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Código da Estrada: Pode-se pisar o traço contínuo para ultrapassar ciclistas?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Theboice says:

    Se não estou em erro em Espanha sim pode ultrapassar nestes casos…

  2. João Matos says:

    Só em Portugal.

    • Danny says:

      Isso gostava de saber eu! se realmente é apenas em Portugal.
      Acho que também deve haver o bom senso na estrada. Tal como relembram. “comparativamente aos condutores que circulam num carro, os ciclistas estão bem mais desprotegidos.”. Por isso deve haver consciência por parte do ciclista e tentar nao atrapalhar os carros.
      Eu também costumo andar de bicicleta pela estrada, mas não ando armado em herói “que tenho o direito” e pronto. Afinal de contas, eu estou a proteger-me quando procuro ficar o mais possível na berma da estrada ou até paro para deixar passar mais a vontade.

      • jorjão says:

        Sou ciclista e respeito os veículos automóveis. No entanto mesmo circulando junto à berma, e sozinho, já vi a minha vida em perigo várias vezes.
        Há condutores que não têm o mínimo respeito pela vida humana, inclusive condutores de autocarros!!!
        Claro que há ciclistas que não cumprem as regras mas deixo aqui o seguinte pensamento no ar: Se um ciclista não cumpre as regras apenas faz perder tempo aos condutores de veículos automóveis. Já quando um condutor de um veículo automóvel não cumpre as regras o ciclista paga muito caro e por vezes com a própria vida!!

        Já agora sou agente da autoridade e nunca autuaria um condutor que pisasse uma linha contínua por ultrapassar um ciclista, desde que não colocasse alguém (ciclista ou outros veículos) em perigo!!!

  3. zé povinho de cascais says:

    Sendo que em Espanha é legal (desde que feita em segurança).
    Um ciclista fora da ciclovia leva ultrapassagem independentemente da distância

    #souILiberal

  4. NP says:

    É ridículo qualquer tipo de veículo nos dias de hoje circular na estrada, desde bicicletas a trotinetes, sem que aos mesmos se apliquem o mínimo de exigência legal nomeadamente terem de fazer exame do código da estrada. Acresce ainda que em caso de acidente e que a culpa recaia sobre um desses tipos de veículos as pessoas devidamente habilitadas para circular na estrada tenham problemas no ressarcimento dos danos provocados uma vez que esses não são obrigados a ter seguro. Ou seja estamos a transformar vias desenvolvidas para um determinado fim com a coabitação de veículos incompatíveis entre si.

    • Honorato says:

      As bicicletas antigamente era preciso fazer um exame e deixou se de fazer.

    • Toni da Adega says:

      Sem falar nos pedestres e corredores. Quantas pessoas andam a pé ou correm na estrada

    • Popo says:

      Concordo plenamente!!!
      Quem foi o ESTUPIDO que legislou isto??
      Pago imposto de selo para quê??????

        • Vítor M. says:

          Ei lá, foste a 2013 a um governo que veio tirar o país da banca rota? E a um governo que sufragado ganhou as eleições após todas as medidas, ditas pela esquerda como impopulares (mas que foram eficazes)? Isso é que é honestidade intelectual 😉

          • Miguel Medeiros says:

            É lá, tirou o pais da Bancarrota mas acabou com a classe média, com todos os cortes feitos subsídios de natal assim logo a abrir o mandato, cortes nos ordenados e aumento de impostos menos nos deles (políticos e o grupinho de elite do banco de Portugal esses não levaram) desemprego aumentou para níveis históricos, assim é fácil tirar um pais da bancarrota. o famoso Robin Wood Invertido

          • freakonaleash says:

            Tão más mas tão más as políticas do governo do estadista Passos Coelho que o governo seguinte do habilidoso foi logo reverter tudo, a começar pela carga fiscal…ou não!

            O SNS estava tão mau no tempo do governo que “foi além da Troika” que o governo do “virar da página da austeridade” é que o pôs a funcionar com eficiência e elevados indicadores de qualidade no atendimento…ou não.

            Foi tão mau mas mesmo tão mau o governo de coligação PSD/CDS que o governo seguinte PS ganhou por maioria absoluta…ou não! O poucochinho teve de coligar-se com a esquerda pró orcs e anti iniciativa privada para com maioria negativa ganhar o parlamento com um golpe que envergonharia quer Mário Soares quer Sá Carneiro!

          • Vítor M. says:

            Carga fiscal que é hoje a maior de sempre, o que aumentou significativamente face ao governo de 2013. Mais, o reverter trouxe-nos mais um grave problema, a TAP. Mas há mais..

          • Vítor M. says:

            Miguel Medeiros mas quem arruinou o país não foi Passos Coelho, esse reparou a borrada da esquerda, de Sócrates 😉 o tal que ainda hoje, tem amigos do caraças 😉

          • Antonio says:

            Desculpe lá, pensei que isto era uma página de tecnologia e não de política. Você devia dar o exemplo, já que é suposto “moderador” desta página do pplware.
            Será melhor deixar de vir à pplware, já que não respeitam os utilizadores?

          • Vítor M. says:

            Se quiser deixar, é a sua liberdade. E aqui não é uma site de política, mas quando há um diálogo travesso, transversal ao mundo da tecnologia com a política, podemos deixar a nossa opinião e não será pela sua ameaça que deixarei de a dar neste espaço que é apenas de discussão, de opinião. Eu a si não o mandei calar pois não? Se educados formos, podemos ter a nossa opinião e sermos civilizados até nas nossas diferenças. E eu não ligo nada a política nem gosto de discussões políticas, mas apenas fiz um ponto de situação face ao exposto por terceiros 😉 não por mim.

            O António não concorda? Está no seu direito, mas não está no direito de querer ameaçar que vai embora se não formos todos da sua opinião. 🙂 eu até gosto de opiniões diferentes e bem fundamentadas.

            António, aquele abraço e não seja intolerante com opiniões contrárias às suas. 🙂

          • Joaquim says:

            Miguel, o país estava na bancarrota, a classe média desdenhava (por isso é que o país entrou em default), 7 anos de socialismo que mais uma vez nos leva à banca rota. Onde anda a classe média de que falas? A ignorância política e desconhecimento total de economia deu uma maioria a um Costa que nada é que um incompetente rodeado de incompetentes. Tudo começou com a morte de mais de 100 pessoas em que a falta de carácter de um PM ainda hoje é valorizado por aqueles que querem mais 10 euros ao final do mês na reforma ao invés de pensarem num país como uma nação. Os portugueses são mesmo uns ignorantes que nem sequer vão votar. Valha a esse PM a portugalidade dos portugueses que até as revoluções foram feitas sem violência.

