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Ainda se “ripam” CDs em 2022? Microsoft acha que sim e esta é uma novidade no Windows 11

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Adoken says:

    Referem-se a esta versão do media player do windows em particular? É que “ripo” cds com os média player do windows há décadas… a única diferença era que umas versões permitiam logo extrair ficheiros em mp3 e outras noutro formato.

  2. Pedro says:

    Pra que isto se os PCs já não trazem a drive de DVD?

  3. Secadegas says:

    Ainda me lembro quando o media player só ripava os CDs quando se tinha a gaveta aberta antes de ripar…

  4. KodiakShadows says:

    Mas quem é que ainda usa isso. Eu gostava era de rippar os meus discos de vinil, como não sei, compro a música que mais gosto em formato digital.

    • juninho says:

      precisas de placas de captura de audio, e mesmo assim se calhar nao fica com a qualidade da musica comprada, nesse sentido eu pago o apple music por adorar ouvir musicas

    • Lanterna Vermelha says:

      Existem pratos de vinyl para ligar ao pc e converter para mp3… já pesquisaste o que há no mercado?

      • Zé Fonseca A. says:

        Converter vinyl para mp3? Isso é de génio.

      • KodiakShadows says:

        Eu em casa tenho alguns gira-discos, e nunca ia comprar uma lata dessa que converte em mp3 pelo que dizes. Então prefiro comprar a musica na Amazon Prime ou outro semelhante, pelo menos sei que tem alguma qualidade para ouvir nos headphones ou airpods

        • ElectrorelvaS says:

          Ligas o PC à aparelhagem e depois desenrrasca-te. Um pouco de imaginação e alguma pacíencia e fazes isso numa boa…

          • Zé Fonseca A. says:

            Mas quem é que no seu perfeito juízo vai ripar vinyl para mp3?
            Lá atrás quando não se conseguia encontrar qualidade vinyl em streaming tudo bem ripar para um formato lossless como flac ou alac, e mesmo assim… agora mp3, a seguir vais dizer que é vbr, já que só é preciso imaginação..

        • Zé Fonseca A. says:

          Uma dica, Tidal HiFi, apenas ouvir formatos master.

          • ElectrorelvaS says:

            Com esse tipo de palavreado você deve ser um excelente técnico de som perdão da treta. Pelo menos ganha o prémio de cínico do dia…

          • Miguel A. says:

            Essa dica do Tidal é engraçada, mas não tem lá tudo. Há muita música que não existe lá. Alem disso, a questão desta notícia é ripar a música que se tem em casa, não é ir ouvir música na net.

          • Zé Fonseca A. says:

            ElectrorelvaS, estou muito longe de ser técnico de som, apenas tenho idade suficiente para que na minha geração os homens eram curiosos e gostavam de aprender de tudo um pouco, eu veja-se lá até liam livros para aprenderem, hoje com tudo de mão beijada na internet não dão uma para a caixa.

            Miguel A., logico que não tem tudo, isso seria impossivel, tem 90 milhões, as mesmas que estão no Apple Music e no Spotify, a grande diferença é que 90% das musicas têm disponivel a opção “master” que é precisamente a versão de estudio, antes sequer de ser passada a vinyl, e as restantes musicas têm versões HiFi que se aproximam muito à qualidade vinyl. E pasme-se, possibilita descarregar localmente para ouvir em offline, pergunto-me então qual a necessidade de ripar um vinyl, é que eu entender a necessidade de ouvir um vinyl em vez de um master, pelo som caracteristico do mesmo, não entendo passar um para formato digital, muito menos para formatos com perdas gigantes.

          • Miguel A. says:

            Zé Fonseca A. O tema desta notícia é ripar música que se tem em casa, logo, o vinil foi um tópico que surgiu. Se não há no Tidal, essa questão deixa de existir. Quanto ao aparecer o Master, já cometeste um erro. As músicas antigamente eram gravadas em estúdios analógicos, masterizadas em analógico e colocadas em redbooks analógicos para fazer os masters analógicos, nomeadamente o molde do vinil. Se digitalizas um Master perdes as característica do analógico (como por exemplo a distorção harmónica). Pior, com o advento da digitalização nos anos 90, os clássicos muitos deles foram remasterizados, a pensar na gama dinâmica de 96db do CD (16bit X 6db) e principalmente no espectro de frequências que o CD só vai até 22.050hz (metade dos 44100hz, teorema de Nyquist), enquanto o vinil vai até aos 50khz. Ou seja, teve que se fazer ajustes nos masters digitais para evitar problemas de ondas fantasma (aliasing auditivo) e eventuais problemas de distorção digital com as diferenças de gama dinamica entre o analógico e o digital. Quando passamos um Master digital para um vinil (modas da última década), estamos a entregar um produto falso, uma mostra digital num formato analógico, só para ganhar dinheiro. Porque se a música não for toda gravada, misturada, masterizada em analógico, não faz sentido. Ou seja, o som característico que falas de um vinil da época não é do vinil, é de todo o processo analógico da gravação. E quando ouves um Master digital no Tidal, já levou um ajuste para se comportar devidamente nos padrões do digital. Nunca poderás dizer que um Master digital no Tidal vai soar ao original de músicas gravadas em ambiente analógico, porque não é, passou por um processo de conversão. Agora se me perguntares qual prefiro? Claro que prefiro o digital, só quem não trabalha na área é que não sabe as dores de cabeça de trabalhar com analógico.

