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General Motors vai despedir 14 700 funcionários e fechar fábricas


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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25 Respostas

  1. Gabriel says:

    E para a General Motors ganhar dinheiro à custa de desgraçar a vida dos trabalhadores, quem é que despede a GM? Ser humano como lixo descartável…

    • bola says:

      Que comentário mais sem sentido, então se a empresa despedir 15% de trabalhadores achas melhor isso ou despedir 100% (empresa desaparece)…

      Realmente é só falar sem pensar, sem empresas não à emprego, falar sem pensar dá nisto…

      • HB says:

        O despedimento não é para salvar a empresa é para a tornar mais lucrativa.
        E as empresas não criam empregos. Quem cria empregos é a classe média.
        Quanto mais a classe média consome mais as empresas precisam de mão de obra para permitir responder à procura.

  2. Bruno Carvalho says:

    Ah e tal, o Trump não deixa. ele prometeu empregos aos americanos, etc, etc

    • miguel says:

      E que tel um pouco de verdade? Já chega de fake news.

      A verdade é que o Trump consegui uma taxa de desemprego mais baixa dos últimos 49 anos (3.7%), o Obama e Bush conseguiram o k? 10% de desemprego.

      Por isso podem acusar o Trump de muita coisa mas não de cumprir a promessa sobre o desemprego.

      • bola says:

        Pois, mas a que custo ?

        É que números tem que ser enquadrados na realidade dos mesmos e nas condicionantes, não são só os números que contam apesar de serem importantes claro.

        • miguel says:

          A custo da economia americana estar a bombar.

          Já chega dessa filosofia de dar subsidio do estado para as empresas que não são viáveis.
          Se a economia trabalhar bem não é preciso subsidio do estado, isso cria um ciclo vicioso e o povo nunca sai da miséria.

      • Miguel Ferreira says:

        Já chega de fake news: nunca, nos mandatos de Obama, o desemprego alcançou 10%. E em 2016, no seu último ano de presidência, foi inferior a 5%. De resto, já não há taxas de desemprego superiores a 10% desde 1982. Embora se possa creditar uma ligeira baixa de desemprego à desregulação efectuada por Trump, o facto é que a retomada da economia americana, depois da crise de 2007-2008, foi toda feita durante os anos Obama, e da sua responsabilidade. As taxas de desemprego foram subindo desde o ano 2000, durante os mandatos de Bush filho, até quase chegarem a 10% nos anos de 2009-2010, consequência da crise mundial, vindo depois a descer até ligeiramente abaixo de 5% antes de Trump herdar uma economia estável e robusta.

  3. Pro-Guy says:

    Muito bom mesmo. Segue-se o Brasil ahahaha

    • miguel says:

      Segue-se o Brasil no k?

      O trump conseguiu aquilo que nenum dos presidentes anteriores conseguiu a taxa está em 3.7, a economia está a bombar.
      Sabes quanto era antes de trump? 10%

      Ou será que estás a querer dizer que o brasil vai entrar nesse caminho e deixar a taxa de desemprego que anda nos 12%?
      Se for assim é tudo bom.

      Se a GM vai fechar, acho bem se não tem pernas para andar é fazer isso em vez de encher os cofres delas pelo orçamento do estado como fez o obama para agora dar nisto.

      Com a falta de trabalhadores na América devido ao crescimento da economia e a taxe de desempregados estar no valor de a 49 anos isso quer dizer que os trabalhadores especializados serão logo absorvidos por outros empresas, melhor do que encher os directores e CEOs com $$$ do estado.

  4. George Orwell says:

    Num encontro entre o então presidente americano Richard Nixon e a então primeira-ministra israelita Golda Meir, Nixon aproveitou o momento para felicitar esta por mais uma recente vitória no campo militar e louvar os seus generais designadamente o popular general israelita Moshe Dayan.
    A isto Golda Meir retorquiu de testa franzida que preferia três generais americanos em vez de Moshe Dayan deixando um Nixon boquiaberto de perplexidade que o levou de imediato a perguntar sobre quais seriam os três generais americanos esta tanto queria trocar por Moshe Dayan. A resposta de Golda Meir não se fez esperar:
    General Motors, General Dynamics e General Electric !

    Outros tempos.

    Quando se fala no cineasta de documentários Michael Moore vem logo à memória o do tema infelizmente cada vez mais actual de “Bowling for Columbine” que lhe valeu um Oscar e o “Fahrenheit 9/11”.

    Todavia, “Roger & Me” foi o documentário que catapultou o ainda pouco conhecido Michael Moore permitindo-lhe continuar o seu caminho e estilo muito próprios, para mais Michael Moore é natural de Flint ( Michigan ) onde quase toda a economia girava em torno da General Motors até que esta decidiu “emigrar” para o México em busca de mão de obra barata (hoje Trump ergue muros para travar movimentações em sentido contrário, sinais dos tempos.)

    “Roger & Me” ( Roger era o então CEO da General Motors ) é um documentário a ver e rever e um marco na abordagem de alguns dos grandes problemas económicos e sociais que uma, na altura ainda embrionária, globalização económica pode criar, um tema muito caro e emocional para quem é natural de Flint, como é o caso de Moore que, do princípio ao fim, transbordou o filme se uma emoção que chega a ser lancinante.

    Esta notícia do Pplware parece vir dar razão à premonitória abordagem de Moore pois tal “emigração” deixou Flint completamente descaracterizada levando hoje a conjecturar se não teria sido melhor para a GM que esta tivesse permanecido em Flint.

    É que, várias gerações cresceram numa América pejada de Chevrolets e acordaram ao som dos comerciais desta narca na tv com as vozes angelicais de Pat Boone e Dinah Shore como sinal da vitalidade e auto-estima americana.

    Fundado no seu valor cultural, histórico e estético, tal documentário de Moore foi seleccionado para preservação no “United States National Film Registry” e a cargo da Biblioteca do Congresso.

    • abc says:

      Em primeiro lugar muitos parabéns pelo comentário.
      No meio de tanto lixo que se vê em todos os espaços de comentários de notícias, um comentário sério e que traz mais-valia a quem o lê não pode ser ignorado.
      Obrigado.

  5. TT says:

    Existe muito melhor do que GM, tudo que não seja carros americanos é sempre melhor, não é por acaso que a Toyota vende mais nos EUA do que os 3 grandes.

  6. naodou says:

    e que tal em vez de despedir pessoal não se reduz no ordenado dos CEO’s. é que a senhora em questão Mary Barra só tem um ordenado anual de 21,905,256. se ela “perde-se” metade do ordenado só ficava com 10 milhões por ano. quantos postos de trabalho 10 milhoes não salvava?

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