          • Nuno says:

            Esse PM que era do melhor foi o que inventou a sobretaxa e aumentou o salário mínimo em zero euros durante 5 anos?
            É isso um bom PM? O que supostamente iria tirar o país da miséria à conta do dinheiro dos pobres?
            Afinal se é para ser à conta dos pobres mais vale ser com mais do que com menos…

          • Vítor M. says:

            Sim foi bom, tirou o país da bancarrota que, ao que me lembro, nem dinheiro havia para pagar salários da função pública, nem as reformas dos reformados. Sim foi o primeiro ministro que sufragado voltou a ganhar as eleições, se bem me lembro e que foi, tomado de assalto, tirado de lá.

            Embora não siga assim a política, tenho visto que desde então, com a tal geringonça, o nosso país tem perdido competitividade, o povo, tem perdido poder de compra e os reformados, foram comprados por mais 10 euros por mês e pagam de luz, água, renda e bens alimentares mais do que no tempo de Passos Coelho. Portanto, hoje estão mais pobres que no tempo desse tal PM que, apesar de ter tirado o que foi forçado a tirar, tinha o país mais organizado e o povo com mais poder de compra.

            Sem a TAP e sem outros cancros, como dizem os que sabem ver o país como ele está. Eu não percebo nada de política, só vejo 😉 mas lá está, depois de ter tirado o país da bancarrota de Sócrates e da esquerda, será sempre visto como o que “inventou a sobretaxa e aumentou o salário mínimo em zero euros durante 5 anos” 😉 porque para o povo, pão e circo está bom.

            Ganham aumentos por um lado, ficaram tesos pelo outro (são mais pobres no dia a dia), mas gostam de ser enganados 😉 Por isso somos o que somos… porque temos pessoas que pensam como o Nuno. 😉 Se para si está bem… siga…

          • Nuno says:

            Houve algum funcionário público ou algum reformado que tenham tido algum mês sem receber? Ou com algum dia de atraso que fosse?
            Ou vamos começar a falar de sugestões convenientes que não passam de teorias?

        • Antonio says:

          Pensei que fosse uma pessoa mais madura.
          Eu não fiz ameaças e sempre respeitei que tem opinião contrária.
          O que não é o caso, pois não dei a minha opinião sobre política.
          Agora talvez você devesse agir como “responsável” que deveria ser nesta página de tecnologia. Afinal não é um mero comentador como nós. Senão mude o símbolo que tem “P” e coloque um diferente para dar as suas opiniões. Não fale pela pplware ou em representação da pplware.
          A mulher de César não basta ser tem de parecer.

          • G says:

            Vítor, a última bancarrota portuguesa foi no séc XVIII .. A intervenção do FMI teve várias causas, podes fazer a análise simplista e culpar o Sócrates por todos os males. Ou podes estudar um nadinha da conjuntura económica e teres outra abordagem e visão. A realidade é sempre mais complicada do que aparenta. A sede de Poder precipitou a intervenção do FMI basicamente foi isto. O governo de PC foi rodeado de um monte de gente incompetente e o mais chocante é que o FMI reconhece hoje erros de análise a cegueira ideológica não permite os Passistas de fazer o mesmo. E Vítor aprende de uma vez por todas como se forma um governo para não dizer coisas idiotas do tipo “tomado de assalto” isto é total desconhecimento de como funciona a democracia

    • Fusion says:

      Então qual é a tua solução? Banir os ciclistas de uma cidade que não tenha ciclovias? Nós condutores é andarmos dentro dos limites e ter cuidado quando se vê um ciclista e pronto. Já passei por muitos, quando os vejo abrando e quando puder ultrapassar com segurança faço isso.

    • cross says:

      exemplo de um “carbrain”

    • Vítor M. says:

      Acima de tudo tem de haver respeito, principalmente por parte dos veículos motorizados, visto que são letais. Os ciclistas têm de ter muito cuidado, respeito pela segurança dos automobilistas e da sua, assim como a dos peões.

      Têm de avaliar quando podem andar lado a lado, para serem mais visíveis, quando podem circular mais à direita sem colocar em perigo a sua segurança e dos peões, assim como quando devem circular no meio da sua faixa de rodagem, sem se incomodarem com os lorpas que vão atrás a buzinar.

      É tudo uma questão de educação. Mas, por experiência, em Espanha os condutores são mais pacientes, mais tolerantes com os ciclistas. Cá é só parolada na estrada a buzinar, a fazer tangentes, a não respeitar a regra da prioridade e a colocar em perigo um ser humano que está muito mais vulnerável em cima de uma bicicleta.

      Tudo uma questão de educação e respeito.

  5. Jaime says:

    talvez seja preferível dar um toque no ciclista…..

    • José da Apatia says:

      ou então deixas o cicilista em paz e sossego e usas os travões que, em princípio, vêm de série com o carro…

    • Nuno says:

      Valha me uma albarda… Se o bom senso e o civismo imperasse, quase não precisavam de regras e leis. Elas existem para obrigar as pessoas a fazer o que deveriam fazer se existisse esse mesmo bom senso e civismo. Aplica se a tudo, não apenas ao ciclismo, ou ao condutor automóvel, mas até na nossa vizinhança e convivência com o próximo. Agora toda a gente é contra tudo só porque não se gosta e os outros têm que ser/fazer igual. Pensem um bocadinho mais, ponham se na posição dos outros e actuem como quereriam que fossem tratados e verão que tudo funcionará/correrá melhor.

    • V.T. says:

      E se o ciclista for o teu filho(a) ou o teu pai/mãe?

      • Realista says:

        Se fosse meu filho a andar de bicicleta mandava-o não andar na estrada…

      • Vítor M. says:

        Há vezes corre-lhes mal, como vi há dias a um que “tentou” fazer o que disse o Jaime 😉 ainda hoje anda com uma prótese dentária. Os cleats das Sidi são duros…

        • Nuno says:

          Às vezes corre mal a uns, outras vezes a outros…
          Com notícias de ciclistas a morrer por serem abalroados por carros, fazer “publicidade” a um que sobreviveu e que depois se armou em animal até parece ridículo…

          • Vítor M. says:

            É a estrada, é isso mesmo, uma selvajaria, por isso é importante haver tolerância e educação. Chega a ser ridículo muitas vezes as situações em que a falta de paciência e tolerância leva a extremos em segundos. Não faz sentido. Por isso reafirmo, atenção a ambos os lados, pensem que se hoje estão ao volante, amanhã poderão estar em cima de uma bicicleta, ou até ser um filho vosso. Sejam educados e tolerantes.

