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Era inevitável: pela primeira vez, os automóveis eletrificados vendem mais do que os a gasolina

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. vida says:

    16,2% das vendas de ligeiros foram já de 100% elétricos, os outros carros a maioria nao considera electrico

    • Vítor M. says:

      São eletrificados. Aquele meio termo que se chama a transição energética 😉

      • Axolote nurcesado says:

        Quando se quer passar uma narrativa, tudo serve.

        • Vítor M. says:

          Não são palavras, são números reais. Não é uma narrativa (já parece a cassete do PCP com “neoliberalismo”)”, são factos. E andamos a ver isso já há alguns anos. E, como sabes, mais ainda com toda a transformação que foi feita ao nível das unidades de fabrico. Não há volta a dar. O caminho são os elétricos. E tu também vais ter um. 😉

          • Zé Fonseca A. says:

            Sempre a desejar mal às pessoas

          • Vítor M. says:

            Bem pelo contrário, desejar que tenham um carro novo, elétrico, é desejar coisas boas. 😀

          • Vítor M. says:

            Mesmo assim, ajuda sempre pois conseguem regenerar. O mal de muitas opiniões é não perceberem como funcionam os híbridos, híbridos plug-in e elétricos. 😉 e é aí que está um dos problemas, a ignorância do mercado.

          • JL says:

            Então mas oh fiel, afinal os estudos só são bons quando são de acordo com a sua opinião ?

          • Mário says:

            É como a cassete dos elétricos. Se não fosse o gasóleo muitas zonas hoje estariam as escuras.
            Os liberais tbm têm a cassete de pedir ajuda ao Estado. Tipo a concessão dos transportes da zona de Lisboa. O Estado dá os comboios, e eles só exploram.

          • Vítor M. says:

            Liberais? Mas és comuna, pareces com essa cassete do neoliberalismo 😀 Não sejas desonesto intelectualmente, sff. Não percebes nada de carros, nem desta transformação em curso, só dizes baboseiras e estás a querer mudar a figura de estilo para atacar uma imaginária posição política. Desonestidade e falta de coragem na argumentação.

            Depois só falas no Estado 😀 ora pois. Tu queres que o Estado dê tudo. Enquanto o dinheiro dos outros estiver em jogo, queres tudo, quando é o teu… sai-te, foges com o rabo à seringa… 😀

          • JL says:

            Se não fosse a eletricidade da rede , ainda hoje havia muita população às escuras, porque ter geradores a funcionar a tempo inteiro era um custo absurdo que muitos não suportavam.

          • Mário says:

            Eu não quero que o Estado dê tudo, basta ver a Fertagus… Trabalha desde que o Estado lhe de os comboios. Você e outros tbm foram atrás da esmolinha para os elétricos…e sr Vítor… Os despedimentos do têxtil agora aí no Norte, tbm é culpa dos sindicatos?

          • Vítor M. says:

            Algo te está a mexer no bolso que estás muito violento. Eu não tive qualquer apoio na compra de algum elétrico. 😉 essa sua cabecinha é que imagina coisa. E Sim, os despedimentos aqui no norte foram culpa dos sindicatos, esses inúteis que se aproveitaram das pessoas e tomaram conta (as ditas massas falidas) de propriedades e bens que depois não conseguiram distribuir com justiça. Fecharam empresas e ainda deceparam os bens. Sim, eu considero os sindicatos uma praga inútil da nossa sociedade. Mas o sr. Mário, deve ser bem apoiado por eles, tanto que os defende.

          • Mário says:

            Vá á alemanha e perceberá que os nossos sindicatos são uma amostra dos que lá há. E lá dão cartas….
            Por isso é que no Vale do Ave, Riba de Ave, etc, nunca vi tanto porshe e ferraris…. inclusive de donos de texteis! Mas continue com a sua narrativa deturpada

          • Vítor M. says:

            Já não há têxteis cá :D. E não há nenhum Ferrari 😀 e Porsche tem um ou dois já com uns anitos( se calhar comprados em segunda ou terceira mão). É uma zona pobre, com pouca indústria, apesar de fazer parte de um concelho que é o 3.° mais exportador do país. E não é graças ais sindicatos, mas sim aos empresários empreendedores (sobretudo estrangeiros) e aos trabalhadores que querem trabalhar para viver do seu trabalho. Mas, infelizmente, Riba de Ave teve uma história de onde passou de ter tudo a não ter praticamente nada. Fruto do golpe dos sindicatos, da esquerda a governar e à falta de investimento porque deixou de ser relevante do ponto de vista da força produtiva. Muito por culpa de pessoas como o Mário (pelo menos é o que prega), sem visão, sem noção, desinformadas, muito por culpa dos que advogavam que se pode viver com o dinheiro dos outros.

