UEFA anuncia aliança global para acabar com as transmissões ilegais dos jogos
Entidade máxima do futebol na Europa, a UEFA acaba de anunciar uma aliança global para reforçar a sua luta contra a pirataria. As transmissões ilegais dos jogos têm representando um grande problema, particularmente devido ao impacto nas receitas dos clubes e dos canais oficiais.
A pirataria representa um desafio significativo para clubes, ligas e organismos internacionais, num problema que parece impossível de resolver.
De facto, a facilidade de acesso a transmissões ilegais, muitas vezes promovidas por plataformas digitais e aplicações não autorizadas, cria perdas financeiras substanciais e prejudica o investimento no desenvolvimento do desporto, em particular no futebol profissional masculino.
Uma vez que o problema afeta diretamente os detentores de direitos de transmissão e alimenta redes ilícitas que operam à escala global, temos conhecido estratégias para colocar um ponto final nesta história.
Recentemente, aliás, informámos que o presidente da LaLiga, Javier Tebas, tinha uma nova estratégia para acabar com a IPTV ilegal, numa abordagem que combina tecnologia forense e rastreabilidade económica.
Mais recente prego no caixão da pirataria apertado pela UEFA
A UEFA passou a integrar a Coalition Against Piracy (CAP) e a Clearing House for Copyright Infringement on the Internet (CUII), numa tentativa de reforçar a capacidade de combate à pirataria e melhorar a recolha de informação em mercados considerados essenciais.
Após anunciar a sua recente colaboração estratégica com a Alliance for Creativity and Entertainment (ACE), a UEFA confirmou, agora, num comunicado oficial, a adesão a duas outras entidades que irão fortalecer o seu programa de proteção de conteúdos.
Pirataria no mercado asiático é um desafio persistente
Com a entrada na CAP, a divisão antipirataria da Asia Video Industry Association (AVIA), a UEFA reforça o compromisso de salvaguardar os seus conteúdos e os seus parceiros de transmissão na região Ásia Pacífico e, também, noutros territórios.
A adesão à CAP surge como uma forma clara de ampliar as medidas de combate à pirataria e de responder de forma mais eficaz às dificuldades específicas, num mercado em que a pirataria audiovisual continua a representar um desafio persistente.
Combate às transmissões ilegais no mercado alemão
A par disso, a adesão à organização independente alemã CUII garante que a UEFA continua na linha da frente das iniciativas de combate à pirataria, na Alemanha, e reforça o compromisso com a proteção dos seus conteúdos no mercado alemão.
A CUII reúne detentores de direitos desportivos, operadores de televisão, representantes dos setores do cinema, da música e dos videojogos, assim como os principais fornecedores de serviços de internet, na Alemanha.
Além disso, a organização coordena a aplicação de ordens de bloqueio de sites no país e promove melhorias no enquadramento legal que permitem uma atuação rápida e eficaz através da cooperação entre diferentes setores.
UEFA quer o fim das transmissões ilegais dos jogos
A aliança global reúne alguns dos principais detentores de direitos dos setores dos media e do desporto, e pretende atuar contra a pirataria digital por via das seguintes estratégias:
- Ações coordenadas de aplicação da lei;
- Iniciativas de bloqueio de sites;
- Colaboração estratégica com governos e intermediários.
As parcerias anunciadas pela UEFA integram uma estratégia mais ampla destinada a implementar um programa antipirataria de referência no setor. O objetivo passa por proteger os interesses comerciais da UEFA, bem como dos parceiros de transmissão em todos os territórios, abrangendo as competições de clubes e de seleções.






















Aproveitem e acabem de vez com a bola porque não tarda temos zucas e machas a comentar futebol na tv.
“e machas”
Ele não gosta de mulheres a comentar!!
São milhares os serviços, muitos com redundância geográfica, redundância de DNS, redundância de vpn, é praticamente impossível bloquearem muitos serviços, e se arranjarem forma os serviços iptv vão para cima de privacy networks e resolvem o problema por mais 10 anos.
Não é complicado. A fonte tem de pagar pelos redirecionamentos. Basta terem processos, para obrigar a identificar, os pagamentos. Paguem com cripto, quando vão levantar 50000 euros, pagam 80000 euros, de impostos e 65000 euros, de taxas. E voilá, acabaram os 500000 biliões de lucros, das exchanges e cortam, não só futebol, como hacking e roubo de dados.
Só que seriam 1000 milhões de milhões, de receitas, não declaradas, pelas empresas, com 50000 milhões, de lucros, da banca (e financeiras) a desaparecer. É aqui que está a dificuldade.
obrigado por completares com informação tao util
Este vive numa bolha
Não te cansas do lixo?
Tanta gente que desaparece e tu…
O nome já diz tudo, “Rocha”.
UEFA, jogos dos Campeões Europeus? São para esquecer, travam muito. Os outros jogos enfim, com o rádio acompanha-se o jogo e vê-se os lances em diferido.
Nem isso querem permitir?
oi? travam? só se for nos links manhosos que arranjas, em serviços iptv isso não acontece, nem em 4k
Se pagar 5000 euros, anuais, consegue um serviço razoável, com VPN, incluída e 80000000 canais, mais 200 biliões de filmes e séries. Há é o problema que mal apareçam 5000 portugueses, a usar esse serviço, lá se foram os 5GBps, que a sua operadora diz que você paga.
