    • Joao Ptt says:

      A empresa parece estar a tentar responder a uma necessidade do mercado, ou àquilo que eles acham que é uma necessidade no mercado.

      Se é legal ter uma opção destas é que é uma boa questão, parece uma descriminação óbvia, ainda por cima não parece existir as exactas mesmas opções para os passageiros homens só aceitarem condutores homens, e os condutores homens só aceitarem clientes homens.

  19. Grunho says:

    Eu sou machista. Mulher a guiar com homem ao lado não dá. Não alinho nesse serviço.

  20. JPM says:

    No entanto, sendo o género uma construção social, se um motorista uber se auto-definir como mulher então poderá fornecer o serviço a uma mulher. O mesmo se aplica a um homem que se auto-define como mulher e faz esta requisição de serviço para ter motoristas mulheres.
    SErá esta uma questão que choca com o tema de igualdade woke, da existência de 1001 géneros e da auto-definição sem imposição da sociedade?
    Ou será que demos uma volta tão grande nos temas da igualdade que voltamos à “segregação” que se vivia nos tempos passados mas agora “é do bem” ? 😀 Quando se diz “o mundo dá voltas” é mesmo verdade.

    • Paulo says:

      Pois é!
      Ainda vamos ver, quando uma trans-mulher for atacada é uma mulher; mas se a trans-mulher atacar uma mulher real virão dizer que afinal é um homem!

  21. Paulo Jorge says:

    Tá tudo louco!

  22. KingSOL says:

    Mulheres ao volante, perigo constante!

    Há mulheres bi, homo, etc…portanto…

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