            Gente boa, mas que foi enganada. Pelos sindicalistas e por aqueles que dizem que é só Ferraris e Porsches.

          • Vítor M. says:

            Lá está a falta de honestidade intectual. Estamos a falar de Portugal, como não teve hipótese, fugiu o assunto para a Alemanha 😉 novamente com o assunto dos sindicatos. Esses inúteis.

          • Mário says:

            Sr. Vítor. Veja os seus amigos liberais da brisa.
            https://www.diariocoimbra.pt/2026/02/03/brisa-vai-comparticipar-30-do-custo-da-isencao-de-portagens/

            Até chorei e enchi o Alqueva a chorar por dizerem que é um esforço considerável comparticipar em 300 mil euros as portagens.
            Uma empresa que tem milhares de milhões de euros de lucro não tem responsabilidade social? É isto o liberalismo. Egoísmo e bolsos cheios mas desde que o estado pague.

          • Vítor M. says:

            Percebo que tudo que faz sucesso, gere emprego e oportunidade para as pessoas ganharem dinheiro de forma honesta, o faça ficar triste. Mas pelo menos estão a fazer alguma coisa, sem irem ao bolso dos portugueses Ao contrário dos seus amigos. Que se governam bem com o dinheiro dos outros. E que criam o hábito da esmola, da mão estendida para os subordinar a pedinchar. Isso sim é encher os bolsos aos amigos e aos boys do partido, do seu partido, pelo que tem contado.

            Aliás, um dos mafiosos, que o Mário passa a ideia ser da sua preferência, disse mesmo um dia que “a dívida não é para se pagar, é para se gerir”. E saiu com milhões no bolso roubado aos portugueses. Mas a culpa não é só dele, o Mário e os outros todos “mários” também têm culpa.

          • Mário says:

            Oh Vítor deixe de dizer palhaçadas. Não vão ao bolso dos portugueses ? O Estado é que ainda vai ter de pagar as portagens porque a Brisa não perdoa. Sim a empresa é para dar lucro, mas no caso em questão pode muito bem suportar os custos. Porque é que o Estado há de dar rendas garantidas aos privados? Os liberais é que gostam das PPP com 100% de risco para o Estado, para usufruírem apenas dos lucros. E já agora… Porque é que o Estado teve que pagar Bancos? Bancos esses de liberais. Mas vá… Já vi que fala de barriga cheia.

            E não não simpatizo com essa pessoa que fala. Já agora, transitou em julgado? Não? Então é inocente até prova em contrário, chama se presunção de inocência. Se é culpado ou não não sei.

          • Vítor M. says:

            Simpatiza e de que maneira, segue o credo ipsis verbis. Sacode agora a água do capote, nada de novo!

            A Brisa e outras empresas, as concessionárias das autoestradas e outras que tal, têm de ser ressarcidas, pois, o governo de António Guterres (PS), entre 1996 e 2002, lançou várias PPP ou concessões rodoviárias, incluindo o primeiro grande contrato de parceria com a Lusoponte (pontes sobre o Tejo) e muitas das concessões que incluíram SCUTs (sem portagem ao utilizador). Portanto, sim foi o seu partido que deu amplo lanço a estas PPP 😉 agora fugiu-lhe a boca para a verdade. Temos pena. Relembro-lhe que o seu modelo de político, José Sócrates, integrou os executivos de António Guterres como Secretário de Estado do Ambiente entre 1999 e 2002. 😉 novamente tiro no porta-aviões.

            Claro que ele é inocente 😀 ele e nã só 😉 O Mário só diz disparates.

      • Morty says:

        Os diesel e gasolina tambem tem bateria…

    • JL says:

      Para a maioria desde que tenham motor a combustão, são logo a combustão, só que se esquecem que também têm motores eléctricos e baterias para os fazer andar, ou seja, os híbridos ou eletrificados.

  2. Fernando Pedro says:

    Diz o autor “apesar de muitas forças em contramão”. Não percebo o fundamento da afirmação. Demagogia?

    • Vítor M. says:

      Não, dificuldades no setor para fabricar mais barato, dificuldades no que toca às regras dos 27. Dificuldades na aquisição de terras raras, na cadeia de fabrico. Dificuldades no que toca à coexistência de parceiros fora da UE. Isto, meu caro, não é demagogia, é mesmo o peso das forças em contramão.

