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Tesla Cybertruck: pickup com design futurista que vai circular na Terra… e em Marte!


Fonte: Tesla

Autor: Eduardo Mota


  1. Blackbit says:

    Acho que o design é demasiado futurista para o gosto do publico em geral.
    Tambem nao consigo perceber com se usa a area de carga, tem corbertura de vidro (como se retira?) ? A cobertura é opcional?

  2. Marco says:

    Viram a cara do Elon quando o vidro do carro partiu? lol
    Ele depois disso ficou muito envergonhado. Mal conseguia falar.

  3. Cortano says:

    A imagem tem problemas de renderização ou limites de polígonos??
    Só vejo uma cena esquisita.

    Acerca do vidro.
    “Propositado ou não? Isso só Elon Musk e os seus colaboradores na Tesla é que saberão!”

    Não, não foi propositado. Colaboradores disseram que nos testes aquilo nunca aconteceu.

  4. Pedro says:

    Que coisa tão feia!

  5. eu says:

    Primeiro estranha-se, depois entranha-se.
    Isto é um carrinha e não um utilitário.
    Futurista ou não, pela sua utilidade, baixo custo e sobretudo o preço, acredito que vai vender bem no segmento comercial onde se insere.

  6. Eduardo Rocha Pedrosa says:

    Prefiro a Rivian R1T.

  7. Jorge says:

    Faz-me lembrar um Lamborghini Countach.

  8. Gonçalo says:

    Quando vi pela primeira vez fiquei “que m**da é esta?” mas depois de o ver mais algumas vezes passei a adorar o design. Parte de eu adorar poderá ser por ele ser tão diferente, faz o resto parecer tão aborrecido.

  9. Horrível monte de lata! says:

    LOL o EM tem que ser nomeado o tipo mais caricato e pseudo revolucinário do momento. A carrinha vai andar em Marte? Se ela alguma vez andar nos EUA já vai ser bom… Projectos são muitos e os investidores que se cuidem, pois acho que temos uma nova WeWork.

    • IonFan says:

      Dê lá ai exemplos desses projectos que não foram ou estão a ser concluídos. Se diz que são muitos vai ser fácil encontrar exemplos.

      • Horrível monte de lata! says:

        Podia fazê-lo, mas consigo não vale a pena perder tempo… aliás o caracteres que já gastei nesta resposta só por si são uma inutilidade

      • Horrível monte de lata! says:

        Mais, se conseguisse ler o que eu escrevi não encontaria uma única referência a projectos “que não foram ou estão a ser concluídos”. Estas são palavras suas que eu não disse.

        • IonFan says:

          “Se ela alguma vez andar nos EUA já vai ser bom” e “Projectos são muitos”. Conhece algum projecto do Elon Musk que não tenha sido concluído ou não esteja a acontecer? A pergunta foi simples e a resposta também podia ser, se existisse. Ou seja, os caracteres que gastou na “resposta” ao meu comentário foram realmente uma inutilidade. Pena que pareça que são todos os caracteres em todos os seus comentários que são inúteis.
          Nada no seu comentário acrescentou qualquer informação ao artigo e quando foi questionado para acrescentar algo, reagiu mal. Muito fraquinho como comentador.

  10. AJ says:

    “No nosso mercado, e restantes mercados europeus, as pickup são pouco comuns (…)” – convido quem escreveu este texto a visitar o alentejo, principalmente nas zonas rurais.

  11. Carlos Braga says:

    Gosto do aspeto da mesma, mas infelizmente isto não tem viabilidade nenhuma pelo menos nos próximos anos…
    Sou praticante de TT e sei bem o que é estar no mato, levo sempre pelo menis 1 jerrican de gasóleo de 20L para as necessidades… O que é que fazemos com uma besta destas elétrica quando ficar atolada na lama a 50km de uma tomada de corrente elétrica, ….
    Repito o que já disse várias vezes, os carros elétricos são para uso exclusivo citatino ou em situações muito controladas de utilização. Agora todo terreno, com situações imprevistas no estado do terreno, atravessamento de curso de aguas, etc.., comparar isto com uma F150 só pode ser uma brincadeira… Quanto a “estoria” dos arranques, os carros não são dragsters… Uma besta destas faz um arranque em torque máximo/velocidade máxima e nem fica com 40km de autonomia, e o Porsche faz os arranques que quiser e dura centenas de km..
    Não sou contra os elétricos, mas cada macaco no seu galho. Carros elétricos = cidade, carros gasóleo/gasolina/hidrogénio multiutilização.

