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MWC19: SEAT Minimó – o elétrico que quer revolucionar a mobilidade Urbana


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. informado says:

    Igual ao renault twizy mas com portas e vidros.

  2. pedro says:

    …ou seja… pegaram no renault twizy, puseram-lhe um computador de bordo mais avançado e chamaram-lhe seat!

  3. GM says:

    Faz lembrar o RENAULT TWIZZY.

  4. TugAzeiteiro says:

    Acho uma ideia muito engraçada, finalmente corrigiram o que estava errado com o Renault Twizzy…
    Como 2º carro para andar na cidade é excelente, no entanto o facto de não ter portas/vidros é algo que não se percebe por parte da Renault, se quiser apanhar frio e chuva comprava uma moto!
    Este Seat tem ainda a vantagem de se poder trocar baterias, se bem que não há informação de ONDE e COMO… e esse acho que vai ser o principal problema, a disponibilidade para essa mesma troca de baterias… bem como a falta de postos de carregamento rápido.
    Tanto o Twizzy como este Minimó ou o Citroen Ami One são veículos muito interessantes para a cidade, principalmente numa óptica de aluguer de curta duração, há semelhança do que já acontece com as trotinetes!
    Falta apenas mudar mentalidades…

    • UDZ says:

      Pelo que percebi a troca de baterias significa ter baterias amoviveis que podemos trazer para casa e carregar. Enquanto uma está no carro a outra fica em casa a carregar. Acho eu que é isso!

      • TugAzeiteiro says:

        Ahh as basterias amoviveis são para se levar para casa? Percebi que era tipo o conceito antigo da Renault Nissan, onde os carros eletricos trocavam de baterias em uma especie de estação de serviço. Assim percebo a questão/facilidade de se carregar em casa, no entanto o peso das baterias é uma icognita, e não esquecer que a carregar em casa vai demorar umas boas horas a carregar!
        Tirando isso, penso que a velocidade devia ser de pelo menos 100kmh por causa de se apanhar alguma autoestrada, tipo A5 ou assim…

  5. Luis says:

    Um Renault Twizy com portas de jeito :D.
    Car sharing parece-me bem, as baterias amovíveis também, agora revolucionar o que seja, não me parece. É mais seguro que as eCooltra certamente, poluem menos que os carsharing presentes tipo DriveNow (a combustível fossil), mas a palavra revolucionar é exagerada, revolucionar é uma Boring Company a fazer túneis para carros.

  6. Blackbit says:

    Para alem dos turistas, não vejo grande futuro nisso, pois o facto de nao poder andar nas auto estradas (pois fazem parte do percurso rodoviario de mais de 75% dos utilizadores) é muito redutor e limitador na sua utilização. É assim tao complicado/custoso homologar para esse fim?

  7. Filipe F. says:

    Este conceito não pode estar destinado a grande sucesso.

    Porque isto nem é carro nem mota, ou melhor tenta ser as 2 coisas mas, ao contrário das motas, não pode estacionar em qualquer lugar e evitar parquimetros, precisa de um estacionamento para carros, não tem vantagens nas filas de transito, nao pode andar na faixa de bus, ou seja não tem as vantagens de uma mota para a cidade. Posto isto, sabendo que para a cidade, andar com isto ou um carro é exatamente a mesma coisa no que toca a conforto, tempo de viagem e custos de estacionamento, a vantagem é ser eletrico?
    Mal dá para ir às compras e só dá para 2 pessoas. Sair da cidade com ele dada a velocidade máxima e autonomia é improvavel.
    Por pouco mais dinheiro compra-se já um carro citadino mesmo que a combustão, mas que faz exatamente o memso que este, com a vantagem de levar mais gente, poder sair da cidade, poder ir as compras e com maior segurança.

    • fak says:

      Filipe F.
      poe-te a andar a passar entre os carros, poe…
      a mim aconteceu-me esta situação, estava eu numa fila enorme em lisboa, a uns 2KM/h, vinham 2 motociclistas a passar entre os carros… eu, estava para lá entretido na conversa, cheguei-me um bocado à esquerda, tipo 20 ou 30 centimetros, não mais, fazendo – digo eu, com que o gajo tivesse de travar, provavelmente com o medo de ser apertado.
      vou eu ali descansadinho, o gajo mesmo à beira da minha porta mete a mão na embraiagem e acelera a fundo. eu por acaso assustei-me e a sorte do gajo foi eu tar com as duas mãos no volante, porque eu puxei o volante para baixo, se estivesse só com a mão esquerda o gajo era ali apertado entre 2 carros que virava sardinha em lata… e eu não teria culpa de nada, já que é proibido passar entre os carros com uma moto sem deixar a devida distancia de segurança pelo menos…

      por isso poe-te fino também, já nos USA houve um gajo que a fazer o mesmo que este teu camarada ficou apertado entre um ligeiro e um pesado e morreu depois do camião lhe passar com os rodados de trás em cima…

      • Edjlle says:

        No Brasil é proibido, de acordo com as leis de trânsito, motocicletas circularem entre as filas de veículos, mesmo que o trânsito esteja parado, mas se existe um país onde os cidadãos não respeitam as leis e os outros cidadãos, esse país se chama Brasil.

      • UDZ says:

        Mas… viu a mota e encostou-se de propósito só para o senhor da mota não passar?

        • fak says:

          UDZ
          não, sabia que eles lá estavam mas já andavam atrás de mim à pelo menos 2 KM e nunca mostraram intenção de ultrapassar.
          encostar-me aqueles 30cm nem sequer foi voluntário, nem me lembro de sequer rodar o volante, mas rapidamente me apercebi e corrigi a trajetoria.
          mas também confesso que me estava a burrifar para eles, se quisessem ultrapassar pelo meio dos carros que ultrapassem, se ficassem entalados entre carros, para além de terem de pagar os danos a dois carros, era bom que ficassem sem carta, a ver se a iam tirar outra vez e aprendiam de vez o que são distancias de segurança.

  8. João Manuel Romão De Almeida Costa says:

    Para mim não dá,pode ser engraçado e tal mas não passa disso, estou a 300 km de Lisboa , teria que mudar a bateria pelo menos 3 vezes.

  9. Miguel Silva says:

    o problema maior do Twizzy era não ser totalmente impermiavel por não ter portas e janelas , não sei porque é que a Renault não fez uma versão melhorada há mais tempo.
    Este tipo de veiculos são o futuro porque a maior parte das pessoas andam sozinhas no carro e como tal não faz muito sentido carregar 1000kg de chapa para todo o lado.
    Gostava de ver tb o Lit Motors C1 a ser comercializado pois esse certamente iria ser o rei da eficiência mesmo em autoestrada.

  10. José Manuel Amaral says:

    A montanha pariu um pequeno rato

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