      • Fernando Pedro says:

        São apenas dificuldades de uma atividade em crescimento. Não são forças em contramão. São conceitos e definições muito diferentes.

        • Vítor M. says:

          Na verdade são forças em contramão. Até porque fazem mudar a direção, constituem dificuldades de evolução. Trazem novos desafios. Não são simples “atividades de crescimento” 😉 são processos bem mais complicados. Resultaram já em encerramentos, despedimentos e até no desaparecimento e quase desaparecimento de marcas.

  3. Max says:

    – E os HEV (com um motor elétrico “de mochila” alimentado pelas travagens regenerativas e pelo motor de combustão se alimentar um gerador), não usam sobretudo o motor de combustão a gasolina?
    – E os PHEV (que têm que têm um motor elétrico que pode ser carregado na corrente elétrica), não usam o motor de combustão, embora menos que os HEV?
    – E os GPL (com motor de combustão) vão a parar às “energias alternativas”, batizados de “outros”, porquê?
    O que se nota bem é efeito dos benefícios fiscais – as empresas, que são as que compram maioritariamente BEV, mudaram as compras de veículos de turismo a gasóleo para BEV.

    • Vítor M. says:

      Isso é uma análise muito básica. O teu comentário mistura conceitos, simplifica realidades técnicas distintas e tira conclusões que não se sustentam.

      Os HEV usam um motor elétrico de apoio, sim, mas esse sistema existe precisamente para reduzir consumo e emissões, sobretudo em cidade, não para “andar sempre a gasolina”. Os PHEV não “têm de usar” o motor de combustão; quando carregados e usados como previsto, circulam grande parte do tempo em modo elétrico, algo amplamente documentado. Já os GPL surgem em “outros” porque continuam a ser motores de combustão e não representam uma tecnologia de transição elétrica, apesar de emitirem menos poluentes.

      Quanto aos BEV, reduzir a sua adoção a benefícios fiscais é ignorar fatores como custos de utilização mais baixos, metas ambientais, restrições urbanas e estratégias de descarbonização das frotas. Os incentivos aceleram a mudança, mas não a explicam sozinhos.

      • Zé Fonseca A. says:

        HEV em cidade regeneram 20 km por combustível? Lol
        PHEV só servem para ter mais lugares de estacionamento, eu que o diga

      • Max says:

        Básico é por um gráfico, que mais ninguém usa, com 70% de “energias alternativas”, misturando alhos com bugalhos.
        Sem os benefícios fiscais nos BEV, como a dedução do IVA da compra, a isenção de ISV e de IUC e, praticamente, isenção de impostos sobre a eletricidade nos carregamentos (ao contrário dos carros a combustível), que também se estende, embora menos, aos híbridos – as empresas, queriam lá trocar os veículos de turismo a gasóleo por elétricos e híbridos. O que chamas transição elétrica não passa disso – carregar nos impostos sobre os carros com motor de combustão e combustíveis, beneficiando os elétricos e híbridos. Tudo o mais são lérias.

        • Vítor M. says:

          Mau… tu é que estás um pouco básico, até nas críticas.

          Básico é por um gráfico, que mais ninguém usa, com 70% de “energias alternativas”, misturando alhos com bugalhos.

          O gráfico é usado e gerado pela European Automobile Manufacturers’ Association. Aaa espera, tu sabes mais que eles 😀

          Não estão misturados alhos com bugalhos, mesmo com imagens, tu é que não percebeste. Estamos a falar do mercado automóvel, no ano de 2025, estar já balanceado para os eletrificados. Está simples, mas… pronto. Há quem não perceba.

          Sem os benefícios fiscais nos BEV, como a dedução do IVA da compra, a isenção de ISV e de IUC e, praticamente, isenção de impostos sobre a eletricidade nos carregamentos (ao contrário dos carros a combustível), que também se estende, embora menos, aos híbridos – as empresas, queriam lá trocar os veículos de turismo a gasóleo por elétricos e híbridos.

          Tudo uma questão de preço. Mas por isso é que a indústria adotou o diesel… olha que tu és esperto!!!

          O que chamas transição elétrica não passa disso – carregar nos impostos sobre os carros com motor de combustão e combustíveis, beneficiando os elétricos e híbridos. Tudo o mais são lérias.

          Eu não chamo, é a União Europeia e o mundo em geral que chama. 😀 ´hooo tu és mesmo atento, possas!!!!

