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Diretor criativo do Google Stadia diz que os streamers deveriam pagar para transmitir jogos

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. Nine says:

    Interessante, se não fosse os streamers, muitos jogos não teriam a popularidade e o lucro que tiveram.

    Não chega a publicidade de borla, também querem uma fatia dos lucros. Google e está tudo dito.

  2. Pedro says:

    Já pagam com publicidade gratuíta.

  3. Miguel says:

    Claro que deveriam pagar.
    Se não se pode passar música devido aos direitos de autor, porque raio podem fazer streammin de jogos sem pagar nada? Eles estão a usar produtos de terceiros para fazer dinheiro, logo deveriam de pagar.

    • Filipe Rafael says:

      “se não se pode passar música de vido aos direitos de autor”… depende de onde tenhas o servidor da rádio por exemplo. Se a rádio, neste caso, estiver fora de Portugal não precisas de pagar direitos de autor.

    • Bruno says:

      Pagaram para possuir o jogo e estão a publicitar o mesmo de forma “gratuita”

      • Miguel says:

        Eles publicitam de forma gratuita, mas obtem rendimento a partir disso, por isso podiam pagar.
        Ate porque o jogo, não tem esse objectivo, compras para jogar, ponto.

      • acs says:

        Também pode comprar musica na Fnac mas nao a podes passar num festa. São licenças diferentes. Na Fnac compras a musica para uso privado, não para uso publico. É a mesma coisa para os jogos. Até agora as compainhas com exepção da nintendo deixaram usar os jogos deles de borla mas não quer dizer que o façam para sempre.

        • Toni da Adega says:

          Música e jogos são coisas completamente diferentes.
          Um jogo também é e está a ser utilizado para uso privado, é proibido alugar ou cobrar dinheiro para jogar. Streaming de jogos não é a mesma coisa que deixar jogar ou dar cópia do jogo . Ver alguém a jogar não é o mesmo que jogar.

    • Paulo Martins says:

      Eu até percebo a ideia que talvez os estúdios podem-se receber parte das receitas do streaming mas não podes pegar pelo lado dos jogadores, quanto muito vais atrás das plataformas que lucram com o streaming como o Twich ou o Facebook Gaming e tentar obter por aí a partilha dos lucros dessa plataformas.

    • PGomes says:

      São coisas diferentes. Passar música permite a quem ouve ter a experiência completa do trabalho do artista. A música é uma forma de arte apenas auditoria.
      Mas um stream de um jogo não permite transmitir a jogabilidade, os controlos, a experiência completa do jogo. Para além disso, um streammer adiciona e altera, com comentários, piadas, interação com o público, etc. Ou seja, está a alterar a forma de arte.

      • Dunno says:

        Excelente comentário e explicação
        :thumbsup:

      • Guile says:

        Quando li a primeira vez parecia um bom argumento mas….

        Quer dizer que posso colocar metade de uma música ou metade de um filme no youtube e o autor não me vai acusar?

        Posso ser streamer e não fazer comentários nem interagir com o publico e apenas jogar. Sei que alguns dos mais famosos fazem isso mas nem todos.

        Pela mesma lógica, se eu colocar um som de fundo numa musica ou colocar um logo/marca de agua no filme, posso passar musica ou fazer steaming de um video pois estou a alterar a forma de arte?

        • PGomes says:

          Tem de ser um trabalho transformativo. Apenas passar uma música ou filme não adiciona nada.
          Apenas jogar e transmitir o jogo não será transformativo.
          Mas jogar, criticar, comentar, explorar isso já poderá ser considerado transformativo.

  4. Pedro Nunes says:

    Para mim, um streamer a jogar um determinado jogo está a fazer publicidade dele gratuitamente… Não percebo o porquê que deve pagar…

    • joaquim says:

      pq está muito provavelmente a violar direitos de autor, da mesma maneira que o youtube não permite que passem musicas com direitos de autor sem autorização.

    • Miguel says:

      Ou está a usar produtos de terceiros para gerar o seu próprio dinheiro?

      • Lucas says:

        todos nós usamos produtos de terceiros para gerar dinheiro.
        Um jogo tem pouco de diferente de qualquer outro software e não é equiparável a uma música ou filme.

      • Miguel says:

        Aí está… normal usar um Photoshop para gerar rendimento. É o propósito dessa App, não será o caso do jogo, portanto não ficaria espantado se assim tivessem de pagar.

