PplWare Mobile

Help Flash pode ser usado em vez do triângulo em Portugal?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. CuMuna says:

    Vamos substituir um triângulo refletor por um sinalizadoe luminoso, que que pode não funcionar por avaria. Enfim. Qual é o lobi deste vez?

    • Joao Ptt says:

      Então é melhor ter dois, para o caso de um avariar.
      O lobi é informar todos nas proximidades da avaria, uma vez que transmite a informação via rádio frequência.

      Mas sim, ter o triângulo reflector deveria ser também um requisito, pelo menos como alternativa caso o aparelho não funcionasse.

  2. Max says:

    A ver se se apanha a lógica da coisa – em Espanha, para o carros lá matriculados:
    – até 31/12/2025 pode-se usar o triângulo de pré-sinalização ou V-16 (help flash), simples.
    – a partir de 01/01/2026 só está permitido o V-16 homologado pela DGT, ou seja, com ligação garantida à DGT (plataforma DGT 3.0), transmitindo a geolocalização anonimizada.
    Pela Convenção de Viena:
    – Carros não matriculados em Espanha podem usar triângulos de pré sinalização.
    – Em Portugal, os carros matriculados em países que usem o V-16, caso de Espanha, podem usá-lo em vez do triângulo de pré-sinalização.

    • TugAzeiteiro says:

      Mas porque raio não decidem as coisas a nível europeu… já parece a história das rotundas!

      • Artilheiro says:

        +1
        Acho que o triângulo deve continuar a ser obrigatório. Nos casos em que o veiculo fica parado depois de uma curva, o pirilampo, não resolve muita coisa.
        O único problema é que fizeram os triângulos de tal maneira, que eles não ficam quietos, quando está vento.

        • Max says:

          Não é só não ficarem quietos e tombarem – é preciso sair do carro para o por e tirar. Além de andar à procura dele (e do colete refletor) na mala do carro, se tiver malas e tralhas pode não ser fácil de encontrar
          Enquanto o “pirilampo” é só colocá-lo no capot, que adere magneticamente.
          Mas não é assim tão pirilampo – as luzes LED são fortes e, de noite, visíveis a 1 km.
          No caso de o V-16 se tornar obrigatório em vez do triângulo, vejo mais a necessidade de continuar a andar com o triângulo (voluntariamente) para o caso de ficar sem pilhas.

    • Max says:

      Já agora um com versão homologada, que custa 38 €:
      – Geolocalização IoT: Comunicação precisa e anónima sobre a localização do veículo com a DGT em todo o território nacional. Conectividade sem subscrições ou custos adicionais. SIM incorporado e ativado com acesso à rede V16-IoT com Orange até 2038 (plano de dados de mais de 12 anos).
      – 4 pilhas AA
      Uma vez vi vídeos disto de noite. A luz é visível a 1 km. Também é projetada para cima, o que lhe dá visibilidade também depois das curvas. De dia não sei, não vi – mas tendo em conta que já encontrei carros parados sem triângulo nenhum e que aqui é só colocar a luz no tejadilho, pior não fica. Uma contei aqui:
      https://pplware.sapo.pt/motores/carros-em-espanha-vao-ter-de-trazer-um-dispositivo-v-16/#comment-3719720

  3. Tug@Tek says:

    Não tarda, em PT não só será legal como prevejo que seja obrigatório, e para todos os veículos.
    Esta é das leis que dá € ao estado, rapidamente será realidade.
    Em média cada equipamento destes, de origem credível custa 25€, partindo deste valor, só em impostos diretos (IVA) reverte para o estado por +/- 5.75€ a multiplicar por 10M de viaturas, como diz o outro, é só fazer contas 🙂

    • David Guerreiro says:

      Eu quero ver quando tiverem necessidade de usar essa treta, e descobrirem que a bateria ou pilha morreu… É que um aparelho desses dentro do carro, a apanhar calor no verão, as baterias morrem todas. E por ficar tempos e tempos sem uso, descarregam. E depois a pessoa quando precisar de usar, não funciona, e é um perigo para o tráfego rodoviário.