          Obviamente que só adotando políticas de benefício é que as empresas (e não só, basicamente todas as pessoas atentas) aderem ao processo. Estúpidas eram se adotassem algo para perder 😉

          Essa conversa furada dos apoios aos VEs, deveria ter conhecimento que em portugal, o diesel só se tornou relevante nos automóveis ligeiros a partir dos anos 1970, impulsionado pela crise do petróleo. Em Portugal, a sua verdadeira massificação deu-se nos anos 1980 e 1990, quando o gasóleo passou a ter fiscalidade mais favorável e custos de utilização mais baixos, especialmente para empresas.

          Portanto…

          • Max says:

            O código do IVA não permite a dedução do IVA na compra de veículos de turismo a gasóleo ou a gasolina – exceto se tiverem uma divisória entre o banco à frente e a parte da carga.
            Depois criaram uma exceção para os veículos de turismo elétricos, embora digam que só podem ser usados para fins profissionais. Por que é que não obrigam a por uma divisória, como nos a gasolina e a gasóleo? Queria ver se o interesse das empresas pelos turismo elétricos se mantinha.
            Quanto ao resto do bréu-bréu, é por os olhos na Dinamarca, esse exemplo como vocês gostam de referir – os elétricos atingiram a percentagem de vendas que atingiram ao “carregar nos impostos sobre os carros com motor de combustão e combustíveis, beneficiando os elétricos e híbridos”, com medidas fiscais e outras.

          • Vítor M. says:

            Já estás a mudar a conversa. Vais oegar nas exceções todas e esqueces os benefícios.

            E não falar que os particulares que compram elétricos não podem “deduzir o IVA” 😉

            Só tretas.

          • Max says:

            Quem está a comprar carros elétricos e híbridos em vez de a gasóleo – são as empresas. Por isso é que a venda de carros a gasóleo – que superava os a gasolina – ficou em 8,9 na UE e 5,8% em Portugal.
            E isto é pelos benefícios fiscais que são concedidos, na compra dos carros e a na carga dos impostos sobre os combustíveis.
            O resto, autonomia dos BEV, gastos de oficina é bréu-breú, para parecer uma coisa e é outra.
            P.S. Fui ver os gráficos da ACEA , tem o primeiro do post, mas não o segundo, que apresentam para Portugal, de todas (as energias alternativas) contra a gasolina e o gasóleo. Até o GPL fica “eletrificado” como “outros”.

          • Vítor M. says:

            Estás a dizer disparates.

            Quem está a comprar carros elétricos e híbridos em vez de a gasóleo – são as empresas.

            São quem mais compra sim, mas é normal. Como te disse, as empresas recebem os incentivos para ajudarem a alavancar as vendas. Depois, com o investimento amenizado, as marcas começar a ter margem para colocar os preços mais em conta e aí podem chegar aos particulares. É assim que funciona o mercado. Aliás, foi assim quando apareceu o diesel.

            P.S. Fui ver os gráficos da ACEA , tem o primeiro do post, mas não o segundo, que apresentam para Portugal, de todas (as energias alternativas) contra a gasolina e o gasóleo. Até o GPL fica “eletrificado” como “outros”.

            Não percebi nada, mas também não era para entender. Pois isso estava noa rtigo desde o momento que o fiz.

    • JL says:

      Mas esses não estão nos números, não entendo porque insistem.

  4. Yamahia says:

    Em contexto, hoje um 2.0TDI com bateria de 48V em vez de uma bateria de 12V é um electrificado. Há que passar a palavra.

    • Vítor M. says:

      É a transição. Mas já nem é a 2.0TDI 😉 muito menos. E estão a ajudar os elétricos a ganhar terreno à medida que a infraestrutura de carregamento vai crescendo. Os BEV estão com cada vez mais autonomia. Já começam a aparecer vários com autonomia de 800 km. O que é um salto muito interessante e que nos dá uma visão clara sobre os próximos 2 anos.

      • Zé Fonseca A. says:

        Autonomias falsas, traduzem-se sempre em 60-65% no mundo real

        • Vítor M. says:

          Tudo depende do pé direito, é o mesmo que nos térmicos, caro Zé 😉 esse argumento é fácil de deitar abaixo.

          • Zé Fonseca A. says:

            O que sei é que faço Lisboa Porto ida e volta com um único depósito seja a que velocidade for, sem nenhuma paragem, ainda estou para ver um EV que consiga essa proeza, a maioria nem consegue fazer só ida, muito menos se carregar no pedal.
            Mais de metade das pessoas com que me dou têm EVs da empresa e a queixa é comum a todos, seja qual for a marca

          • Vítor M. says:

            E fazes muito bem. Mas os elétricos não são para ti então. E é uma verdade. Os BEV não são para todos, pelo menos para já. Por isso criaram-se os eletrificados. 🙂 E há de vários tipos, alguns com 1200 km de autonomia. E esses já podem ser para ti. Agora, para todos os outros, que não fazem todos os dias Lisboa-Porto com um único depósito, que são a grande maioria, os BEV podem ser totalmente à medida.

