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Deveria o Estado Português adotar Linux nos serviços públicos?

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. Jota says:

    Se muito gente considera que a administração pública já não funciona bem, então com o Linux ia ser o caos total! Tenham juizinho na cabeça! A evolução faz-se para a frente, não para traz! Só porque há meia dúzia de iluminados que dizem “Ah e tal, eu com o Linux consigo fazer tudo o que faço com o Windows” isso por si só, ou juntando o facto de ele ser grátis, não são motivos suficientes para mudar de uma coisa que até funciona bem, para uma coisa que se pode dizer “dá para fazer”!

    • Ricardo says:

      Exatamente. Se com windows já corre mal, imaginem com linux.

      • Zedotelhado says:

        Com o windows corre mal porque é necessário investir dinheiro nos programas, o estado gasta o mínimo e quer o máximo.
        E depois a culpa é dos funcionários, o foco no lugar errado desculpa a falta de capacidade de quem governa este País.

        • Ricardo says:

          fosse só isso

        • Traveller says:

          Quer dizer que com linux os programas são de borla santa ignorância, o valor de um licença windows para o estado é irrisório em comparação a ter que ir dar formação a todos os funcionários e substituir todo o software quero ver que software há para o estado de contabilidade e facturação a funcionar em linux.
          Daqui a alguns anos quando todos os programas forem via browser até poderá ser agora era para esquecer há varias tentativas e quase todas correram bastante mal e voltaram para windows.

          • Samuel MGor says:

            Substituir o software? Não é preciso. Se instalarem o wine a quando da instalação do Linux. Já agora não é tão difícil usar o Linux, até um rapaz de 10 o consegue usar.

          • Miguel A. says:

            Esquece lá o Wine. Nem tudo funciona lá. Software profissional tem que trabalhar em condições. Não posso estar sujeito a problemas de compatibilidade. Imagina eu ter um Protools, com centenas de de bibliotecas, ligadas a uma placa de som virtual, em protocolo dante, com latências abaixo dos 1.5 ms, rodar sem stress nenhum no Linux? Deixa-me rir..

      • Vitor says:

        A maioria dos serviços públicos usa um browser para aceder a uma plataforma com serviço. Penso que é indiferente o S.O. que se usa.

        A malta que fala em retrocesso por se usar linux deveria abrir um pouquinho a mente e experimentar, porque realmente “Ah e tal, eu com o Linux consigo fazer tudo o que faço com o Windows”…e depois dá para fazer tanto mais…

        • Zedotelhado says:

          Vou-te abrir um pouco a mente
          Se tiveres uma aplicação que tenha sido desenhada para uma versão de Browser X com acesso a base de dados se mudares o SO essa versão não está disponível é preciso refazer tudo e isso implica muita gente , muitas horas de trabalho e muitos testes com a agravante de teres de garantir que no fim as aplicação têm de ser compatíveis com os vários departamentos e com aplicações de terceiros, poupas num lado gastas no outro.

        • Adeus says:

          Vítor, existe aplicação web internas importantes nos diversos organismos do estado que apenas são compatíveis com o IE. É mais complicado do que pensas.

          • lucas says:

            Existe quem não saiba isso e pensa que tudo funciona no Linux e de borla. No lugar onde estou mudaramr uma aplicação que usa windows e já esta o caldo entornado é barato mas só funciona metade.

          • LinuS says:

            Então que atualizem a aplicação web, visto que já nem o ie existe suporte, até a microsoft começou a usar linux e abandonou o windows server… muita gente fala sem nunca ter usado

        • Nuno says:

          Não sabes do que estás a falar, Só eu no meu serviço uso uns 3 Softwares diferentes…e depois tens de ter as compatibilidades com Impressores “todo o tipo de impressores, as de papel, as de etiquetas, as de senhas, e por ai fora”. Seria PARAR o sistema Público. Esta questão nem sequer se põe.

        • Bruno Galvão says:

          Estás a leste do paraíso. Há várias aplicações dos organismos que só funcionam em IE 8, sim 8, e coisas muito bastante importantes.

    • O outro JOTA says:

      Revelador de uma certa ignorância.

    • Opah says:

      @Jota
      +1

      Eu adoro e uso Linux mas temos que entender que infelizmente não é fácil aplicar em massas.

    • o correCto says:

      …não para trás!!!!

  2. Fusion says:

    Quem paga depois passados alguns meses a migração novamente para Windows?
    É tudo muito bonito, mas temos exemplos pela europa que a adoção pelo linux acabou por sair mais caro do que manter Windows.
    Se está bom não mexe, e visto que é os nosso dinheiro que está em jogo, pff não façam nada.

  3. Str says:

    Devia, mas não pode. O servidor e o desktop Linux tecnicamente são mais simples de gerir.