        • Lucas says:

          não há nada na licença dos jogos que o preveja e estando a falar de videos de uso de software não está protegido pelas leis específicas que protegem música e filmes.

          • acs says:

            Por acaso há. As empresas reservam os direitos dos assets e da marca. Qualquer empresa pode matar um video de youtube ou um stream se quiser. A maioria não quer porque não é oi negocio deles mas há quem o faça. Por exemplo a Nintendo fez isso durante anos.

        • Toni da Adega says:

          E se fizeres videos com cursos/tutorial ou tecnicas de Photoshop? Também tens pagar? É exactamente o mesmo que streaming de jogos?

    • Hélio Musco says:

      Eu percebo, mas a música não gostou dessa justificação, porque assim bastava alguém comprar o CD e transmitir via rádio, youtube, spotify, etc…
      O mesmo se passa com filmes DVD. A Netflix não compra um DVD e transmite para todo o mundo.
      Por isso, não sei até que ponto isto vai para a frente com certos jogos (e.g. AAA e afins).

    • Joao Fonseca says:

      Para mim, um DJ a tocar uma determinada musica está a fazer publicidade dele gratuitamente… Não percebo o porquê que deve pagar…

  5. Me says:

    Comprei um carro; terei agora que pagar cada vez que sair com ele??? É que estou a usufruir de uma marca… Valha-nos Santo António… tamanha estupidez. Não sei porquê mas acho que esse “cromo” sentenciou a vida profissional.

    • just saying says:

      Faltava a comparação com os carros. Compras o carro para usufruir dele, podes sair com ele. Mas se quiseres ganhar dinheiro ao mostrares a marca do carro, como por exemplo corridas (legais), merchandising de fotos tuas com o carro ao lado e a marca visível, eventos publicos com visualização de milhares/milhões de pessoas, … Não o podes fazer porque a marca não te deu autorização para a usares a imagem da marca para fins comerciais, apenas para usufruto pessoal.
      Compras o objecto, o direito de usares esse objecto, mas não compras o direito de usares a marca do objecto para beneficio próprio. Fica mais claro assim?

      • Toni da Adega says:

        Compras um produto passa a ser propriedade tua pode fazer o que quiseres dele. Se és corredor com um carro é óbvio que podes ter fotos e vídeos com esse mesmo carro. A promoção é ao corredor o carro é só uma ferramenta.
        O mesmo acontece em outro desportos tipo ciclismo, podes publicar fotos com a bicicleta inclusive para promocao de eventos. Se quiseres participar um evento desportivo uma t-shirt da Nike, mesmo com visualização de milhares/milhões de pessoas podes e podes tirar fotos e utiliza-las

        Da mesma forma que podes fazer uma review de um produto que compres.

        • Hélio Musco says:

          O exemplo que o “Me” deu é bastante rebuscado, uma falsa analogia. Primeiro, porque um jogo é totalmente diferente dum carro, e o principal objectivo dum jogo (tal como um filme, um música ou um livro) é fornecer entretenimento. Ou seja, se tu conseguires projectar o jogo (via stream/videos – apenas fica de fora a jogabilidade), tu vais estar a oferecer de borla o que os criadores tiveram tanto trabalho a fazer (o mesmo se aplica para os produtos que mencionei em cima).

          Isto na ideia do carro seria: uma impressora 3D que fizesse carros a partir dum ficheiro qualquer. Ao partilhar esse ficheiro, todos teriam acesso a criar o seu carro, assim fugindo à compra do produto.

          No final, isto cai muito no direito de autor.

          • Toni da Adega says:

            Ao projectares/partilhares um filme, musica ou livro estás a partilhar o produto. Podes ver o filme, ler o livro, ouvir a musica.
            Ao fazeres o stream de um jogo nao estás a partilhar o produto, estás a mostrar o produto. Podes usar o stream para jogar o jogo? nao. Para jogares o jogo tens que possuir uma cópia do jogo

            Na tua analogia do carro é o mesmo que fazeres um video de uma carro, mostrares a andar, os truques e segredos do carro. Estás a mostrar um produto, nao estás a partilhar o produto.

            Um streaming de um jogo é igual a fazeres um video a trabalhares em Photoshop, ou um video com uma review de outro produto qualquer.

            Agora o streaming e o video, isso sim tem cai no direito de autor e ninguém pode usar esse video.