            Mais de metade das pessoas que te dás têm a mesma queixa dos VEs. Quer isso dizer que a outra metade não têm queixas. Como vês mais de 50% estão bem servidos.

          • Zé Fonseca A. says:

            Lol Vitor, a outra metade não tem EV.

            De acordo com o JL, o Realista e a UE os EVs dão para todos, vá-se lá entender

          • Vítor M. says:

            O que eles dizem é lá com eles 😉 não servem aqui para tua desculpa.

      • Yamahia says:

        Gasta mais que a anterior 2.0 TDI com bateria de 12V.
        Por exemplo, esta 48V faz 6,5lts aos100 com muita nacional e pouca autoestrada (media de 47 kmh) e a antiga com o mesmo motor faz 5 litros aos 100 com muita autoestrada e algum urbano (média 127 kmh)
        Portanto não há milagres. Metem mais peso, aumentam o consumo (e de q maneira) logo mais poluição. Já não há palavras para descrever a insanidade dos alucinados.

        Mais exemplos de carros a combustão que os alucinados dizem que não são a combustão pq têm uma bateria de arranque maiorzita e se a lógica prevalecer andam a poluir mais devido ao peso da marreca:
        GASOLINA 48V (MHEV) na UE
        Grupo VW
        VW Golf 1.5 eTSI
        VW Passat 1.5 eTSI
        VW Tiguan 1.5 eTSI
        Audi A3 30/35 TFSI
        Audi A4 35/40 TFSI
        Audi A6 45/55 TFSI
        Audi Q3, Q5, Q7 TFSI
        Skoda Octavia 1.5 eTSI
        Skoda Superb 1.5 eTSI
        SEAT Leon 1.5 eTSI

        BMW
        Série 3 320i / 330i
        Série 5 520i / 530i
        X3 20i / 30i
        X5 40i

        Mercedes
        Classe C C200
        Classe E E200 / E300
        GLC 200 / 300
        GLE 450

        Stellantis
        Peugeot 308 1.2 Hybrid 48V
        Peugeot 3008 / 5008 1.2 Hybrid
        Opel Astra 1.2 Hybrid
        Opel Grandland 1.2 Hybrid
        Alfa Romeo Tonale 1.5 Hybrid
        Jeep Compass 1.5 Hybrid

        Ford
        Puma 1.0 EcoBoost mHEV
        Focus 1.0 EcoBoost mHEV
        Kuga 1.5 EcoBoost mHEV

        Hyundai / Kia
        Hyundai i30 1.5 T-GDI
        Hyundai Tucson 1.6 T-GDI
        Kia Ceed 1.5 T-GDI
        Kia Sportage 1.6 T-GDI

        Mazdda
        Mazda 3 e-Skyactiv G
        Mazda CX-30 e-Skyactiv G

        GASÓLEO 48V (MHEV) na UE:
        Grupo VW
        VW Golf 2.0 TDI
        VW Passat 2.0 TDI
        VW Tiguan 2.0 TDI
        Audi A3 /A6 TDI
        Audi Q3 / Q5 / Q7 TDI
        Skoda Octavia / Superb 2.0 TDI
        SEAT Leon / Tarraco 2.0 TDI

        BMW
        Série 3 320d
        Série 5 520d / 530d
        X3 20d / 30d
        X5 30d / 40d

        Mercedes
        Classe C C220d
        Classe E E220d / E300d
        GLC 220d
        GLE 300d / 400d

        Hyundai / Kia
        Hyundai Tucson 1.6 CRDi 48V
        Hyundai Santa Fe 1.6 CRDi 48V
        Kia Ceed 1.6 CRDi 48V
        Kia Sportage 1.6 CRDi 48V

        Mazda
        CX-60 3.3D 48V
        CX-80 3.3D 48V

        Land Rover
        Range Rover D300 / D350
        Range Rover Sport D300 / D350
        Discovery D300 / D350

        Toyota
        Land Cruiser 250 2.8D 48V
        Hilux 2.8D 48V
        Etc…

        Tudo Elektro para os alucinados da UE em particular para os amesterdameses que não permitem outdoors de carros a combustão mas permitem montras de carne humana para venda a toda a hora e droga com fartura. Não admira.

        • JL says:

          Gasta mais porque o ciclo de medição é outro, agora é wltp, já se esqueceu disso ?