  4. Carlos says:

    Como declaração de interesses, devo dizer que, infelizmente, percebo muito pouco de Linux.
    No entanto, mesmo enquanto mero utilizador, penso que a questão não deveria ser esta – “Linux VS Windows”…
    Acredito que este tema é de extrema importância, tanto para Estado Português quer como para a própria UE.
    Não há como negar, que hoje somos “reféns” quer quando utilizamos o Windows ou MacOS, (para nem sequer falar de smartphones), mas também assim como de qualquer produto, (leia-se software), independentemente da sua finalidade…
    Não sei qual será o futuro… Mas adorava ver este tema a ser debatido em questões que penso que deverão anteceder a esta, como por exemplo: “MS Office VS Libre/OpenOffice” ; “Firefox vs Chrome”; “Adobe Reader VS Sumatra”… ou então, e, ainda, muito mais importante: “.docx vs .odt”.
    Cumprimentos a todos.

    • Zedotelhado says:

      É importante não esquecer que seja no estado seja no privado o software não se resume apenas ao SO e ao Office existem uma multidão de programas que é preciso substituir e pode ser uma carga de trabalhos encontrar algo que funcione e bem. e que possa falar com outros programas e bases de dados.

  5. :-) geek ??? says:

    dos muitos anos que levo a laborar na administração pública, concluo que a grande maioria dos funcionários do estado são uns iletrados com um curso superior que, entre muitas “coisas” que não sabem, também não conseguem usar as ferramentas da microsoft … pergunto então: o que irão fazer quando os pc’s tiverem um s.o. da linux?

    • Zedotelhado says:

      Está descansado que nos meus 20 anos de privado mostram que tb é mesma coisa.

    • Nuno says:

      Será que são eles que têm o curso superior e não sabem nada, ou Será que eles têm a escola toda e o burro és tu? Já pensei como tu…. Acho é que estamos ambos enganados… Os Burros provavelmente não são eles…

      • :-) geek ??? says:

        também já pensei nisso e concluí que provavelmente laboro num sistema que privilegia determinados aspectos menos nobres em detrimentos de outros, desprezando totalmente a meritocracia e os individuos que de facto trabalham arduamente em prol da comunidade … talvez esteja enganado como afirma, mas alguém tem de estar 🙂

    • Samuel MGor says:

      Como o meu falecido pai dizia “Só se entra no estado com CUNHAS.”

    • Luíz says:

      Da Linux?!!! Alguém que explique que Linux é o Kernel, existem várias interfaces que o usam como base… Digo eu que tanto uso Windows e Linux. Concordo que para software proprietário não será fácil correr num sistema Linux. Tenham calma quando falam em substituir o sistema a 100%, mente aberta e de valor é aquela que reconhece as vantagens e desvantagens de cada sistema e sabe muito bem que eles se completam. Talvez num futuro próximo se possa migrar para sistemas Linux no setor público, neste momento pode ser complicado. No entanto penso que não haverá problema de em casos isolados ter os dois sistemas e então haverá segurança e também economia nas licenças, até porque não podemos esquecer que Linux já nós usamos no sistema Android.

  6. Amilcar Alho says:

    Vou buscar uns amendoins e uma fresquinha… Mais alguém quer?

  7. Carlos says:

    Enquanto fizer parte do léxico “um ficheiro word” ou um “Excel” em vez de falar em documento de texto ou folha de cálculo… será muito complicado.

    Felizmente, vejo os putos a fazer trabalhos tanto na solução da cloud do Google como na solução do Office da MS. Vai demorar é tempo até chegar à função pública…

    • Sergio says:

      Mas isso até convém especificar, podes ter vários documentos de texto e ter que ser em word especificamente, e não um ODF ou bloco de notas.
      É verdade que já existe uma grande integração dos formatos, mas não vale apena facilitar

    • Traveller says:

      mas depois tens a folhas de calculo excel com add-ins que quero ver migrados para outras folhas de calculo.

  8. Golinus says:

    Concordo com a mudança, mas existe casos que não e’ pratico. Se querem mudar para linux, os serviços/aplicacoes deveriam ser migradas para formato Web. Um setor onde esta mudança deveria existir, e’ no ensino publico, onde a melhor solução serio o chromeOS

    • Indignado says:

      Agora é que acertaste no ponto fulcral, o problema não é nem nunca foi o sistema operativo, o problema são as várias aplicações e dependências que estas tem do sistema operativo.

      Se o estado parasse de adquirir aplicações que só correm num determinado sistema operativo o problema iria desaparecia gradualmente.

      Querem saber o mais ridículo ? Apesar do estado ter algures uma directiva que recomenda a adopção de opensource tem organismos que nas comunicações entre si recusam tudo o que não for de um determinado formato, isto obriga que todos os organismos tenham que adquirir software especifico o que logo a partida impede o uso massivo de opensource.

  9. joao says:

    Talvez somente para servidores. Para as máquinas de usuários não tem como.

  10. Gianluigi Buffon says:

    nao brinquem com assuntos serios

  11. Rui says:

    A alemanha já tentou e anos depois tiveram de voltar atras, resultado gastaram o dobro do dinheiro.

  12. J Martins says:

    Acho que é preciso conehcer bem a realidade da função publica antes de dizer que se deve adoptar linux.
    Não é praticavel a mudança e os serviços não iriam ficar mais eficientes por causa disso.