  6. Hugo Pereira says:

    Enfim! Portugal no seu melhor….

    A resolução era simples: bicicletas para andar em estrada apenas e só com registo tendo que pagar IUC…. Ai iríamos ver reduzidos os “passeios” em estradas… Muitas das vezes tendo ao lado ciclovias…. mas que por falta civismo não as usam…

    Mais do mesmo… andam onde nao devem e quando acidentes acontecem…. o bla bla de sempre..

    • Hugo Ribeiro says:

      É natural que quem não ande de bicicleta regularmente, não entenda a razão dos ciclistas andarem na estrada em vez da ciclovia.
      A esmagadora maioria dos ciclistas não andam com a baguete na cestinha a passear a 10km/h, por norma o ciclista está a fazer desporto e a estrada é melhor para esse efeito.
      Pode parece estranho, mas os carros tem um comportamento menos imprevisível que os humanos que circulam ao lado das ciclovias, para alem que andar sempre a subir e descer passeio, é ridículo.

      • Juvenal says:

        Calado eras um poeta… Não andam onde devem porque são irresponsáveis e pensam que o mundo gira á volta deles… Até ficarem debaixo de um carro ou camião.

      • Jane Doe says:

        Então se for mais conveniente aos automobilistas, estes podem circular nas ciclovias? Ou o argumento só funciona num sentido?

      • Speed says:

        Exacto . Na maioria dos casos não tem nada a ver com mobilidade poluição e ambiente. Tem apenas a ver com pessoas de licra que querem ir praticar desporto para a via publica .

      • freakonaleash says:

        Portanto a estrada é melhor para o ciclista para o efeito de fazer desporto…e a qualidade do ar não Vos preocupa?
        Acho parvo acharem que estão a cuidar da saúde ao estarem em esforço (respiram com mais intensidade) no meio fumos de escape…nunca percebi essa obsessão com virem praticar desporto (mesmo correr) para o meio da poluição. Fascinating!

    • Abreijos says:

      Tens que sair um pouco desse teu mundo tão pequeno e ofuscado… está a fazer-te um mal terrível perderes tanto tempo num blog a escrever barbaridades e a acusar o Portugal. Exista tanto mas tanto para além desse teu mundo que não fazes uma pequena ideia. Os Belgas e Holandeses, não percebem o que tu escreves mas por esta hora nem te estariam a chamar nomes, estariam só a deixar-te existir com a tua ignorância do tamanho deste Portugal.
      ‘Portugal no seu melhor…’ deveras Portugal nunca estará no seu melhor enquanto mentalidades como a tua possam fazer este tipo de comentários. Mas tal como te digo, pega no teu carro que paga o IUC, que paga todas as portagens, que te transforma em super sedentário e viaja até um outro Pais para teres uma ideia do que se faz nas estradas fora desse fim do mundo a que tu chamas Portugal.

  7. Juvenal says:

    O melhor mesmo é forçar os ciclistas fora da estrada… Estorvam menos

    • Honorato says:

      Antes de existir carros já existiam as bicicletas

      • Jane Doe says:

        Antes de haver carros não havia estradas.

        • AdN says:

          Calado não dizia asneiras! Tanta e tanta estrada já existia antes do automóvel! Não eram é pavimentadas, e é por isso que os veículos automóveis pagam IUC, pois são os verdadeiros interessados na pavimentação! E , caso não saibas, os táxis e as motos até 350 cc não pagam IUC, por isso bora lá a deitá-los para fora da estrada! Já aprendeste uma coisa hoje!

          • Jose Lapao says:

            E os veículos elétricos também não. No entender desta gente só há estradas porque há carros, também só deve haver céu porque há aviões, e mar porque há barcos. Enfim que pensamento mediação. Quanto os vossos filhos lhes pedir para irem andar de bicicleta, dei-lhe a chave do carro, pois de bicicleta só no Autódromo do Estoril.

        • Tiriri says:

          Antes de haver estradas, era BTT 😉

      • 652mga says:

        Nada mais errado…
        1817 a bicicleta pelo Barão Karl von Drais
        1769 o carro https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_autom%C3%B3vel

        • iris says:

          Compreendo a sua teoria, mas parece-me, pelo que li, que ano de apresentação de invenção não equivale a uso massivo.

          Bicicleta: “In the early 1860s, Frenchmen Pierre Michaux and Pierre Lallement took bicycle design in a new direction by adding a mechanical crank drive with pedals on an enlarged front wheel (the velocipede). This was the first in mass production.”

          Carro: “Production vehicles began appearing in 1887”

      • Realista says:

        A invenção da bicicleta e do automóvel diferem em 50 anos e foi no século XIX.
        Por essa ordem de ideias tanto a bicicleta como o automóvel deveriam dar lugar ao cavalo e carroças.

    • Vítor M. says:

      Juvenal, um dia destes, a um tipo como tu, aconteceu um cena engraçada… e o tipo como tu, ainda hoje está com uma prótese dentária. 😉 Tu pareces ser um candidato também ;|)

      Eu só ia a ver de passagem… achei que ambos exageraram, que apenas faltou respeito e educação a ambos. Mas por vezes o ter um carro e o outro andar de bicicleta… mano a mano não quer dizer nada. E foi uma situação que ambos se vão lembrar para sempre 😉

  8. AndroidPolice says:

    Eu, se não vierem carros de frente, passo o traço contínuo para ultrapassar um ciclista. Passar-lhe uma tangente é pior.
    É como encontrar um obstáculo na via que é preciso contornar, mesmo passando o traço contínuo.

  9. Há cada gajo says:

    Pode-se pisar e ultrapassar o traço em Espanha. Cá, não.

  10. Joao Ptt says:

    Pode pisar o risco em qualquer lado onde seja fisicamente possível.
    Agora se a pergunta é: deve? Dever não deve, mas pode, e tanto pode que muitos o fazem quer tenham consequências de tais actos ou não.

  11. ze says:

    pode-se e deve-se passar por cima do ciclista. So acham que tem direitos, mas nos semaforos é tudo verde

    • Sabe-se lá says:

      Enquanto ciclista, semáforos de trânsito paro!
      Nos de velocidade não (se for seguro!)… Não fui eu que os “fechei”!
      Dá a impressão que alguns automobilistas gostam de “fechar” o semáforo a quem vai á frente, carro ou ciclista. E então se for a subir… deve dar um gozo…. 🙁

      • Canela says:

        Meu amigo, se fica vermelho paras e mais nada tal como qualquer veiculo motorizado é obrigado a tal.
        “Não fui eu que o fechei”… então se for o carro à minha frente, eu posso ultrapassar e seguir viagem? Afinal não fui eu que o fechei…

        talvez em todos os semáforos de velocidade existe uma passadeira.
        Até uma bicicleta a andar a 40/50km faz um dano grande aos peões.