          • Hélio Musco says:

            Ao fazeres o stream dum jogo claro que estás a partilhar o produto. Estás a partilhar a banda sonora que o jogo comprou, estás a partilhar os assets que o jogo comprou, estás a comprar a história que o jogo comprou, etc… apenas não partilhas a jogabilidade. É o mesmo que partilhares um livro sem capa. Ou uma música mas que falta a voz. Ou um filme sem trilha sonora.

            Não, a minha analogia do carro não é essa e eu expliquei-a bem em cima.

            Comparar uma stream de Photoshop com uma stream dum jogo é totalmente descabido. Um é uma ferramenta de trabalho, ou seja não é com uma stream que os observadores vão criar conteúdo (i.e. objectivo do Photoshop)…o outro é puro entretenimento, que ao reproduzires numa stream, vais oferecer a verdadeira intenção do produto (i.e. proporcionar entretenimento), tirando assim vendas aos criadores.

          • Toni da Adega says:

            Afirmar que alguém que ve um stream está a jogou um jogo e que por isso já não o vai comprar. É o mesmo que afirmar alguem nao precisa de comprar um desportivo porque pode desfrutar do mesmo a ver videos na TV.

            O streaming de um jogo só irá tirar assim vendas aos criadores se o jogo for mau.

            Quantas pessoas conheces que deixaram de comprar um jogo porque já o desfrutaram num streaming?

          • Hélio Musco says:

            Novamente a comparar um jogo com um carro. Compara antes um jogo com um filme por serem muito mais semelhantes. Porque é que achas que o cinema perdeu bastante gente com a televisão, DVDs, Netflix, etc… apesar de não ser exactamente a mesma experiência, tiras de lá uma grande percentagem do entretenimento.

            “O streaming de um jogo só irá tirar assim vendas aos criadores se o jogo for mau.” Afirmação muito difícil de provar, pois tirando do princípio que cada vez os jogos são melhores e que há mais jogadores em todo mundo, como é que explicas que no top 50 de jogos mais vendidos (https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_best-selling_video_games) apenas existe 9 jogos que tenham menos de 5 anos (+/- o boom do streaming) vs 14 jogos de 2005 a 2009 vs 13 jogos de 2010 a 2014.

            “Quantas pessoas conheces que deixaram de comprar um jogo porque já o desfrutaram num streaming?” Duvido que o número de pessoas que conheço seja uma boa amostra do mundo, mas posso dizer que faço parte desse grupo.

            Eu não estou a defender que o streaming de jogos tem de ser licenciado. Estou a defender o direito do criador, porque se ele quiser abdicar dos direitos (como acontece com inúmeros filmes, livros, músicas e softwares), então muito bem, podes usufruir e partilhar com quem quiser. Agora do momento em que o criador diz que não podes, então terás que seguir as regras dele.

          • Tiago Brito says:

            Com os filmes, os estados unidos protegem a utilização de conteúdo alheio com as leis de fair use. Desde que os criadores de conteúdos se mantenham dentro dos limites desta lei, podem faze-lo. Por isso há montes de canais no youtube que vivem de fazer o review de filmes, onde mostram mesmo pequenos segmentos de filmes.

            Quanto a jogos, eu não sei como são contemplados por estas leis.
            Sei que a sony, por exemplo, andou até a fazer copyright takedowns a quem apenas deu opinião sobre um dos jogos recentes da ps4.

            Fazer stream de um jogo, não é de todo o mesmo que jogar, mas também n me parece que um tribunal diria que é transformativo o suficiente para escapar à lei de copyright.

            No entanto, eu acho que se os estúdios começarem a implicar com os streamers, alguns se vão arrepender muito com a perda de publicidade gratuita.

          • Toni da Adega says:

            Se não compras um jogo porque o podes ver em streaming é porque já não o ias jogar.
            Isso é como dizer que não práticas desporto porque podes ver na TV.

      • carlitos says:

        Se ganhares a corrida a marca até te agradece, mas é se ganhares ! ehehehe

    • Miguel says:

      Não, porque o objectivo do carro é esse

  6. Sergio says:

    Do ponto de vista dessa eventual taxa converter a favor das produtoras do jogo não concordo, porque muitos streamers é que fazem um jogo de ter mais popularidade.

    Do ponto de vista governamental, estas pessoas deveria ser taxas, haver um enquadramento fiscal. São os primeiros admitir que se trata de uma profissão e que realizam dinheiro através dela. Como tal, tem que contribuir como um simples carpinteiro, não digo que forma igual, mas algo que fizesse sentido para as duas partes.