    • fc says:

      Diria que é bastante mais simples fazer um carro elétrico passar sem problemas por dentro de água do que um carro a combustão. Nem que seja por ser necessário o escape de gases.

    • Pedro Correia says:

      O jerrican de 20 L de gasóleo que o Carlos Braga aponta como solução de uma emergência (falta de combustível) pode ser subsistido, no contexto de um carro eléctrico, por um gerador a gasolina portátil. Dessa forma, goste-se ou não da solução, o problema fica igualmente resolvido.

      • Manuel says:

        mas em vez de levar apenas o jerrican. tem que se levar o jerrican e o gerador a gasolina.

        • Pedro Correia says:

          Parece-me que isso está implícito. De qualquer forma o problema fica resolvido. Eu só apontei uma solução do problema que Carlos Braga apresentou, que dessa forma fica solucionado, sendo o que ele apontou não é argumento para não comprar uma pickup eléctrica (da Tesla ou de outra marca quando surgir). Com isto não estou a defender em particular a pickup da Tesla.

      • Cortano says:

        Meter um jerrican num depósito demora 1 minuto e segues viagem.
        Esperares que o carro carregue % suficiente para andares demora bem mais, ainda para mais com geradores (ou tens um bem potente, ou estás tramado)

        • Pedro Correia says:

          Nesse caso parece que se poderá resolver o problema, basta gerir a carga da bateria e iniciar a carga com o gerador antes da bateria chegar ao fim, dessa forma a pickup vai estar sempre disponível para circular evitando qualquer paragem(caso a pickup permita carga em andamento).

          • Cortano says:

            Bem, isso é um híbrido!
            Duvido muito que seja possível carregar a bateria em andamento.

          • Pedro Correia says:

            Respondendo ao Cortano (resposta de 22 de Novembro de 2019 às 23h33) , que duvida que seja possível carregar a bateria em andamento, isso já ocorre com os híbridos (como até apontou indirectamente) ou eléctricos, que quando travam carregam de volta a bateria. No caso que eu sugeri a fonte carrega não é a da regeneração da travagem mas sim através de um gerador. Para a bateria é indiferente de onde vem a electricidade, é apenas uma questão de engenharia.

            Nota: não consigo responder directamente do comentário do Cortano postado no dia 22 de Novembro de 2019 às 23h33, por isso tive responder à minha resposta.

          • Cortano says:

            @Pedro:
            Sim, mas isso suponho serem sistemas diferentes.
            O que não sei é se com o cano ligado à ficha ele carrega.

            De qualquer maneira, qual o interesse em transformar um eléctrico num híbrido?
            Para isso comprar-se logo um híbrido.

    • rodrigo says:

      sim realmente comparar este com um F150 ‘e ridículo..o Cybertruck ‘e bem superior.

    • Klimane says:

      Suponho então que faz mais de 500km nos percursos todo o terreno? Tendo em conta que a descer as baterias recarregam presumo que nesse aspecto os elétricos serão melhores? Em termos de resistência mecânica os diesel e a gasolina estão bem desenvolvidos mas será a mecânica de um elétrico mais duradoura em TT? O principal é deixarmo-nos de radicalismos e ter em conta que há mercado e melhores opções para cada tipo de utilização e se em alguma situação um elétrico para além de mais racional mais ecológico noutras fariam pouco sentido. Convém lembrar que quanto maior a escolha melhor o consumidor é tratado. Embora ache imprescindível a autonomia possível de um motor a combustão a suavidade, a tranquilidade, a facilidade de carregar em casa, a ausência de vibração, as revisões muito mais em conta são muito aliciantes. O melhor seria mesmo ter sempre 2 carros, mas suponho que o elétrico ficará sempre a ganhar. Por algum motivo os fazem feios, por algum motivo os fazem caros, por algum motivo os fazem limitados. E quando a nossa opção está limitada são eles que ditam as leis.