        É essa a tal mentalidade que nos mantem “atrás doa outros”

        • Sabe-se lá says:

          Viste a parte do “se for seguro”?? Não penso só na minha segurança, penso também na dos outros.
          O exemplo de ultrapassar o carro da frente que fechou o semáforo é um bocado parvo e forçado, porque normalmente não dá para ultrapassar em zona de semáforo (normalmente!). Mas aí já falamos de outras transgressões…
          Mais uma vez, se houver bom senso e olhos na cara, corre tudo bem 😉

  12. falcaobranco says:

    Por isso é que a polícia nesses casos não fazem muito caso…agora se resultar num acidente, com ou sem o velocípede, já é outra coisa… simplesmente porque um artigo “ultrapassa” o outro…

  13. Ricardo Gonçalves says:

    Impera a regra do bom senso no domingo em Cascais a estrada que liga ao cabo da roca a GNR ia atrás de mim na sua patrulha normal por causa das motos. Montes de ciclistas pelo caminho, passei todos que apanhava muitas vezes pisei continuo, até duplo contínuo, eles vinham atrás faziam o mesmo (isto tudo em segurança e com visibilidade) caso não o fizéssemos demorava-mos quase uma hora para fazer aquela estrada onde quase toda ela é com linhas contínuas.

    • Jane Doe says:

      Se imperasse o bom senso, seria assim, mas infelizmente não podemos confiar no bom senso alheio.

    • B@rão Vermelho says:

      @Ricardo Gonçalves, foste apanhado então és um dos domingueiros que vens “entupir” as estradas em Cascais :)Faço quase todos os domingos esse passeio de mota até ao Cabo da Roca, e os ciclistas comportam-se bem melhor que os motoqueiros, eu vou na paz do srº e continua a haver gente que gosta de ultrapassar em plena curva.
      Foi a minha geração que começamos a ir ao Cabo da Roca aos domingos de manhã tomar o pequeno almoço depois de sair das discotecas de Cascais e lentamente foi crescendo até aos números de hoje.
      Conhecendo aquelas curvas como a palma das minhas mãos morei mais de 20 anos ali perto alias ainda hoje moro por perto mas não tão perto e estou mais que habituado a ver tanto as motas como os ciclistas.
      A pessoa transforma-se quando está atrás do volante, torna-se um animal encartado

  14. Infinity says:

    E os ciclistas que andam na estrada quando tem um ciclovia? Também não são multados? Tem seguro?

  15. LA says:

    Mas as motas e os ciclistas já podem circular em cima dos traços continuos que as autoridades, não fazem, nem dizem nada.

  16. Samuel MGor says:

    Um pais atrasado este!! Se tiverem a circular em lazer e tiveres que estar em algum lado devido a trabalho ficas desempregado se chegares atrasado por ter de ires atrás de ciclistas. Não mudem a lei não depois não digam que o desemprego aumenta. Já agora não é obrigatório que os ciclistas circulem na ciclovia que esta existe? Eu já vi ciclistas a circular na estrada tendo uma ciclovia em paralelo à estrada. Não devia estes pagam uma multa por não circular na ciclovia?

    • Honorato says:

      Não é obrigatório andar nas ciclovias se a pessoa quizer andar na estrada anda.

    • Toni da Adega says:

      Com isto podemos concluir que O desemprego em Portugal ia acabar se fossem retirados os ciclistas das estradas.

      • Samuel MGor says:

        Não é retirar os ciclistas mas sim permitir ultrapassar-los mesmo em traço continuo.

        • Tiriri says:

          Eu também fico lixado com as bicicletas e os papa reformas quando vou cheio de pressa pro trabalho… Mas isso tem uma solução!
          Chama-se sair mais cedo de casa! Sair com mais tempo! 🙂
          E contra mim falo!…

    • V.T. says:

      Se o país é atrasado vai para o teu país!

    • Jose Lapao says:

      Se chagas atrasado ao trabalho levanta-te mais cedo, dizes que os ciclistas entopem o trânsito, mas todos os engarrafamentos que eu vejo são devido ao carros. Põe o carro na garagem vai de bicicleta chegas ao mesmo tempo ou mais cedo, fazes bem a tua saúde e a de muitos outros e ainda poupas na carteira pois ao preço que está o combustível fica muito mais barato.
      Há já sei trabalhas a 40km de casa, ok tens duas soluções ou compras uma casa mais perto do trabalho, ou arranjas um trabalho mais perto que casa.
      Com civismo, bom senso, e vontade, vamos a todo o lado seja ele de bicicleta, trotineta, carro, mota, etc. A única coisa que concordo sim deveria de haver obrigatoriedade de um seguro, eu tenho trotineta e fiz um pois se acontecer algo estamos todos salvaguardados.

  17. anonimus says:

    Sim é uma regra que devia ter sido adaptada para quando começaram a deixar circular bicicletas nas vias publicas, pois infelizmente se estiver numa reta com 2km de traço continuo, em que não há distancia de 1.5m sem transpor a linha continua, para passar vou ali mais uma dúzia atrás do ciclista até haver espaço, está-se mesmo a ver não está.

    Portugal no seu melhor.

  18. siprit says:

    PORQUE OS CICLISTAS NAO SAO OBRIGADOS A PAGAR UM SEGURO OBRIGATORIO COMO OS AUTOMOBILISTAS SÁO OBRIGADOS A TER SEGUROS DE TERCEIROS OBRIGATORIOS?
    porque nao sao obrigados a pagar uma taxa ao INEM como ja esta incluido nos seguros dos automoveis?
    Porque nao sao obrigados a ter aulas para respseitarem os sinais porque verifico muitas vezes a passarem vermelhos e a passarem passadeiras com as bicicletas a mao?

    • anonimus says:

      Pois as coisas provavelmente seriam melhor se tivessem logo implementado essas coisas todas e não via as coisas que se vem com a maioria dos ciclistas é tudo deles e andam na maior e ainda gozam o prato, mas quando lhes sucede alguma coisa o problema é sempre do automobilista.

      Enfim leis feitas no ar é sempre assim.

      • Teste says:

        Sou quase sempre peão em Lisboa, sujeito às animalidades das bicicletas e trotinetas, que se julgam donos de tudo.