    • Vasco says:

      É muito fácil. Uma de entre muitas formas existentes, sem ter de adquirir conversores DAC ou pratos com saídas digitais como conversores USB, etc, é seguir os passos deste link:
      https://www.choice.com.au/electronics-and-technology/home-entertainment/home-audio/articles/digitise-vinyl-records-without-usb-turntable
      Para mim o ideal é no software que usar no PC escolhe um formato sem perdas resultantes de compressão – se puder gravar num formato raw melhor, e definir a frequência de amostragem da digitalização para o valor mais alto possível.

      • Luis Henrique Silva says:

        É mais fácil arranjar uma placa de som externa com entrada de som vermelha e branca, tenho uma assim, pra quê tanta complicação, amploficador depois ai ligar ao pc por jack 3.5 …

        • ElectrorelvaS says:

          O truque a ter em conta acaba por ser no software de gravação do áudio num formato que seja o mais puro possível, tenho alguns vinis que até hoje nunca encontrei em formato CD (embora tenha já desistido há uns anos de os procurar de novo) e a aparelhagem que tenho ligada no PC só funcione em modo de amplificador para as colunas e o gira-discos não funcionar. Tivesse eu dinheiro para investir e um amplificador (tenho um segundo gira-discos da minha aparelhagem original guardado) com múltiplas entradas/saídas dava muito jeitinho…

          • Miguel A. says:

            Não é nada o software de gravação. Qualquer audacity grava num formato sem compressão a 192khz de sample rate e 32bits de resolução, o que já é um disparate, com ficheiros estupidamente grandes. O que interessa é a qualidade do leitor de vinil, o pré amplificador, cabos decentes com fichas decentes e a interface áudio do PC (óbvio que as ligações onboard não valem um chavelho), ao fazer a gravação com sample rates elevados, o Word Clock da interface tem que ser muito bom, ou então usar Word clock externo, mas entramos no campo do equipamento profissional.

    • Manuel da Rocha says:

      Ainda há poucas semanas esteve no Lidl (passe a publicidade) um giradiscos, leitor de cassetes, leitor de CDS e que permite gravar para Mp3, qualquer faixa de um desses meios. Custava 60 e poucos euros. É só usares o disco, ligares uma pen ou cartão de memória e deixares tocar. O pior é que precisas de usar o comando para separar música a música. Depois de uns discos/cassetes, consegues gravar tudo enquanto ouves. Na pen é só descarregar para onde quiseres.
      Tenho a versão de 2006 e fiz colectâneas, gravadas para cds, para a minha mãe ouvir no carro, dos discos dos anos 60 que já não usavam há muitos anos.

      • Zé Fonseca A. says:

        Se ao menos tivesses partilhado isso mais cedo, tantas k7s do Marante que a minha avozinha deixou de herança e eu aqui sem as poder por tocar..

    • Miguel A. says:

      Ligas o teu leitor de vinil a um interface audio (por exemplo uma Focusrite Scarlet 2i2). Gravas em Wav, a 48Khz a 24bit, para perder o mínimo de qualidade. Partindo do princípio que o teu leitor de vinil é bom.

      • Zé Fonseca A. says:

        Já está a subir, isto a ver quem dá mais, começou em mp3 agora já vem em wav, acredito que eventualmente conseguiremos lá chegar.

        • Miguel A. says:

          Queres melhor que o wav? A qualidade dita-se pela taxa de amostragem e resolução. O wav é um formato sem compressão. Sugeri a Scarlet porque tem uns bons prés, não é como as alternativas com placas onboard que estão a sugerir que só adicionam ruído a conversão.

          • Zé Fonseca A. says:

            Errado, wav não é lossless, wav é o tipico cd quality, apenas é uncompressed, de lossless não tem nada.
            Devias ler: https://www.headphonesty.com/2020/04/best-audio-file-formats-explained/

          • Miguel A. says:

            Lê as coisas como deve ser, o wav é um formato pcm sem compressão, logo se não tem compressão, também não tem perdas. Nem sequer se coloca na categoria dos formatos de compressão lossless (como por exemplo o flac). Estás a falar disparates com isso do CD quality. O padrão CD é de 44.1khz a 16 bit sem compressão. O wav suporta até 192khz a 32 bits. Isso nem sequer é uma comparação a ser feita. O CD e o o wav não tem perdas, são formatos não comprimidos. Aliás, o próprio link que mandaste diz isso. Se não tens bases para perceber a tecnologia áudio não te aventures, lê com calma, se tiveres dúvidas, posta aí, sem medo.

  5. Carlos Esteves says:

    Sim, ainda se ripam CDs e vai continuar a ripar.

  6. Tiago Nunes says:

    Tendo em conta que a grande maioria dos equipamentos vendidos já vem sem drive de CD/DVD/BD, é uma não notícia.