  12. Infinity says:

    Vão vender que nem pães quentinhos

  13. João Ribeiro says:

    Um verdadeiro tiro no pé

  14. SANDOKAN 1513 says:

    Porra,que isto mais parece um carro de guerra.Foge… 😐

  15. Dani says:

    Até pode ser muito a frente em tecnologia, mas fazer um caixote com rodas? Podiam fazer algo futurista mas bonito.

  16. Luís Chaves says:

    Elon Musk sempre a vender banha da cobra. Há que manter os investidores interessados senão acabou-se a Tesla.
    Carros elétricos não são o futuro, passar de petróleo (combustível fóssil limitado) para lítio (metal também limitado), invistam nos carros a hidrogénio, é fácil e barato produzir hidrogénio (por exemplo eletrólise), deixe assim de haver dependência de países estrangeiros. Não emitem gases nocivos (Toyota Mirai). Não é necessário estar 1 hora à espera de carregar, basta abastecer o depósito com o hidrogénio e está pronto a voltar à estrada.

  17. Luís Chaves says:

    Elon Musk sempre a vender banha da cobra. Há que manter os investidores interessados senão acabou-se a Tesla.
    Carros elétricos não são o futuro, passar de petróleo (combustível fóssil limitado) para lítio (metal também limitado), invistam nos carros a hidrogénio, é fácil e barato produzir hidrogénio (por exemplo eletrólise), deixe assim de haver dependência de países estrangeiros. Não emitem gases nocivos (Toyota Mirai). Não é necessário estar 1 hora à espera de carregar, basta abastecer o depósito com o hidrogénio e está pronto a voltar à estrada.

  18. Eu says:

    Errata
    onde se lê: «a versão com três motores custa mais $20.000 do que o modelo base»
    deverá ler-se: «a versão com três motores custa mais $30.000 do que o modelo base»

    Ou seja, o modelo base com 1 motor custa $39900, o de 2 motores $49900 e o de 3 motores $69900!
    Isto sem contar com os 6500€ ($7000 US) de “Full-Self Driving”, em valor especial para reservas actuais de quem depositar 100€ (ou $100)!

    Ver em: https://www.tesla.com/cybertruck/design
    Para ver todos os preços escolher como país “US”.

  19. Miguel says:

    O preço da versão mais cara é 69.900usd portanto mais 30k que a versão base e não mais 20k.

  20. CMatomic says:

    Miguem repara nos pormenores ?
    Todo o desninhe desta pickup é por uma razão pártica , não se pode ver numa maneira simplista se repararmos nos pormenores assemelha-se carro anfíbio como também conte aerodinâmicas mais semelhantes a uma aeronave sem asas .
    Todo aquele aspecto , principalmente nos guarda lamas o formato indica que se poderá se caracolar a algo .

  21. Pedro says:

    Continuo sem saber a tecnologia das baterias. Numa altura em que a maioria dos construtores aposta na eletrificação outros negam a a sua versatilidade e rentabilidade nos SUVs Devido ao tamanho peso e claro autonomia.
    Capaz de 800km??? Como?

  22. Wolf says:

    Finalmente algo diferente, disruptivo e incomodativo. Fogões eléctricos eram estranhos e descontextualizados. Mas todos os usam. E também podem ser usados em modo off-road!

  23. Pascal says:

    Até o DeLorean é mais bonito que esta caixa de sardinhas mas enfim… Depende dos gostos. Ao menos não falta tecnologia.

  24. Eusébio says:

    Se fosse mais redonda em cima e não tivesse e aquele bico até nem era muito mau. Mas assim aumenta a resistência ao ar e aumenta os consumos.

  25. David says:

    Grande treta.. o gajo deu com o mertelo na porta da frente e no entanto o vidro da porta de trás tbm partiu .. hahahaha
    K desculpa foleira

    • IonFan says:

      Essa é a teoria da pessoa que fez o video. A versão “oficial” é que nos ensaios atiraram varias vezes a bola e o vidro não partiu. Foi até publicado um video de um desses arremessos durante o ensaio e o vidro realmente não parte.
      O que eu acho é que no ensaio, como se vê no video do mesmo, a porta não estava completamente fechada, o que permite ao vidro flectir, ao mesmo tempo que algum to impacto também é transmitido à porta que recua. No evento o arremesso foi feito com a porta fechada e o vidro bem encaixado no aro da porta. Isso não permite ao vidro flectir muito nem passa energia para o movimento da porta. Foi a “morte do artista”.

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