        Prefiro ir para o hospital com uma perna partida e mandar para as urgencias um desses heróis do que ceder passagem a um veículo que não devia estar a invadir o “meu” espaço

    • António Lopes says:

      Mais grave, mas muito mais grave, é porque o peão não é OBRIGADO a ter seguro contra danos terceiros, em especial quando circula em meio urbano.

      • Tiriri says:

        Ou seja: pagar um seguro para PUDER ANDAR A PÉ?!?!?

        Próximo passo, teres um “contador” na traqueia para medir os metros cúbico de ar que consomes! Depois a conta vai para casa…..Ou ativas o débito direto!

    • Metra says:

      Passar a passadeira com a bicicleta à mão é legal, mas passar em cima da bicicleta já não é.

      • Honorato says:

        Isso é verdade e dá multa. Na Foz do Porto vi um casal atravessar a passadeira em cima da bicicleta naturalmente. Então os peões que no centro do Porto que passam fora da passadeira

  19. secalharya says:

    O mais correto é fazer rolling coal a 1,5m do ciclista.

  20. Rui says:

    Andam a provocar, andam em sentido contrário, andam nas estradas e passeios com ciclo vias ao lado e os condutores, cheios de obrigações e a pagar impostos a suportar tudo. É enquanto não aumenta o número de atropelamentos.

    • jorjão says:

      Eu sou ciclista e se calhar pago bem mais impostos que tu!!!
      Tem que haver respeito de ambas as partes. Só os acéfalos é que acham que os direitos são só dos outros!!!
      Um condutor apenas perde tempo quando apanha ciclista que desrespeitam as regras, já um ciclista pode pagar com a vida quando apanha um condutor de veículo que não cumpre as regras!!
      Há por aqui comentários de verdadeiros assassinos!!!
      Cambada de idiotas!!

  21. Luís Silva says:

    Entre passar por cima do ciclista e pisar o traço contínuo, vale mais pisar o traço contínuo. Embora os legisladores achem que é uma grande ofensa pisar a tinta.

    O que eu sempre ouvi dizer é que é proibido andar a par com bicicletas.

    • Carolina Costa says:

      era proibido andar a par, já não é.
      Em portugal as pessoas são demasiado cabeças de burro para conseguirem andar carros, bicicletas, motas, peoes, e por ai fora nas estradas… é como levar o crlh dos caes para a praia…

  22. Jane Doe says:

    Na semana passada ia pisando era um ciclista – o semáforo ficou verde, arranco e de repente vem um ciclista todo lançado da direita; não sei se fui eu, se foi o sistema de segurança do carro que travou a tempo, mas foi por pouco.

    • Samuel MGor says:

      É o que não falta por aí. A maior parte dos ciclistas não respeitam as regras do Código da Estrada. No outro dia estava a andar no passeio que quase fui abalroado por um ciclista. Se acontecer outra vez o ciclista que o fizer vai levar com um ponta pé.

  23. Metra says:

    Os legisladores deviam fazer a EN17 (Estrada das Beiras) por exemplo entre Coimbra e Vila Nova de Poiares, como eu já fiz com uma patrulha da GNR atrás e uma bicicleta à frente. Foram uns km’s engraçados a cerca de 20/25 km e a patrulha a fazer sinal de luzes de vez em quando (3 vezes) e eu apontava sempre para o traço contínuo pela janela. Apanhei uma seca mas desmanchei-me a rir.

  24. AlexS says:

    A burocracia inane das regras e regrinhas . Tanta falta de vida real dos burocratas.

  25. ciclistaamadoraquefogedaestrada says:

    Então e os motociclistas? Esses já podem passar por cima de tudo, duplos continuos, zebras.

    • Teste says:

      É o podem. A ultima ciclista que julgou que no passeio tinha prioridade sobre mim, em virtude dd vir de bicicleta e com alguma velocidade repensou as prioridades qd em vez de voar para o lado para a deixar passar me pus em posição de pega de caras com cotovelo a apontar ao nariz/boca dela.

      • Sabe-se lá says:

        Uma vez, não há muito tempo, ia numa zona onde a ciclovia e o passeio são o mesmo, mas a ciclovia está pintada e assinalada como tal.
        Ou seja… os peões vão em todo o lado, e eu vou a tocar a campainha para se desviarem…
        Ora, houve um garoto (não tem outro nome), que ouviu e me viu, porque olhou para mim, mas como ia com a sua lady ao lado (que também ia na ciclovia) fez questão de manter o trajeto, e eu é que tive que me desviar….
        Exemplos de cidadania e bom senso…

  26. Carolina Costa says:

    só falta dizer que as bicicletas deviam pagar IUC looooooool

    • Joao Ptt says:

      Deviam pagar: IUC, taxa de serem uns empatas, taxa de não cumprirem as regras (similar ao imposto que se paga pelos direitos de autor nos meios de armazenamento digitais, onde se supõem que as pessoas não cumprem a lei, mas se forem apanhadas pagam multas e podem ir parar à prisão na mesma), seguro, inspecção das bicicletas a cada 6 meses, etc.

      • Honorato says:

        Inspecção de que nas bicicletas não há nada para inspeccionar os pneus demora a desgastar os travões igual a direcção. o que iriam fazer na inspecção

      • oiiiii says:

        esqueceste-te do ISP, já agora queres meter também um imposto por ser um veiculo a pedais, mais 1 por ter mudanças e outro por ter 2 rodas?
        é uma bicicleta, por amor de deus

  27. António says:

    Já passei muitas vezes o contínuo para ultrapassar ciclistas. Quando tenho visibilidade e espaço à minha frente mais que suficiente. Não faço é tangentes ao ciclista. O mau é querer passar entre ciclista a traço, isso é que dá problema.