          Mas enfim, tudo o que é eléctrico faz confusão aos alucinados da combustão.

          Então essa montra de carne humana também mata pessoas ? Droga com fartura ? Já vi que não conhece este país. Não admira, quando metem apenas o preconceito à frente, até inventam.

        • JL says:

          Os alucinados até comparam o consumo NEDC dos diesel com WLTP dos a gasolina.

          Looooooooooool

          • Yamahia says:

            Quais ciclos quais carapuça. Não tem nada a ver com ciclos nem quero saber de ciclos. Tem a ver com consumo real l/100.

            Exemplo :
            60 litros :1260 kmsx100.
            Com as baterias deveriam fazer o mesmo e deixarem-se de tretas com WLTP’s que só servem para confundir o consumidor menos atento. Basta verificar que a Europa tem um ciclo, os EUA outro, a China outro e o Brasil ainda outro. Pq carga de água os carros teriam q fazer mais KMS na China q na UE? E na UE mais KMS q nos EUA?
            Sou do tempo em que os consumos eram oficializados com qts Lts consome em cidade, em nacional e em AE e mantenho. Dispenso habilidades de cabeças ocas.
            É uma vergonha, chegam ao ponto de oficializar ciclos com base apenas num grupo de consumo do Elektro (o motor), tudo o e não é pouco é ignorado.

          • Yamahia says:

            Dúvidas houvessem é só observar o mundo real.
            https://www.reddit.com/r/CarTalkUK/comments/1imvqrp/disappointing_mpg_on_modern_diesel_audi/
            Este com o carro antigo fazia 4.7, agora faz 6.0.

            É uma vergonha o que se está aqui a passar.

          • JL says:

            Tem sim, é assim que divulgam os consumos.

            Então onde foi buscar os consumos que diz ali ?

            Eu sou do tempo onde arranjaram um ciclo que inclui todos.

            Vergonha é você está a inventar números, esses países sempre usaram ciclos, tal como nos.

          • Yamahia says:

            Mais uma vez, as contas são para ser feitas ao depósito, neste caso litros,
            Quanto consegue fazer com um puro combustão igual, mesmo motor, mesmo modelo com e sem mHev. O que gasta mais polui mais, ponto!!!
            O resto são lérias.
            Meta os ciclos num sítio que eu cá sei

          • JL says:

            Mas o que interessa o que um utilizador faz ou deixa de fazer ? Interessa são os consumos nos mesmos testes, aí sim, se via o que cada um faz.

            E já se sabe qual gasta mais e polui mais, por isso mesmo meteram lá motores eléctricos para poluir menos, só falta dizer que os fabricantes não entendem nada de automóveis, ou foi a UE que mandou lá meter motores eléctricos, mostre lá a lei europeia que obriga os fabricantes a meter sistemas MHEV nos carros ?

          • Yamahia says:

            A maioria entende, no entanto estão obrigados pelos alucinados a seguir um caminho q não pediram.
            A insanidade desse caminho está mais q patente (também) na solução mHev.
            Os nrs dos consumos e consequente poluição estão aí.
            a) 5 Lts para puro diesel a esgalhar.
            b) 6.5 lts para o mesmo carro e motor com mHev a pastar.

          • JL says:

            Então mostre lá a lei que obriga a isso ?

            São números feitos em ciclos diferentes, nada a ver.

    • JL says:

      Errado, ele tem na mesma uma bateria de 12v.

      Já agora, não estão a falar desses, mas sim dos que não têm motor a combustão.

      • Oraxulo says:

        LOL, Esse também tem um motor a combustão, quem é que não sabe isso, vossa excelência para variar, só anda aqui na propaganda eletrica porque recebe para isso, não é verdade, todos já perceberam isso…

        • JL says:

          Os bev não têm motor a combustão.

          Mas ok, você só anda aqui na propaganda a combustão porque recebe para isso, não é verdade ? Todos já perceberam isso..?

          Mas olhe, se quiser pagar, esteja à vontade…. Loool

      • Yamahia says:

        A bateria de 12 volts que está nos mHev não serve para nada além de alimentar sistemas eléctricos e conectividade.

        A 48V é que faz o trabalho da 12V+alternador de um carro tradicional (arranquemais recarga da própria 12V.)

        • JL says:

          Então afinal serve para alguma coisa.

          Tem outra muito importante, é ela a responsável pelo arranque da de 48v.

          • Yamahia says:

            E alguém disse que não servia?
            O que se disse é que a 48v faz o mesmo que a 12 volts + alternador. Ou seja, trocou a leveza de um alternador pelo mamarracho de 48 vols e respectivo sistema = mais peso, mais consumo, mais poluição.