    Claro que algumas alegações, para o uso do linux, poderia ser o custo das licenças. Eu diria que o custo de licenças é residual no total do peso da administração publica nos bolsos do contribuinte. O problema da função publica não é o SO. O problema é, diria:
    – material obsuleto;
    – software que carece uma actualização
    – um bom sistema de gestão de recursos humanos
    – ter os diversos serviços interligados;
    – ter uma gestão de TI centralizada para que a gestão TI da administração publica (central e/ou local) não seja feita caso a caso. Isto iria também ajudar com a ciber-segurança .

    Não vejo vantagem em usar linux, tendo em conta todo o contexto e não apenas S.O Versus S.O . A malta tem de deixar de comprar o linux de hoje com o windows de há 10-15 anos atrás que a função publica usa hoje.

    • Samuel MGor says:

      Eu também não vejo vantagem em usar o windows. Ainda acho que têm de deixar de comparar o Linux de hoje com o de há 10-15 anos atrás.

  13. Nuno says:

    Deixo é outro desafio para pergunta…

    Deveria a UE apostar em desenvolvimento de software que traga autonomia relativamente ao mercado norte americano?
    (Microsoft, Google, etc etc)
    E em hardware?

    Temos noção do que seria se não estivéssemos dependentes do mercado norte americano? Porque motivo não existe na UE uma vontade que se siga um caminho autónomo que traga desenvolvimento tecnológico e uma realidade mais coerente com a cultura europeia?

    Saudações

    • Sergio says:

      Concordo, mas a nível de software já vamos tarde, deve haver muita patente a proteger e muita conceção que so termina em 2050 na melhor das hipóteses.
      No inicio do milénio a Europa deveria ter tomado essas opções, mas quando a visão é curta..

    • Indignado says:

      A resposta e simples, é economicamente impossível.

      Imagina que de um momento para o outro vais desenvolver hardware de raiz, o tempo e investimento necessário para chegares ao nível do que já existe e massivo e vai levar anos e anos.

    • Fusion says:

      Para desenvolver sistemas operativos do nível e qualidade da Microsoft, Google, etc etc é necessário $$$ e onde se vai arranjar esse capital? Aos bolsos das pessoas?
      Uma empresa privada não se vai meter a desenvolver isso a menos que haja fundos para tal, mas todos sabemos como corre aplicação desses fundos

    • Nuno says:

      Com todo o respeito… Cá em Portugal quanto é que se paga a um engenheiro de software de TOPO? Estamos a falar da Nata da NATA, uns 3 ou 4 mil Mensais? Nos estados unidos…. ganhas mensalmente uns 60 a 100 mil se fores do TOPO DO TOPO, fora as regalias que tens lá como, Carro de empresa, Telemovel, Pacote de internet, seguros de saude para familia, jantares , almoços and so on… Financeiramente não somos nada competitivos, por isso é que não vês grandes avanços tecnologicos em Portugal, assim como no resto da europa. Existem alguns… mas nem é comparavel.

  14. Ru says:

    Leio os comentários, e vejo isto de outra forma.
    Os pcs dos utilizadores finais não deveriam ter acesso de administrador/root. Deveriam ser configurados com o software necessário e usarem uma conta limitada onde não possam andar a inventar.
    Dito isto, na minha opinião servidores com Linux, terminais com Linux devidamente configurados, e não vejo onde haveriam problemas. Quem usa os pcs está lá para trabalhar com as ferramentas necessárias e ponto final.
    O problema é mesmo o estado migrar tudo para Linux e com uma equipa competente. Caso o tentassem, o mais provável seria arranjarem uns tachos a alguém e depois nada funcionaria em condições.
    E claro, adoptar formatos abertos e nada dessas tretas de formatos proprietários.

    • Traveller says:

      quem te disse que os pc’s windows estão com acesso administrador/root na administração publica?????????

    • Rui says:

      A minha mãe quando os pcs foram atualizados em 2004 e passou para XP, nem wordart tinha, solitário bloqueado, tinha acesso ao office básico e às ferramentas proprietárias, aquilo era do mais fechado que já vi.
      Tens ministérios completamente avançados, com arquitectura cloud já quase de forma exclusiva, com boas equipas técnicas e dedicadas.
      Claro que o oposto existe.
      Já agora open source é muito giro, mas pegar no telemóvel e ligar a alguém quando à raia também da jeito e isso é em software pago apenas, pelo menos para acesso aos developers

  15. Cláudio says:

    A transição teria de ser por fases com uma análise caso a caso (com o levantamento de requisitos departamento a departamento). Em primeiro lugar começaria a fazer-se a transição dos serviços e aplicações para a soluções web based, e a utilização de software alternativo e padrões abertas sempre que possível. A transição do sistema operativo para Linux seria o último passo, reduzindo assim a curva de aprendizagem. Tendo já acompanhado transições semelhantes, as vantagens são imensas e não me refiro apenas às vantagens financeiras (segurança, flexibilidade, desempenho, estabilidade, são algumas das muitas vantagens efetivas que se obtém a médio prazo – e para o utilizador a tecnologia acaba por ser completamente indiferente).