  28. Nuno says:

    No dia em que uma viagem de 12km entre Marinha Grande e Leiria me demorou praticamente 1 hora em vez de 7 ou 8 minutos porque tive o azar de apanhar um ciclista pela frente que fez questão de andar bem no meio da estrada (N242, uma faixa, sem local para ultrapassar, 80km/h) que tenho a certeza que esta regra aplicada da forma como está não só é estúpida, como se ficarmos à espera de bom senso morremos antes do mesmo aparecer…
    Esta estrada tem bermas de 3 e 4 metros e o ciclista, no deu direito legal, não as utilizou nem se afastou do meio da estrada.
    Se o 3⁰ ou 4⁰ carro atrás do ciclista não fosse o da polícia aposto que maior parte dos condutores o tinham ultrapassado de forma perigosa…

  29. luis says:

    O que eu vejo é só pessoas com problemas por resolver…. Sou ciclista, corredor e mais alguma coisa. Não uso as ciclovias, e corro na estrada e a razão é simples. Ciclovias ou estão cheias de pedestres, ou trotinetes no meio do caminho, ou porque simplesmente a velocidade máxima são de 25 km/h e numa bicicleta de estrada isso é andar a brincar. Quanto a correr, para quem é corredor habitual, sabe que os passeios (pelo menos na zona de Coimbra) são de uma estupidez tremenda. É um constante sobe e desce, passeios com buracos, arvores e afins e basta uma distração e ganha-se uma lesão num instante.
    Agora enquanto condutor, odeio os ciclistas de domingo, que vão dois a dois, percebem da chegada do carro, sabem que vai um veiculo ou mais, e não sao capaz de ir em fila. Eu não o faço porque não gosto que me facam a mim.
    Relativamente à questão dos seguros, era preciso que se informassem melhor. Neste momento é possivel fazer seguros para bicicletas, mas há 20 anos atras so havia uma seguradora que o fazia.
    Gosto de quem disse que deviam pagar taxas por não cumprirem as regras… Olhem os telhados de vidro….

  30. freakonaleash says:

    Considero um ciclista (pior ainda se forem a par, essa aberração!) um obstáculo, logo se tiver segurança e visibilidade para ultrapassar faço-o seja que linha for, tal como se estivesse a contornar um trator!

    • G says:

      Caro, 4 ciclistas é mais fácil ultrapassar irem a par 2 a 2 tal como permite, e bem a lei, do que em fila. Para algumas pessoas tem de se fazer um desenho para perceberem.. Portugal está na cauda da Eurpa em sinistralidade automóvel e discute-se um não assunto com ciclistas.. continuem vão no bom caminho.

  31. V.T. says:

    O que constato com a maior parte dos comentários é a falta de formação por parte dos automobilistas, é claro que também acontece com alguns ciclistas, mas, estes ao serem também automobilistas conseguem ver as duas partes!
    A partir do momento em que um filho(a) ou um pai/mãe passam a andar de bicicleta e têm constantemente a sua vida em perigo porque há atrasados mentais que não conseguem conviver com outros meios de transporte (bicicletas/motos/camiões, etc, etc), aposto que mudam de mentalidade. Já repararam que é este tipo de mentalidade que vos faz atrasados em relação aos restantes cidadãos de outros países europeus? Que tristes!

  32. PT says:

    Normalmente os traços continuos servem para sinalizar zonas em que não se pode ultrapassar, porque tratam-se de uma zonas perigosas para efetuar a mesma em segurança, sua e dos outros. Por tal não faz sentido que seja permitido. Para mim a questão vai em outro sentido, todos os veículos que circulam na estrada deviam cumprir determinadas normas de segurança como os ligeiros e os pesados têm que cumprir. Capacete para todos veículos em 2 ou 3 rodas que lá circulam, inspeção e seguro obrigatório.

  33. Sobrevivente says:

    Quase bati a bota na ciclovia do bairro, por causa de duas meninas e dos seus dois lulus de estimação descontrolados. O capacete salvou-me, ainda passei uma noite internado, estou a lamber as feridas nos joelhos e já tirei os pontos do sobrolho por causa dos óculos graduados. Estou a reparar a bike para a vender. Ainda ando zonzo, as ciclovia são um perigo, cheias de pedestres e estreitas e irregulares.

    • Sabe-se lá says:

      Pois! As Ciclovias deviam ser para os Ciclistas, e não para os peões, meninas e os seus lulus…
      Acontece que nalguns sítios, existem ciclovias sem passeios, ou vice versa….
      Senso assim, a solução para os peões passa por andar na cicloviavia ou a estrada… e a escolha é obvia para os peões…

      • Sobrevivente says:

        É verdade. Devia ser estrada, passeio e ciclovia. Em Cascais é assim. Os peões não têm a culpa, nem os animais. Ouviram srs legisladores: estrada, passeio e ciclovia, pela ordem que quiserem. Será pedir demais? Uma vida humana é insubstituível e preciosa. Façam bem feito, com responsabilidade, ou então, abstenham-se de dar nas vistas com essas obras perigosissimas. Quando alguém perecer ou queixar-se às entidades competentes Europeias, então aprenderão. Armadilhas mortais camarárias.

      • Nuno says:

        Por aqui os ciclistas só usam a estrada mesmo… E pelos comentários que aqui lí parece que é geral…
        Pelos vistos os peões atrapalham os ciclistas na ciclovia por irem a 5km/h em vez de 20km/h então nada como ir a 20km/h numa estrada de 80km/h…

  34. Miguel Medeiros says:

    Tudo muito bonito e realmente primeiro que tudo preservar a vida humana, mas só terem direitos é que chateia um pouco, pago imposto de circulação para quê? sou obrigado a ter seguro automóvel para quê? tenho de ter o carro inspecionado para quê? se as bicicletas não é necessário nada disto, se eles pisarem o traço continuo vão tirar o quê? nós é 4 pontos na carta e não sei quanto tempo proibidos de conduzir e aos ciclistas vão tirar o quê? 4 raios da roda da frente ou o selim?

    • luis says:

      por essa ordem de ideias so se pode pedalar quando se tiver carta. E pelo que sei, um ciclista pode ser multado na mesma…

    • Carlos Figueira says:

      Se transgredir acontece o mesmo, fica sem o mesmo numero de pontos na carta, se o ciclista não tiver carta, é-lhe retirada a bike.

      • Nuno says:

        Isso é na teoria… Na prática ninguém conhece nenhum ciclista que tenha perdido pontos na carta de condução por não respeitar semáforos, por não parar no stop, por pisar o contínuo, por andar em contra mão, por andar nos passeios, por atravessar a passadeira a pedalar, etc…
        É o problema principal. A existência de direitos é bem-vinda quando acompanhada do cumprimento dos deveres.
        Quando se argumenta com a lei só quando dá jeito cria-se uma situação desagradável.

        • Carlos Figueira says:

          quase como não se vê quase ninguém a passar seja ciclistas ou peões, sem dar o devida distância, com velocidades elevadas, em nem falo em 1.5M, mas bastava ser mais que 80cm, ou então passarem com mais prudência e velocidades menores. mas como se vê nos comentários, não se pode meter tudo no mesmo saco. uns cumprem outros não, e o pior outros querem é sangue.

          • V.T. says:

            Querem sangue até ao momento que seja um filho(a), um Pai ou alguém a quem tenham laços, se é que essas bestas conseguem manter laços com alguém.