  7. Miguel says:

    Também acho, até porque obtém rendimento através disso

    • Toni da Adega says:

      Quando alguém usa um computador para obter rendimento também paga ao fabricante?
      Um fotografo que percentagem dos lucros é que paga ao fabricante?
      Já agora qual é a % que um taxista tem que pagar á marca?

      • Wishmaster says:

        Não vale a pena discutir.

        Uma coisa é o direito de propriedade outra coisa são os direitos de autor.
        Está na lei.
        Agora, se quiserem propor uma alteração de lei, que não faz sentido, ok. Mas penso que faz.

        • Miguel says:

          Sim, está percebido… esta gente reclama, mas se fizerem um vídeo, alguém partilhar e calhar ter sucesso de forma a ter lucro, aí talvez percebessem.

        • adbu says:

          Tu ao fazeres streaming de música estás a passar toda a experiência para quem ouve, por isso tem que se pagar direitos de autor.
          A jogar não estás a passar toda experiência para terceiros. Um jogo é feito para ser jogado e os streamers não estão a passar o controlo do jogo , portanto são coisas completamente diferentes e por isso o streaming de jogos não pode ser taxado, senão qualquer dia pagamos taxas por qualquer transmissão.

          • SSD says:

            Este pessoal que diz isto depois é o mesmo que se vai queixar dos preços de serviços como a SportTV (justificadamente diga se). É que se o streamer devia pagar por “um serviço que não é dele” então quem vai ver também devia pagar certo?

        • Toni da Adega says:

          Podes fazer um video de um jogo, ou de outro qualquer software, como podes fazer um video de um iPhone ou de um carro, ou daquilo que quiseres e as marcas não possuem direitos de autor desses vídeos.
          Possuem direitos de autor sobre a marca e produto (sofware).

    • SSD says:

      Claro, mas não é para Googles ou produtoras que garanto te que ganham mais do que qq nabo pela promoção do jogo. Aliás nunca ouvi nenhuma produtora a queixar se disso, é pq o número de download e de compras que advém deve compensar o “abuso”

  8. Nuno says:

    Se publicar um vídeo de uma receita culinária da bimba, terei que pagar à bimba?
    Parece-me mais um “attention-seeker”. No estado em que está a Stadia toda a atenção é bem-vinda!

    O Sérgio levanta uma questão bem mais interessantes. Se fazem do streaming uma profissão, deveriam ser taxados como tal. Mas essa taxação deveria estender-se às próprias plataformas de streaming/vídeo, o que é muito mais difícil. Ou seja é justo que um streamer/youtuber pague IRS ou equivalente pelo seu trabalho, mas injusto pagar esse imposto e a plataforma ficar (praticamente) isenta.

    • Bruno says:

      Esta discussão já existiu há uns anos atrás e foram as próprias empresas a dizer que querem os streamers/youtubers porque isso trás exposição ao jogo e mais pessoas.
      Para além disso pessoas que fazem isso como profissão pagam impostos e taxas.

  9. TugAzeiteiro says:

    O que é o Google Stadia?? (Ironia Off..)

    • Bruno says:

      Um serviço de streaming de jogos, basicamente consegues jogar o jogo atraves da web sem teres que o instalar.
      Só que o serviço é um flop autentico.

  10. Wishmaster says:

    A exposição pública ou transmissão do conteúdo, seja ele qual for, é um direito exclusivo do autor da obra (a não ser que o autor tenha autorizado a fazê-lo).
    Ponto final.

    • Wishmaster says:

      Faltou dizer que retiram proveito económico, logo não podem utilizar sem autorização.

    • Lucas says:

      mas direitos de autor aplicam-se à reprodução das obras criadas pelo autor.
      Jogar um jogo não é a obra criada, a obra criada é o software, e o que está protegido é cópia do software e as marcas registadas pelas empresas. O mero video ou imagem dum ecrã a correr o software não é protegido por direitos de autor.

      • acs says:

        Os gráficos criados, a musica licenciada ou comprada, as vozes dos actores ,etc… só pelo facto de estares a fazer stream de um jogo tipo NFS que tem musica licenciada é o suficiente para o autor dessa musica te pedir parte dos lucros porque a EA quase de certeza nao comprar os direitos da musica para serem transmitidos por terceiros. Até agora o pessoal fechou os olhos porque os processos em tribunais não valem a pena mas como agora Twitch, Youtube e afins fazem milhoes e os seus criadores de conteudo milhares já começa a valer a pena. Claro que nem todos o vão fazer mas está no direito deles.