    Além de que o WMP já permitia «ripar» cds há anos…..

  7. El Chato says:

    Epah eu acbei de olhar para o meu armario de CDs e DVDs e tenho la coisas que nao encontro nas “tretaformas” versao original da matrix. Originais dos planeta dos macacos, etc…

  8. Fernando Fernandes says:

    Sim claro que contínuo a ripar e se não o fazia mais vezes é porque tinha de recorrer a um PC antigo existente em casa dos meus pais

  9. Marco says:

    É verdade ainda se ripam CD como eu faço para ouvir nos meu astell&kern e fiio m9.
    Muito bem e muito útil para quem ouve música com qualidade,só falta poder ripar cd para aiff, mas não sei se é compatível com Windows.

  10. RSL says:

    A questão é que colocam esta opção disponível mas neste momento quase nenhum equipamento vem com drive CD/DVD…
    A não ser que depois se compre aqueles adaptadores de drive CD/DVD externos

  11. David says:

    O Windows está no mundo inteiro. Países onde quase não há internet. O mundo não é a Europa.

  12. Manuel da Rocha says:

    Exemplo simples: segundo a lei só podem ouvir música se pagarem o serviço de streaming (e a ligação internet), possuírem um meio original ou rádio FM (ou DAB).
    Se possuem um conjunto de cd’s e vão fazer uma longa viagem de carro, maioria das vezes, é mais simples riparem 10 (cerca de 135 músicas) e ficam com mais de 9 horas de música gravada numa pen ou cartão de memória. Não ficam dependentes de irem na A1 e a internet falhar, não há nenhuma estação memorizada, daquela região, e tem de estar à procura. Ao mesmo tempo poupam 74% da energia, pois a leitura de um ficheiro MP3, de 128kbs, gasta quase 80% a menos de energia que um serviço de streaming.

  13. 1moment says:

    Esperando aprimorar o uso do diskette 5 1/4 e Floppy Drives…..

  14. R. Ahcor says:

    Estranho ripar CD’s de música?…
    Ao que chegou a estupidez!
    Eu comorei/investi mais de 5 mil CD originais, além de cerca de mil discos em vinil. Uma colectânea que vale uma fortuna, porque aqueles Anos 60, 70 e 80 tiveram os maiores êxitos musicais de sempre!
    São gravações feitas, na maioria, nos maiores estúdios do mundo! Refiro apenas a RCA e a SONY.
    Por isso, ripo muitos GB de música única e de extrema qualidade.
    Porque plataformas como Spotify são para ouvir no carro, com o Android Auto no seu apogeu.

  15. LarilasOS says:

    Eu ainda “ripo” CDs de música…é que tenho (quer dizer…agora já ripei) CDs que não existem nas plataformas…ora procurem lá a compilação Kremlin a ver se acham…só no YouTube com aquela qualidade da treta de compressão do YouTube…ou o Professional DJ’s por exemplo

  16. anonimus says:

    Xiiii ripar cd’s nem dvd’s há anos que já não faço nada disso, se bem que nos dias que correm já nem drive uso ou tenho nos pc’s para isso, o que tenho de cd’s, dvd’s e BR’s originais estão guardados e tenho os leitores de mesa para ver, de resto já não compro cd\dvd há muito tempo, pois para o meu uso o espaço já não é suficiente, tenho de usar um NAS e espaço na cloud para backup’s.

    Com as novas tendencias estes métodos estão mais que condenados, tal como aconteceu com as diskettes entre outros formatos.

  17. Tiago M. says:

    Há 18 anos ripava CDs com fartura, especialmente aqueles CDs que estavam riscados e que aparelhagems não liam nadinha de nada… Bons momentos.

  18. LarilasOS says:

    Tanta gente aqui com cartridge Technics e agirá da Ortofon ponta diamante…usando turntables da Sony que mandam o som via bluetooth ahahah

  19. Pedro says:

    Bem podia melhor a área de comentários!
    Tamanho de letra pequena! Será um 6?
    Podia ter a opção de pôr os dedos no ecrã e ampliar!
    Tem de se tirar um print para se ler e escrever!

  20. Leonardo says:

    Eu acredito que a MS está fazendo isso como um incentivo para as pessoas riparem os CD’s e DVD’s que ainda lhe restam, pois num futuro bem próximo não haverá mais essa possibilidade.
    Eu tinha uma coleção enorme de filmes e músicas em discos analógicos e só comecei a ripar há uns 7 anos atrás. Até hoje não terminei de ripar todos, mas diminui bastante a tralha física. Restam-me ainda 50 DVD’s e 8 CD’s e pretendo ripá-los ainda este ano. Então, não julguem quem ainda tem discos analógicos porque dá muito trabalho fazer a conversão. Vamos respeitar o estilo de vida de cada um.

  21. LarilasOS says:

    No dia em que encontrarem o disco do José Cid “10 000 anos entre Venus e Marte” no Tidal em Lossless digam, sff…isso e os discos da Marina Mota…ah, e último disco do José Cid “Vozes do além”

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