      • Nuno says:

        Falando da experiência que tenho, a pilha aguenta vários anos instalada no aparelho sem uso dentro do porta-luvas. Deram-me quando substituí o vidro da frente de um carro que não tenho há quase 6 anos e ainda trabalha. Além disso, compras uma pilha nova, e guardas numa caixa de 2€ com isolante térmico e está feito. De resto, nada que não se trate na inspeção anual.
        E o triângulo pode andar no carro à mesma mas quem experimenta uma coisa destas nunca mais confia no triângulo sozinho de noite!

        • David Guerreiro says:

          Poder pode, mas quando isto for obrigatório, o triângulo passa a não ser aceite. Tenho dúvidas que a bateria aguente anos num porta-luvas num carro que fica na rua ao sol no verão, onde lá dentro ficam talvez perto de 50 graus.

          • Max says:

            Em Espanha, para os carros lá matriculados, a partir de 01/01/2026, o “V-16 com IoT” passa a ser obrigatório (agora, o V-16 é apenas recomendado).
            Mas, pela convenção internacional da sinalização rodoviária, o triângulo é aceite para os carros não matriculados em Espanha e não usam V-16 (tal como em Portugal os espanhóis podem usar o V-16 e não o triângulo). Quem tiver receio de ficar sem pilhas pode continuar a andar com triângulo e, por certo, usá-lo em caso de necessidade.
            A questão das pilhas é uma falsa questão. O que se tem que ponderar são as vantagens e desvantagens do V-16 e do triângulo. Se, como me parece, o V-16 é preferível, em Portugal devia ser emitida uma recomendação nesse sentido.

          • Nuno says:

            50 graus? Achas que dentro do porta-luvas está mais quente do que na rua?
            Será que não podemos aproveitar essa energia infinita?
            Tenho uma merda destas há cerca de 6 anos e já o testei hoje 2x por causa deste artigo.
            Se não acreditas compra uma pilha de 9v e guarda-a no porta-luvas uns anos e depois disso medes a tensão e tiras as tuas conclusões. Uma coisa é certa, acende e vê-se 1000x melhor que um triângulo!

  4. Diana says:

    O pessoal fala da pilha, é fácil, pode trazer um cabo para se ligar ao carregador de isqueiro.

  5. reply says:

    Pois eu resolvi aceitar o desafio, contas fáceis.
    Cerca de 60 milhões de euros em IVA, Montenegro o que esperas
    E mais um tanto pelas baterias, tb paga IVA, claro….Não duravam? Não há problema as IPO são anuais, se não funcionar veiculo chumba.⁉️

  6. reply says:

    Há uns anos não havia colete obrigatório, unicamente triangulo, e hoje se não demonstrar ambos no IPO, vens cá de volta…Aqui é seguir a mesma lógica…

  7. V says:

    Como complemento, parece-me bem. Mas nada substitui o triângulo para se colocar à distância que deve ser e, por, exemplo, antes de uma curva que retire visibilidade.

    • Nuno says:

      Isso é 100% válido. Mas quando foi a última vez que alguém colocou um triângulo em condições? Nunca.
      Nem com os 30m se preocupam quanto mais com a visibilidade a 100m…

  8. Yamahia says:

    Num dia com sol, a seguir a uma curva fechada, essa opção deve ser um must.

    • Nuno says:

      Para quem já usou isto em dias de sol, posso garantir-te que o vês no primeiro segundo!
      Quantas vezes não te apercebes que lá ao fundo vai um reboque por causa das luzes laranja a piscar? Estas são mais bruscas e mais fortes!

    • Max says:

      A situação mais perigosa que encontrei foi de dia, num reta ligeiramente a subir (a chegar perto da 2ª circular/Campo Grande, vindo da Calçada de Carriche) com 4 ou 5 vias – e um carro parado numa via do meio, sem triângulo nenhum. Com carros que seguiam à minha frente não podia ver o carro parado.
      Fala-se da curva fechada de dia. E as restantes situações? E ir por e tirar o triângulo ou por a luz no capot? Mas não tenho nada contra de se usar os dois, mas devem, ao menos recomendar o melhor.

  9. VAOpoK says:

    O triângulo nunca falha!

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.