  16. Tiago Rodrigues says:

    A Alemanha também há uns anos atrás, armou-se em chica esperta e mudou para o um Office free, e tramou-se…
    Já voltou à Microsoft.

  17. Louro says:

    Se quiserem gastar mais uns milhoes em instalacoes, configuracoes, suporte e formacao dos utilizadores, secalhar é o caminho a seguir.

    Basta que tenham dinheiro a mais e que esteja a fazer buraco no bolso

    • Cláudio says:

      “Se quiserem gastar mais uns milhoes em instalacoes, configuracoes, suporte e formacao dos utilizadores, secalhar é o caminho a seguir.”:

      Atualmente já são gastos imensos milhões todos os dias em soluções proprietárias em instalações, suporte e formação aos utilizadores (bem como em licenciamento). A diferença é que ao mudar para soluções abertas o modelo de licenciamento pode ser completamente diferente, e as plataformas passam a estar sob controlo de quem as financiou (https://publiccode.eu/).

      • Louro says:

        @Claudio,
        Demonstras uma enorme falta de conhecimento sobre o assunto.

        Em primeiro, o licenciamento de software Microsoft é praticamente grátis para instituicoes governamentais bem como também para instituicoes de caridade e podes ficar pasmado mas isto até inclui Microsoft365 e afins.
        O software proprietário que é usado, é desenvolvido por alguém e mudar para Linux nao faz com que o software passe a ser feito gratuitamente.

        As formacoes, existem mais empresas a trabalhar com Windows, portanto mais competicao e claramente mais barato.

        De resto, e como utilizador Linux fora do ambiente empresarial (workstation claro), ainda estou para encontrar alguém que me mostre que tens melhores ferramentas para Linux que para Windows.

        • Cláudio says:

          “Demonstras uma enorme falta de conhecimento sobre o assunto.”

          Ui, tentares avaliar o conhecimento de alguém com base na interpretação que fizeste de um parágrafo parece-me ser um pouco arriscado, ainda para mais porque a pessoa que dizes que tem falta de conhecimento sobre o assunto tem mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento e gestão de projetos de software, vários dos quais na função pública.

          “Em primeiro, o licenciamento de software Microsoft é praticamente grátis”

          O facto de existirem custos de licenciamento mais baixos para algum software não quer dizer que seja um bom negócio. Geralmente estes custos mais baixos são compensados pela obrigatoriedade de aquisição de software e serviços adicionais cujo retorno vai compensar largamente os baixos custos iniciais do licenciamento. Depois os contratos de licenciamento não são imutáveis e os valores tendem a ser ajustados ao longo do tempo. Numa pesquisa rápida no portal base.gov.pt encontrei mais 30 milhões de euros adjudicados a subsidiárias da Microsoft (o que não inclui os muitos milhões de euros obtidos em licenciamento através de outros fornecedores de serviço ao estado).

          “mudar para Linux nao faz com que o software passe a ser feito gratuitamente”

          Ninguém falou em o software ser desenvolvido gratuitamente. A vantagem do software opensource é que o código é aberto o que permite o acesso direto ao código fonte (e posso dizer-te que isto tem imenso valor) e que em qualquer altura possas trocar de vendor. Por outro lado, como (algum) software é desenvolvido de forma colaborativa para dar resposta a necessidades que muitas vezes são comuns a várias entidades, o investimento no software opensource tem um retorno muito maior (do que se pagares a uma empresa para desenvolver as funcionalidades que precisas que essa empresa depois vai revender para outras entidades).

          “existem mais empresas a trabalhar com Windows, portanto mais competicao e claramente mais barato”

          Não, não sai mais barato. Depende do software e da necessidade. Se o objetivo for integrar/adaptar uma solução opensource já existente, fica muito mais barato do que uma solução proprietária (mesmo que se pague mais à equipa técnica, os custos geralmente são compensados por custos inferiores com outras parcelas – e os custos mais elevados da equipa técnica são justificados porque geralmente este trabalho é assegurado por técnicos experientes e não estagiários/juniores como acontece em muitas empresas que fornecem este tipo de serviços). Se o objetivo for desenvolver à medida, os custos podem ser semelhantes se forem desenvolvidos por uma equipa técnica com qualificações técnicas semelhantes (um bom engenheiro de soluções microsoft custa o mesmo que um bom engenheiro de soluções opensource).

          “como utilizador Linux fora do ambiente empresarial (workstation claro), ainda estou para encontrar alguém que me mostre que tens melhores ferramentas para Linux que para Windows”

          Depende do objetivo e do utilizador. Para tarefas simples qualquer um dos sistemas é um bom sistema operativo e depende da utilização que seja feita do mesmo. Estando ambos os sistemas ao mesmo nível, para mim a escolha seria sempre Linux porque é um projeto colaborativo e democrático. No entanto, pessoalmente sou muito mais produtivo no Linux do que no Windows pois sinto que as camadas de abstração retiram flexibilidade ao sistema.