          • JL says:

            Você:


            A bateria de 12 volts que está nos mHev não serve para nada”

            Eu não disse nada disso, a bateria de 48v é o sistema híbrido, juntamente com um motor que está no lugar do alternador habitual, a bateria de 12v passa a ser carregada como nós eléctricos, ou seja ,por dcdc a partir da bateria maior.

            Errado, o mamarracho é o alternador de 12v que eles tinham, que consumia cerca de 12% do combustível gasto no carro. Além disso vai recuperar as travagens e dar impulsos extra no motor a combustão.

            Portanto afirmar que um carro com esses sistemas consome mais é puro desconhecimento.

  5. Anung says:

    E os hobridos são a quê? Electricidade e vinho?

  6. Simão says:

    Comprem eléctricos à vontade.
    Eu enquanto puder é a gasolina

  7. Joana says:

    Tanta desinformação que até dói… aconselho a ver e a interpretar bem os números oficiais de venda de automóveis antes de passar informação errada.

  8. Tug@Tek says:

    🙂 de rir. Considerar um automóvel com uma bateria de 48V eletrificado, é na minha opinião desinformação pura.
    Hoje em dia já se contam pelos dedos as marcas que só vendem automóveis com esta bateria de 48V, se isto já conta para eletrificado, é normal estes números.
    PPLWARE, desafio-vos a publicarem um artigo de vendas de veículos 100% eletrificados, sim porque mesmo os Híbridos, só quem não vive neste planeta, é que não sabe que este tipo de veículos é um verbo de encher, mais problemas, andam maioritariamente a combustão gastando e poluindo mais devido ao seu peso adicional.

    • Tug@Tek says:

      Correção.: Faço meia culpa, PPLWARE, o artigo já refere a percentagem de veículos 100% eletrificados, em PT 16,2%, na imagem da UE 17,4%. Estes é que são os números, tudo o resto é veículo a combustão. Este artigo serve o propósito, ter muitos comentários…

      • Vítor M. says:

        Não, serve para informar. Depois vem o resto. Não escrevo para ter comentários. Escrevo para informar. Nesse momento, vou procurar a boa informação e aprendo. Portanto, em primeira instância, escrevo para absorver conhecimento, depois para o passar. 😉

        • Tug@Tek says:

          “os automóveis eletrificados vendem mais do que os a gasolina”
          Para ter coerência, nenhum dos “veículos eletrificados” que o título refere podem ter motor a gasolina, e neste pressuposto é falsa a afirmação do título.
          Não lhe parece que está errado?

          • Vítor M. says:

            Não. Tens eletrificados a gasolina, sim, mas o que está em causa são os puros a gasolina. Está bem referido no texto e nas imagens. Por isso é que se chamam eletrificados e não elétricos.

          • Tug@Tek says:

            Está no texto, mas não no título…..

          • Vítor M. says:

            Mas no título diz eletrificados a gasolina? 😉 Não, pois não? Até porque há também eletrificados a diesel 😉

          • Tug@Tek says:

            e já agora os “os puros a gasolina” como referem, assim como os Diesel a preços acessíveis, desapareceram, quantas marcas ainda vendem “os puros a gasolina” hoje?

          • Tug@Tek says:

            Vítor, está errado o Título, se tivesse os “puros” antes ou depois da palavra gasolina dar-lhe-ia razão.
            Como está não tem razão.
            Eletrificados: HEV 34,5%, PHEV 9,4%, BEV 17,4%
            Gasolina: PETROL 26,6%, HEV 34,5%, PHEV 9,4%
            Excluindo os Diesel e os outros
            Não lhe parece que os eletrificados não vendem mais que os a gasolina?

          • Vítor M. says:

            A tua razão nunca a irias dar, porque se dissesse gasolina puros, gasóleo puros e híbridos impuros, ias na mesma implicar. 😀 Os eletrificados vendem mais que os térmicos sim. HEV 34,5% e PHEV 9,4% não são puros térmicos, pois têm bateria e motores elétricos associados.

            Até porque meteste todos os PHEV na gasolina e, para que saibas, existem também a diesel. Mas como não sabes do que falas 😉 inventas.

          • Max says:

            Não vendem os “puros a gasolina ou a gasóleo” porque estão pressionadas com multas sobre a venda de carros com emissões de CO2. Acrescentam um pequeno motor elétrico, que nem carrega a eletricidade, chamam-lhe HEV/MHEV, as emissões WLPT estão aldrabadas para baixo – e passam a poluir muito menos. Idem no caso dos PHEV:

          • Vítor M. says:

            Nesse sentido, deveriam acabar com o diesel e manter só a gasolina. Ou não?

