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Sem combustível? Preços vão baixar já na próxima semana

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Joaquim Pereira says:

    Nacionalizem a GALP,e metam um preço justo, para ontem!!

    • J Martins says:

      60% do custo é impostos mas o preço resolve-se com nacionalizações…. enfim. É por estas tiradas e outras similares que nunca vamos sair da cauda da europa — brincar com o dinheiro do contribuinte desta maneira. Merecemos quem nos governa..

      • José says:

        Tens também que fazer as contas às margens de lucro da companhia que poderiam ser baixas se fosse nacionalizada…

        • says:

          E contas ao aumento de custo com (ainda) mais tachos.
          Basta ver o que se passa com os serviços públicos. Têm cada vez mais funcionários e cada vez têm menos gente a trabalhar. Finanças, Conservatórias, Hospitais, Escolas e por aí fora. Tudo se queixa de falta de gente e a função pública a engordar. Onde andam?
          Neste país, tudo o que é nacionalizado está um caos. Não digo que a GALP seja perfeita, mas iria acabar como a TAP, e tantas outras empresas públicas que são sorvedouros no nosso dinheiro, além dos custos com os serviços.

        • J Martins says:

          O problema não são as margens d elucro. Além disso, não fosse as gasolineiras terem lucro e não tinhas investimentos nem salarios nem nada. É preciso deixar de apontar o dedo aos lucros, como se fossem “o diabo” e começar a realmente apontar o dedo a onde está realmente o problema –> em quem está sentado em S. Bento e no Parlamento. Uma empresa dificilmente consegue investir em Portugal porque a fiscalidade muda mais depressa que o sentido do vento. Não há confiança. Sem empresas a dar lucro nunca irás ver salário a aumentar e a economia a melhorar -> para a vida de todos melhorar.

          NUNCA preços tabelados por decreto correu bem para a economia e para as pessoas. Apenas um exemplo, já tivemos paises (ou estados como nos EUA) que tabelaram as rendas com tetos máximos e correu mal sempre que se implementou e não ajudou ninguém.

          O que é preciso é ajudar quem mais precisa — as empresas não são a segurança social. É duro dizer isto mas é verdade. Se queres melhor condição de vida então começa-se a exigir de quem governa porque os 4 mil milhões que afundam na TAP (para dar prejuizo e de nada serve) poderiam muito bem para ajudar HOJE e em 2023 todos os que mais precisam e estão economicamente mais desprotegidos. MAs vá..o problema são os lucros das emrpesas.

          Ultima nota. Sabias que na gasolian somos taxados em Impostos duas vezes e que isso é inconstitucional? Mas não vemos ninguém a falar disso. Desde quando um imposto leva com IVA em cima? ISto não faz sentido mas a malta apenas vê problema no lucro das empresas (marginal quando comparado com o custo na fonte e os impostos). ALiás — Os empresários que têm os postos de abastecimento não ganham a mais ou a menos com a subida dos preços; A taxa de lucro é fixa e incide sobre o litro vendido.

          Enfim.

        • Andre says:

          Sem margens de lucro grandes não há investimentos, inovação nem crescimento da empresa para poder contratar mais pessoas. Facilmente seria abafada por uma competidora estrangeira…

          Falam dos lucros das empresas como se fossem algo mau mas de maneira geral quanto mais lucraram mais Portugal como um todo beneficia com isso…

      • Daniel Oliveira says:

        Mais que os 60% de impostos, o que choca é 0,40€ /litro seja lucro das gasolineiras!

        • Realista says:

          Portanto 20% de lucro choca-te mais que 60% de imposto…

          • Realista says:

            Ou se quiseres ver a informação de outra maneira:

            €1.056 de imposto choca-te mais do que €0.40 de lucro.

            O que estas a dizer e misturar na mesma frase alhos com bugalhos. Se baixares tudo para a mesma métrica ficas com uma visão mais global.

        • Joao Ptt says:

          Vou fingir que é mesmo esse o valor.
          Chocante, as gasolineiras que investem milhares de milhões para fazer chegar o combustível ao cliente final tem 0,40€/ litro de lucro de um preço de 1,604€/ litro de gasolina simples 95… o Estado se estiver a cobrar 50% em impostos ganha 0,802€/ litro (se for 60% de impostos o Estado arrecada 0,962€/ litro)… quem é que está a ganhar mais? Quem tem como função providenciar o produto e toda a logística e investimentos vários… ou o Estado que tem mero papel de fiscalizador?

  2. L.C says:

    Verdade . Só temos aquilo que merecemos.

  3. Grunho says:

    Quando já tinham quase convencido as pessoas a deixar de vez de usar o automóvel, inventaram este estratagema para as fazer mudar de ideias.

    • ElectroescadaS says:

      40 € não me dão para o mês inteiro com gasolina para a minha viatura mas para andar de transportes públicos sim. Eu posso optar mas há quem não o possa fazer…

  4. MORAIS says:

    . . . nunca descem o que dizem ! Só desce nas notícias e no papel.
    Quando dizem 5, nem metade desce . . .

  5. PAULO SILVA says:

    Gostava de fazer uma conta sobre os combustíveis mas não dá certo:

    +/- 2008 crise tempo Sócrates: barril petróleo 140 dólares, gasóleo max +/- 1,50 eur
    2022 crise de… (guerra??): petróleo 120 dólares, gasóleo max +/- 2.1 eur

    a minha regra de 3 não funciona…
    Alguém sabe explicar?

    • Luis Costa says:

      2008 Salário Minimo – 426€
      2022 Salário Minimo – 705€

      É preciso haver pessoas a trabalhar no transporte dos combustíveis assim como nos postos de combustíveis entre outras funções. Tudo isso “encarece” o valor final dos produtos. Não é a única razão, mas para se poder pagar melhor aos trabalhadores, os produtos também tendem a ficar mais caros.