          • Nuno says:

            Se a malta quer sangue haverá coisa mais fácil que deitar um ciclista ao chão?
            Acham mesmo que um condutor desses que vocês acusam de querer sangue não consegue acertar, é isso?
            Parece que de um lado só querem sangue e de outro só destilam ódio, escárnio e maldizer…

          • Carlos Figueira says:

            Nuno, o querer sangue é uma maneira de expressar, o facto de algumas pessoas que aqui dizem, que deviam passar por cima dos ciclistas, que para resolver o problema dá-se o encosto ao ciclista que fica resolvido. eu não tenho nada contra a maioria dos condutores, até pk onde vivo não se passa a maior parte das coisas que aqui descrevem, apenas aos que fazem razias, e aos que dizem que deviam passar por cima dos ciclistas. como já disseram, falam assim enquanto não for alguém de quem eles gostam na bike.

        • V.T. says:

          Como se deveria ver prenderem os automobilistas que quase todos os dias matam ciclistas por não guardarem a distância regulamentar de 1,5 m.
          Mentalidade de terceiro mundo, quando se preocupam mais com merdinhas do que com a vida das pessoas.

        • Nuno says:

          Nada do que dizem inválida nada do que disse.
          E se souberem como pode a polícia medir essa distância digam-me que fico curioso…

          • V.T. says:

            A partir do momento em que sejas tu ou alguém que tu amas a levar com razias de cortar a respiração, por mais que te chegues à direita, por mais que haja visibilidade..
            Essa mentalidade de terceiro mundo invalida logo tudo

          • Carlos Figueira says:

            Está a querer desconversar.. Como disse não refiro a medida certa.. Já ficava contente que deixassem uma distância de segurança. Por vezes passam junto a linha/guia da direita quando passam por mim.. É mais à frente já vão a pisar a linha do meio da via.. Um pouco de atenção bastava. Não quero a estrada para mim.. Bastava passar junto à linha do meio que já era bom.

          • Nuno says:

            Mentalidade do 3⁰ mundo têm aqueles que só sabem exigir…
            Quanto às razias, levo com elas todos os dias e enquanto assim for, por mim está bem. Desde que não acertem já é bom.
            Mas certamente que o gajo que anda aí a dizer que os outros só querem sangue pode corrigir…

  35. Sabe-se lá says:

    Eu enquanto ciclista: ando sempre na berma da estrada. Quando á ciclovia, vou nela.
    Quando vou acompanhado, que é raro, prefiro ir em fila, porque percebo o “incómodo” para os carros que são os ciclistas irem a par. Se estiver a fazer fila (vem um camião atras, por exemplo), se tiver passeio, subo pro passeio para “dar o jeito”. Não gosto dos carros que passam a 15cm do guiador com o espelho.

    Eu enquanto condutor: dou espaço aos ciclistas, tanto atrás como de lado. Reduzo a velocidade. Só ultrapasso quando tenho espaço. Se for o traço contínuo, mas tiver espaço, passo na mesma…;) Não gosto dos que vão a par, “só porque podem”. Não gosto dos que não percebem onde estão, e usam a via toda sem perceber que vem gente atrás.
    Não gosto quando paro no semáforo, vem um ciclista que avança também até ao semáforo, ficando a par do meu lado direito, e quando abre arranca logo em frente, e eu quero virar á direita. Umas vezes com pisca, outras sem (se reparar que ele lá está, ponho o pisca), mas mesmo assim, é uma atitude pouco segura da parte do ciclista…

    Mas sim, o bom senso de parte a parte resolve muita coisa.

  36. Pedro Pires says:

    O veículo automóvel não pode pisar a linha contínua para efetuar a ultrapassagem de velocípedes que circulam a par provocando embaraço ao trânsito, que não cumprem os stop’s, os sinais luminosos, passagens para peões… Enfim, mais uma vez os velocípedes concentram-se nos direitos que a legislação lhes proporcionou esquecendo os deveres que a mesma legislação os obriga a cumprir…
    Com um pouco mais de conhecimento dos direitos e deveres de cada um misturando com uma pitada qb de civismo e bom-senso, de certeza que tudo fluiria melhor.

  37. Pedro says:

    Temos de deixar 1,5 m de distância para ultrapassar um ou mais ciclistas, em seguida paramos num semáforo e eles fazem gincana entre os carros, eu também quero que deixem uma distância de 1,5 m da minha viatura, posso querer abrir uma porta e lá vão ao chão…

  38. Canela says:

    Epah, claro que não pode, e não venham com coisas de “em espanha pode”. Parem de comprar porque isso não é solução nenhuma.
    Claro que concordo tal como em Espanha, desde que não ponha em perigo… mas todos sabemos que o automobilista em Portugal é considerado besta e com falta dw civismo e resposabilidade.

    Epah, é proíbido passar no vermelho? É, claro (exceções aos veículos em emengência, mas até eles têm de garantir que não há perigo)
    Entao, se é proibido “calcar a linha continua” respeitem a lei.

    Mas sim, bicicletas, trotines, e tal deveriam ser obrigados a um exame de código pois eles estão a cohabitar um espaço em que é necessário exame de código e conduçâo.
    Um ciclista ou seja lá o que for, tem de saber as regras e siinais tal como os automobilistas.
    Posto isto, se os ciclistas podem circular livremente na estrada sem qualquer exame, porque é que nós temos de tirar os exames? Isso é que não faz sentido nenhum.

  39. Ze says:

    Portanto se tiver um ciclista ou outro obstáculo à frente e não tiver outra hipótese que não pisar a linha fico ali o dia todo, é isso? Toda a regra tem exceção!

    • Nuno says:

      Legalmente sim. Já demorei perto de 1h para fazer um caminho de 7 ou 8 minutos por causa de um ciclista…
      Por causa do ciclista e do carro da polícia que ia na fila a pisar ovos como o resto da malta porque o sr. ciclista fez questão de ir no meio da faixa como a lei permite…

  40. Moi même says:

    Também não é proibido para os ciclistas passarem a “abrir” nas passadeiras ou a passar sinais vermelhos ou mesmo circularem nos passeios?!?! Acho imensa piada a estes artigos!!!

  41. TS says:

    Temos esta regra de não se poder pisar o traço continuo e ter que dar 1.5m para ultrapassar uma bicicleta há anos e em Espanha há anos q é permitido pisar o traço continuo na ultrapassagem a uma bicicleta, de repente parece que os media acordaram.
    Isto é Portugal no seu melhor, mas pior do que quem faz as leis são os srs automobilistas que pensam que são donos da estrada e q uma bicicleta tem menos direitos que um automóvel… já para não falar que ninguém respeita a regra de 1.5m, poucos conhecem o código!

