PplWare Mobile

Microsoft vai fechar todas as suas lojas físicas permanentemente


Fonte: Microsoft

Autor: Marisa Pinto


  1. mrProTech says:

    R.I.P 🙁

    E para quando as lojas de Apple é que vão fechar permanente?

  2. saldoso says:

    O simples facto é que a Microsoft não tinha grande movimento nessas lojas!

    • Fulano says:

      fala quem nunca lá foi….

      • saldoso says:

        Não preciso entrar numa para ler o que se dizia sobre o movimento nas lojas da Microsoft, nem entrar numa seria suficiente para chegar a uma conclusão sobre o sucesso da cadeia de lojas.
        O facto é que elas foram pensadas numa altura em que a Microsoft achava que iria também vender muito hardware [smartphones…] e numa tentativa de imitar o protagonismo da Apple! Nas duas coisas ficou aquém…

  3. Vitor says:

    Acho que foi uma decisão acertada e inevitável da Microsoft! A Microsoft é essencialmente uma multinacional especialista em software e embora tenha uma excelente gama de hardware (consolas,ratos,teclados,hibridos,etc) a mesma embora com qualidade não deve justificar a “cadeia” de lojas que tinham abertas! Ainda por cima têm um excelente serviço de vendas,entregas e pós vendas virtuais…

  4. Sub says:

    Aqui em Portugal acho que mal têm lojas…. Quando liguei para eles disseram-me que em Portugal aquilo não é para os equipamentos é só para o sistema operativo e mandaram-me ver na net um link para pedir suporte.
    E quando fui ao link e recorri ao seu serviço foi surreal… vendem os produtos mas não reparam e mandam comprar outro novo. Falo disto por experiência própria para os Surfaces em que vendem mas não dão apoio nenhum. Se estiver na garantia substituem ou pensam em mexer mas tem que ir para Espanha, e se já tiver passado mandam-nos passear, não têm reparação e ainda têm a audácia de propor um equipamento abaixo e obsoleto ao preço de loja para substituir o meu.
    Nunca vi nada igual… E não estou a falar de uns headphones ou earphones, falo de um portátil Surface Pro.
    Mau demais para ser verdade….

    • JJ_ says:

      1. As grandes marcas raramente reparam um equipamento avariado dentro da garantia, regra geral dão um novo. Em alguns casos a única coisa que é igual é o chassi, o interior foi tudo substituído, não reparado. Isto porque a substituição dá uma maior segurança a marca que o produto eventualmente não voltará a ter problemas.
      2. Qualquer marca, após os 2 anos de garantia, deixa de fazer substituições/reparações dos equipamentos.
      3. Regra geral a marca, nunca dá a possibilidade de reparação num equipamento após garantia. E se apresentar um orçamento, o valor indicado é alto de mais e não irá compensar a reparação.

      Em resumo… essa experiência não é má apoio… foi azar em o equipamento avariar após a garantia.
      Se tiver na garantia, e ao fim de um ano o equipamento avariar, darem um novo até é bastante bom. Acho que é sempre preferível ter algo novo do que algo reparado.
      Depois, se a garantia já passou… não se pode exigir uma reparação.

      Quando um artigo, não importa a marca, avaria depois da garantida, para ser reparado, tem que se recorrer a uma empresa especialista em reparação.

      Temos de ter em mente que o negocio destas empresas é vender não é reparar.

      • Jorge Carvalho says:

        “3. Regra geral a marca, nunca dá a possibilidade de reparação num equipamento após garantia. E se apresentar um orçamento, o valor indicado é alto de mais e não irá compensar a reparação.”
        Só podes estar a brincar … Todas as marcas que tive até hoje sempre repararam os equipamentos fora de garantia , se o preço compensa ou não isso é uma decisão minha.
        Em alguns casos compensa.

        Abc

      • Sub says:

        Discordo! Marcas como Apple, HP, Samsung, etc… são gigantes que dão apoio após a garantia ter passado. Se o custo da reparação é viável ou não, cabe ao utilizador decidir.
        O que cabe a estes é apresentar a solução.
        Trabalhei como responsável de pós-venda em uma multinacional sueca presente em mais de 185 países, e que esteve recentemente no Top100 da Forbes, e a regra de um grupo gigante como esse é simples, o cliente é que decide!

        Cabia-nos apresentar a solução ao cliente, e fica-nos bem em explicar por A+B porque razões não é viável, mas é sempre possível e a decisão é do cliente.
        Se o cliente achar que não quer fazer um investimento novo, se o cliente tem um valor sentimental pelo equipamento, etc etc etc…. cabe ao cliente decidir o que fazer.
        Havia casos de equipamentos que eram dos anos 80 e ao qual as fábricas que faziam esses equipamentos, deixaram de fazer e não mais existem.
        Qual a resposta? Apresentar os desenhos e características das peças a um fornecedor, ver se a consegue criar, etc etc etc… e apresentar o preço ao cliente. É simples….
        O cliente pode não gostar dos valores mas é uma solução.

        E assim a mesma faz com que os seus clientes voltem e são líderes de mercado no seu segmento.

  5. falcaobranco says:

    Covid-19 …

  6. J says:

    Não fazia muito sentido uma vez que a empresa vende software e pouco hardware. Não há tanta necessidade de sentir e ver o produto. Ninguém vai a uma loja experimentar software.

  7. Wonka says:

    Aqui no centro Londres então acabaram de abrir uma loja que só esteve operacional umas semanas e depois fechou por causa do COVID e para não abrir mais haha

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.