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Por cada carro elétrico vendido, petrolíferas perdem 500 euros


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Carlos Rino says:

    pf. leiam antes de publicar:

    “Os analistas do BofAML antecipam também que, ao longo dos próximos anos, as grandes empresas petrolíferas vão apostar cada vez mais em fontes de energia de baixo carbono. Durante os próximos anos, as grandes companhias petrolíferas vão se concentrar cada vez mais em fontes de energia de baixo carbono”

  2. MMendez says:

    É uma questão de tempo até as seguradoras subirem e bem os seguros para os carros elétricos.

    • ervilhoid says:

      Vão subir os seguros porque?

      • jose says:

        Porque explodem que nem pipocas 😀

      • Sergio says:

        Pois, isto é uma das coisas que não percebo: como é que o lucro das seguradoras aumenta com a venda de carros eléctricos? Não é suposto serem mais seguros, logo o valor do prémio descer?

        • jose says:

          Porque é que os carros electricos são mais seguros? Não percebo a relação, primeiro não têm pegada ecológica, depois são mais baratos, depois a manutenção é mais barata, agora também querem inventar que são mais seguros?

          • Sergio says:

            Supostamente por causa dos sistemas inteligentes de auxilio à condução. Pessoalmente tambem não acho que sejam mais seguros que um carro a combustiveis fósseis dotado das mesmas tecnologias mas é uma das bandeiras dos seus defensores

          • jose says:

            Oi? Os mesmos sistemas que tens em carros de injecção?

  3. Dani Silva says:

    Excelentes notícias, qualquer dinheiro que as empresas petrolíferas recebem a menos é uma excelente notícia!

  4. Dani Silva says:

    Excelentes notícias, qualquer dinheiro que as empresas petrolíferas recebem a menos é uma excelente notícia!

  5. Jota says:

    …e as petrolíferas aumentam mais o preço da gasolina, e as pessoas compram mais carros elétricos, e as petrolíferas aumentam ainda mais o preço da gasolina, e as pessoas compram ainda mais carros elétricos…! Portanto isto só pode acabar bem!

  6. Tiago S. says:

    Excepto em Portugal, claro.
    As petrolíferas aumentam ainda mais o preço da gasolina, e as pessoas compram ainda mais carros elétricos, as pessoas deixam de consumir gasolina e a receita com o ISP baixa cada vez mais, siga aumentar as tarifas de eletricidade. Especialmente quando o magnânimo Estado atribui a concessão da rede de carregadores à companhia petrolífera privada.

    Afinal de contas, é preciso assegurar aquele lugar no conselho de administração quando se acabar o “tacho”.

  7. Antidogmata says:

    Não sejamos ingénuos. Até parece que não se sabe como esta estória acaba, ou não fossem os governos corruptos e aliados dos grandes interesses económicos. Assim que se comece a sentir impacto da redução da tributação dos produtos petrolíferos vamos assistir à transferência dessa tributação para a eletricidade e do agravamento do ISV e IUC (a par com o fim da isenção dos mesmos nos VE’s).

  8. Gonçalo Ribeiro says:

    É sempre positivo saber isso……o problema é que 500€ por cada automovel n é nada comparado aos lucros por minuto de cada petrolifera.

  9. albino negro says:

    Só 500€ por carro??? ou seja um carro motor a combustão so rende 500€ para as petrolíferas em toda sua vida util???
    “onde é referido que este valor “perdido” pelas petrolíferas se inclui também o montante que o Estado deixa de receber pela venda de gasóleo”
    Andamos a pagar os combustíveis muito baratos entao…

  10. Júlio Gomes says:

    Como é que perdem 500 € por cada carro vendido? Estas contas estão muito mal feita s, a não ser que sejam 500€ por carro e por ano! Mas estejam descansados porque nem as petrolíferas nem os estados vão ficar a perder, os estados e as petrolíferas vão arranjar maneira de compensar o prejuízo! O dia em que os carros andarem a água, até a água vai ser taxada e muito!

  11. Pintor says:

    A presente data os veículos que tenho são 100% eléctricos carregados em casa com apoio de países solares.
    Um deles pode ser carregado gratuitamente em alguns carregadores públicos.
    O custo dos carros está mais que abatido com aquilo que poupei ao longo dos anos em gasóleo e manutenções.

