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O maior ferry totalmente elétrico do mundo completa a sua viagem inaugural


Imagem: e-ferryproject

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Blackbit says:

    E quanto tempo demora a carregar?

    • Luís Martins says:

      Uma pergunta muito inteligente, mas que ninguém sabe porque os jornalistas são pouco inteligente e os que construíram o barco ocultam esse facto por serem espertalhões.
      E já agora faço a segunda pergunta, quanto é que custam as baterias e quanto é custam reciclar as baterias do barco ?

      • Vítor M. says:

        Sobre os jornalistas que conheces não sei se são ou não muito ou pouco inteligentes (os que conheço são muito inteligentes), o que me parece é que tu estás a levantar questões para as quais não consegues perceber o alcance. Não sei se isso preconiza um ato de inteligencia efetiva. Não será melhor, primeiro, leres bem o que está em causa antes de falares sobre o assunto?

        • Paulo L says:

          Concordo que existem jornalistas bastante inteligentes, e que a abordagem do Luis não foi a melhor mas o objectivo da pergunta tem todo o sentido.
          Esta notícia de jornalismo tem pouco, ela é não é nada mais que um golpe de publicidade.

          Não me interpretes mal, não ponho em causa o jornalista, e sou a favor de usar energias mais limpas, mas se querem considerar jornalismo, deviriam ser imparciais e buscar os lados negativos(se houver)

          A carga pode ser um factor negativo, e se as baterias não forem recicláveis, então é também um factor negativo, e visto que a publicidade é sobre o barco eléctrico fazer várias viagens com uma carga, e poupa o ambiente em CO2 e NOX, é mais que justo saber o custo em tempo e se as baterias são recicláveis.

          • Vítor M. says:

            A ideia não é fazer jornalismo, aliás, a ideia é informar, produzir informação. A par disso, quem não consegue tirar proveito da informação, mesmo que nalgum momento a notícia fale em tecnologias, empresas ou marcas, não vai nunca conseguir avaliar o que está em causa. Até porque, no mar, na terra ou no ar, vamos SEMPRE dar a conhecer este tipo de iniciativas. São válidas e são incrementos na sociedade atual.

            Não procuramos os lados negativos quando mostramos este tipo de inovação, procuramos dar a informação coerente dos factos, da realidade. Essa realidade é dada a conhecer quer pela empresa que construiu o navio, pela entidade que o adquiriu e por vários canais do país que se debruça nas temáticas das novas energias.

            Somos totalmente imparciais quando mostramos estas inovações. Por isso, vamos continuar a mostrar.

            Bom fim de semana.

        • Paulo L says:

          Vítor, se a ideia não é fazer jornalismo, então não se apelidem de jornalistas.

          Sou muito grato pela informação, leitor assíduo deste e outros canais.
          Mas a ser realista, isto é informação incompleta ou mais precisamente publicidade.
          O que está aqui é a tradução de um “press release” com algumas expressões do escritor/tradutor á mistura, sim é informação, tal como o anúncio do WC pato no intervalo de um filme, mas a utilidade / qualidade dessa informação é discutível.

          Contudo, se não é jornalismo, então não entendo o porque do Vítor sentir à necessidade de responder ao comentário do Luis, ele tem razão no que diz, estamos a consumir informação sem fazer as perguntas difíceis, a chamada expressão, emprenhamos pelos ouvidos e não usamos o bom senso ao consumir a informação.

          • Vítor M. says:

            Eilá Paulo… calma homem. Tanto comentário igual.

            Antes de mais, apenas para explicar, os seus comentários todos iguais caíram no sistema antiSpam. Este e outros, de outros visitantes, foram retirados manualmente, o que pode atrasar por vezes alguns comentários a aparecer.

            Dito isto, vamos lá então ver o que diz sobre o assunto em debate.

            Cito:

            “Vítor, se a ideia não é fazer jornalismo, então não se apelidem de jornalistas.2

            Está distraído meu caro, nunca nos afirmamos como tal, até porque não somos. Somos tecnólogos, especialistas em tecnologia, técnicos, economista, engenheiros, advogado, psicologia, programadores e outras especialidades. Nenhum jornalista, por isso não fazemos jornalismo, fazemos informação.

            “Mas a ser realista, isto é informação incompleta ou mais precisamente publicidade.”

            Não tem nada de publicidade. É apenas e só boa informação que desde há muitos anos acompanhamos.

            “O que está aqui é a tradução de um “press release” com algumas expressões do escritor/tradutor à mistura, sim é informação, tal como o anúncio do WC pato no intervalo de um filme, mas a utilidade / qualidade dessa informação é discutível.”

            Pois, percebi que o Paulo domina sim essas coisas de WC(!!!), mas de tecnologia não parece que saiba. Nesse sentido, as suas afirmações são, isso sim, um insulto para quem está com honestidade nesta área da informação tecnológica. As regras são claras meu caro. Não as estranhe.

            “Contudo, se não é jornalismo, então não entendo o porque do Vítor sentir à necessidade de responder ao comentário do Luis, ele tem razão no que diz, estamos a consumir informação sem fazer as perguntas difíceis, a chamada expressão, emprenhamos pelos ouvidos e não usamos o bom senso ao consumir a informação.”

            O que tem o jornalismos a ver com a interação que pauta este espaço desde sempre? Nada, só na sua imaginação enviesada. O responder ao Luís ou a si, tem a ver com a interação (no seu caso tem a ver com o corrigir-lhe uma ideia errada). É normal interagir com as pessoas que muitas vezes não percebem o que está em causa. O que não faltam são os sábios de bancada e, alguns, até podem ter algum argumento interessante de discutir.

            Portanto, é importante que perceba o que está na informação antes de emitir uma opinião/crítica sem nexo.

            Cumprimentos e boa semana 😉

          • Paulo L says:

            Olha passei aqui só por curiosidade e descobri que novamente a minha resposta enviada à 3 dias caiu outra vez nos filtros de spam (apesar de só a ter enviado uma vez)
            Alguém deviria ensinar aos filtros os estatutos editoriais … e um pouco sobre a constituição portuguesa

            Curiosamente só as respostas a um certo indivíduo caiem nos filtros, ele há coincidências!!!

  2. Mac says:

    Finalmente uma notícia com um valor enorme, no que toca à verdadeira e visível diminuição da poluição.
    Assim deviam todos os países exigir aos principais players da indústria naval e da marinha mercante, uma rápida e massiva mudança nas suas frotas.
    Os nossos estaleiros navais, deviam candidatar-se à construção destas e de outras modernas embarcações, para reforçar a nossa economia, com mais emprego e exportação de produtos de qualidade, para nos tornarmos economicamente mais competitivos nos anos que se avizinham…
    Hello? Mr. President and friends???

  3. Pedro R. says:

    Ora aí está uma boa notícia! E responde a muito cético que comenta o post do Dieselgate. É o futuro a bater à nossa porta, meus senhores! Por mais velhos do Restelo que haja, não podem fazer nada contra a maré. Vivemos uma nova Revolução Industrial!

    • Luís Martins says:

      Tretas esta forma de usar baterias super caras e super poluentes é pura imbecilidade.
      Não é assim que se resolve o problema da poluição.
      Quanto é que se gasta de co2 e outris materiais poluidores para a construção das baterias e depois para a reciclagem das baterias ?
      Estão a querer tapar o sol com uma peneira, neste caso com baterias.

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