  18. JC says:

    Ja no tempo da maquina de escrever era complicado….

  19. AndreNS says:

    A maioria diz que o Windows devia trocado pelo Linux mas provavelmente também é esta maioria que podendo mudar para o Linux opta por utilizar uma versão pirata do Windows.

  20. asimoto says:

    Tenho feito projectos para Espanha,França, Itália, Argélia,Marrocos,Alemanha,Emirados Arabes Unidos, Arábia Saudita, Japão,Gŕecia, etc..

    Mas em suma maquinas com bases de dados á volta dos 30TB, são maquinas que servem os Países por completo nas coisas que fazem, extremamente eficientes, e anualmente praticamente com uptimes á volta dos 99.99%, Instalações SAS, SAP, you name it..

    Tudo em linux/Aix, é um luxo!
    A única pergunta que coloco é porque é que Portugal ainda é um País tão atrasado.
    Não temos independência tecnológica nenhuma!
    A mínima birra que a Microsoft faz, pronto lá estamos nós a comprar mais licenças…é uma vergonha.

  21. PovoManso says:

    Claro que não!

    Portugal sofre de mão de obra qualificada, ainda para mais nos serviços públicos.
    Os portugueses bem qualificados emigram quase todos, ainda para mais quem domina Linux, esses deveram ter um leque de oportunidades que não deverão passar por Portugal!

    Atualmente com Microsoft já é a incompetência que se conhece nos serviços públicos, com Linux imagino.

    • Bruno Mota says:

      Concordo plenamente consigo. Em Portugal não há oportunidades de trabalho de jeito na área da informática, pelo que vou mantendo-me em França.
      Em Portugal para além dos péssimos salários, não existe a cultura da meritocracia.

  22. Pedro says:

    pplware seria interessante informares (educar) mais os leitores do que posts incendiaros fanboys :p

    • Vítor M. says:

      Mas essa malícia está na tua apreciação. Até porque é uma questão pertinente à qual muitos estados por esse mundo fora dedicam a sua atenção. A ideia nem é o confronto entre interesses e clubes, é sim entre as questões de custo, segurança, fiabilidade usabilidade e evolução. O resto, é o resto que vocês, à maneira de cada um, fabrica.

      Cumps. 😉

      • Pedro says:

        peço desculpa por não me ter feito compreender. Se avaliarmos o tipo de comentarios a este post vemos que maior parte das pessoas não consegue separar as coisas. Para alem da vossa pergunta, informem as pessoas com dados. Para que em vez de ser 1 post incendiario, seja 1 post construtivo. Eduquem a vossa audiencia 😉 Sejam melhores, nos agradecemos 😉

        • Vítor M. says:

          Boa tarde Pedro. É isso que fazemos, mas também temos a noção que não podemos substituir a escola, nem que seja a da vida. Desde há quase 20 anos que temos levado a cabo esse tipo de tentativa, educar, informar e elucidar, mas temos a consciência que nem sempre somos bem sucedidos, por algum motivo as escolas têm taxas de insucesso. Fora isso, a ideia é sempre promover o debate, neste tipo de artigos com a questão semanal e não é promover o discurso clubístico, mas algumas pessoas é a forma que sabem para opinar.

          Abraço.

  23. telmo says:

    Antes de mais nada

    #dinheiropublicocodigopublico

  24. jc says:

    Usar o Windows ou o Linux é a mesma coisa porque quem vai ao site das finanças é através dum browser (Firefox Chrome, Edge, Ópera, etc.) e tudo funciona não é o SO que está em causa. Nos maior parte dos servidores funcionam com outros SO por exemplo o Unix.
    O problema em Portugal é o excesso de funcionários. Hoje em dia são mais de 2 por cada trabalhador independente e por conta de outrem. Funcionários a mais são prejudiciais em qualquer empresa.

    • Traveller says:

      e depois lemos pérolas destas

    • lucas says:

      Percebes imenso do que dizes, se calhar ficava-te bem ires investigar bem o que é função publica as condições que existem para perceberes a realidade. em vez de papagiar aquilo que te enfiam na cabeça. Mas deixa estar que daqui algum tempo es capaz de perceber isso , basta ires SNS para talvez entenderes que as coisas não estão bem. Mas alguns só vão acordar para a realidade do que se passa quando a saude em Portugal funcionar apenas com os seguros, paga e não bufas.

  25. Comentador profissional says:

    Eu para mim era meter isso tudo com raspberry pi’s a correr PiPplware.

  26. Antonio says:

    Perfeito

    De uma forma ou de outra vou-me encher de dinheiro!!!! 🙂 vou-me encher de dinheiro a migrar para o linux e dar suporte/formação/resolução de cagadas diárias feitas por técnicos de segunda da função publica (não vos vão contratar, tirem o cavalinho da chuva). vou-me encher de dinheiro depois na volta para colocar tudo como estava… perfeito!!!

