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Fiido, a empresa de ebikes está a evoluir para uma nova marca

                                    
                                

Autor: Maria Inês Coelho


  1. KodiakShadows says:

    Bicicletas mesmo ao estilo dos Uber foods, Delivero, Just it.etc. Já não bastava a praga deles em todo o mundo e agora a Bad Fiido ( sim eu tenho uma) melhorou agora com o aplicativo, para vir alimentar este cancro. Fonix!

  2. Grunho says:

    É disto que o Povo precisa para deixar de torrar dinheiro em carros e combustível e meter ao bolso meio ano de ordenado em cada ano. Cada carro a fumegar e a marcar passo nas filas do para-arranca do Porto e de Lisboa e acessos às capitais de distrito é uma mina de ouro para os sem vergonhas do lobby petrolífero e automóvel. Cada automobilista que o encosta para seguir de bici ou transporte público é uma mina de ouro que seca.

    • Yamahia says:

      Seca uma mina mas esse tipo bikes contribui para que abram outras.
      Andem a pedais pá e deixem-se de teorias da treta!

      • Grunho says:

        Há bikes desse tipo menos caras que certos sapatos. Andem a pedais, claro que sim, mas não é para todos subir a calçada da Glória de Lisboa ou a D. Pedro V do Porto. De bici eléctrica qualquer trengo sobe. Agora, para mim, prefiro a velha bici a pedais bem enferrujada – além de completamente à borla é a última opção dos gatunos.

    • Vasco says:

      É verdade. Em termos de orçamento doméstico e para uma família típica portuguesa de classe média baixa, um ou dois carros são infelizmente um autêntico cancro a deverar euros todos os meses. É o custo mensal de combustível por carro, é o imposto se circulação, é o seguro obrigatório, é o custo de oficina de tempos a tempos, é o custo de pneus novos, escovas novas, entre muitos outros que a seu tempo fatalmente são obrigatórios. Ter carro é uma obrigação em certos casos mas quem puder prescindir dele poupará milhares de euros anuais. A poupança começa no momento em que se encosta o carro a um canto ou se o vende a terceiros.

      • Vasco says:

        O grande problema neste país subdesenvolvido em relação ao resto da Europa tem que ver com o facto de existirem inúmeros locais não cobertos pela rede de transportes públicos. No meu caso esta semana desloquei-me para um centro empresarial fora de Lisboa, nos arredores, e uma viagem de carro que demoraria habitualmente 20 minutos, demora em transportes públicos cerca de duas horas, incluindo 20m de caminhada a pé. Isto não é viável para toda a gente e sob todas as condições climatéricas e com profissões diferentes, e respectivas necessidades de transporte de equipamentos. O problema é sobretudo de last mile e pode ser resolvido se os transportes públicos estiverem adaptados ao transporte de trotinetas e bicicletas para deslocações do genero. Mas, não estão!

  3. RUI LOPES says:

    Preços? Rien? Nothng?

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