  11. FilipeB says:

    Á primeira confesso que não percebo nada desta notícia.
    Quando faço um stream de uma música estou a disponibilizar o produto gratuitamente para outros sem que quem o aceda pague por isso. Isso é um roubo aos criadores e acho bem que existam compensações.
    Quando faço um stream de um jogo NÃO ESTOU a disponibilizar o produto. Para jogar tenho de fazer decisões constantes (andar/disparar/chutar/etc.). Nada disto existe ao assistir a um vídeo, logo o conceito de ter de pagar para dar oportunidade de outros não jogarem não faz qualquer sentido…
    Mas, se juntarmos a isto a possibilidade de um streamer ganhar dinheiro com o stream, aí muda tudo. Aí um criador de um jogo vê outra pessoa a ganhar com o seu trabalho apenas com um retorno muito reduzido (o custo de 1 jogo). Isso não é justo e nestes casos acho bem o esquema de licenciamento.
    Espero que seja esta última hipótese a que esteja a ser referida na notícia. De outro modo é apenas estúpido.

  12. Márcio says:

    Os jogos se você assistir ou escutar não terá a mesma experiência de quem joga, ao contrário das músicas , filmes ou outro conteúdo áudio e visual.

  13. Filipe says:

    Um streamer que pague a subscrição do spotify ou outro serviço idêntico, não pode ter música de lá por trás da stream? Para onde vai o dinheiro da compra que supostamente tem uma percentagem (bem grande) a ir para os produtores? Se realmente não chegar ao bolso de quem produziu, a culpa não é de quem comprou.

    Compram-se jogos a 70€ e mais, não se pode filmar a jogá-los? Para onde vai o dinheiro da compra que supostamente tem uma percentagem (também bem grande) a ir para o estúdio que desenvolveu? Se na realidade não chega a quem fez o jogo, o problema não é de quem o comprou.

    Dou o exemplo do Dieselgate. Esconderam coisas ao cliente durante sabe-se lá quanto tempo. O cliente anda com o carro. A culpa das maroscas é do cliente que comprou o carro? Este mundo cada vez está mais ridículo.

    Mas anda tudo maluco? O covid não serve de desculpa para todos fazerem e dizerem o que lhes apetecer.

    • acs says:

      Quando pagas subscriçao de spotify compras licença para ouvires musica em casa e para tu ou a tua familia não para transmitir ao mundo. O spotfy paga ao autor por cada musica que ouves. A licença que o spotify tem é para apenas tu, não para andares a transmitir ao mundo de borla.

  14. Lucas Caminhante das Estrelas says:

    Este assunto de facto levanta muitas questões interressantes. Estava a pensar em 3 situações:
    1. Sou um mecanico comprei uma chave duma marca qualquer e efectuo uma repraração no carro (estou a ganhar dinheiro), devo pagar uma parte a fabricante da chave ?
    2. Sou programador, utilizo o intelliJ e pago uma licença todos os anos, deveria pagar uma percentagem extra do software que eu posso chegar a vender usando esse editor ?

    Queria adicionar este cenário aos comentários:
    . sou uma empresa, ofereço alguns serviços ao publico em troca dos dados deles, vou facturar com a informação que consigo sacar, será que devo compensar financeiramente essas pessoas ?

    • FilipeB says:

      1. A chave não faz nada sozinha. O mecânico teve de aprender a usar a chave. O fabricante da chave assume que a mesma vai provavelmente servir para alguém ganhar dinheiro com ela e cobra o valor que acha justo para o fim da ferramenta.
      2. Existem licenças para particulares e para profissionais do IntelliJ precisamente para estes casos. O software é o mesmo, mas o fim a que se destina não. Se vais vender o software que produzires, tens de pagar mais (licença profissional). Mas apenas na compra, é só ler os detalhes da licença.
      3. Imagina uma editora de livros. Contrata um escritor para escrever um livro. Depois imprimes e vendes o livro. Conforme o contracto, sim o escritor pode receber uma percentagem das vendas. O mesmo com actores.

    • Miguel says:

      Resumindo, não deves pagar, porque o intuito desse software é esse, vendem com esse propósito.

    • Hélio Musco says:

      1. Não. A não ser que haja um acordo entre ti e o fabricante da chave.
      2. Podes. São custos que o cliente vai ter que suportar como qualquer outra despesa.