  27. Zeca says:

    O problema não está no Linux! O problema está nos milhares de aplicações que existem. Cada câmara, cada ministério, cada empresa pública, usa um software diferente. A maior parte está obsoleta, não tem suporte, foi feita à medida de cada quinta, etc, etc. E sabem que mais? Ninguém quer saber! Porque as reformas dão trabalho, custam dinheiro e o pouco dinheiro que existe é para os ordenados das chefias! Olha é como a história da segurança! Se estivesse realmente preocupados pagavam melhor! Portanto seja Windows, seja Linux, deixar andar que assim está ótimo.

  28. ZZZZZZZZ says:

    Incompetência e falta de vontade nada têm a ver com o OS utilizado…

  29. João says:

    Aqui só há uns problemas:

    1-o pessoal do estado está velho e os que não estão pouco ou nada percebem de informática

    2-a resistência à mudança ia ser super-hiper-mega-gigante (basta lembrar que o formato ODF foi adoptado como formato obrigatório dentro do estado e que NINGUÉM no estado o usa)

    3-os funcionários não tem formação

    4-refazer tudo o que não web-based para funcionar em Linux seria impensável

    5-acabava-se os negócios extra que estão por trás…

    Etc etc etc

  30. Carlos Seixas says:

    Com Linux sinceramente não se faria praticamente nada, visto que é um sistema operativo de linha de comandos e não um sistema operativo gráfico (como é, por exemplo, o actual Windows).
    Agora se me falarem em GNU/Linux, a conversa é outra.

    Infelizmente a esmagadora maioria dos funcionários públicos não está preparada para usar sistema operativo algum, seja ele GNU/Linux, FreeBSD e quejandos, Windows, Solaris, macOS, etc. Simplesmente essas pessoas não conseguem usar, ou sequer entender, e muito menos administrar qualquer sistema operativo. Quando muito, aprendem a utilizar um ou dois programas, se tanto, e mesmo assim as mais das vezes mal. A falta de cultura e conhecimentos é tremenda, e a falta de inteligência é ainda mais óbvia.

    O GNU/Linux, face ao Windows, tem enormes vantagens a nível de segurança, flexibilidade, modificabilidade, adaptabilidade, configurabilidade, compatibilidade, privacidade, desempenho, longevidade e estabilidade. Mas uma coisa é usar GNU/Linux, outra coisa é administrar GNU/Linux. Usá-lo até um puto de 7 ou 8 anos consegue, e de forma relativamente proficiente. Administrá-lo é bem mais simples e menos trabalhoso do que administrar um sistema Windows, só que exige outro tipo de capacidade intelectual, e é aqui, precisamente aqui, que a porca torce o rabo… Nós não temos, em Portugal, suficiente número de pessoas com capacidade intelectual para administrar convenientemente sistemas GNU/Linux, ou sequer para os entender. Primeiro que tudo, pois, há que investir num tipo de educação diferente, nas nossas escolas; uma educação em que se privilegie o espírito crítico e o desenvolvimento do raciocínio, e não o modus operandi actual, que passa simplesmente pelo marranço para cada novo teste e a seguir esquecer, para se marrar para o teste seguinte…

    • Idiocracia says:

      @Seixas, isso mesmo! qualquer mudança tem de ser pensada a muito longo prazo, e começa exatamente nas escolas. E mesmo antes de se mudar o programa das escolas, devíamos mudar a forma de como os professores são contratados e valorizados. Estamos com as escolas cheias de professores medíocres! uns porque sempre o foram, outros, por falta de valorização, para lá caminharam. Ser professor deveria ser um privilégio. Tem de ser visto como A profissão mais importante, e que me desculpem os médicos. O meu maior respeito para todos os que lutam contra isso e um obrigado!
      Com uma boa educação, estas discussões de melhor e pior desapareciam. A resposta é uma ponderação entre vantagens e desvantagens, não o que é melhor e pior. Quando temos alunos na universidade que não sabem escrever uma curta frase sem estar cheia de erros ortográficos, não podemos esperar que sejam profissionais competentes no futuro.
      Andamos todos a gritar uns com os outros, divididos, a pensar no próprio eu, uma sociedade egoísta, que simula o altruísmo porque naquele momento “está na moda”, em vez de lutarmos por um futuro melhor. Olhem à volta.. estamos a ser divididos, enquanto outros têm mais dinheiro do que um país inteiro…
      Precisamos de excelentes professores, mestres, para criamos lideres. Precisamos de um sistema de saúde, precisamos de boa alimentação de forma sustentável. Windows Vs Linux? porra.. a Microsoft tem equipas a desenvolver só para linux..

    • Samuel MGor says:

      Estás parado no tempo? O Linux já está mais fácil de usar que o Windows. Temos pena mas o numero de vezes que se usa a linha de comandos é em situações complicadas (no meu caso é uma vez por ano e chega mesmo a ser 1 vez a cada 5 anos)

      • Carlos Pereira says:

        o problema não és tu, nem eu, é explicar certas coisas e mudar habitos aos funcionarios da função publica, etc, a maior parte das pessoas que aqui comentou não faz a minima ideia do que é dar suporte tecnico a pessoas menos aptas em meios tecnologicos, o que parece ser muito simples para nós, pode ser um bicho de 7 cabeças para outras pessoas.