  12. Tecnical says:

    Suponho que este estudo não deve ser levado muito em conta… Estamos a falar dos EUA, onde a maior parte da energia eletrica é produzida com recurso a combustíveis fósseis. Por cá, na europa em geral, o peso das energias renováveis é bem maior.

  13. jaugusto says:

    Não metem pena nenhuma – a quantidade de guerras e tretas que temos de aturar por causa desses oleosos já mete nojo…

  14. Informático Amador says:

    Os três maiores problemas dos actuais carros eléctricos: uma rede de abastecimento ainda curta e a crescer menos que as vendas de carros eléctricos, o tempo que se perde a carregar bateria, e o preço alto de aquisição. E está a dar-se passos no sentido de resolver estes 3 problemas. Vendo bem, um carro novo a combustão que tenha os serviços de um Leaf II, já para não dizer de um Tesla, Fica a que preço? Já pouca diferença fazem… E com um carro eléctrico a greve dos motoristas de combustíveis e matérias perigosas, agendada para 12 de Agosto, seria encarada com um sorriso …

    • Sergio says:

      Esqueceu-se daquele que para muitos ainda é o maior problema: a autonomia. Nem todos fazemos apenas percursos citadinos.

      • Garfield says:

        Eles já não têm 128 Km de autonomia. Basta que o deixe a carregar de noite, porque de resto, o Renault zoe, 300 Km. O Leaf IIb, 385Km, o Tesla, dependendo da versão, pode ultrapassar os 500 Km, isto sem contar com os carregadores rápidos em Hoteis e estrategicamente colocados em algumas auto-estradas. Logo, a não ser que viva no Porto e trabalhe em Quarteira, está garantido.

        • Sergio says:

          Sim mas isso são as autonomias anunciadas pelo fabricante no ciclo WLTP, na prática gostava de ver alguém ir de Lisboa ao Algarve de férias no verão a 90km/h na autoestrada (porque fora dela postos de carregamento é para esquecer) com o ar condicionado desligado, ou a parar meia hora numa estação de servico a “atestar”. Os eléctricos até podem ser o futuro mas por mais que tentem convencer as pessoas do contrário ainda não são alternativa para todos. Dificilmente um Tesla com autonomia de 500km+ e preços a começar nos €50000 para cima num país onde o salário mínimo anda na casa dos €600 se pode considerar como alternativa.

  15. Sujeito says:

    O que interessa aqui não é quem está a perder com o quê.
    O que deveria ser tópico é quem é que vai colmatar essas perdas.

    Olhem para os locais onde já estão a obrigar os donos de veículos elétricos pagar as perdas da indústria petrolífera, para as mudanças de tarifários de rede elétrica e vejam os investimentos feitos com o dinheiro do povo para beneficiar só alguns neste ramo que ainda vão beneficiar em segunda instância com créditos de carbono e tax breaks adicionais para as empresas.

    A questão nunca foi se o elétrico é bom ou mau.
    A questão é sempre como é que as coisas são implementadas.

    • Pedro Ferreira says:

      De acordo: quem é que vai pagar essa implementação? Acho que todos sabemos a resposta. E se a tecnologia sempre serviu para baixar custos, o pplware devia ajudar-nos nesse sentido (traduzindo esta artigo para a óptica do consumidor e não na óptica do meta-mundo das empresas). Senão for para isso (aumentar o nosso rendimento enquanto consumidores, baixando o nosso custo pela utilização tecnologica) não precisamos destas inovações.

  16. Hippo says:

    500euros por ano, certo?

  17. Pedro Ferreira says:

    O que me salta à vista é a seguinte conta: 479 (lucro electricidade) + 100 (lucro das baterias) – 500 (lucro das gasolineiras) = 79€ a mais que o consumidor certamente dá a terceiros. Isto é preocupante (deixar de pagar à Galp para pagar à EDP, venha o diabo e escolha). Mas estes valores estão mal enunciados, porque na verdade a comparação devia especificar se é por ano, se é vida útil, custos totais (incluindo manutenção) e custos de aquisição (sim, também são custos). Isto devia estar escrito na óptica do consumidor e não das empresas.

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