StormBreaker: Marinha dos EUA aprovou oficialmente o uso desta arma inteligente letal
Após meses de testes e anos de investimento, a Marinha dos Estados Unidos da América (EUA) aprovou o uso operacional da arma letal StormBreaker, da Raytheon, no caça de ataque F/A 18 E/F Super Hornet. A empresa descreve-a como "a única arma inteligente operacional capaz de atingir alvos móveis e estacionários".
Depois de a StormBreaker ter alcançado um importante marco de desenvolvimento, em setembro de 2025, passando de protótipo a unidade de teste em apenas 50 dias, a Marinha dos EUA aprovou o uso operacional da arma no F/A 18 E/F Super Hornet.
Ter a StormBreaker significa que os esquadrões do Super Hornet da Marinha podem agora atacar tanto alvos móveis como estacionários, independentemente de estarem a voar de dia, de noite ou em condições meteorológicas severas.
Afinal, a Raytheon descreve a StormBreaker como "a única arma inteligente operacional capaz de atingir alvos móveis e estacionários, tanto em condições meteorológicas favoráveis como adversas, em terra ou no mar".

A StormBreaker é uma munição de precisão, com um sistema de orientação triplo que rastreia alvos em movimento em condições de baixa visibilidade, como escuridão, mau tempo, fumo e poeira. Crédito: Raytheon
Inteligente, porque consegue encontrar, identificar e atingir alvos praticamente sozinha, com elevada precisão e em condições difíceis, graças a vários sistemas tecnológicos.
Ou seja, a "inteligência" da arma não significa autonomia total, mas a capacidade de tomar decisões de orientação durante o voo, adaptando-se ao ambiente e ao comportamento do alvo, por forma a aumentar a probabilidade de acerto.
O Super Hornet desempenha um papel crítico na estratégia de combate aéreo da Marinha e equipá-lo com a StormBreaker aumenta a letalidade da aeronave ao permitir ataques de precisão em quaisquer condições meteorológicas.
Disse Sam Deneke, presidente da Air & Space Defense Systems.

A Raytheon, a Marinha dos EUA e a Força Aérea dos EUA iniciaram as atividades de integração da arma inteligente StormBreaker nas aeronaves F-35, F/A-18E/F e F-16. Crédito: Raytheon
Trata-se de uma melhoria significativa nas capacidades de ataque já existentes do Super Hornet, que no passado tiveram dificuldades em condições adversas.
A StormBreaker apresenta as seguintes vantagens:
- A arma pode percorrer mais de 45 milhas (cerca de 72,4 km), o que significa que os pilotos não terão de permanecer tanto tempo dentro do alcance das defesas inimigas.
- O seu tamanho relativamente reduzido permite que o caça Super Hornet transporte um maior número destas bombas em simultâneo, o que se traduz na necessidade de menos aeronaves no ar para atingir o mesmo número de alvos.
Como funciona a StormBreaker?
O Super Hornet transportou, pela primeira vez, a StormBreaker em 2023 e, desde então, a bomba tem apresentado um desempenho impressionante.
A arma já tinha sido aprovada para o F-15E e está igualmente a ser adaptada às três variantes do caça F-35.

A Raytheon concluiu o desenvolvimento e a integração da arma inteligente StormBreaker no F-15E Strike Eagle, em 2018. Crédito: Força Aérea dos EUA, via Raytheon
Em destaque, a arma possui um sistema de orientação composto por três elementos, capaz de detetar, classificar e seguir alvos através de radar de ondas milimétricas, infravermelhos de imagem e orientação laser semiativo.
Cada método de orientação envia os dados de aquisição de alvos para uma arquitetura de processamento partilhada, que consegue identificar e neutralizar alvos fixos ou móveis, em terra ou no mar, independentemente da hora do dia ou do nível de visibilidade.
E quanto custa?
Sobre o preço, sabe-se que, em 2023, uma encomenda de 320 milhões de dólares pagou 1500 unidades da StormBreaker, o que corresponde a pouco mais de 213.000 dólares por bomba, cerca de três vezes o salário anual médio de um cidadão norte-americano, conforme contextualizado pelo SlashGear, ou o equivalente a mais de 180.000 euros por bomba.
Apesar do custo, responsáveis da defesa afirmam que esta capacidade é necessária, uma vez que os adversários têm aproveitado o mau tempo e as obstruções visuais para evitar ataques. Assim, o Super Hornet dispõe de uma nova opção para quando o método tradicional de visão ficar comprometido.
Imagem: Raytheon
Neste artigo: arma inteligente, Marinha Norte Americana, StormBreaker




















O melhor agora é arranjar uma guerra para poder realmente testar a coisa em ambiente de guerra, lá vai o Trump lançar os dados e ver a quem vai calhar a fava.
O mundo avança assim e a tecnologia de guerra mais ainda, mas este tipo de afirmações de “imparável” leva a novas contra medias para tentar se defender da arma em questão acredito mesmo que é um convite a isso, assim como faz os EUA quando uma outra potência faz um anuncio destes.
Irão será um local fertil para isso…
pois talvez,
Mas esta loucura que dura agora ha 2 décadas, tem que acabar.
Isto não pode ser permitido, é a devassidão total.
Mas 213K por bomba, é muito caro.
Países pobres, 5K por bomba já será extremamente caro.
Portugal deveria ter uma coisa destas na casa dos 500 euros.
Facil de fabricar, e aos milhões.
Mas não para andar a fazer terror, mas sim para defesa, e podia ser exportada até.
Os EUA sempre a inovar, a europa depois chora quando precisa de protecao e se metem com ela.
Temos é que começar a inovar as mentes em vez das armas que nos matam.
candidata-te para serviço militar então…mas tens que ir para a guerra 🙂
Já servi no Afeganistão na missão da NATO (ISAF) e tu quem chamas se te invadirem o país ?
Há que por as empresas de armas a faturar para depois financiarem jantares, salões de baile, aviões, campanhas políticas, criptomoedas e tudo o mais ligado ao gato cor de laranja e seus amigos.
Se tens tanta certeza que isso tudo fatura milhoes porque nao investires e lucras tambem ?
O TDS (Trump derangement syndrome) é tramado.
Zé, é isso mesmo.
Todos nós sabemos que os DemocRats não recebem donativos.
Olhe, vá ali à estação da CP do Rossio e quando partir o comboio para Vladivostok entre nele e saia na última paragem.
Quando chegar lá mande um postal.
Uma coisa não invalida a outra, nem eu disse o contrário. Para mim, andam os porcos todos de volta da gamela, mesmo os do Punjab.
Zé,vc ainda não percebeu que vc é a gamela dos PorcosDoPunjab?
Já aprendeu algo hoje…
Já sei isso há anos e anos. Aliás, somos todos, pelo menos os que pagam impostos. Já os outros, são outros porcos.