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ProcMon: Mais uma app do Windows que a Microsoft levou para o Linux

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Silvio says:

    A Microsoft quer abocanhar os servidores, não está nem ai para o Linux.

    • ze says:

      Microsoft sempre dominou o segmento dos servidores.
      Vocês é que gostam de se basear em números de servidores web, frontends aplicacionais e etc, só aí o linux domina, convido-te a dares uma vista de olhos por qualquer uma da fortune 500, se fores então para PMEs, fogem do linux a 7 pés.

  2. Sardinha Enlatada says:

    A M$ e como o virus Covid, entranha-se todos os dias na mente das pessoas. Essa estrategia ja e bem conhecida e pelos vistos resulta. Devagarinho devagarinho consegue os seus objectivos. Fico a questionar de que forma a GPL pode proteger o linux ? Uma vez que muito codigo fonte e copiado para o codigo proprietario, nao deixa de ser roubo apesar de os outros nao serem obrigados a mostrar o codigo. Esta ai uma boa falha que devia ser revista pela GPL. Senao isto assim e uma festa e ninguem e punido.

    • Alo says:

      O GPL já é uma festa. Não entendi o teu comentário.
      Não podes deixar a porta de casa aberta e depois achares que teres uma câmara a vigiar a porta 24×7 é uma boa solução.

  3. Samuel MG says:

    Mais uma app inútil no Linux.

    • Eu says:

      Alguma vez usou o procmon? Não é o task manager, é o process monitor.
      Se não, não diga disparates.

      • Samuel MG says:

        Já existem apps que fazem isto. O Linux não precisa de apps da mirasoft. Portanto é mais uma app inútil feita pela mirasoft.

        • Eu says:

          Falou muito, mas disse pouco. Indique me quais apps fazem o que do procmon. Não deve ser difícil indicar algumas, visto que existem tantas. Mas se calhar tem tantas certezas porque não sabe o que é o procmon

  4. Luis Tomás says:

    WSL…
    Microsoft love Linux…

    Quando é que a Microsoft vai mostrar o seu love e lançar o Office para Linux ????

    A questão é só essa.

    Quem paga para usar no Windows, também paga para usar no Linux.

    Essa é uma das questoes que o mundo Linux devia de falar, e deviam de por um travão nessas incorporações e cooperação da Microsoft sob o Linux

    Eu uso o livreOffice.Mas sei que há muito gente / empresas que é um bloqueio.

    • Samuel MG says:

      A Mirasoft nunca vai lançar Office para Linux pois se lançar vai perder 40% da cota do OS

    • Eu says:

      Tens a versão web disponivel em todos os sistemas operativos. Qual é a obsessão com ter o Office desktop em Linux? A arquitectura do Office não é cross-platform. Para fazerem uma versão strip-down como a do macOS, não vale a pena perder tempo. Mais vale investirem numa codebase partilhada com tecnologias web.

      • paulo g. says:

        porque o on-line é uma treta… e incompatível com eles próprios. O libreOffice dá e sobra para 99% das pessoas, precisam é de aprender o worlflow…

  5. irlm says:

    quando é que chega o Edge para Linux?
    só para experimentar…

  6. Compilador says:

    E qual é o caso de uso desta aplicação face ao que já existe há décadas no Linux?
    Faz algo melhor? Faz algo que não dava para fazer?
    Qual é a vantagem?

    • Eu says:

      O que é que já existe há decadas no Linux?
      Já algumas vezes usou o procmon? Qual é a app que existe há decadas no Linux que tem feature partity com o Procmon?
      Qual a vantagem? – É simples, usar a mesma tool numa diversidade de OS. Mesma vantagem de ter a PowerShell no Linux e macOS. Não é que a PS seja melhor que a bash ou zsh, simplesmente ficar mais facil para gerir um pool de sistemas Windows e Linux.

      • Compilador says:

        Mas qual feature parity? Isso não passa de um buzzword da Microsoft. Queres mais feature parity do que a mesma ferramenta comparada a este software poder ser instalada e correr sem nenhuma complicação nas dezenas de distribuições de Linux?
        O que esperas mais? Que façam uma “adaptação” para Windows?
        O Procmon não tem nenhuma característica que o distinga do que existe por defeito em qualquer distribuição de Linux. E a mesma “tool” está presente em todos os Unix like, inclusive no MacOS.
        E já agora, vantagem de ter PowerShell no Linux e MacOS?
        Mas qual vantagem? A vantagem é literalmente zero, ou para ser mais preciso, muito abaixo de zero, visto que entre montanhas de incompatibilidades entre PowerShell e todo o ecossistema Linux ou MacOS, torna tudo muito penoso. Aliás, quem seria o pouco que deixaria de usar bash, zsh, tcsh, fish, para usar PowerShell? Isso nem é assunto na comunidade Linux.
        Só mesmo um fã de Windows acérrimo pode ser que equacionar tal coisa.

        • Eu says:

          Claramente você é um elitista e você acha o que pode ser usado na comunidade Linux ou o que não pode ser usado. Caso não tenha percebido, a vantagem é facilitar a gestão de vários OS diferentes (widows e Unix based). Se tivesse lido o que escrevi percebia que o objectivo não era substituir as shells do Unix. So algumem tão cego pelo fanatismo e tribalismo pode ter uma opinião tão superficial. Cada tool tem a sua função e cenário. Não existe uma tool que serve para todos os cenários e para toda a gente. Eduque-se antes se dizer disparates.

      • Compilador says:

        E tens aqui em baixo o quando ocupa esta tal mega ferramenta que faz zero a mais do que faz um htop. Sempre desconfio de vendedores de sonhos, ainda para mais quando o sonho é muito pior que a realidade.

        https://lh3.googleusercontent.com/-R9z-yhOfM7o/XxHEpVT6a5I/AAAAAAAABMk/mQq51tS9WM0p7khwWD41MEVAn8yOFPoiQCK8BGAsYHg/s512/2020-07-17.png

        • Eu says:

          Claramente numa usaste o Process Monitor e vens para aqui dizer disparates. Com o htop consegues ver os ficheiros que estão a ser acedidos por um processo em real time? Consegues ver tráfego de rede em real time? Se sim explica me como. O process monitor é o task manager, é so um noob é que não perce a diferença. Abre o programa e vê o que faz.

        • Eu says:

          Percebo que a culpa não seja inteiramente sua. Quando tem um artigo que em vez de explicar o que faz a tool, apenas diz que está disponível em Linux e fala noutras tools. Mas que eu saiba o Google ainda é grátis. Nada custa procurar e evita passar por ignorante ou sabichão

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