            Tu não entendes o que se chama “transição”? Estás a teimar só porque sim, e fazes um alarido em volta de nada com coisa nenhuma. Se o futuro fossem os híbridos, de facto não era lá grande coisa, a não ser que fossem híbridos com autonomia decente, acima dos 100 km e com melhor regeneração e carregamento rápido. Isso sim, era uma forma de poupar gasolina e o meio ambiente (se bem que ficaríamos apenas por metade da coisa). Mas o futuro são os BEV. E é nisso que estão a apontar as medidas.

          • Tug@Tek says:

            Caro Vitor.
            “Até porque meteste todos os PHEV na gasolina e, para que saibas, existem também a diesel. Mas como não sabes do que falas inventas.”
            Claro que existem Diesel PHEV, mas para que eu não invento, complementem a notícia em que separem os PHEV Diesel e PHEV gasolina.
            O Caro Vítor é que inventa, é matemática caro Vítor, os números que tem no artigo, eletrificados não venderam mais que a gasolina, basta fazer as contas.

          • Vítor M. says:

            Hehe ora faz as contas sem essas invenções 😉 mas se gostas de ter os olhos tapados, tudo bem. Não podemos andar a vida toda nisto.

        • Max says:

          – Inicialmente, a UE obrigava os fabricantes europeu para vender em 2035 100% de BEV (enfim, e motores a e-fuel, que é mais ficção que outra coisa, mas sempre serviu para dizer que não eram 100% elétricos). E com metas até lá, com multas avultadas a quem não as cumprisse.
          – Recentemente a meta para os fabricantes deixou de ser 100%, foi foi flexibilizada para o equivalente a 90% de BEV, admitindo também híbridos (e mesmo com motor de combustão puros).
          – E daqui até 2035 haverá mais flexibilizações.
          As metas e multas sobre os fabricantes é uma das hastes da tenaz do que chamas “eletrificação” – e que levou muitas marcas a deixar os “motores de combustão puros” e passar a oferecer sobretudo HEV, com um motorzito eletrico. E é por isso que os HEV/MHEV foram os mais vendidos em 2025.
          A outra haste da tenaz é a penalização fiscal que sofrem os carros com motor de combustão (e os combustíveis) em relação aos BEV e, em menor grau, em relação aos híbridos.
          Isto é que é boa informação sobre a transição elétrica, não é inventar lérias sobre os elétricos e eletrificados, como se não fosse as duas hastes da tenaz que forçam o aumento das vendas.

          • JL says:

            Se era em 2035 nunca obrigou.

            Se levam com a haste da tenaz é porque o problema está nesses, e não nos outros, dai os hibridos ser em menor grau, depois disto tudo ainda não viu que o problema são os que têm mais emissões ?

            Ninguém inventou nada, é assim há mais de 30 anos, você é que está a inventar algo que é simples e claro como a água.

      • JL says:

        Não, a grande parte são híbridos.

    • JL says:

      Então os diesel também consomem mais que os a gasolina porque são mais pesados ?

  9. PM says:

    Já disse e vou tornar a repetir: quando o tempo de carregamento e a quantidade de postos de carregamento for no mínimo igual aos a combustão, talvez pensarei em ter um eléctrico e não tem nada a ver com os klms que uma bateria faz sem recarregar.
    Tanta conversa da treta e o principal problema é os tempos de carregamento e a maior parte das pessoas não tem tempo nem quer ir tomar um café ou ler o jornal enquanto espera que o carro carregue a bateria…

    • JL says:

      Nos tempos que se perde no carregamento os eléctricos ganham, quer dizer, menor tempo perdido.

      É que até é algo que nem precisa de esperar como faz no seu a combustão, deixe-o a carregar e vá à sua vida.

  10. rodrigues marques says:

    (pela primeira vez, os automóveis eletrificados vendem mais do que os a gasolina) isso são os dados do governo ou da comissão europeia???? ainda não vi dados de estudos independentes e não políticos…. era importante verificar juntos das marcas e comparar com os números dos concessionários.!!!!!!?????? talvez seria uma surpresa….na minha área de residências devem andar disfarçados, pois so vejo carros a combustão e novos…

    • JL says:

      Está lá, da acea, associação de fabricantes europeus.

      Não é nenhum estudo, são números de vendas.

      São mesmo esses que são usados, por cá é a acap que os fornece.

      Ninguém tem culpa de não os saber identificar, mas diga qual é a sua zona para alguém o ajudar.

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