  31. João Matos says:

    Linux na FP sempre existiu e tenderá sempre a existir mais, A M$ só tem o mercado por laxismo dos admins de TI e lobby.
    80% dos que comentam não sabem nada de FP…
    Porque será que alguns secretários de estado são antigos funcionários M$?
    Servidores de Email só existe 365 e exchange?
    Editor de texto só o word? na FP 80% utilizam apenas modelos pré feitos com marcadores vindos das aplicações,
    A webização do estado está a andar, a interoperabilidade digital e acessibilidade digital é obrigatória….

  32. Miguel A. says:

    Eu trabalho no Centro de Informática e Meios Audiovisuais de uma Escola Superior. Tudo o que não está à vista (servidores e suporte) é Linux. Tudo o que está à vista é Windows (e Mac nalguns casos). E digo, é muito difícil mudar tudo, e nalguns casos, impossível. Não é só o facto do Windows, é todos os serviços associados, Onedrive, office completo, software profissional que não existe para Linux (e não falem em alternativas que não fazem metade das coisas). Mudar tudo para Linux é assumir uma posição de baixar a qualidade de ensino nas áreas de multimédia, principalmente. Não vivemos num mundo à preto e branco. As coisas não são assim tão radicais. O Windows apresenta serviços com custo benefício muito bons.

    • Cláudio E. says:

      Acredito que alguns casos possa ser mais complicado na questão do multimédia, não porque não existam alternativas (porque geralmente existem – e cada vez em maior número) mas porque pode obrigar a uma reaprendizagem que pode demorar algum tempo e esforço.

      Relativamente ao onedrive, na minha ótica o nextcloud é bastante superior (fazendo coisas que no onedrive é praticamente impossível). Relativamente ao office, a minha experiência com o libreoffice é melhor (o nível de personalização e automatismos sem teres de fazer código adicional é impressionante – um exemplo, impressão em série com geração de certificados PDF e envio por e-mail como anexo sem qualquer software adicional é algo que se consegue fazer no libreoffice sem qualquer software adicional).

      Relativamente a trabalhos multimédia, geralmente eu estou no final da linha e só preciso de trabalhar com imagens vetoriais, pequenas montagens, e processamento em massa, mas tem-se conseguido fazer tudo em ambiente linux sem grande esforço.

  33. Carlos Fernandes says:

    Não é relevante o sistema de operativo, o Estado devia impor o uso de ficheiros Open source em detrimento dos ficheiros proprietários.

  34. compro essa também says:

    Concordo com o sr. Nuno – 27 de Maio de 2022 às 15:30

    E com o sr. Cláudio – 27 de Maio de 2022 às 18:25

    Mas por outro lado Portual deveria ter uma postura completamente diferente, ter uma equipe ou conjunto de equipas própria à altura dos desafios que são enormes, ( é claro que dito desta maneira fica um alvo facil , mas tambem é só um comentário … ) mas a estratégia também não será pública…e a que é deixa a desejar …

    O Windows já suporta linux e android… tal como o linux já suporta o resto …

    O open source deve ser o caminho … e largar a dependência de terceiros seja no que for …

    Sei de muitos que nem com a formação que tiveram se safam e muitos mais há que nem formação tiveram …

    Uma U.E. a varias velocidades e nós um Pais da U.E. também ele a varias velocidades para não destoar…

  35. John says:

    Trabalho num município e no meu pc de trabalho uso Linux, e até à data, faço tudo o que os meus colegas de trabalho fazem, até o anydesk para assitencia remota funciona! As ferramentas de trabalho algumas são web based e até agora sem stress

  36. joão says:

    Este ano estou a lecionar a alunos do 5º e 6º, uma oferta de escola ” Oficina digital” como a escola tem office365 online, instalei nos pcs o Mint, a miudagem nem dá pela diferença, pois o SO é só para aquilo ligar e ter acesso net. Para o próximo ano vamos desenvolver o uso do linux