Alguém lhe diga a quem quer proibir tudo, que Portugal é o único país europeu em que quem quiser ver todos os jogos das competições europeias seja no computador ou na televisão de forma legítima e em casa, tem que subscrever dois serviços diferentes. Em que apenas a soma do valor das duas subscrições com acesso aos jogos dessas competições já é mais cara que o pacote completo com internet + tv + telefone.
Eu , tenho uma pen com NET e vpn. 6 € e tenho Tudo.
A SportTV e dazn que baixem os preços, que assim MT mais gente adere. A ganância levou a isto.
Só pensam em dar centenas de Milhões aos acionistas…pouca gente da 150€ mês pá ver Benfica, SportTV e dazn…estão se a passar.
Vejam o que aconteceu em França com a dazn
pagas o dobro do valor de mercado para os serviços IPTV premium
150 Paus?! Só?
Fuma menos…
Por mês não, mas os 3, por ano, fica entre 660 € e 880 €. Para quem vê um jogo ou outro é puxado.
Nós consumidores não temos que estar a pagar para essa gente ter mais lucros. Já ganham o suficiente para se sustentarem. Com os preços exurbitantes que a SportTV pede e mais os outros canais, todos a pagar não compensa subscrever esses serviços e não vou estar a pagar uma mensalidade só para ver 1 ou 2 jogos. Baixem preços, ponham sistema pay per view a jogos individuais e juntem vários canais num pacote individual a um preço decente e a pirataria acaba. Enquanto não perceberem isso a pirataria não vai acabar, a não ser que queiram que as pessoas deixem de ver futebol e passem a dar atenção a outras modalidades. Além disso a pirataria não causa perdas a ninguém pois não é garantia que caso não houvesse pirataria as pessoas fossem subscrever os serviços “legais”.
Sugiro acabar já com as transmissões de jogos de futebol. É da maneira que o público deles se muda já para o ciclismo, o basket, a canoagem, o atletismo e por aí fora.
A UEFA agora deu numa de advogado dos operadores de canais desportivos?
A UEFA não vende os direitos de imagem aos operadores a preços estipulados pela própria UEFA, onde é que é lesada?
Mas quem é que perde tempo com bola, piratarias, Sport TV’s, DAZN’s e UEFAS e FIFAS quando se tem o programa da Cristina Ferreira para se ver de borla em canal aberto?
Esse só quando ela vem de saia curta. Senão zapa-se.
Baixem os preços. façam pay per view aos jogos, com valores decentes. Uma assinatura mensal da sportv para ver 2, ou 3 jogos por mês…
Isto é o memso que ouvir dizer que a BP anuncia aliança global para acabar com a poluição ambiental.
A pobreza devia de ser ilegal, neste caso pobreza cultural é intolerável! Devia de existir uma aliança contra toda a pobreza.
Baixem os preços.
É pena é as pessoas não terem força de vontade para fazer um boicote, ao futebol.
Para alguns, é mais importante que a comida e a própria familia.
A UEFA comece por limpar a casa que cheira a mofo que trasanda !
Gostei, dessa ! A pobreza devia ser ilegal! Um abraço, tudo de bom.
Se a pobreza fosse ilegal isso faria com que a riqueza também seria, e se a riqueza fosse ilegal significaria que seríamos todos pobres.. agora pensa 😉
Agora é que é, a IPTV vai acabar.
Confia, Joca.
E eu nem vejo futebol.
Ao fim de 5 minutos estou ferrado no sono.
Futebol tuga é o meu melhor remédio para adormecer rápido.
Engraçado que o pessoal só fala em baixar preços das subscrições… E que tal baixarem os vencimentos exorbitantes dos jogadores, que chegam aos 40 anos com fortunas que lhes permite viver sem nunca mais precisarem de trabalhar?… Não me venham com a treta de “profissão de desgaste rápido”, porque existem profissões mais desgastantes e esses tem de trabalhar até à idade da reforma para receberem depois uma miséria… A culpa é nossa, que colocamos o futebol num pedestal que lhes permite pagar esses valores… E nós, continuamos tesos a alimentar essa indústria de milhões… Os jogadores já não jogam por amor à camisola, a motivação são os cifrões na conta bancária e mais nada! Dêem menos importância ao futebol, que vão ver se não descem os valores, tanto de bilhetes, transmissões, como os vencimentos exorbitantes… E assim até a pirataria deixa de compensar… A culpa, no fundo é nossa…
Por cada jogador que chega aos 40 e não precisa de trabalhar mais tens 1 milhão de jogadores que chegam aos 40 e têm de ir trabalhar para as obras
E a pirataria e subscrições que falamos aqui é relativamente a esse 1 milhão de jogadores? Penso que não… Porque esses não alimentam o negócio de milhões…
Os outros valem o que valem porque são dos poucos que vingam. Da mesma forma que tens CEOs a ganhar fortunas ainda maiores que os jogadores da bola, os clubes investem nesses jogadores porque vão obter retorno, seja em direitos televisivos, seja em bilhetes, seja em vendas de camisolas, seja em prémios de competições, um clube é uma empresa, se compra o passe de um jogador e lhe paga um salário alto é porque é um investimento.
O negócio está montado e os consumidores somos nós, igual para dezenas de outros desportos.
O Futebol já não é o que era. Tá cada vez pior.
O mundo já não é o que era