      • Vasco says:

        Ou através de ganhos de produtividade, mas isso incomoda muita gente, nomeadamente a gestão das empresas e a postura dos trabalhadores. E por fim, como factor preponderante da diminuição do valor real dos ordenados, a elevadíssima carga fiscal directa e indirecta do nosso país.

      • Vasco says:

        Não esquecer que provavelmente em 2008 com o ordenado mínimos conseguia-se pagar a renda de um quarto barato e sobreviver em condições precárias mas mínimas em termos de alimentação… Em 2022 quem ganhar apenas 705€ está literalmente tramado.

    • J Martins says:

      Tens de de contar o preço do dolar em relação ao EURO.
      Em 2008 com 1 euro tinhas 0.64 – 0.70 Dolares
      em 2022 tens 1 euro = 1 Dolar hoje. Já naõ tens uma desvalorização do EUR em função do DOL desta magnitude desde quase inicio do ano 2000.
      O custo da moeda não explica tudo mas é um factor importante que é preciso ter em consideração.

    • ska says:

      Essa conta não poderá ser feita dessa maneira.
      Conjuntura de 2008 e 2022 são diferentes:
      Na crise de 2008 em dezembro, EUA tinham um total de impressão de dinheiro 853.3 Biliões de dollars.
      Dezembro de 2020, os EUA tinham um total impresso de 2040.7 Boliões. só esta diferença corresponde a +/- 21%.
      Na pratica o que isto significa é que cada dolla vale menos +/- 21% realtivamente a 2008.
      Podem consultar o grafico no link seguinte. https://www.uscurrency.gov/life-cycle/data/circulation

      • B@rão Vermelho says:

        E lá está a falsa questão dos aumentos dos ordenados, se o salario mínimo subisse subia para todos não para uma ou duas pessoas, se o salario mínimo subisse para 1500€, íamos deixar de comer o prato do dia a 6€, o padeiro também é aumentado a peixeira também de algum lado têm de vir os €€€€ para se poder aumentar ordenados.

  6. interesses says:

    Para quem PODE abdicar do carro e usar outros meios, só tem que dizer: está caro? então não compro. Iam ver se não baixavam rapidinho os preços com as vendas a descer.

    • Vasco says:

      Isso é possível nos meios urbanos, como principalmente Lisboa e Porto, para quem tem um horário de trabalho fixo e não é profissional liberal. Eu sou um grande adepto de não usar carro a não ser quando é mesmo necessário. Só que essa necessidade aumenta brutalmente à medida que nos afastamos dos principais centros urbanos. De resto 100% de acordo: o consumidor tem sempre a palavra final nos pressupostos que menciona – o facto de poder abdicar do carro – e por vezes mais vale não compactuar com o estado de coisas e sofrer pequenos inconvenientes no dia a dia do que pura e simplesmente dizer sim a tudo. (Por exº, o preço dos carros de baixa e média gama em Portugal é escandalosamente alto quando comparado com os valores pagos pelos nossos vizinhos aqui da Espanha e ao adquirirmos um carro estamos de facto a assinar implicitamente a aceitação da vigarice institucionalizada…)

      • Grunho says:

        Mesmo fora dos meios urbanos é possível dividir a factura por 2, 3 ou 4 viajando várias pessoas no mesmo carro. Na base de 4 passageiros a bordo, a conta do combustível sai à volta de 3 cêntimos por km para cada um, desde que o carro não se meta em filas ou em trânsito de cidade.

        • Vasco says:

          É um facto, desde que se organize a vida dessa forma. Contudo, somos demasiado individualistas para adoptar esses comportamentos, que têm para a maioria das pessoas uma conotação depreciativa. Criou-se a ideia de que o indivíduo bem sucedido é aquele que não precisa de ninguém para coisas elementares como exercer o seu direito à liberdade de circulação, quando na realidade precisamos todos uns dos outros. É sobretudo uma questão de mentalidade que deveria ser corrigida.

  7. says:

    Adoro estes títulos. Se a pessoa não tem dinheiro para combustível não é porque o preço vai baixar uns cêntimos que já o pode ter.

      • ElectroescadaS says:

        E como se compra os bens necessários? Com pedras e paus?

        • Mr. Y says:

          Acho que estão a interpretar mal o título. O “Sem combustível?” não quer dizer que não se tem capacidade de comprar mas sim se o carro está a ficar sem combustível.

          Por vezes os títulos podem soar a clickb@it (e não é ilegal) mas neste caso é mesmo má interpretação.

          • ElectroescadaS says:

            Neste caso nem se trata do “título” apenas uma questão de semântica da qual a conversa começa a descambar. Sei perfeitamente que o dinheiro físico será algo que num futuro próximo deixará de existir mas nem tanto ao mar nem tanto à terra como se costuma dizer.

  8. Bernardo duro says:

    Vai ao mecânico não pede fatura vai ao cabeleireiro não pede fatura vai ao não pede fatura depois querem serviços públicos saúde paguem os impostos…

    • Pedro Pintas says:

      tás muito mole como o resto do povo… o governo vai ao dos portugueses e eles ainda o defendem!

    • Grunho says:

      A esses negócios as finanças só são vão se não quiserem. Basta fazer uma inspecção rápida e analisar as contas bancárias, o que já há muito tempo é possível. E é o que fazem sempre que o negócio tem a infeliz ideia de apresentar uma declaração muito diferente dos índices que as finanças lá têm.

    • ElectroescadaS says:

      Pois da minha parte tudo o que compro tenho a fatura. Sou marreta… 😀

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