  37. Profeta says:

    Bom em minha opiniao isto e muito simpless de se resolver mas por outro lado complexo de ser resolvido. Passo a explicar, para ja nao esta aqui em causa windows vs linux, e nao estamos a falar apenas de mudar SO. Depois temos varias coisas que nao deixam avancar projectos desta magnitude. Nomeadamente algumas pessoas resistenes e com poder de decisao, so por isso cansa em querer adoptar este projecto a longo prazo. No entanto imaginando que viviamos num mundo perfeito e longe de influencias e lobbies. Entregassem este projecto de mudar os servicos publicos para linux a empresas competentes no mercado e veriam as coisas a andar. Obviamente que ao falar assim nao e pensar que amanha ja estaria pronta a migracao. Teriam muitos desafios pela frente e muito trabalho, nomeadamente em relacao a escasses de software. Entao meus amigos, se comecassem hoje a desenvolver softwares essenciais, daqui por uma decada ja estaria operacional. Isso era uma pedra no sapato que se resolveria com o tempo, e assim aos poucos se ficaria livre das amarras de softwares proprietarios. Olhem so a cereja no topo do bolo que qualquer programador gostaria de ter, sim estou a falar do acesso ao codigo fonte. Teria todas as vantagens ja para nao falar que o surgimento de bugs e falhas iriam ser resolvido em tempo recorde. Resumindo e concluindo, nada se faz sem esforco e vontade mas bastam meia duzia de gatos pingados a oferecerem resistencia para este tipo de migracoes que o projecto vira um fracasso. Ha casos de pessoas que passavam a vida a transportar os dados numa disquete so porque sim, mesmo depois de aparecerem as pens. Alem disso os funcionarios publicos nao sao chamados para as migracoes, os softwares estariam disponiveis para eles, so teriam de ter formacao nova porque provavelmente os softwares poderiam ser um pouco diferentes. Enfim, e para esquecer este tipo de projectos, pelo menos em Portugal, porque ja vimos como a corrupcao e os lobbies funcionam e e como alguem disse aqui, a Microsoft ao saber disto bastava fazer uma birrinha e pronto la os decisores mudariam de ideias. Primeiro teriam de se mudar as pessoas e so depois os softwares. Mas isso e impossivel como nos sabemos em Portugal.

  38. João Rainha says:

    Os programas que são usados são aplicações centrais (exemplo: Finanças), qualquer navegador que tenha os predicados suficientes pode rodar essas aplicações. O que a malta não quer é o office livre que não é tão bonito como o fechado e andam mais à pesca num do que noutro. Se houvesse vontade suficiente era viável, doutra forma acho que não. Os interesses de uma certa companhia (pluralmente, há mais, são uma miríade
    a volta do Estado) são coniventes com a classe política, seja esta de esquerda ou direita, não há diferença, é preciso é recolher o seu dizimo (é como os padrecas).

  39. Manelito says:

    No documentário Microsoft-Software: Safe for Europe? (Full Documentary, 2018) no youtube, podem ver o perigo de só ter um fornecedor de sistema operativo e outros programas.

  40. João Rainha says:

    Aí está é o que os nossos politicos querem, a preferência major na recolha do dizimo, são como aqueles oportunistas das seitas

  41. Mário J. says:

    Não!
    Não há condições para isso.
    Uma pessoa que vem do windows, depois que instala o linux e o utiliza pela primeira vez, pergunta logo; onde acedo á partição C:, que não encontro. E se no computador tiver outras partições, pergunta; onde acedo as outras partições?
    E esta situação, se for no Estado, é bem pior.
    Quer seja para particulares, quer seja para colectivos, o problema principal do linux, face ao windows, é não ser NTFS. O linux que mude isso. E aí sim, dará um salto!

    • Cláudio E. says:

      @Mário: não confundir sistemas de ficheiros com organização de pastas. O Linux suporta NTFS, apesar de não ser o sistema de ficheiros habitual para instalar o sistema operativo (e ainda bem, dado que dependendo dos objetivos, existem sistemas de ficheiros mais interessantes).

      Para um utilizador comum não interessa se tens uma partição C ou um “/”… O que utilizador quer é saber onde estão as pastas com os seus dados, e aqui o Linux é tão (ou mais) intuitivo que o Windows dado que o ponto de partida de qualquer explorar de ficheiros é a home/pasta de dados do utilizador.

      Para utilizadores avançados a organização de pastas do linux não só é bastante lógica como com os mount points e suporte a múltiplos sistemas de ficheiros se podem fazer coisas bastante interessantes.

    • Barros says:

      Quando haverá condições ? Para quem tem telemóvel e aprendeu a manusear outro sistema operativo, exigiu windows ? ?

  42. Nuno says:

    Agradeço ao moderador não ter publicado, nem respondido, á critica que fiz pela forma leviana e simplista deste questão.
    Mas pronto, já percebi que os temas “por aqui” são para gerar ruído sem grande concentração mental.
    Uma pena, mas revela tanta coisa….
    saudações.
    P.s. esta sim podem, e devem provavelmente censurar, só tenho pena que um comentário educado e com critica fundamente seja descartado, de qualquer forma, e como o meu tempo vale mais, será a ultima participação no fórum, seguramente não faz falta.

    • Vítor M. says:

      O problema é que tens todos os teus comentários online (e bons comentários). Mas se calhar a atenção não abunda 😉

      Aliás, de pesquisares com cuidado, e pelo menos vejo lá 8 comentários teus, verás que estão lá. Mas, meu caro, a porta é a serventia da casa, não te queremos prender. Abraço.

  43. Barros says:

    SIM ! ! ! Para quem tem telemóvel e teve que aprender a manusear outro sistema operativo, exigiu Windows ? ? Não sejamos ” BÁSICOS ” ! ! O FUTURO é já AMANHÃ ! !

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