      Sobre a última questão. Tens sempre de avisar as pessoas antes de vender as informação delas. O mesmo já se faz para o marketing, podes sempre dizer que sim/não. Caso vendas os dados sem a autorização, podes estar a cometer uma ilegalidade. Isto acontece com o Google, Facebook, etc…está no contrato (ToS), o problema é que as pessoas não leem.

    • acs says:

      Por exemplo o engine da EPIC pode ser usado de borla mas mal comeces a fazer mais de x por ano com o jogo és obrigado a pagar parte da tua venda. Cada licença é diferente.
      Quem te vendeu a chave de fendas cobrou-te o dinheiro que acha necessario para que a uses para ganhar dinheiro. ~

      quem vende os jogos, está a vender os jogos para tu jogares. Não é por acaso que a maioria das contas são intransmissíveis. O jogo custa 60 euros para tu jogares no teu PC. Se a produtora achar que deve cobrar 300 euros para quem quiser transmitir está no direito dela. Se vai haver alguem que pague a licença é outra historia. Mesmo coisa com o preço dos jogos. Eles custam 60 euros porque há que os compre a esse preço.

  15. Zé Duarte says:

    Portanto de acordo com esse palhaço, comprar o stadia, pagar a subscrição mensal, pagar os jogos e agora mais pagar o stream deles é o correcto? 4 pontos de entrada de dinheiro (no mínimo) para se jogar? Deve pensar que chove dinheiro como na conta dele.
    qualquer dia jogos é considerado um luxo.

  16. Filipe Cordeiro says:

    Quanto querem apostar que o Alex Hutchinson tem os dias contados na Google. Ele trabalha para uma empresas que tem vindo a investir muito no streaming de jogos no Youtube para tentar fazer frente ao Twitch. E agora vem esse funcionário de um departamento da Google que está a ser um desastre, com declarações polémicas e contrárias ao interesse da própria empresa para a qual trabalha.

    Posso até perceber que algumas editoras queiram restringir o streaming dos seus jogos, principalmente de single players, mas todos os jogos que usaram essas restrições acabaram por ser fracassos de vendas.
    Hoje em dia o sucesso de um jogo não está na nota que este leva num site ou revista da especialidade, mas no número de visualizações e streams nas diversas plataformas. Estamos a falar em publicidade extremamente eficaz e sem grandes custos.

    • Toni da Adega says:

      Se acabassem com o streaming e demonstração de jogos as vendas iam cair a pique. Hoje em dia poucos compram um jogo sem antes de ver os jogos em acção. Acabar com o streaming de jogos era como acabar com review de produtos. Imagina o que era comprar uma grafica ou CPU ou smartphone sem antes ver as reviews e testes.

  17. Pastilhas says:

    Anda tudo tonto… lol.
    Um streamer em princípio comprou o jogo, é dele. Se tenho um amigo ao lado a ver quanto tenho de pagar? Se for numa sala quanto será? Se for ‘online’ difere?
    Vou fazer um trabalho com uma determinada roupa que comprei, está lá assistência… vou ter de pagar a marca?
    Uso o Photoshop que comprei, demonstro online certos tips e tricks, vou ter de pagar a marca?
    O stream só incomoda quando o produto não é bom. O resto é publicidade grátis para a detentora que mais cópias ira vender.
    A TV não é uma forma de stream ? É que normalmente é a marca que paga, seja a atores ou outros para promover o produto. Não o contrário.

    • acs says:

      A TV pagam bem pelas licença dos filmes e escolhe quem quer como actor. Os actores existem porque a produtoras de filmes precisam de personagens e pagam bem por eles, incluindo uma % dos lucros por cada venda. Troco de dinheiro por publicidade já existe nos streams também mas uma coisa é a produtora pagar para ter publicidade, outra coisa é um streamer decidir transmitir. Há actores a receber carros de borla para publicidade mas são apenas aqueles. Não são todos, ou então todos eram actores e andavamos todos com carro de borla. Cabe as produtoras decidir quem pode transmitir os seus jogos. Cabe a eles também deixar fazer de borla, pagar para eles transmitirem ou pedirem dinheiro em troca.

  18. PTO says:

    LOL, este gajo criou um FLOP chamado Stadia e agora quer sacar um dinheirinho à custa dos dos streamers.
    Caladinho fazia melhor figura e não dava erros.

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