    • Canela says:

      Claro que a bicicleta tem menos direitos. Se andam na estrada, que tirem os devidos exames. Pouco me interessa se tem motor ou não. Mas se circulam na faixa de rodagem deveriam ter as mesmas habilitações que eu: exame de código e de conduçâo.

      • G says:

        Claro, eu tenho carta de pesados articulados tenho mais direitos que tu.. queres os mesmos direitos faz os mesmos exames. Não, meu caro a bicicleta tem o mesmo direito a circular na estrada quer gostes ou não.

  42. Fil Germano says:

    Não se admite que dois ciclistas possam andar lado a lado na estrada, a conversar, e os automóveis que se lixem, esperem se quiserem, o tempo que for preciso pela oportunidade de ultrapassarem …. e quando passamos, e apitamos, ainda nos apontam o dedo do meio … que carga de porrada que esses gajos merecem … onde está o bom senso aqui? E mais, em caso de acidente, em que tenham a culpa, quem paga os prejuízos?
    Só n
    este país…

    • G says:

      Sim, só neste país uma mentalidade parva destas. Porque diabo vais apitar a quem vai a cumprir lei? Que diabo és tu para te achares no direito de dar porrada ? Imbecis como tu voltavam á escola repetir os exames e aulas de civismo. Sim imb%cil, porque quem profere algo assim só pode ser rotulado de imb%cil.

  43. Tiago Santos says:

    Está claro que deve haver bom senso de parte a parte. Devia ser permitido passar o continuo nestes casos. Acerca dos ciclistas falta elucidar neste artigo que é proibido circular lado a lado quando causam perturbação no trânsito, no caso de ser só uma faixa no mesmo sentido por exemplo é proibido, sendo uma coima de 30€. Se houver duas ou mais faixas no mesmo sentido não há problema. Há uma grande falta de formação de parte a parte e isto gera falta de respeito por parte de todos. Eu tanto sou automobilista como ciclista e vejo ambos os lados. Ambos cometem erros e é preciso elucidar as pessoas do que está escrito no código da estrada para que não hajam dúvidas. Se houver respeito pelo próximo o sistema funciona.

    • Nuno says:

      Basta 1 para não ser possível passar. Mais ainda quando se tem de dar 1,5m portanto, ir um ou 2 lado a lado é igual… O carro que espere!

      • Canela says:

        E se for um carro a andar a 20km/h rambém nâo tens de esperar?
        Tenho carta há 19 anos e posso dizer que vejo mais carros lentos do que as bicicletas. E tenho de esperar.
        Entâo, se for um carro a 20km/h todos sabemos que é proíbido ultrapassar,
        mas se for bicicleta voçês dizem que se deveria poder ultrapassar.

        Please, sejam coerentes e não tão “sempre do contra”

        • Nuno says:

          Um carro a 20km/h é multado por causar embaraço ao trânsito.
          E se queres mesmo que alguem acredite que vês mais carros lentos do que bicicletas, então das duas uma… Ou vives numa terra muito estranha, ou estás a mentir para tentar justificar qualquer coisa…

          • Jose Lapao says:

            Vem a minha terra e encontras a GNR muitas vezes a essa velocidade. Já agora segundo o pouco que li do artigo 27 do código da estrada as multas por marcha lenta só se aplicam na autoestrada e o limite mínimo é de 50Km/h por isso não podermos andar de bicicleta na autoestrada pois não se consegue ter uma velocidade constante superior a 50Km/h, por isso podemos andar a qualquer velocidade logo que deve imperar o bom senso, mas que podemos sim podemos e perante a lei ninguém pode fazer nada.

          • Nuno says:

            E na rua terra há mais carros da gnr que bicicletas?
            Vê o artigo 3⁰ do código da estrada…

  44. Antonio Abreu says:

    Vamos imaginar uma situação hipotética , uma via com traço continuo um automobilista estaciona o carro , se em situações excepcionais não podemos ultrapassar , vamos ficar retidos indefinidamente até o condutor da viatura estacionada aparecer ?

    • jota says:

      Já existe legislação para esse caso hipotético, se estacionou porque sim, ligas à policia e eles rebocam porque está estacionado de forma a impedir a normal circulação, se está avariado, entra nas situações de excepção em que podes pisar o traço continuo com os devidos cuidados de segurança.

    • Nuno says:

      Os carros parados ou obstáculos estacionários são diferentes dos veículos em andamento…
      Se um carro avariar no meio da estrada podes pisar o contínuo há vontade…
      Mas não podes pisar o contínuo para passar um ciclista porque é um veículo em andamento… Tal como a carroça dos bois…

  45. RUI COELHO says:

    Segundo as regras numa estrada com muito tráfico os ciclistas nao podem andar a par,mas muitos devem desconhecer ou sabem e estao-se nas tintas

  46. Isabel Cristina says:

    Parece que o código da estrada é só para os automóveis, os motociclistas não respeitam coisissima nenhuma , passam risco continuo só para ultrapassarem os carros e ficarem á frente de todos.
    É vê -los á entrada da praia de Faro.
    Ultrapassam tudo e todos…
    São os maiores…

  47. Fernando Santos e Silva says:

    O código devia esclarecer se o 1,5m é recíproco, i. é, o automóvel abranda à aproximação do semáforo e é ultrapassado pelo velocípedes pela direita e a 20 cm. Mas para isso o velocípede teria de pisar o traco contínuo ou parar atrás do automóvel, onde se viu?

    • Nuno says:

      Óbvio que não é recíproco…
      O velocípede faz o que lhe dá mais jeito e o automobilista que se adapte à nova realidade.
      Ainda gostava de ver o dia em que as bicicletas parassem atrás dos carros no trânsito…

  48. 652mga says:

    Talvez um dia, em Portugal, se adopte a excepção espanhola….

    https://www.youtube.com/watch?v=7mRJGOWf6LY

  49. Manuel Duarte says:

    Atualmente em Portugal há ciclistas arruaceiros, brincam com os automobilistas indo dois ou três a par, ocupando toda a faixa de rodagem, nos semáforos não param no vermelho, agarrando na bicicleta á mão pondo todos os automobilistas em perigo, já tive um que se meteu mesmo debaixo do meu carro, em que eu tenho verde e ele tem o vermelho, e arriscou, agora digo?? Onde está o seguro para os ciclistas, dão prejuízo e ainda se acham heróis, protegidos por um regime da treta. Onde está o respeito e cidadania em Portugal

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